Saints Row 2

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Virtualgame.jpg Saints Row 2 é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, mais um hentai de Dead or Alive está sendo produzido.

Rolando na Santa pela Segunda Vez
Saints Row II cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Vou lá tio
Publicador TNC
Ano 2008
Gênero GTA com Drogas
Plataformas XBOX 360, PlayStation 3, PC
Avaliação 96%
Classificação indicativa +18 (nudez, dorgas, batidas de carros)

Saints Row II é a segunda versão do Grande Tarado Armado e atualmente considerado o melhor jogo da série, mesmo quase copiando a história do primeiro jogo com melhores gráficos. O jogo em si foi a última versão em que tentou de fato ser um GTA com mais zoeira, já que os jogos seguintes foram apenas uma história zuada com um pouquinho de GTA, abandonando em si a história do jogo e viajar na maionese, algo que foi muito visto no quarto jogo em diante.

O jogo foi lançado para a geração do Xbox 360 e do PlayStation 3 nas primeiras versões do jogo e que são consideradas as melhores, já que a versão de PC é tão lamentável que os fãs preferem esquecer, haja coração para quem desafia zerar aquilo.

A fatídica versão de PC[editar]

Os fãs de PC da série, que estavam bravos pelo fato do seu desejo de querer enxotar esse jogo com seus inúmeros mods e assim alongando o tempo para que esse jogo fique ainda na ativa, a Volition por surpresa dos fãs ouviu-os e logo em diante, Saints Row II também recebeu um porte para os chorões da PC Master Race jogarem, o que resultou em muita comemoração entre os fãs de Santos na Rola que tinham algo para fazer em seus computadores sem ter que precisar comprar um console para reproduzir suas putarias.

Isso foi um mar de rosas, até que pelo fato de Saints Row II querer copiar e muito o sucesso de Grand Theft Auto: San Andreas, que fez uma versão extremamente cagada na nova geração e também muito criticada, isso também é presente na versão de PC deste jogo, que não possui nenhuma censura ou que muda realmente algo, porém o que faz a versão ficar muito ruim é o fato de não rodar em PCs da Xuxa 5 coisas que você encontra neste jogo, 6 delas são travamentos que lhe farão fazer algo melhor, como jogar outro jogo.

Gameplay[editar]

A mesma porcaria que o primeiro Saints Row, roube carros, atire em pessoas, membros de gangues e policiais e ganhe respeito entre pessoas de sua gangue, ou seja, a mesma porcaria do que qualquer GTA em si. Neste Saints Row, foi aumentado o modo de customização, algo que viria a ficar famoso nesta série, e agora os personagens não possuem aquela cara horrenda do primeiro jogo, além do fato do jogo finalmente colocar protagonistas do sexo feminino, optando por criar personagens homens, mulheres ou transgêneros e também fingir ser algum personagem de algum jogo, desenho animado, anime ou filme.

Neste jogo, diferente dos outros, a barra de respeito se mostra muito importante, tanto que algumas missões só podem ser liberadas com determinado nível de respeito, além de obrigatoriamente ter completar as missões de atividades, algo que quase ninguém tem saco para fazer. Para dizer que algo é diferente da saga de jogos rivais, a barra de vida neste jogo ainda continua em seu modo de regeneração, porém nem tão fácil quanto os dois últimos jogos.

Enredo[editar]

Arco inicial[editar]

Cinco anos após a explosão que quase fez o protagonista virar presunto no jogo anterior, e também mostrando que só os NPCs do jogo que morrem afogados, o protagonista consegue acordar depois de trocentos dias, quando Carlos Mendoza, um novato consegue ir a estação de polícia para salvar o mesmo e em um tiroteio intenso, consegue fugir de volta a cidade e vê que os próprios Saints ficaram desesperados e não sabiam mais o que fazer, assim perdendo o comando da cidade para uma a Yakuza de motociclistas, para uma gangue de satanistas e outra gangue de drogados, tendo a missão de novamente colocar o caos na cidade e tomar tudo de volta.

