The Queen's Gambit

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O Cambito da Rainha
Série que gira em torno de uma enxadrista louca.

Série que gira em torno de uma enxadrista louca.
Formato/Género Drama
Duração Em torno de uma hora
Criado por Walter Tevis
Diretor(es) {{{diretor}}}
Produtor(es) Marcus Loges e Mick Ninfeto Aniceto
Apresentador(es) {{{apresentador}}}
Elenco Pessoas que se arrependeram

Narrador Personagem (?)
Tema de abertura Cena psicológica da protagonista
Tema de encerramento Alguma merda em russo
País Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Rede de televisão Netflix
Formato de Exibição {{{formato_exibição}}}
Idioma {{{idioma}}}
Transmissão original {{{p_transmissão}}}
– presente
Qt. de temporadas Apenas uma, é uma minissérie
N. de episódios 7 de pura tortura
[{{{website}}} Página oficial]
IMDb
TV.com


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Google sobre The Queen's Gambit
Cquote1.svg Gente acho que vou tomar um pílula verde e uma bebida com 99% de álcool aqui... Cquote2.svg
Beth Harmon em absolutamente todos os momentos da série
Cquote1.svg Você nunca teve vontade de, seilá, trocar a torre ? Cquote2.svg
Arrombada da Margaret sendo curiosa em relação ao "ROQUE" de Beth
Cquote1.svg Bom, eu troco torres o tempo todo mas... Cquote2.svg
Beth sobre-
Cquote1.svg KKKKKKKKKKKKKKKKK Cquote2.svg
Meninas sobre o comentário de Beth

The Queen's Gambit, que em português é O Gambito da Rainha (ou Cambito, sei lá, foda-se) é uma minissérie feita por uns dois retardados para a Netflix. A série tem como sua base o drama de um garotinha chamada Beth Harmon, que após ter perdido sua mãe e ter ficado orfã, é levada para o orfanato das Chiquititas, onde ela acaba entrando em um porão velho e cheio de mofo e lá encontra um gordo depressivo que estava jogando xadrez. A história se desenrola com a protagonista lutando contra seus problemas de esquizofrenia, o vício em um comprimido verde que deixava ela lombrada e sua dependência alcoólica, ao mesmo tempo em que luta para ser a melhor enxadrista do mundo.

Desde que foi lançada, não demorou muito para que a série bombasse, e após apenas um mês em exibição, a minissérie era tão influente que muitos telespectadores chupa-saco da Meteflix afirmaram que tiveram vontade de jogar xadrez depois de assistir, popularizando um esporte que é mais chato que missa de padre com Alzheimer dia de domingo ás 5 da manhã.

História[editar]

A história é baseada na vida de Beth Harmon, uma garotinha que com apenas 9 anos perdeu a sua mãe em um """""acidente""""" de carro. Depois do incidente, ElizaBETE Harmon foi enviada pra um lugar de brilho e maravilhas chamado "Orfanato de Kentuq". Se a Beth já era estranha, ficou mais ainda depois de ser enviada pra esse puxadinho dos infernos, onde ela acaba morando por 6 anos até ser adotada por uma família de rabugentos formada por uma alcoólatra e um pai que foi comprar cigarro e nunca mais voltou. Mas, antes disso tudo, vamos entender como ela descobriu o xadrez.

A Beth era uma criança muito curiosa e depois da morte de sua mãe passa a impressão de que só está vivendo por viver mesmo. No orfanato, ela conhece a diretora, os professores e também uma amiga maior de idade que nunca havia sido adotada. No orfanato, os irresponsáveis davam um comprimido verde e outro vermelho para as crianças, que era uma espécie de vitamina aham, sei. Você fica assustado porque pensa que aquilo dali pode ser qualquer coisa diferente de uma pílula normal que vai dar merda mas depois descobre que é só uma vitamina D mesmo. A amiga de Beth aconselha ela a guardar a pílula verde porque é um tranquilizante e ajuda a dormir e descansar a mente pra aliviar a dor de perder ou não ter mais seus pais e não saber se vai ser adotado ou não, mas é claro que o lado cracuda da Beth falou mais alto. Ela guardava milhares de pílulas e ficava viciada e drogada.

Um dia, ela foi tirar o pó do giz que a professora mandou ela tirar do apagador do quadro (essa era a desculpa de Beth para bater siririca e se dopar no porão) quando acabou encontrando o gordo depressivo jogando xadrez. A Beth ficou muito curiosa mas o velho mandou ela tomar no cu e deixar de ser fuxiqueira pra aprender a ter respeito pelo espaço dos outros. Com o passar do tempo, Beth começou a jogar e aprender junto com o zelador. Ela tomou um mate tão fácil que, inconsolada, aprendeu sozinha como fazer o xeque mate fácil. A Beth ficava tão drogada que quando ela tomava a pílula via o tabuleiro de xadrez no teto quando ia dormir. Ela também saiu da sala de aula pra roubar pílulas e teve uma overdose logo em seguida de tanta pílula que ela tomou. Não se sabe se foi efeito do tranquilizante ou da burrice gigantesca dela.

