The Office (Estados Unidos)

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A primeira série de sucesso de um certo site aí...

The Office (em português lusitano O Escritório e em português brasileiro, Vida de Escritório - claro, sempre tem que ter um filho da puta de tradutor parente do narrador da Sessão da Tarde nessa porra) é uma cópia bizarra de outra série lá da Inglaterra, mas que por algum caralho além de conseguir fazer sucesso e ficar por nove longos anos no ar pela NBC entre 2005 a 2013, ainda voltou pro ar pela Netflix fazendo ainda mais sucesso e até hoje um monte de retardado pede que ela volte, mesmo sendo só uma cópia de um pseudodocumentário bosta feito pelos britânicos, mostrando que de alguma forma o humor americano, por pior que seja, ainda é menos pior do que o brit...

Cquote1.svg Você está louco, meu caro! Esses novatos que não têm o tino que nós possuímos e os ensinamos, mesmo eles não tendo aprendido nada conosco! Cquote2.svg
Monty Python sobre The Office original

Ok, ok, vamos pro artigo!

O plot todo da série[editar]

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Conheça os fatos sobre The Office (Estados Unidos)


Como adiantado lá em cima e similar à série original, é tudo pra parecer um documentário nível Documento Trololó sobre os acontecimentos em um escritório de papéis (????) chamado Dunder Mifflin, na cidade de Scranton, e basicamente todos ali demonstram estar cientes que estão sendo filmados por uma equipe lá de filmagens, e de vez em quando durante os episódios sempre rolam os momentos "confessionário" do BBB, quando rolam tomadas individuais com alguns dos funcionários sobre ocorridos específicos, se bem que as vezes rola uma interrupção por parte de outro personagem, tipo o Dwight sempre enchendo o saco do Michael...

Resumo básico das temporadas (para preguiçosos e pobres)[editar]

Mas antes de mais nada...

Spoiler5.JPG ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que a mulher que passou o One For All para o All Might era avó do Tomura Shigaraki, ou que a mulher que passou o One For All para o All Might era avó do Shigaraki.

Spoiler3.jpg

Ok, vamos em frente, garotinha!

Primeira temporada (2005)[editar]

Aquela pegadinha que todo mundo lembra do primeiro episódio.

A primeira temporada pra começo de conversa é bem pequena, e tal qual a primeira temporada de Mighty Morphin Power Rangers é basicamente um Ctrl + C e Ctrl + V da série original de onde foi baseado, mas ao menos aqui copiaram só os scripts e a personalidade dos personagens originais, não foi tão Zyuranger, ainda bem.

Basicamente mostraram um Michael Scott que era literalmente o David Brent, só que menos gordo e com um cabelo horroroso, um Dwight que era o Gareth de óculos, pesando um bocado mais e com cara de nerd desorientado e virjão e não um ser com cara de autista que não conseguia dormir a noite, um Jim que era um pouquinho menos cara de Charles Chaplin com tremelique no corpo e com aquele olhar pra câmera mais irônico do que o do Tim, e uma Pam que não era uma gordelícia como a Dawn, mas bem mais com cara de mocinha prendada e donzela em perigo que a versão inglesa.

Além disso, não tinha uma Rachel pra pagar de menina legalzona, descolada e gostosa, além de enfocar em alguns outros personagens que a inglesa, mas ainda assim bem longe do que viria a ser as outras temporadas. Inclusive é a menorzinha de todas, já que literalmente foi cópia carbono da primeira temporada da original. Mas logo os produtores viram que o povo americano não é fã daquela leseira dos ingleses e nas temporadas seguintes decidiram ir bem longe do original e fazer uma pegada mais zueira, embora mantendo bem forte o cringe e a vergonha alheia que eram os roteiros cagados da série.

Segunda temporada (2005-2006)[editar]

A partir daqui nascia uma lenda.

A segunda temporada que finalmente a série engatou, inclusive foi nela em que o Michael virou o tal chefe que todo mundo curte odiar, com um belo retcon maroto que só esperto percebe dele supostamente sempre tendo falado lá aquela frase clássica toda vez que alguém menciona palavras que de alguma forma um ser de quinta série como você já vai pensar merda, tipo "sentar", "chupar", "vara", "tá duro" e similares:

Cquote1.svg THAT'S WHAT SHE SAID! Cquote2.svg
Michael Scott sobre como mandar a frase mais cuzona da história, típica de macho escroto seguidor da cultura do estupro e conseguir tornar ela realmente engraçada.

