Rolando

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Este artigo é relacionado à história.

E é aprovado por Sveinn Haraldsson Tjúguskegg.

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Rolando esbravejando contra os mouros.

Rolando, também chamado de Roldão, Roldán, Dragom... ops, Orlando, Rottland e Rolão (mas esse último eu não confirmo nem desconfirmo porque eu não vi nem tenho como provar isso) foi um bárbaro franco que existe mais na fantasia da galera igual ao Rei Arthur do que sendo um ser real, estadual, legal e bonito.

Ele seria um sobrinho do Carlos Magno, mas até hoje nunca foi devidamente comprovado, pois como diria o senhor Pedro Pedreira há controvérsias, e sem o exame de DNA isso pode ser tudo fake news apenas.

A historinha do Rolando[editar]

Segundo a versão original, pra começo de conversa o cara era um mero conde de nome Hruodland, apenas um prefeito de Bretanha e vassalinho do Carlos Magno, ou seja, ele não tinha porra nenhuma de parentesco com o Carlos Magno. Porém ele teria participado da invasão da Península Ibérica em que os francos e os anglo-saxões tentaram expulsar os mouros.

Porém ao chegar nos Pireneus eles tiveram uma surpresinha, com os bascos simplesmente traindo os trouxões na batalha de Roncesvales e passando a faca em geral. O Rolando e todos os seus amiguinhos foram então descobrir se quem tavam certos eram as divindades antigas dos francos, se eram os cristãos ou se todo mundo tava errado e simplesmente não tem porra nenhuma depois da morte - ou até tem, alguma divindade de Samoa Ocidental ou do Burundi...

Rolando de rolão na mão

Outras versões fantasiosas dessa fantasia[editar]

Então, o povo da Idade Média, que não tinham nem jornal pra limpar a bunda, quanto mais outros meios de comunicação como internet, televisão e outros, simplesmente inventavam um monte de modas malucas e papos furados a respeito do garotinho, dignos de novelas de quinta da RecordTV.

Nesses lero-leros rolou de tudo. Em A Canção de Rolando por exemplo diziam que a treta toda foi causada por Ganelão, um outro vassalo do Carlitos, que fez tudo isso a mando de um filho da puta chamado rei Marsílio de Saragoça, que descobriu que o Rolando teria passado o seu rolando na sua esposa.

Outras teorias é que ele teria tentado fazer uma queda de braço com um gigante chamado Ferracutus, que acabou por ferrar o cutus do Rolando. Já em Canção de Roncesvales mostram que o Carlos Magno começou a fazer várias lamentações sobre a morte do Rolando, lamentando justamente a perda de seu melhor companheiro sexual e de como ele tinha uma força incrível com seu terceiro braço.

Ver também[editar]

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v d e h
Os bárbaros vêm aí... Olê olê olá!