Richard Hell

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Broken Mirror.jpg Sai de perto, larga de ter azar!

Este artigo traz relatos de uma criatura azarenta que só se estrepa no dia-a-dia.

Nem com pé de coelho, ferradura ou trevo de 4 folhas sua maré de azar muda.

Emblem-sound.svg Richard Hell
RichardHellSpurts.jpg
Richard e sua cara de cracudo sonso.
Nome Ricardo Inferno
Origem Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
Sexo Com viagra
Instrumentos
Nuvola apps kcmmidi.svg
destruidor de tímpano
Gênero Música mal tocada
Influências Drogas
Nível de Habilidade Baixo, ruim, pobre... Bem ruim
Aparência De crackudo
Plásticas Tá precisando
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
Pó de crê
Cafetão/Produtor
Crystal Clear action bookmark.svg
Tom Verlaine

Cquote1.svg Ele é nosso ídolo, mas nós somos melhores! Cquote2.svg
Sex Pistols sobre Richard Hell
Cquote1.svg Muito desafinado. Meu voto é não Cquote2.svg
Arnaldo Saccomani sobre Richard Hell

Richard Lester M. Myers, mais conhecido como Richard, o Infernal, foi sem dúvida um dos caras mais inovadores da história da música. Além de ser o cracudo original do punk rock, Richard foi o primeiro indivíduo a lançar roupas rasgadas e coladas com alfinete, não porque era bonito (dica: não era) mas sim por necessidade, pois mendigo não costuma dispor de muitas vestimentas.

Infância[editar]

Richard Meyers nasceu no calorento interior do Kentucky em 1949, com as temperaturas de 35º na sombra no verão já afetando seu cocuruto antes mesmo de nascer. Seu pai, um cientista observador do comportamento animal, faleceu quando o guri tinha 7 anos, o que foi uma pena pois se tivesse esperado o filho crescer, teria um exemplar para analisar sem precisar sair de casa.

Crescendo como o moleque estranho da escola, formou uma amizade imprevisível com um tal de Tom Miller, quase um Chris e Greg da bizarrice. Para poderem fazer merda por aí sem serem detectados, resolveram adotar pseudônimos: Miller mudou para Tom Verlaine inspirado num poeteiro francês qualquer, inspirando assim Richard a fazer o mesmo, que escolheu "Hell" em homenagem ao poema Morre Diabo, uma das Despoesias mais importantes do cancioneiro mundial.

Carreira no pânqui roqui[editar]

O ínicio do sucesso[editar]

Hã???

Cansados de não terem o que fazer no interior, sô, Tom e Rick picaram a mula pra Nova Nova Nova Nova Iorque, onde a curtição dos jovens no momento era se rebelar contra os pais caretas, usar muita droga estranha e ferir as sensibilidades dos hippies tocando rock porra da pior forma possível. Richard Hell, com suas roupas mal remendadas com alfinete e Cola Pritt e total falta de talento, se encaixou perfeitamente e logo logo os amigos resolveram montar uma banda.

Aqui começa a maré de azar de Richard Hell: todas as bandas pelo qual ele passa ou tem contato ficam famosas, menos ele. Richard aderiu aos "Garotos de Neon", mas como os neons dos shows tavam causando epilepsia em todo mundo mais ele, vazou antes de virarem o Television que alcançou o estrelato criando o rock de broxa; enquanto que a banda de Richard Hell, os Voidoidos, ficou para trás com o disco Blank Generation que nem é tão ruim assim, mas só é lembrado pelos tiozões punks mesmo. Para piorar, os Voidoids tinham como baterista um tal de Marc Bell, que alcançaria pastos mais verdes como Marky Ramone enquanto Hell... comeu poeira de novo.

O esquecimento[editar]

Em 1977, Richard foi encontrado por um fracassado piloto de Fórmula 1, Malcolm McLaren. McLaren estava a buscar (leia-se: roubar) ideias pra abertura de uma boutique (ele tava de olho na boutique dela), a ser divulgada por uma banda que ele formou em um abrigo de moradores de rua de Londres e o estilo de Richard Hell chamou a atenção, até porque bastavam uns 10 fiapos de tecido e 3 alfinetes pra montar aquelas roupas. Malcolm encheu a burra de dinheiro, a banda estourou como Sex Pistols e o nosso herói continuou pobre assistindo todo mundo ficar rico com o estilo que ele inventou, sem ganhar nem 1 real pra comprar uma pinga.

Decepcionado, Richard resolveu voltar a escrever livros mesmo, que talvez não vendesse tanto mas pelo menos ninguém iria passar a perna nele. Quem gasta 50 conto em obras desse cara, é porque gosta mesmo!!

Às vezes aparece em algum documentário ou coletânea de punk rock por aí, porque né, ninguém é de ferro. A fome bate em todo mundo...