Daí pra frente a série segue com algumas pegadinhas mais bem elaboradas do Jim contra o Dwight, além do início do emburrecimento gradativo do Kevin, o ódio sem motivo do Michael pelo Toby ficando bem mais aparente, além de finalmente usarem o Creed pra alguma coisa que não fosse figuração a série toda. E também explorando um cada vez mais claro envolvimento do Michael com a sua então vice-presidente e patroa Jan, que iria ficar mais explícito na temporada seguinte... isso é o que ela disse... ops... O Michael mostrando pro mundo o perigo e o poder de uma George Foreman Grill, e também a revelação de que o Oscar gosta de fazer amor com o bumbum, algo que é revelado da forma mais bizarra do mundo, com o Michael fazendo com o Oscar diante de todos do escritório o que ele queria fazer com o Ryan, tascar um senhor beijo na boca (ops, isso era do início da próxima temporada, acho que dei um spoiler burro aqui...).

Ah sim, e a temporada termina com chave de bosta ouro com o Jim finalmente dando um "vem cá minha nega" na Pam, mesmo que ela ainda fosse noiva do Roy. E fica o cliffhanger pra gente imaginar o que virá, diferente da série inglesa, que termina basicamente com a Dawn tascando um beijo no Tim e simbora pro depósito fazer saliências e tirar o atraso conversar reservadamente e fim de série!

Terceira temporada (2006-2007)[editar]

Reação do Michael ao perceber que a série quase acabou de tão ruim que tava.

Essa temporada foi marcada logo de início pela saída temporária do Jim pra Stamford, bem longe de sua amada Scranton... até parece, a amada aí era a Pam, que tava com medinho de dar um fora no cuzão do Roy. Lá em Stamford ele arranjou duas possíveis namoradinhas, sendo que uma delas, a Ann Perkins Karen, acabou conseguindo namorar com ele após apostar quem ganharia numa partida de Call of Duty (e sim, ela ganhou).

Mas aí veio um episódio em que finalmente o David Wallace tomou a decisão óbvia de dar um fim na porcaria da filial de Scranton, o que quase deu fim na série, já que o Michael ia ser demitido e o Josh que ia assumir a galera do nada. Mas aí o Josh simplesmente tacou um foda-se pra geral e pediu pra sair, levando ter de fechar Stamford no lugar de Scranton, pra alegria do Michael, lógico, que já mandou um Straight Outta Compton Scranton pra animar os novos funcionários, mas a maioria saiu correndo, só ficando o porra louca do Andy (que chegou até a pegar por um tempo a função de gerente regional assistente assistente do gerente regional do Dwight, mas logo ele foi rebaixado pra sua função correta, de limpador de lixo do escritório), a Karen (que ficou só até levar um fora em definitivo do Jim que só usou mesmo ela como carne viva pra tirar sua carência) e o Jim. Nesse meio aí enfim o Jim e a Pam, já no fim do fim, se acertaram, com a quase transformação do Jim em vice-presidente da Dunder Mifflin... bem, aí você pergunta "como assim?" Então, a Jan acabou demitida porque né, ficar dando pro subalterno como o Michael sempre dá merda. Daí abriu uma vaga pra um monte de gente tentar, até a Karen tentou (ela pelo menos como prêmio de consolação virou gerente da filial de Utica) e até o Michael tentou (mas né, quem ia ser louco de aceitar ele como vice-presidente?) e sei lá como isso caiu no colo do Ryan, o até então estagiário da empresa... sim, isso será uma bela ponta pro que virá na próxima temporada...

Quarta temporada (2007-2008)[editar]

Quando seu jantar com a namorada tá tão ruim que você se sente no pior bar da região.

