Superman's Pal, Jimmy Olsen

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Jimmy chocado por ver o Superman plantando bananeira no meio da rua. Esse é o tipo de história que você verá por aqui.

Superman's Pal, Jimmy Olsen foi, tal qual Superman's Girlfriend, Lois Lane, uma revista bosta do Superman com algum personagem randômico que participava das historinhas dele, dessa vez é o "amigo do Superman" Jimmy Olsen, que é basicamente um "Amigo do Lula", só que invés de repassar uns tríplex duvidosos, é só um fotógrafo babaca que anda com um relógio para alertar o Super, mas que sempre se mete nas maiores confusões do universo, inclusive de vez em quando ganhando uns poderes toscos pra caralho. O título durou VINTE FODENDOS ANOS, entre outubro de 1954 a março de 1974, durando 163 números, a maioria só história merda, até a edição 133 de 1970, quando Jack Kirby assumiu o título e enfiou até umas histórias fodas. Mesmo assim, como a fórmula merda era a regra da DC Comics naqueles tempos, em 1974 trocaram o nome pra Superman Family, quando decidiram enfiar histórias merdas de outros da turminha do Super.

Tônica das historinhas[editar]

A tônica das historinhas era basicamente sempre as mesmas: Jimmy arrumando uma confusão bem aleatória, tipo sem querer voltando no tempo ou tendo uma diarreia cósmica por comer alguma coisa kryptoniana na Fortaleza da Solidão sem autorização do Azulão; ou adquirindo sei lá como algum tipo de superpoderes insanos como virar o Garoto-Borracha, o Menino-de-Fogo, o Garoto-Tartaruga e outras bizarrices do gênero e aí tentando ajudar atrapalhando o Superman em suas missões. Há histórias até que o Superman chega a ADOTAR o Jimmy como filho. ISSO MESMO QUE VOCÊ LEU! Agora me diz, pra que adotar um pentelho desses?

A fase do Jack Kirby[editar]

O criador do universo Marvel Comics junto daquele velhinho que posa de easter egg em todos os filmes da editora, em seu retorno pra DC Comics de início foi empurrado pra essa porra de revista. Mas por incrível que pareça o cara conseguiu criar um monte de personagens fodas e arcos incríveis nessa revista. Como o vilão Morgan Edge e sua Intergangue por exemplo, uma espécie de Sílvio Santos do demônio. Também resgatou uns personagens que ele criara anos antes, como o Guardião e a Legião Jovem. Curiosamente é nessa época em que ele criou um monte de cara realmente incrível, dando origem à saga do Quarto Mundo, que também daria origem às revistas dos Novos Deuses, Povo da Eternidade e Senhor Milagre, além de uma enorme turma de dois planetas: Nova Gênese (com deuses bonzinhos como Pai Celestial, Órion, Magtron, Metron e uma pá de outros) e Apokolips (com gente como Vovó Bondade, Glorioso Godfrey, Sleez, Desaad e o poderoso Darkseid, o destruidor também conhecido como Thanos da DC... ops, pera, mas o Thanos nasceu depois né...

A saga do Kirby nessa revista durou da edição 133 (agosto de 1970) a 148 (abril de 1972), e só serviu mesmo para criar o quatro mundo, porque de resto a DC, já de saco cheio em ver esse título fazendo mais sucesso do que os títulos normais da DC sobre o Azulão, simplesmente fizeram o velhote largar a revista. Isso que eu chamo de empresa pau no cu.