É aí neste ponto que começa aquelas missões monótonas de tutorial que sempre tem nos jogos da série e depois que completá-las, aí finalmente o jogador possui a liberdade para tocar o puteiro na cidade inteira e resolvem achar qualquer lugar para criar uma nova casa para os 3rd Street Saints, uma mansão abandonada e rodeada por mendigos. Para seguir no jogo, ainda tem que encontrar os outros Saints, como o caso de Johnny Gat, que tentou matar o policial disfarçado Tony Bradshaw, mas o mesmo foi um dos poucos a conseguir dar um dibre em Gat e continuar vivo até hoje (ou quase isso) e depois de ao menos reunir com Carlos e Johnny Gat, começa as primeiras missões do jogo e os 3 primeiros arcos que podem ser feitos em qualquer ordem.

Arco dos Ronin[editar]

Johnny Gat após a morte de Aisha.

Mais membros para a 3rd Street Saints aparecem, entre eles Pierce Washington, que aparece do nada, já que ninguém quis prendê-lo por ser um verdadeiro inútil e Shaundi, que conseguiu a fiança pegando o dinheiro de um de seus 69 namorados que tinha naquela época e todos os membros atuais começaram a bolar um plano para acabar com a gangue do pastel de flango, começando com uma missão pesadona, que seria meter bala em todo mundo em um casino e roubar uma das maiores fontes de renda da Yakuza do jogo, os Ronin e Pierce, após jogar muito Grand Theft Auto: San Andreas, tenta bolar o mesmo plano, mas Gat em seu jeito favorito resolve meter bala em todo mundo que tenha uma arma e em um jeito nada furtivo, conseguem sair com uma grande quantia de dinheiro para os próprios Saints.

Como óbvio, os Ronin sabem disto e Shogo, o líder atual da gangue, um playboy mimado fica cagando e andando ao pensar que a Ultor seria uma empresa de seguros e que conseguiria aquele monte de grana facilmente, mas Jyunichi, que era a voz da razão ameaça chamar o seu pai sério para a cidade, o que faz o mesmo virar uma vítima de bullying de Shogo. O próprio Jyunichi, sabendo que tudo isso iria dar em pizza, resolve subestimar os Saints e bola um plano infalível de achar a casa de um dos Saints para fazer tortura e consegue pela própria burrice de Johnny Gat de fazer um dos Ronin de refêm.

Jyunichi descobre a casa de Aisha, que naquele momento estava escondendo de seus fãs e pegando o Johnny Gat, e tortura ela para descobrir a localização do dinheiro e isso tudo acaba em um grande tiroteio entre os Ronin e os Saints, Jyunichi consegue ganhar em um duelo de espadas hum, boiolas com Johnny Gat e apenas sobrevive por puro plot armor, além da vesguice do protagonista em atirar com sua pistola e morrendo de medo, o japa acaba realmente chamando o líder verdadeiro dos Ronin, Kazuo Akuji. Jyunichi novamente carrega a Ronin nas costas após salvar o pai de Shogo (que o mesmo ainda estava cagando e andando), tanto que bravo pela burrice e incompetência de Shogo, resolve tomar aquilo tudo e transformar Shogo apenas em um membro normal em um nível pouco mais elevado apenas por ser seu filho.

Gat vai para o hospital e depois do jogador se ferrar todo para passar das missões deste arco, Shogo fica muito pistola com tudo isso e por perder suas putas pagas com o dinheiro desviado da gangue e manda secretamente o protagonista ir atrás de Jyunichi para se vingar da morte da Aisha e Kazuo resolve desfazer tudo que Shogo fez, como o contrato com a Ultor, o que faz Dane Vogel caguetar a base principal da Ronin para os Saints, o que faz Kazuo ficar mais bravo com o seu filho (embora dessa vez a cagada seja dele) e Shogo, não aguentando mais humilhação em sua vida, resolve cometer a maior burrice de sua vida, que é atacar o velório da Aisha. O resultado é que Shogo vira um presunto fora de validade após ser enterrado vivo e também após tomar um especial de porrada daqueles de Johnny Gat, uma das razões pelo próprio Johnny ser adorado.

Kazuo resolve finalmente tirar a bunda da cadeira, já que não tem mais como fazer bullying com Shogo e começa a atacar a base dos Saints, sem sucesso e resolve ir em carne e osso lutar contra o protagonista e até ganha por ser experiente, mas se esqueceu que não estava em um Japão feudal que só existiam armas brancas e acaba batendo as botas de uma vez por todas.