A quarta temporada tem alguns elementos básicos que já mostram lentamente sinais de flanderização aguda dos personagens, a começar óbvio pelo Ryan ter conseguido virar vice-presidente e sair causando mudanças abruptas que ninguém foi consultado assim literalmente do nada, entre elas forçar geral a ficar vendendo os carregamentos de papel por uma desgrama de um site que ninguém se importa de forma alguma, além que a maioria nem curtia vender via telefone, imagina num site, site eles só ficavam mesmo lendo a Desciclopédia, não perdendo tempo em Mercado Livre versão papel. No fim, o povo de Scranton desgraçou de tal forma a iniciativa que o Ryan tentou fazer uma gambiarra com o número das vendas do site, e o resultado foi ele dançando e indo parar na prisão por um tempinho. Ainda voltaria como um substituto leso da Pam na recepção, mas logo acabou indo pra fora da empresa pouco depois (BEM FEITO BEM FEITO!).

Ah sim, e claro, o Michael seguiu tentando seu relacionamento tóxico fodido com a Jan, em que ela sugava toda grana do otário pra fazer uma desgrama de empresa de velas malcheirosas que só uma retardada iria achar que iria ficar serena cheirando isso, e o levando a declarar falência (eu devia explicar, nos Estados Unidos o ente civil, tal qual o ente jurídico também pode pedir falência, mas aí eu tô virando o Senhor Roteiro dessa porra). O ápice disso foi a malfadada festa no condomínio do Michael (com o nome curioso de "Dinner Party from Hell", igual a de uma outra série aí...), aquele episódio que 143250% dos fãs da série consideram o pior de todos melhor da série inteira, quando a Jan e o Michael ficam brigando diante dos convidados da festa quem conseguia causar mais vergonha no outro. E assim né, termina com uma TV quebrada e o fim mais bem pregado de um relacionamento de merda. Ele ainda teria uns outros durante a temporada indignos de nota, mas no final da temporada, quando o Toby supostamente vai pra Costa Rica pra nunca mais voltar, sua substituta, Holly Flax, demonstra-se tão retardada mental quanto o patrão Michael, garantindo já nas nossas cabeças um possível relacionamento? Bem, se depender da Jan, talvez não, já que do nada ela aparece buchuda. Iiiiihhhh...

Quinta temporada (2008-2009)[editar]

Essa temporada rendeu aquela cena que até teu pai, que nunca viu a série, usa constantemente em memes.

Aqui começa basicamente com a descoberta de que a pirralha da Jan é só filha de chocadeira, surgida de um banco de esperma qualquer, uma puta revelação anticlímax de cair o cu da bunda. Ah sim, e com um amorzinho do Michael com a Holly, que logo é detectado pelo empata-foda David, que, pra evitar uma Jan parte II decidiu do nada transferir ela pra Nova Nova Nova Nova Iorque, e trazendo de volta o Estrangulador de Scranto... ops, o Toby, pro ódio completo do Michael. Para completar a desgraça, o novo vice-presidente, o Charlie Miner, mostra bem a que veio, enchendo o saco de todos ao redor e querendo foder com toda a alegria da turma do escritório de Scranton.

Com todas essas injustiças, o Michael decide chamar a Pam e o Ryan pra uma empreitada, a minúscula Michael Scott Paper Company, que poderia literalmente dar em porra nenhuma, mas conseguiu incrivelmente depois de uns 4 episódios sem vender nem uma folhinha de papel, vender mais que toda a empresa nos Estados Unidos com o poder do protagonismo, obviamente, levando o David a comprar a empresa e recontratar os três pra empresa. Logo ficaria claro na verdade é que o David tinha era fodido toda grana e levando a Dunder Mifflin pra bancarrota, assim ele vendeu tudo para uma empresa de impressoras matriciais, uma tal de Sabre, levando todos a uma nova temporada...

(Ah sim, o Jim e a Pam se casam no final dessa temporada, porém quem se importa?)

Sexta temporada (2009-2010)[editar]

Admita, você ficou com inveja da Pam.

Essa temporada não teve tanta graça, foi quando a série começou numa espiral descendente, tirando a aparição do Gabe que foi até legal para ser o objeto de ridículo de todos até o final da série, e forçar o papo do estrangulador de Scranton que seguiria até o final da série mesmo todos nós sabendo que obviamente era o Toby o tempo todo.

