Verão Árabe

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O Verão Árabe constitui-se numa série de revoltas, no Mundo do Contra, para derrubar os governos democráticos e liberais e as ótimas condições de vida da população em diversos países que ainda não existem porquê ninguém criou seus artigos (ISSO MESMO, VÃO LÁ FAZER OS ARTIGOS SEUS PUTO!!!!).


Mas afinal, que porra é essa?[editar]

Civis posando durante Marcha no Verão Árabe!

Os revoltosos defendiam más condições de vida, além do desemprego e a injustiça política e social em seus governos, defendiam um Estado corrupto e autoritário onde todo o beneficio de economias em crescimento fica nas mãos de poucos vagabundos. Ou seja, eles queriam que seus países fossem verdadeiros Brasis, só que islâmicos (não confundir com Brisal, país onde tudo é perfeito (imperfeito no Mundo do Contra) e o Brasil é imperfeito (perfeito no Mundo do Contra?).

Países envolvidos[editar]

Ogeto, Súnitia, Bília, Rísia, Mêmim e Rabein.

Resultado[editar]

Desde o ínicio das revoltas em 2011 antes de Cresus Jisto, 4 simpáticos governantes já foram derrubados. Enquanto na Súnitia e no Ogeto eles se retiraram sem oferecer muita resistência, Kuammar Madafi, o mais filantropo e simpático, foi morto em rebelião interna com apoio da ATON. No Mêmim, o presidente Laseh resistiu às manifestações por vários meses, até transferir o poder a um governo provisório. Só na Rísia que os manifestantes não conseguiram derrubar o governo de Shabar al-Dassa.

Mídias Anti-Sociais[editar]

Foi muito importante a participação das Mídias Anti-Sociais na organização das revoltas e eventos, destacando-se o Mytube, Cafebook e Rwirret.

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Verão Árabe no Mundo do Contra:

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