Arco da Brotherhood[editar]

Os Saints descobrem que possuem outra gangue, os Brotherhood, que é uma gangue de roqueiros satanistas que tem tesão por caminhões monstros e Maero, que era o líder daquela gangue naquele momento, é o único que é inteligente para fazer um acordo com os Saints em vez de desafiá-los em um tiroteio, porém Maero também subestima os Saints e faz um acordo ganancioso de 80%/20% (que o próprio Maero dizia que era justo) e os Saints recusam, resultando em mais uma guerra de gangues. O próprio líder dos Brotherhood começa a cantar vitória por ser muito mais forte e ter mais armas do que os próprios Saints, mas aí começa um ciclo de vingança tão intenso quanto The Last of Us Part II e começa com os Saints colocando produtos tóxicos na tinta de tatuagem de Maero, o que faz a pele do mesmo ficar queimada.

Donnie, o gadão guerreiro do jogo anterior ainda acha que a Lin queria dar uns pegas nele mesmo com o próprio apenas sabendo conversar sobre carros e suas terminações de mecânico, se encontra com o protagonista em uma das missões mais estressantes do jogo pela burrice de Donnie em fazer os procedimentos enquanto possuem dez ou mais membros da Brotherhood tentando lhe tacar balas e por sorte do protagonista ter pena pelo fato de Donnie já sofrer com ilusões até demais, é o único membro da Brotherhood que sai vivo do jogo, mesmo com o protagonista do jogo sendo um verdadeiro psicopata o jogo inteiro.

Maero, sem fazer nada, decide mandar sua mulher, Jessica Parish para capturar Carlos e arrastar o seu corpo em um caminhão em uma das missões mais tristes do jogo e possivelmente da série, o que resulta no próprio protagonista matando Carlos, já que sabia que iria virar presunto de um jeito ou outro, e a própria Jessica começa a rir da cara do protagonista, e vai depositar dinheiro desviado no banco, até que se encontra com Shaundi, que iria fazer brincadeirinhas com dois caras aleatórios e quase a atropela, e começa uma das missões mais difíceis do jogo, de meter bala em policiais e controlar o carro de um lado da cidade até o outro enquanto desvia da polícia, que costuma ser muito agressiva nesse jogo.

O protagonista se encontra com Maero, que utilizando um de seus caminhões monstros, sem querer querendo manda Jessica comer capim pela raiz e após ver a cagada monumental que fez, fica cada vez mais putaço com os Saints, até mesmo ameaçar o quase líder da Ultor e líder da milícia Masako, Dane Vogel a soltar mais membros da Brotherhood, já que vários tinham virado presunto e a vida da Brotherhood se torna um inferno, já que romperam o contrato com a Ultor, então Maero começa a atacar o protagonista na porrada e até ganha em certa parte, mas quando estava quase fodido, Matt, o guitarrista o salva sabendo que não poderia mais fazer nada que gosta, como tocar punheta guitarras ou fazer tatuagens.

Maero fica ainda mais bravo do que já tá e chama o protagonista para uma cilada, mas nem assim foi possível para matar o próprio e é mais um líder de gangue que vai para cova no jogo.

Arco dos Sons of Samedi[editar]

Começando o arco mais estranho no jogo, Shaundi aparece e tenta fumar uma de suas drogas, a Loa Dust, que era a droga mais famosa do jogo e que dava muito dinheiro para a gangue vudu do jogo, os Sons de Samedi e para atrapalhar os negócios da gangue pseudo-haitiana, os Saints começam a tentar produzir a mesma droga e competir nos negócios, além de sabotar os campos de cocaína dos mesmos. Assim como todo o jogo, com o protagonista sendo extremamente forte e matando vários na porrada ou no tiroteio, sempre terá uma cutscene que prove o contrário, dessa vez apanhando de dois membros quaisquer com tacos de beisebol e sendo capturado pelos líderes da gangue, The General e Mr. Sunshine.