Os pontos mais memoráveis dessa temporada mesmo foi a Pam descobrir que o Michael queria virar seu padrasto, mas isso até ele descobrir que a dona Helene Beesly tinha 58 anos, aí ele, como medo de ter de carregar a esposa numa cadeira de rodas daqui mais dois anos, simplesmente deixou a velha pra lá, e assim ganhando um belo tabefe na cara. E também se fodendo nas mãos de uma escrota chamada Donna, que deu esperança pro bestão sem dizer que ele na verdade tava sendo só o outro pra fazer ciúmes no maridão dela.

Ah sim, teve algo relativamente legal aqui: o Jim virou papai pela primeira vez e também atuou bastante como cogerente com o Michael, coisa que ele já tinha virado na temporada anterior, pro desespero do agora assistente para os cogerentes regionais Dwight, ter de trabalhar pro pior inimigo...

Sétima e última temporada (2010-2011)[editar]

Preparem-se para chorar porque daqui pra frente a série vai pra merda. Mas ao menos o lovizinho dos dois pombinhos aí vai render momentos bem zoados.

Apesar da alegria da abertura da temporada mais foda do universo ressuscitando do quinto dos infernos a banda The Human Beinz, essa temporada já tava com aquela carinha de fim de série ainda que a NBC não tenha percebido, ou simplesmente tacou o foda-se. Essa temporada rendeu a melhor briga de bola de neve da história, melhor que as guerras de bolinha de papel que rolava nos colégios que a gente estudou, ironicamente para a alegria do Dwight, que quase destruiu a mente do Jim de tanta bola de gelo e bonecos de neve mais assustadores que a tua mãe.

Essa temporada descobriríamos que o Steve Carell, já cansado de receber pouco da NBC, decidiu voltar pra Hollywood, e aí inventaram de trazer a Holly de volta e conseguir convencer ele a se casar com ela e irem para Colorado, bem longe do escritório. Antes de ir embora ele conseguiu ver seu filme dos sonhos publicado, o bizarro Threat Level Midnight, que conseguia ser pior do que filmes da Turquia tipo Kareteci Kiz ou da Uganda como Who Killed Captain Alex. Além disso, tentou dar um treinozinho pro seu sucessor, o Deangelo numa das piores substituições da história, só porque Steve Carell e Will Ferrell só pelo sobrenome ser parecido, mas nos três episódios em que interagem juntos já deixa claro que quando esse demente ficar sozinho não vai durar muito tempo...

Oitava e ridícula temporada (2011-2012)[editar]

Quando se insiste em forçar uma série que já acabou a continuar, só gera um monte de personagem bosta como esse.

ESSA TEMPORADA É UMA BOSTA, NEM DEVIA TER EXISTIDO, ÚNICA COISA BOA NESSA MERDA, SE É QUE DÁ PARA CHAMAR ISSO DE BOM, É A GOSTOSA DA CATHY APARECENDO PARA TENTAR DAR PRO JIM INUTILMENTE PORQUE ELE TINHA FICADO BROXA DEPOIS DO SEGUNDO FILHO, DE RESTO SÓ TEVE PERSONAGEM MERDA, COMO O TODD ENCHENDO O SACO DE TODO MUNDO DE NOVO, A NELLIE IRRITANTE APARECENDO DO NADA E ATÉ ROUBANDO O EMPREGO DO ANDY, O DEANGELO DURANDO UM ÚNICO EPISÓDIO, JÁ QUE ELE ERA UM GRANDE CUZÃO, E CLARO, O ROBERT CALIFORNIA AGINDO COMO UM BUNDA MOLE CUZÃO O TEMPO TODO, DE TAL FORMA QUE NINGUÉM SE IMPORTAVA NEM MESMO QUANDO ELE DO NADA SE JOGAVA NU NO MEIO DA PISCINA CHEIO DE SUAS FUNCIONÁRIAS E FALANDO O TEMPO TODO DE SEXO E METER EM TODO MUNDO IGUAL AO FILÓSOFO PÍTON. VAI TOMAR NO MEIO DO CU TODOS OS BABACAS QUE ESCREVERAM ESSA PORRA ATÉ AGORA!

(Pelo menos no final conseguiram trazer o David Wallace de volta, o que, aliás, infelizmente não deu fim na ruindade que a série tinha virado, mas deu uma melhoradinha ao menos).

