Trégua de Natal

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A Trégua de Natal de 1914
Treguabatendobola.jpg
Não importa a época do ano ou se o ferimento é profundo, bater punheta uma bola com os amigos é essencial
Data 25 de Dezembro de 1914 (dã!)
Local Ypres, Bélgica
Desfecho Bateram uma bolinha, rezaram bastante e enterraram muita gente
Combatentes
Alemanha Inglaterra


Cquote1.svg Você quis dizer: Desculpa pra bater uma pelada? Cquote2.svg
Google sobre Trégua de Natal
Cquote1.svg Você quis dizer: Engenhão? Cquote2.svg
Google sobre Trégua de Natal
Cquote1.png Experimente também: Jogar no Estádio Abbasiyyin Cquote2.png
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Cquote1.svg Mais seguro que jogar por aqui! Cquote2.svg
Morador de favela sobre Trégua de Natal
Cquote1.svg Foi lá que fiz meu primeiro gol, entende? Cquote2.svg
Pelé sobre Trégua de Natal
Cquote1.svg Eu comecei a Segunda Guerra porque me deixaram de goleiro na Trégua, só pela desculpa de eu poder pegar em uma bola a mais... Cquote2.svg
Adolf Hitler sobre o fato de ser monobola
Cquote1.svg Não entendo essa comoção, aqui a gente faz essa trégua todo ano. Cquote2.svg
Traficante sobre Trégua de Natal
Cquote1.svg Schlimmer als Dummkopf, der diesen Artikel geschrieben hat, haben Sie sich der Übersetzung verschrieben! Cquote2.svg
Alemão sobre Trégua de Natal


A Trégua de Natal, mais conhecida como "cansei de atirar, quero descontrair" foi uma puta hipocrisia já que mais tarde eles estariam dando tiros uns nos outros um evento mágico que aconteceu no Natal de 1914, no meio do frio caralhudo e cortante da Bélgica. Na realidade, aconteceu em bastante lugar por perto de Ypres, mas como a maioria foi só pra dar abraço e carregar gente morta; e apenas nesse chegou a rolar alguma putaria, a gente desconsidera esses fracotes.

O Começo[editar]

Tudo começou quando Klaus, um velho gordo, barrigudo e bêbado de alguma maneira foi carinhosamente forçado a se alistar para as forças alemãs. Sem a mínima vontade de fazer qualquer coisa que se assemelhasse a uma atividade física, aos poucos o sedentário foi se ajustando à nada movimentada guerra de trincheiras.

De saco cheio, o arrombado resolveu ter alguma atividade e escavou um buraco de terra, onde ele apenas ficava enfurnado dentro, sem gostar de receber visitas; quando o comandante se aproximou para ver o andamento do soldado, o buraco exalava um cálido, porém forte cheiro de água sanitária, o que denotou que, ao invés de ajudar na luta ele apenas ficava se punhetando para um pôster de um cantor da época na parede. Furioso com a atitude, o comandante imediatamente o advertiu e botou o fodido pra ficar na linha de frente.

Vê-se que a felicidade era frequente na vida de Klaus.

Com medo e triste por ter sido abandonado de seu conforto, ele começou a chorar. Logo iria ser a noite de Natal, e ele não poderia mais comemorar em seu cubículo fechado com seu moreno de papel todo leitado de porra. Então ele bebericou um pouco no seu cantil de Vodka misturado com Velho Barreiro e, em instantes, começou a ficar alegrinho.

Quando viu que os seus colegas apenas tentavam fugir e se desvencilhar dele quando o pobre gordo tentava desesperadamente agarrar nos paus alheios, ele surtou e começou a cantar Single Ladies da Beyoncé. Como aquela música ainda não tinha sido inventada, o vislumbre do futuro de Klaus foi visto apenas como o começo de um AVC e foi completamente ignorado. Desesperado pela rejeição, ele se prostrou de joelhos e começou a cantar Noite Feliz, enquanto lágrimas permeavam seu rosto. Foi então que algum otário solitário do outro lado da Terra de Ninguém começou a cantar junto, em coro. Ouviam-se tiros, provavelmente de represália e contra a sua atitude, mas em poucos segundos mais e mais vozes de todos os lados uniam-se em uníssono, declarando que o Natal era mágico, e que se tinha uma época pra soltar a franga era essa.

