Sylvinho

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Crazyhorse.gif "Não, cê é burro cara, que loucura..."

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Cquote1.svg EVITA! EVITA! Cquote2.svg
Sylvinho instruindo taticamente o time
Cquote1.svg Perfome! Desempenhe! (gemidos inaudíveis)! Cquote2.svg
Sylvinho animando a equipe
Cquote1.svg Meu aluno! Cquote2.svg
Ole Gunnar Solskjaer sobre Sylvinho.

Sylvinho, que treina o time de pulôver, conseguiu ser engolido taticamente três vezes seguidas pelo Gordiola, que treina o time de regata e chinelo de dedo.

Sylvinho, muito mais conhecido atualmente como Burrynho, é um futebolista aposentado, que atuava como lateral-esquerdo. Atualmente ele é um criador de ASMR e estagiário que acha que é técnico de futebol, mas isso todo mundo sabe que ele não é, a exceção de Roberto de Andrade.

Sylvinho se considera um "especialista em linha de quatro", e por isso os times que comanda jogam apenas nesse esquema. E realmente dessa linha ele entende, sempre que ele joga assim, o time fica de quatro pro adversário, tomando estocada até o fim do jogo e não conseguindo reagir.

Sylvinho se considera um estudioso, e se orgulha de seus diplomas de cursos da UEFA, FIFA, CBF, PQP e COMANDO INTERGALÁCTICO. E mesmo após anos de estudos na Europa, ele conseguiu tomar nó tático de Eduardo Barroca três vezes seguidas, este que não deve nem ter diploma de ensino médio, e motiva os seus atletas liberando buceta e cachaça no vestiário se eles conseguirem vencer o jogo.

Carreira[editar]

Como futebolista[editar]

Sylvinho fez muitos cruzamentos na carreira, mas nesse ele se superou.

Sylvinho é mais um dos moleques com chassi de grilo advindos da base do Corinthians. Iniciando sua carreira no alvinegro paulista em 1994, ele foi um bom figurante no time profissional, atacando e defendendo razoavelmente. Por não comprometer, Marcelinho Carioca conseguiu carregá-lo com sucesso, e Sylvinho conseguiu acrescentar alguns títulos ao seu currículo, como um Brasileirão e alguns Paulistinhas.

Por ser bom para compor elenco, falar bonito e ser bom de grupo, pagando o churrasco pós-vitórias pra galera, Sylvinho conseguiu fazer muito turismo pelo mundo, passando por equipes como Arsenal e Barcelona, e continuando com a dinâmica de vencer campeonatos mesmo com um futebol duvidoso.

Aposentou-se em 2011, após uma passagem tão apagada quanto a sua voz pelo Manchester City e ficar um ano inteiro sem fazer nada, só esperando alguma proposta de trabalho que nunca apareceu.

Como técnico[editar]

Cquote1.svg PERFORME! EVITA! (gemidos inaudíveis) Cquote2.svg
Sylvinho fazendo ASMR pra relaxar os jogadores antes da partida

O primeiro trabalho de Sylvinho como técnico foi no Lyon, conseguindo beliscar essa vaguinha apenas por ser o melhor amigo e uma pessoa de confiança nossa no momento de Juninho Pernambucano, o diretor do time. Na equipe francesa, Sylvinho já chegou mostrando o seu potencial como o cabeça da comissão técnica, mesmo com uma equipe milionária em mãos e muito superior tecnicamente às demais equipes do Campeonato Francês, ele não conseguiu ganhar nem de aberrações como o Guingamp, e por isso foi demitido após onze jogos de muito sofrimento para os torcedores, que não aguentavam mais aquela retranca infernal.

Formação tática de Sylvinho quando o seu time consegue achar um gol.

Por motivos óbvios, após a sua demissão, Sylvinho não recebeu nenhuma outra oferta de trabalho por dois anos, até que após essa longa espera apenas bebendo vinho do porto em sua mansão em Portugal, ele enfim encontrou um bobo no futebol para contratá-lo, no caso o Corinthians. Na equipe que o revelou, Sylvinho surpreendeu o mundo ao provar que podem existir técnicos piores do que Dyego Coelho e mais retranqueiros do que Fábio Carille, com o seu monoesquema 11-0-0, o time quase não toma gol, mas também não faz. Com essa dinâmica, o time toma sufoco até o último minuto até de times horríveis como a Chapecoense.

Com sua longa trajetória de estudos e cursos, Sylvinho usou seus conhecimentos para implementar uma complexa estratégia de jogo na equipe do Parque São Jorge: Estoura a bola no Mosquito pra ver no que dá.

O que se passa na cabeça de Sylvinho é complexo demais para nós, meros mortais sem diploma da UEFA, compreendermos, apenas pessoas com Q.I. de 300 conseguiriam entender porque ele nunca faz todas as substituições disponíveis, preferindo deixar os caras morrendo e se arrastando em campo, além de sempre escalar os perebas e celacantos ao invés de botar no jogo os jogadores que realmente poderiam contribuir e fazer alguma coisa de diferente.