Nona e supérflua temporada (2012-2013)[editar]

Além de copiar a amizade do Clark Kent com o Pete Ross de outra série aí, ainda tiveram a coragem de criar duas cópias desgraçadas de dois personagens principais da série. Falta de criatividade é isso aí.

Esgarçando-se igual teus namoros virtuais, na total desgraceira, a série chegou no nono ano (e, ainda bem, último mesmo) parecendo mais que cada episódio da série era um episódio de Pica-Pau ou de Os Flintstones live-action do que qualquer outra coisa, os personagens extremamente flanderizados, com piadinhas forçadas, dois doppelgängers descarados de dois protagonistas da série, entre outros claros sinais de que tem que dizer logo "TEM QUE ACABAR, ACABA LOGO!"

Para forçar completamente mais ainda a barra, ainda tentaram enfiar uma tentativa de romancezinho de um dos técnicos de câmara do documentário pela Pam, que foi tão ridículo que dá pena. Ao menos os últimos episódios realmente são bons, com o Dwight realizando seus sonhos de virar gerente de Scranton, além de conseguir convencer a Angela a casar com ele depois dela levar uma galha do marido senador que na verdade era um viadão. No penúltimo capítulo geral assiste o documentário que ninguém liga de verdade, e no último episódio, um ano depois, com cenas extras pro DVD que a essa altura ninguém realmente assistia DVD nem comprava isso, o Dwight se casa com a Angela e consegue enfim demitir Jim e Pam - mas a essa altura fez isso só por amorzinho a eles, que já tavam indo para Austin.

E assim enfim a série acabou, aleluia mesmo que desde o ano de 2020 um monte de gente vem com lero-lero de fazer uma reunião ou reboot, por favor, esquece essa merda aí véi!

Personagens, digo, funcionários do escritório[editar]

