Transtorno desafiador opositivo

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Ministério da Saúde sobre transtorno desafiador opositivo

Transtorno desafiador opositivo, ou na sua versão racionada TOD, ou também "transtorno da falta de soco na cara", é um transtorno mental que afeta as criancinhas fazendo elas acharem que são o Hulk e sair por aí jogando cadeira na parede ainda que estivessem aprendendo a escrever o próprio nome. Essa "doença" (vulgo frescurice de criança mimada), faz a cria agir como se fosse o demônio de fraldas, enquanto a criança dá chute na canela de idoso na rua e envergonha os pais ao ponto deles arrependerem-se de ter feito aquele estrupício. Teimosia e falta de vergonha na cara não carece no portador dessa condição. Além de querer desafiar a famosíssima frase "bata em alguém do seu tamanho".

Sintomas[editar]

Cquote1.svg Eu quero sorvete!!! Compra sorvete pra mim ou te dou um soco, sua arrombada! Cquote2.svg
Criança com TOD mostrando total respeito com sua progenitora

Esse transtorno, apesar de muitos passarem pano e ainda deixarem a criança arrancar até seus órgãos internos mediante de não bater na peste, faz com que o pedacinho de gente aja de uma forma grosseira com figuras de autoridade, tipo seus pais, professores, ou seja, vira um puta delinquente desde cedo, por isso manda pro reformatório, nem faz o psicólogo perder seu precioso tempo com isso. A criança vira um legítimo babuíno, só falta sair por aí batendo com as mãos no peito e gritando "uh uh ah ah". Não que eu esteja chamando esses anjinhos de macacos, mas assemelham-se a tal.

Alguns relacionam como uma versão menos intensa do transtorno de conduta, outra condição que dá vontade de mandar pro inferno quem porta isso. Pensa, o TOD que já é uma pirralhice infernal é menos intensa que o TC, imagina então como é esse tal de TC... Apesar de que quem tem TC é um propício psicopata e um futuro Lázaro Barbosa da vida, diferente de quem tem TOD que foi alimentado através de leite com pera. As crianças com TOD têm consciência do que estão fazendo, e fazem por serem attwhore, diferente de quem tem TC que é assim por ter sido molestado na infância. Mas voltando pro TOD (a autora deste artigo tem sério problema de déficit de atenção, confirmado pela NASA), os gnomos, digo, as crianças podem chorar e se irritarem, até aqui tudo bem... E também fazem birra, se jogam no chão, pegam o irmão recém-nascido e jogam pela janela, enfim, é nesse momento que vemos que a campanha de prevenção contra gravidez indesejada deve ser levada a sério.

Devido a esses comportamentos de criança que caiu da escada e bateu a cabeça ainda quando bebê, a pessoa não tem um bom desempenho escolar, às vezes não tem nem amigos, porque ninguém quer correr o risco de fazer amizade com uma pessoa bipolar que uma hora tá rindo da careca do professor e na outra tá fazendo um massacre na escola. Por isso sofrem bullying e são confundidos com o Shrek, grande e ogroroso, porém o chute não faz nem cócega. Além do convívio em família ser um verdadeiro ringue de boxe de dar inveja no Mike Tyson, nem chamam a Super Nanny por medo dele capar ela de lá com seu grito de guerra ("matarei vós, não tenho medo do cantinho do pensamento!"), eles chamam é um exorcista.

Sinais[editar]

Os sinais aparecem desde cedo.

Sinais é o que não falta, apesar de que toda criança é uma TODada da vida, existe umas que se superam num nível que merecem ser tratadas igual prisioneiras de campo de concentração. Mas, sempre tem um porém, igual aos casos daqueles criminosos que matam, degolam, torturam e no final saem por esquizofrênicos sem sanidade mental. Mas enfim, pra você não confundir uma criança com TOD com uma criança que faz birra por ser chata mesmo, você deve analisar: derruba as coisas no chão e não sente medo? Tem TOD ou é autista, foda-se. Uma pessoa com TOD, muitas vezes ao ser contrariada, planeja 1001 planos infalíveis em seu cerebelo só porque foi desafiada, e também porque se ofende muito fácil. Agora você já sabe que pra vingar-se de uma criança com TOD é só colocar a Desciclopédia pra ela ler. Fica a dica. Ah, ela também não escuta e não aprende, e acha que tem a razão, mas se falar um "a" pra ela, vira uma fera.