O protagonista fica tão chapado que mal consegue falar e por burrice dos Sons of Samedi, que resolvem ficar falando em vez de meter uma bala no protagonista, típico clichê de filmes, o mesmo consegue escapar e mesmo em estado todo drogado, consegue matar uma dúzia de membros dos Sons of Samedi e escapar de mais uma cilada. Mr. Sunshine do nada descobre que Veteran Child, o DJ, possuia uma ligação com a 3rd Street Saints (apenas com a Shaundi no caso) e tinha uma parcela de culpa nos fracassos de vendas dos Sons de Samedi. Sunshine, mais bravo que nuncao ameaça cortar sua orelha e certas outras partes se não matasse a puta da Shaundi.

O mesmo DJ, em um de seus momentos quase mais espertos do jogo, consegue aproveitar a mesma sozinha e pela incompetência de conseguir meter bala nela, a captura para levar em uma boate de dança e não faz nada o tempo inteiro e como óbvio, é morto pelo protagonista, que resolve foder ainda mais os negócios dos Sons de Samedi, até mesmo fazer uma vizinhança inteira virar uma churrascaria ou crematório e enfim começa as últimas missões para mandar os dois membros mais importantes da gangue comerem capim pela raiz, Mr. Sunshine e The General.

Sunshine, o maluco dos bonecos vodu perdeu um de seus ouvidos por falhar demais nas operações da gangue e por causa disto, estava se escondendo em uma fábrica de cortar carne e depois de passar uns minutos matando gente, o mesmo aparece com uma de suas macumbas, onde o próprio não morria com tiros, facadas e até mesmo bazucadas, sendo quase imortal com seu boneco vudu, até que o protagonista consegue achar sua fraqueza e o mata...ou quase isso, já que o bicho era difícil de matar, isso até o mesmo não ter paciência e meter trocentos tiros e arrancar sua cabeça para colocar em um moedor de carne.

Depois de ter acabado com Mr. Sunshine, os Saints resolvem armar uma guerra contra os Sons of Samedi e fazer uma cilada para achar o próprio General, que se esconde em um shopping da cidade e do nada fica andando de carro no shopping esperando matar o protagonista em um carro, o próprio, que sobreviveu a coisas piores como espadadas, vários tiros de minigun e várias balas de policiais e como óbvio, o general é o último (dependendo de como você faz a história) a ser morto, assim indo para o capítulo final do jogo.

Arco final[editar]

Dane Vogel, após as três gangues principais forem para o saco, resolve chamar a sua milícia especializada, a Masako para dar um jeito nos Saints e ir atrás do protagonista, mas dá tudo errado e o próprio tem mais um acordo com ele, que seria ir a uma festa de barcos e sair explodindo tudo, algo que deu muito certo no jogo anterior, dando a desculpa esfarrapada que lá estariam as pessoas que mandaram a polícia ir atrás dos Saints. Após tudo isso, se descobre que Vogel passou a perna no protagonista, assim virando finalmente o líder de operações da Ultor e ficando ainda mais rico com isso. Os Saints, após descobrirem que foram feitos de trouxa, vão atrás de Vogel, que mesmo sendo protegido por trocentos seguranças, não é o suficiente para parar o personagem principal do jogo e até tenta conversar, mas não tem jeito e Dane acaba batendo as botas, aparecendo apenas em Gat out of Hell há 7 anos após isso.

Dependendo do tempo do jogo, após ir a estação de polícia e completar algumas quests, um telefonema de Dex aparecerá dizendo que achou Julius na igreja do jogo, e faz o protagonista finalmente se encontrar com Julius após os acontecimentos do primeiro jogo, onde se descobriu que estava envolvido no caso da bomba para tentar matar o mesmo no primeiro jogo e tenta dar os seus motivos para isso, mas acaba resultando em um tiroteio e os dois têm que escapar de vários políciais, já que Dex conseguiu fazer os dois de trouxa e depois de escapar de vários policiais zangados, Dex apenas manda os dois tomar naquele lugar e foge para algum lugar desconhecido, como qualquer personagem esperto o suficiente faria. Como não teria jeito de pegar o safado do Dex, o protagonista resolve meter bala no Julius, acabando a rixa entre os dois.