  • Michael Scott (Steve Carell): Obviamente o único ator famoso da série tinha que ser o gerente, que sempre tenta ser o legalzão, mas costumeiramente estraga tudo por querer o tempo todo ser o umbigo do escritório. No final da sétima temporada o Steve, digo, o Michael pediu transferência pra outro escritório da empresa em outra cidade Hollywood e aí a série perde a graça pra caralho todos ficam livres do mala sem alça;
  • Dwight Schrute (Rainn Wilson): Puxa-saco oficial do escritório, nerdão e pseudo-xerife do condado de Lackawanna, sempre tentando passar por sabe-tudo e fodão do escritório, mas eterna vítima das zueiras do seu vizinho de bancada, o Jim;
  • Jim Halpert (John Krasinski): Vendedor principal do escritório e eterno aluno de quinta série, maior aplicador de pegadinhas do departamento, zoando com tudo e todos, principalmente seu "amigo" Dwight. Entretanto, como diria Edson Gomes, "todo guerreiro tem o seu momento que cai diante de um sentimento e agora fala só de amooooor!", e aí foi o que aconteceu quando virou melhor amigo da Pam, a recepcionista, e aí o golpe tá aí, cai quem quer...
  • Pam Beesly (Jenna Fischer): Recepcionista gostosa do escritório, originalmente era noiva de um entregador de quinta categoria chamado Roy, mas um dia o talarico do Jim consegue conquistá-la e aí foi triste, casam, têm dois filhos e... isso tem graça? Onde?
  • Ryan Howard (B. J. Novak): Estagiário e paixão escondida do Michael, que até mesmo um dia o coloca pra ser chefe de uma repartição, mas o cara começa a fazer uma venda de papelotes de maconha escondidos e termina preso, tendo de prestar serviços comunitários nas folgas do escritório como garoto de programa. Tem um namoro/não-namoro com a indiana Kelly;
  • Angela Martin (Angela Kinsey - um daqueles personagens com nome preguiçoso que reutilizam o do próprio ator...): Contadora do escritório, futura Mulher Louca dos Gatos e chata pra cacete, em especial com a Pam, tem um dedo podre horroroso, já que conseguiu noivar com os dois maiores imbecis do escritório (Andy e Dwight, casando com esse último inclusive);
  • Kevin Malone (Brian Baumgartner): Outro contador da empresa, e se depender dele a empresa vai à falência de tão retardado que é, além de tostar muita grana com comida (é engraçado porque ele é gordo!);
  • Oscar Martinez (Oscar Nunez - outro personagem de nome reaproveitado, tsc): O carinha que tá pra cumprir a cota de mexicanos no programa, além de tudo esse - que também é um contador da empresa -, é também o alvo das piadinhas do Michael sobre viadagem, ainda que o próprio Michael tenha dado uma beijoca nele um dia e ter um amor escondido pelo Ryan;
  • Stanley Hudson (Leslie David Baker): Vendedor que vive no mundo da lua e parece que nada acontece igual ao Brasil onde crime ocorre nada acontece feijoada;
  • Creed Bratton (ele mesmo. Sim, esse se superou, reaproveitou tudo do seu nome): Do departamento de controle de qualidade, mas não sabe nem o que acontece ao seu redor, sempre esquecendo o nome de todos e dando comentários que ninguém pediu pra ele fazer;
  • Phyllis Lapin (Phyllis Smith - vou nem falar mais nada): Vendedora que só entrou no seriado de última hora, ia ser só participação especial, mas acabou ficando por falta de oportunidades da atriz homônima. Embora amiga de infância do Michael, vive sendo trollada por ele, até no próprio casamento dela;
  • Kelly Kapoor (Mindy Kaling): Personagem pra cumprir a cota de indianos, é a mina do telemarketing, falando pelos cotovelos com sua voz de taquara rachada e sempre vítima de comentários racistas do Michael (mais uma), além de viver levando galha do Ryan com o próprio Michael;
  • Meredith Palmer (Kate Flannery): A velha louca e cachaceira, que só aparece no seriado pra mostrar os peitos;
  • Toby Flenderson (Paul Lieberstein): O demônio do DP (não da Desciclopédia, antes fosse), é o ser mais odiado do escritório, principalmente pelo Michael. Há quem diga que ele seria o "Estrangulador de Scranton", mas nunca foi confirmada essa informação embora eu não duvide de forma alguma...;
  • Roy Anderson (David Denman): Entregador e cornão, foi demitido depois da terceira temporada depois de tentar espancar o Jim e levar gás de pimenta na cara;
  • Darryl Philbin (Craig Robinson): Outro entregador, é o típico "negão engraçadalho" que aparece nessas produções americanas;
  • Karen Filippelli (Rashida Jones): A azarada que, mesmo sendo gerente de uma das regionais da empresa, foi incapaz de casar com o galã do Jim, que deu um pé na bunda dela;
  • Jan Levinson (Melora Hardin): Um cadáver vivo da diretoria da empresa, só aparecia normalmente pra deixar o ex-namorado Michael enloquecido. Ao longo da série ela que vai ficando louca. Literalmente;
  • Hunter Raymond (Nicholas D'Agosto): Amante da anterior, é um sugar baby que conseguiu emprego sei lá como com ela;
  • David Wallace (Andy Barclay Andy Buckley): O CEO da empresa, e que mais se fode com as loucuras da regional de Scranton;
  • Andy Bernard (Ed Helms): Vendedor que veio da filial de Stamford, pra desespero de todos no escritório, já que é um mala sem alça tão desgraçado que se o Michael e o Toby cruzassem dariam nele. Aparece a partir da terceira temporada;
  • Holly Flax (Amy Ryan): Responsável pelo DP, chegou na quarta temporada como substituta temporária do Toby e acabou virando a namoradinha do Michael, já que ela tem uma personalidade tão retardada quanto a do namoradinho. No fim, mesmo quando Toby volta, ela acaba ficando de vez por lá, nada que sentar no colo do gerente não faça com uma funcionária né...
  • Erin Hannon (Ellie Kemper): A última a entrar no elenco fixo, na quinta temporada, virou a nova recepcionista depois que a Pam pagou uns servicinhos pro Michael e foi promovida a vendedora.

Ver também[editar]

  • The Office (1995), seriado americano que não tem nada a ver com esse nem com o inglês, e que sei lá como não acusou esses aí de plágio;
  • The Mindy Project, uma "quase reunião" da série com alguns dos atores dela aqui e ali;
  • Querido Menino. uma outra "quase reunião" tosca da série em outro universo totalmente diferente, feita pela Amazon;
  • Parks and Recreation, outra cópia de quinta do The Office inglês, só que ruim.
v d e h
Sitcoms