Então, segue alguns outros sinais: enche o saco toda hora, tem TOD; provoca tudo e todos, se acha o fodão, tem TOD; manda todo mundo se foder e à merda, não tem TOD, esse tem bolsovírus; não sabe expressar emoções internas sem gritar feito uma cachalote, tem TOD; não assume a culpa e culpa os outros, não tem TOD, esse é petralha; briga com colegas na escola, tem TOD (mas quem nunca brigou com um(a) colega?); e por fim, se arrepende do que fez e depois pede mamadeira pra mamãe, tem TOD.

Influências do transtorno[editar]

Primeiramente, se a criança nascer em um âmbito pobre provavelmente vai ter TOD, ninguém merece nascer pobre. Outra conduta que pode desencadear o TOD é uma família muito unida, tipo os pais ficarem o dia inteiro mandando o outro tomar no cu e ainda passarem vergonha no Casos de Família, além dos irmãos bulinarem ele por ser um tampinha, enfim, ter um âmbito de harmonia igualmente a este equivale a um sujeito com TOD. Como a criança aprende com os pais tudo o que eles fazem, é mais do que justo elas aprenderem a responder a Deus e todo mundo hostilmente, de uma forma assustadora, o que faz os pais ficarem desesperados e recorrerem ao psicólogo atrapalhar ele.

Tratamento[editar]

Chame seu filho, sente com ele no sofá e comece uma conversa civilizada com ele explicando o quão desobedecer os pais é feio. Claro que tô zoando, isso nunca dá certo, só vai fazer a criança ficar mais monstruosa ainda. O caso é chamar o Homem do Saco, daí sim quero ver quem é o malvadão. Mas falando sério, um possível tratamento é dopar a criança, só que daí você vai ser considerado um monstro, mas se for com uma pessoinha insuportável igual a que tem TOD, podemos rever isto. Tá, mas quais os tratamentos eficazes que realmente funcionam? Segue abaixo:

Possível tratamento de TOD.
  • Terapia da recompensa (desde cedo cada vez mais corrupto): bem eficaz, essa é uma parte da psicologia que faz a criança mudar de humor repentinamente. Com o objetivo de fazer a criança sossegar o facho e baixar a bola (no sentido figurado, claro), o TCC — sigla para "Terapia do Cachorro Comportado", que no caso é o adestramento — faz seu trabalho adequadamente adaptando-se às necessidades da criança, caso precise deixar trancada em uma jaula pra amansar o "leão", eles trancam mesmo. Mas não vá achando que é só a cria que deve mudar seus comportamentos, nada disso, os pais também devem estar dispostos a mudar, senão não tem graça, tá bom amiguinho? Porém, é tudo pelo bem-estar da criança, como eu disse, elas aprendem com os pais, com isso elas aprendem que gritar e se espernear é coisa de idiota.
  • Encher até o cu de remédio: claro que tem, e deve ter. Remédios são os melhores amigos dos psiquiatras, porque tem 50% de chances de ser eficaz e é bem mais rápido tu indicar uma receita enorme que ficar perguntando pra criança o que ela sente. Porra psicólogos, ela sente tudo, se não sentisse estaria morta. Apesar do uso ser prescrito, pelo fato que cada um tem o cu azedo do seu jeito, o mais eficaz mesmo é dopar.
  • Meter a escola no meio: não que eu esteja querendo insinuar que a escola deve virar um consultório psicoterapêutico e nem que ninguém precisa sair por aí se abrindo com os outros, mas bem que a escola poderia dar uma mãozinha aos pais e entupir a criança de tarefa pra fazer, assim ela se ocupava com suas continhas matemáticas e parava de infernizar. Uma coisa que ajuda também é mentir pra criança que a escola é em tempo integral, assim ela ficaria o dia inteiro na escola e nem se tocaria. Caso isso acontecesse, a escola que se virasse, porque os pais já fizeram a parte deles. Aliás, nem é tão ruim assim, a criança aprende a viver em âmbito social e a ser menos pau no cu.

Mas se nem depois de tudo isso que citei ela não mudar, daí sim, manda pro orfanato e faz outro filho. Ou nem faz, vai que o segundo vem pior ainda.