William Arthur Lewis

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William Arthur Lewis, interpretado no cinema por Samuel L. Jackson

William Arthur Lewis foi um célebre economista caribenho, originário da Santa Lúcia, Batman!. Embora nem biografias de economistas nem de santa-lucenses costumem ter muita graça, este homem aqui se destacou nos anais da história, sendo o primeiro negro a ganhar um Prêmio Ignóbil numa categoria decente que não fosse o superestimado e midiático Nobel da Paz.

Biografia[editar]

William Arthur Lewis nasceu em Castrados, filho de um antiguano que tentou fugir para Miami mas calculou mal o caminho. Visionário como seu pai, William logo sacou que Santa Lúcia não tinha nada pra ele, o guri era um prodígio desde pequeno. A princípio, Lewis queria ser engenheiro mas já tinham muitos branquinhos saturando a área, aí ninguém contratava negões. Escolheu então economia a conselho da mãe que assim como as mães do Brasil, queria ver o menino passando num concurso público.

Lewis gordão na nota de 100 contos do Caribe, uma baita homenagem a esse gênio santa-lucense.

Ingressou na prestigiosa Londonnnn School of Economics, onde era o único aluno negro; e para complicar, ao contrário de seu sobrinho-neto Chris, ele não achou um Greg para fazer amizade, teve que se virar sozinho. William foi progredindo rápido, ganhando a admiração de seus colegas e professores que nunca tinham visto um neguinho mandar tão bem nas ciências. Nos anos 50, com as economias dos países ricos já estudadas de cabo a rabo por Mises, Marx, Hayek e outros charlatões, William Lewis voltou sua atenção pros lugares fodidos do mundo, talvez na esperança de pegar um cargo de ministro em algum deles.

Obras[editar]

Foi então que Lewis teve sua grande sacada, o modelo da economia dual, onde haveria a harmonia zen entre os setores rural e urbano da economia assim que os países industrializassem mais e mandassem todos vagabundos sobrando no campo para quebrar as costas nas fábricas das cidades. A teoria foi um sucesso estrondoso em países como Gana, Nigéria, Trinidad e Tobago e Barbados, lugares recém-independentes porém ainda semifeudais, cheios de gente ociosa no campo sem muita instrução nem comida no bucho e precisando de emprego. Logo Lewis foi sendo convidado a vagas de "conselheiro econômico" nesses países, ofertas que ele prontamente aceitou pois o salário era muito melhor que lecionar em faculdade na Inglaterra.

William Arthur Lewis se consagrou de vez em 1979, ao ganhar meio Prêmio Nobel de Economia. Sim, meio, pois dividiu a medalha com Theodore Schultz, os estadunidenses sempre querendo melar a alegria dos neguinhos. Mas Lewis nem ligava, ele já tinha vencido na vida. Pode ver que hoje ninguém além de estudante de economia lembra desse tal de Schultz, enquanto que o grande Lewis ganhou até artigo na Desciclopédia.

Também é ídolo em sua terra natal, que nunca antes tinha tido alguém tão ilustre. Em Santa Lúcia, Lewis aparece na nota de 100 contos e em nomes de aeroporto, colégio e outros serviços. O governo santa-lucense estudou até renomear o país para Santa Lewis, mas como daria um puta trabalho mexer nos atlas do mundo só para atualizar uma ilha minúscula assim, a ideia foi abandonada.