Personagens[editar]

  • Playa: O protagonista do jogo, que está ainda mais psicopata nesse jogo do que no primeiro e muito mais que no terceiro em diante e tem o missão de dar alegria aos 3rd Street Saints de novo.
  • Johnny Gat: O metido a fodão dos Saints que todos apenas lembram dele pela cena do próprio dando porrada no Shogo, apesar de Gat mais sofrer do que matar gente nesse jogo.
  • Shaundi: A levanta defunto no jogo, que não estava tão gostosa quanto nos jogos seguinte, mas que para compensar possuía uma importância na história do jogo, sendo sua função arrumar vários contatinhos e também roubar as ideias do Pierce.
  • Pierce Washington: O pseudo-inútil da gangue que conseguia ao menos fazer algo neste jogo antes de virar um inútil que só fala merda definitivamente em Saints Row: The Third. Sua função nesse jogo é ter algumas ideias malucas, tudo isso para ter seus créditos roubados pela Shaundi.
  • Aisha: A cantora da gangue que queria se esconder de fãs obssessivos em um subúrbio e que acabou sendo vítima de uma espadada no começo/meio do jogo, para a tristeza de Johnny Gat.
  • Carlos Mendoza: O noob da gangue que lhe salva no início e que foi cedo demais no jogo, em uma das missões mais tristes do jogo, onde virou vítima de tortura dos Brotherhood.
  • Troy Bradshaw: O membro dos Saints que acabou virando a casaca e se mudou para o departamento de polícia da cidade, e mesmo salvando os Saints de algumas ciladas judiciais lá e até mesmo pagando a fiança de alguns, mesmo assim ainda é visto como um traidor.
  • Dexter Jackson: Um dos traidores da gangue que vira paga-pau do Dane Vogel para ganhar dinheiro na Ultor e consegue escapar tanto de Stilwater quanto dos Saints.
  • Julius Little: O outro traidor que armou a bomba no final do jogo em uma tentativa fracassada de mandar o protagonista comer capim pela raiz, só que esse não consegue escapar e bate as botas.
  • Maero: Um ruivo viciado em anabolizantes, tatuagens e caminhões monstros que é o líder da Brotherhood, por ser avarento, se fode todo durante a história, e como óbvio, é mais um que passou mal.
  • Donnie: Um gado que era torturado pelo protagonista no primeiro jogo, e passa a mesma coisa no segundo jogo. Era para ser um dos raríssimos sobreviventes do massacre em Saints Row IV, mas como ele não é um personagem interessante, então o descartaram para uma DLC.
  • Veteran Child: Um DJ drogado que participava secretamente dos Sons de Samedi que ficou famoso por dar uns pegas na Shaundi e mora até hoje de aluguel no cérebro dela.
  • Mr. Sunshine: Um maníaco que usa um facão para torturar as vítimas e que não morre nem fodendo.
  • The General: Um membro da gangue Sons of Samedi que tenta pagar de fodão por saber como se usa um facão, mas é um dos mais covardes do jogo, quase sempre se escondendo.
  • Shogo Akuji: Um japa que é metido a playboy e que age como um crianção, no final acaba sendo substituído pela sua incompetência e depois enterrado vivo.
  • Kazuo Akuji: Um velhote que tenta pagar de fodão, mas se esquece que não está no Japão e que tudo nos Estados Unidos é resolvido com balas.
  • Jyunichi: Um dos poucos inimigos inteligentes do jogo, só morreu pelo fato do filho do líder ficar brabinho por sofrer bullying de seu pai e ter sua localização revelada ao vivo e cores.
  • Dane Vogel: Um empresário ricaço e líder da Ultor que consegue passar a perna em todo o mundo no jogo, isso até essa estratégia não dar mais certo e tomar um chute estilo Sparta do protagonista.

Recepção[editar]

Saints Row 2 no início de seu desenvolvimento costumava ser um pouco odiado pelos fãs do primeiro jogo, e isso causou uma guerra na fanbase, até a criação do terceiro jogo, que abandonou o foco em história para ter um foco na zueira, o que irritou tanto principalmente os fãs do primeiro jogo e isso fez que tanto os fãs do primeiro quanto o segundo odiassem o terceiro, e esse ciclo se continuava com IV, Gat out of Hell e Agents of Mayhem, onde atualmente o jogo é visto como uma das sete maravilhas do mundo para o fã da série Saints Row, que esperam pela versão de PS4 e Xbox One do jogo, se é que a Volition terá bolas para fazer isso após a versão toda cagada de PC.

v d e h
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