Desenvolvimento enxadrístico[editar]

Ao longo de sua formação como mulher e enxadrista, Beth já teve vários momentos em que ela comprovou ser uma pessoa nascida para jogar xadrez. Isso é demonstrado quando ela tinha 15 anos e se inscreve em um campeonato da região. Nesse campeonato ela conhece e compete contra vários enxadristas, incluindo um pseudogay, uma menina figurante aleatória que só serviu pra ser derrotada pela Beth nas classificatórias e um cara aleatório que parece um doente mental que ninguém se lembra o nome mas era muito bom enxadrista. Só que como todo enxadrista comum, ele cometeu o pior erro de todos: se achou e duvidou de Beth Harmon, ninguém menos que a protagonista da série. Logicamente, ele foi derrotado.

Beth então continuou com sua carreira de enxadrista. Ela ganhava cada vez mais campeonatos, ao mesmo tempo que mirava no 'não sei o que' Borgov (o campeão mundial e melhor enxadrista até o momento). Muitas coisas aconteceram na sua vida nesse meio tempo, incluindo a morte de sua mãe, sua quase desistência do xadrez, vício em drogas e álcool e ainda a derrota para um cara que parece um pirata.

Beth e seus 15 anos[editar]

Beth a cada 5 frames da série.

Quando Beth completou 15 anos à um bom tempo, ela foi adotada. O casal era composto por uma alcoólatra e um pai irresponsável que foi trabalhar e só Deus sabe aonde ele foi parar. No primeiro dia de aula de Beth Harmon, ela não estava totalmente acostumada à viver em um lugar sociável e com patricinhas metidas à rica, ela queria estar bem vestida, até porque muitas meninas zoavam a sua roupa pois parecia que ela se vestia igual uma criança. Com o passar dos tempos, Beth foi descobrindo mais sobre sua cidade, até que soube de um torneio que iria acontecer na escola. Obviamente como a sua mãe era mão de vaca ela não deu um centavo para que Beth podesse se inscrever, depois disso Beth enviou uma carta para o velhote lhe pedindo dinheiro (interesseirismo) e ele deu pra ela. Beth obviamente chegou no torneio e ganhou a primeira partida. Beth foi crescendo e ganhando cada vez mais de seus oponentes parrudos e nerds, ela se apaixonou por um gay chamado Townes e outro banguela que tinha subestimado ela. Com o tempo Beth foi perdendo a noção de suas ações, a mãe dela morre, ela também começa a perder partidas contra um pirata e o melhor jogador de xadrez do mundo, o Borgov, o Borgov era o melhor enxadrista da época e campeão mundial, mas a sua personalidade era equivalente à de uma porta, depois de Beth tomar no cu em várias partidas e perder contra o Borgov, ela finalmente deixa de se dopar à noite enquanto tomava alcoól, e finalmente ganha de Borgov (puro roteirismo).

Personalidade de Elizabeth Harmon[editar]

Beth sempre foi uma garotinha muito desnaturada e imprópria. Ela era toda esquisitona desde o primeiro capítulo e continuou assim nos episódios restantes. Além disso, Beth também não parecia gostar de ter muitas amizades, afinal só fez uma, com aquela menina que nem adotada foi. Caso você assista esse pesadelo, você possivelmente vai ficar com raiva dessa merda de protagonista, pois ela já foi muito sonsa e faz uma cara de burra durante toda a série. Ela também só sabia fumar e pegou a prática da sua mãe de viver se embriagando que nem uma leprosa.

Recepção da série[editar]

É claro que como qualquer outra série/filme com produção ruim, a série teve um resultado fantástico de recebimento e visualizações, pois todo mundo sabe que os fãs da Netflix só gostam do que não presta, afinal vivem no Twitter pedindo pra renovarem Anne With An E.

A série recebeu ainda um Emmy de "Pior Minissérie de 2020".

Mas afinal, o que danado é esse "gambito da rainha"?[editar]

O cambito da rainha.

O gambito da rainha é um tipo de jogada muito usada por grão-mestres do mundo todo. Consiste no sacrifício do peão pelo jogador das brancas pra tentar ganhar uma vantagem no jogo. Por causa disso, ele é chamado de "gambito". Aliás, para deixar as partidas retratadas com um ar de realismo, a produção da série contou com a participação de muitos enxadristas amadores profissionais, que criaram e recriaram muitos jogadas comuns em campeonatos oficiais.

Ver também[editar]