República Popular do Kampuchea

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●សាធារណរដ្ឋប្រជាមានិតកម្ពុជា / រដ្ឋកម្ពុជា
●República Pró-Soviética Não-Alinhada do Camboja
●Kampuchea

Bandeira da República Popular do Kampuchea (1979-1989).png
Bandeira
Lema: Viva o verdadeiro comunismo! Fora Pol Pot!!
PRK Map.jpg
Essa bagunça aí
Capital Phnom Penh
Língua Internacionalismo comunista
Tipo de Governo Regime unipartidário autoritário socialismo de mercado
Ditador Hun San
Moeda Arroz
População 14 milhões de escravos do governo, 800 mil militares, 200 mil membros do PCK e 10 mil turistas estrangeiros.



República Popular do Camboja foi um Estado que existiu onde hoje é o Reino Khmer, foi um regime socialista um pouco menos genocida que o anterior, o Kampuchea Democrático, que democraticamente dizimou mais de 30% da população em apenas 3 anos.

História[editar]

Antecedentes[editar]

A aliança comunista surubal da Indochina.

O Camboja ganhou a independência em novembro de 1953 da França, e o país se tornou uma monarquia, a qualidade de vida era péssima, semelhante ao do nordeste brasileiro atual. Enquanto 3% da população vivia muito bem, com mansões e fazendas enormes, o povo comum se fodia, trabalhando como camponeses em latifúndios de ricos, e tendo que dar metade da produção para o dono, uma espécie de feudalismo. Ou trabalhando em fábricas recebendo como garantia um prato de arroz por dia e um alojamento lotado, com cama de palha para dormir.

Nos anos 1970, Pol Pot, um indivíduo que era filho único nascido em uma família rica e abastada, havia estudado na sua juventude em um prestigiado colégio francês para ricos, teve contatos com as obras de Karl Marx, e ficou apaixonado pelo Comunismo. Em 1976, o golpe dá certo, ele dissolve a monarquia e faz um discurso para a população, prometendo igualdade, democracia (hahahaha) e comida (hahahaha), enganando o povo.

Só que imediatamente que se torna líder de seu país, Pol Pot implanta um regime totalitário, estatizando tudo e fechando o país, e matando um monte de gente pelos motivos mais fúteis, como por exemplo: saber ler, usar óculos (portanto deve saber ler), falar outro idioma que não seja o khmer, não apoiar fervorosamente o governo, ficar doente ou sofrer um acidente, morre inútil!!!, ter uma religião, comer mais de 2 refeições por dia, ter mais de 5 dólares em alimentos ou algum bem, morra burguês!!!, sujar ou rasgar mesmo sem querer alguma foto de Pol Pot, não saudar a imagem de Pol Pot, ter deficiência físico-motora ou mental, ser de outra etnia como chinês ou vietnamita, errar a letra do hino ou das marchas, tentar fugir do país e principalmente, fazer qualquer crítica ou falar mal do governo, todas as residências e ambientes possuíam escutas escondidos.

Com isso, Pol Pot passa a ser odiado pelo mundo inteiro, até pelos comunistas, mas ironicamente foi apoiado pelos Estados Unidos, pois era aliado à China de Mao que na época estava em conflito com a União Soviética.

A República Popular do Camboja[editar]

Em 1979, sabendo de como ruim ia indo o governo de Pol Pot, o Vietnã invade o país, e a população cambojana recebe eles como salvadores, Pol Pot arrega para a Birmânia, sendo proclamada a República Popular do Camboja. A diferença da anterior é que em vez de ter uma média de 800 mil mortes por ano, esse número caiu para 80 mil.

Nos anos 1990, vendo o fracasso da economia socialista, o país liberou geral. Em 2015, o país entra na Terceira Guerra Mundial, invadindo o seu vizinho Tailândia, mas perde, mas com reforços chineses os derrota, ganhando alguns espólios.

No ano de 2017, a OTAN, ainda na WW3, invade o Camboja, e ele se rende, aqui que a República Popular é dissolvida, e dá lugar ao atual Reino do Camboja, um país capitalista e democraticamente autoritário.