Foi então que Klaus, bêbado e emocionado por ter sido líder de algo tão belo, tirou sua calça e sua cueca, pegou um galho de uso pessoal, pendurou sua cueca nele e saiu correndo em direção ao outro lado, esperando encontrar o bofe que respondeu seu chamado do outro lado. Nesse momento, dava-se início à Trégua de Natal.

As Festividades[editar]

Nada melhor pra se aquecer do que um calorzinho humano!

Em alguns minutos, o que antes era uma guerra imóvel e completamente fria se transformou em uma festa de quermesse. Os britânicos rapidamente levantaram suas tendinhas pra vender Maçã do Amor e Algodão Doce, enquanto os alemães eram responsáveis pelo Quentão e, como eram mais safados, a Barraca do Beijo, essa tendo como estrela principal Klaus, o enrustido que se finalmente se libertara.

Os que eram mais machões e não gostavam de se misturar com essas viadagens sem sentido, rapidamente escolheram alguns soldados para servirem como churrasqueiros; assando a carne de bravos ex-combatentes; e começaram um dos eventos mais famosos: a pelada de Natal. Os times foram inicialmente separados por país, mas como a grande maioria dos alemães eram uma merda no futebol, logo foram divididos os times entre Alto Escalão e Baixo Escalão. A partida, como todo bom jogo de futebol, terminou em uma boa briga de torcida organizada, alegando que o empate não seria possível. Felizmente, os torcedores do Fluminense não estavam por perto, pois, se estivessem, a trégua acabaria ali mesmo.

Porém, do outro lado da festa, as coisas estavam ocorrendo mais do que bem. Klaus, que mesmo com uma enorme fila não se satisfazia com apenas algumas beijocas, pediu ajuda para alguns bofes britânicos montarem a tenda do amor. Estreando a mesma com eles, logo não existia mais uma taxa de entrada - todos eram bem vindos. As barraquinhas foram abandonadas pelos vendedores que, com tantos meses na seca, estavam a fim de um surubão. E assim, acabou-se a noite na base de metidas, gemidos e um futebol maneirasso rolando por perto.

O Fim[editar]

E imaginar que isso se tornaria o símbolo da Coca-Cola...

Ao amanhecer, aos poucos as pessoas saíam da tenda, sabendo que aquela noite seria a única escapadinha possível da guerra. E todos saíram, menos um - Klaus. Preocupados, os soldados haviam voltados para a trincheira, mas da barraca armada de Klaus ele não saía. Quando o soldado britânico mirradinho que cantou junto com ele no coral foi ver o que aconteceu, viu um Klaus totalmente doente e à beira da morte. Mesmo nas lágrimas do britânico, Klaus sorriu e disse que, se fosse pra morrer, que morresse fodendo com o amor de sua vida.

Klaus finalmente revelou para ele como sendo o primeiro transgênero do mundo, e logo depois partiu dessa para a melhor. Aos prantos e berros, o corpo do gigante banhudo foi carregado por uma infantaria inteira até um penhasco que se encontrava por perto. Seu corpo foi embebido de seus líquidos favoritos; álcool e porra; foi incendiado e jogado para o grande barranco, simbolizando assim a sua passagem direto para o Inferno.

Anos depois, após a Igreja Católica ouvir essa história, resolveu abandonar todos os seus esteriótipos e canonizar ela em homenagem ao seu ato de bondade perante a calamidade da guerra. Assim nasceu a lenda da Santa Klaus, uma pessoa que, não importasse a situação, sempre estava presenteando os seus amigos e companheiros com presentes, caso eles fossem bonzinhos (BDSM não era muito o forte de Klaus}.