Roger Corman

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Rossi.jpg Este artigo trata de coisas muito bregas, bicho!

Se você acha que a moda é coisa só pra gente chique, esqueça isso aqui e tome seu rumo, mas se você é um mal-amado fã de Reginaldo Rossi, pegue a cadeira porque o bingo já começou.

Falcao.jpg
Rogerio Cornão
Corman.jpg
Acredite, este simpático velhinho foi realizador de trocentos filmes de terror!
Nascimento Há dez mil anos atrás.
Nacionalidade Inglês
Ocupação Realizador
Cabelo Branco

Cquote1.svg Se eu fosse vivo, seria um grande fã desse cara! Cquote2.svg
O Pensador, de Rodin sobre Roger Corman
Cquote1.svg Queria ter sido um grande filósofo, igual Corman Cquote2.svg
Nietzsche
Cquote1.svg Mary Shelley levantou para Roger Corman cortar Cquote2.svg
Charles Chaplin
Cquote1.svg Dê-lhe 4 limões que ele fará uma bela limonada Cquote2.svg
Edgar Allan Poe sobre Roger Corman
Cquote1.svg Ele foi meu mestre mas eu não consigo fazer filmes com 40 dólares... Cquote2.svg
James Cameron sobre Roger Corman
Cquote1.svg Quem nasceu pra centavo, nunca chegará a milhão Cquote2.svg
Adam Smith sobre Roger Corman

Roger Corman é um mestre, uma lenda, um mito, uma sopa de letrinhas. Corman é o maior cineasta de todos os tempos. Não é à toa que Corman é conhecido como "O Mestre dos Filmes Trash" e "O Rei dos Filmes B". Roger Corman está para os filmes trash assim como Zeca Pagodinho está para a bebida alcoólica. Roger Corman é um sujeito prolífico e dirigiu perto de 1000 filmes, produziu outros 1000 filmes, escreveu uns 1000 roteiros e revelou 1000 cineastas. Roger Corman é famoso por fazer filmes usando pouco dinheiro, os populares filmes B (B de barato, claro).

História[editar]

Roger Corman recebendo seu Oscar pelo conjunto da obra (sério!)

Roger Corman nasceu há muito, muito tempo atrás. Começou a gostar de cinema após assistir aos filmes do Expressionismo Alemão, de Fritz Lang e Murnau, além do filme de Wiene, O Gabinete do Dr. Caligari, primeiro filme de terror propriamente dito. Antes disso, Roger Corman gostava de ler as obras de Lovecraft, Edgar Allan Poe, Byron, Paulo Coelho e Bruna Surfistinha.

Sua estréia no mundo dos filmes foi com a obra "Ah que Saudade da Amélia!", baseada em conto obscuro de Edgar Allan Poe, seu ídolo eterno. Em sua vida cinematográfica, Corman faria exatos 666 filmes baseados em obras de Allan Poe.

Roger Corman foi o tutor de vários cineastas famosos hoje em dia, como o maconheiro Francis Ford Coppola, do mafioso Martin Scorsese, do zé mané Ron Howard, do megalomaníaco James Cameron, do desconhecido Jonathan Demme (diretor de Filadélfia, aquele filme do gay, e do Silêncio dos Inocentes, aquele filme do Hannibal Lecter, mas que sumiu do mapa), além de ter revelado o ator Jack Nicholson (amigo do E.T. do Panamá).

Grandes filmes[editar]

Roger Corman lançou centenas de obras-primas mundiais da Sétima Arte. Alguns filmes são tão profundos que causam inveja até na Fossa das Marianas. Eis alguns destes filmes.

O Corvo[editar]

Não é aquele carinha gótico emo, filho do Bruce Lee. O Corvo do Corman é um filme complexo sobre magia, baseado em uma obra do seu ídolo Edgar Allan Poe, e teve participação de Boris Karloff, Peter Lorre e Vincent Price. Só faltou o Bela Lugosi nessa festa.

O Poço e o Pêndulo[editar]

A superprodução do filme O Poço e o Pêndulo, que custou 68 dólares

Um filme sobre um cara insano e inquisitor que gostava de torturar as pessoas. Este sujeito maluco era sobrinho do neto do primo de Torquemada. Este filme foi baseado em conto do Edgar Allan Poe, de novo!

A Tumba de Ligeia[editar]

Filme que fala do amor (A flor roxa, que nasce no coração dos trouxas) de um homem por uma mulher, metade múmia e metade rainha do Egito, a tal da Ligeia. Este filme foi baseado na obra de... Sim, ele mesmo! Edgar Allan Poe, novamente.

A Queda da Casa de Usher[editar]

Não é sobre a queda da casa do rapper Usher. A Queda da Casa de Usher é um filme que conta a vida da casa do tal do Usher, uma casa que tem vida própria. Roger Corman se baseou em um conto de um famoso autor. Você ganha uma trakinas se adivinhar de qual o autor estamos falando. Sim, ele mesmo, Edgar Allan Poe... Ô miséria!

Ver também[editar]

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