Porcupine Tree

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Porcupine Tree
Porcupinetree.png
Integrantes da banda depois de duas garrafas de vodca barata.
Origem Algum beco obscuro da Inglaterra
País Reino Unido
Período 1987 - presente
Gênero(s) Rock Progressivo
Rock Psicodélico
Rock Alternativo
Gravadora(s) Lava Records
Integrante(s) Steven Wilson
Richard Barbieri
Colin Edwin
Gavin Harrison
Ex-integrante(s) Chris Maitland
Site oficial PorcupineTree.com

Cquote1.svg Pop e comercial Cquote2.svg
Slayer sobre Porcupine Tree
Cquote1.svg É o melhor remédio contra insônia! Cquote2.svg
Rockeiro besta que só conhece Guns n' Roses sobre Porcupine Tree
Cquote1.svg Adoro o Steven. Um dia saímos para tomar café e discutir sobre a gravação de um novo álbum do Opeth, e acabou que em vez de irmos para os estúdios, fomos para a casa dele e transamos. Cquote2.svg
Mikael Åkerfeldt, do Opeth, sobre Steven Wilson
Cquote1.svg Eles tentam ser uma versão mais moderninha da gente. Cquote2.svg
Pink Floyd sobre Porcupine Tree
Cquote1.svg Nós escrevemos sobre drogas, mas não usamos. Bem, exceto nosso baixista. Você pode ver, ele fica todo paradão nos shows, com cara de noiado! Cquote2.svg
Steven Wilson sobre Colin Edwin
Cquote1.svg Não sei o que é isso. Cquote2.svg
Qualquer um sobre Porcupine Tree
Cquote1.svg O som deles é maneiro... pode creeeer... mó viaaaaaaaagem! Cquote2.svg
sobre as músicas da banda
Cquote1.svg Eles fazem um rock progressivo com uma pegada de post e uma pitada bem sutil de heavy metal. Cquote2.svg
Capitão Óbvio sobre Porcupine Tree

Porcupine Tree é mais uma daquelas bandas que são praticamente desconhecidas, mas possuem um som foda que faz você se perguntar porque a maioria das pessoas não conhecem (ou não). Fundada em 1987 em algum canto da Inglaterra, a banda toca rock progressivo e mistura elementos de alternativo e heavy metal. Suas letras são basicamente sobre temas non-sense, drogas, viagens psicodélicas (ou seja, drogas), mais coisas non-sense e drogas. Como era de se esperar, os fãs da banda são, em sua maioria, adolescentes cheirados e loucos de ácido. Steven Wilson, vocalista, guitarrista e fundador da banda, criou o Porcupine Tree mais como uma brincadeira (como todas as suas outras 2098190849024890 bandas que não obtiveram sucesso), mas de sonoridade interessante e nunca antes explorada, chegando até a abrir shows para o Dream Theater. Alguns de seus álbuns são objeto de estudo para o tratamento da insônia. Em resumo, é um Pink Floyd teen.

O nome da banda[editar]

Steven Wilson nunca quis comentar sobre isso, sabe-se lá diabos o porquê, mas há algumas teorias. A primeira diz duma lenda indígena sobre porcos-espinhos (porcupine) que possui uma árvore (tree) que cresce dentro dele, ou seja, coisa de drogado. A outra diz que é relacionado ao mundo da programação, onde você tem o conceito de árvores e espinhos, que eu não faço a mínima ideia do que se trata. A terceira, e mais aceita, relaciona o formato dos espinhos à cannabis, a ervinha do mal. De qualquer jeito, foda-se, ninguém se importa mesmo.

Steven Wilson em um dia normal, claramente sob efeito de ácido.

O estilo musical[editar]

É difícil definir o gênero do Porcupine Tree, uma vez que a banda mistura vários elementos de vários estilos, criando uma sonoridade única e medíocre fabulosa. Cada novo álbum é uma viagem diferente, e é como se cada um contasse uma história. Por exemplo, Fear of a Blank Planet Hemp fala sobre crianças que deixam de se divertir na rua e matam aula para ficarem trancadas em casa jogando World of Warcraft e batendo punheta, até o ponto de ficarem depressivas e morrerem de tanto se drogar. Sem Wi-fi aborda os pastores que cobram o dízimo de seus fieis, que, burros inocentes, acham que terão uma vida melhor. E sobre coisas de drogado, claro, e sono sem sonhos.

Tais inovações enfadonhas no jeito de tocar e compor rendeu ao Porcupine Tree alguns Grammy Awards e mais pessoas no show além de mendigos e bêbados jogados pelas esquinas inglesas. Turnês ao vivo também, e inclusive, um fato estranho: Steven Wilson toca descalço nos shows. Sim, descalço! Ninguém sabe o por quê, mas obviamente deve ser algo relacionado à drogas.

Nos tempos de hiato entre um álbum e outro, Steven dava uma de produtor, trabalhando com diversas bandas, como Anathema, Opeth, Orphaned Land e outras que você nem faz ideia que existe. E, na época de seu namoro com o vocalista do Opeth, Mikael Aquifede, que fez ponta como backingvocal em algumas de suas músicas e mixou dois ou três de seus álbuns, criou a banda Storm Corrosion, que juntava a sonoridade do Opeth com algo mais experimental, mais dark e, claro, mais drogado. Lançaram um álbum apenas, já que a intenção era de experimentar você sabe o quê.

A capa do live Anesthetize. Tanto o nome do disco quanto a imagem fazem apologia ao uso de injetáveis.

Discografia[editar]

Curiosidades[editar]

  • O álbum de 1999, Stupid Dream Theater, começou a ser gravado após uma discussão de Steven Wilson com John Petrucci, o principal compositor do Dream Theater. Ele o acusou de plágio de várias de suas músicas, e John negou, alegando em sua defesa que Steven havia cheirado gatinhos pra caralho antes de chegar em sua casa e começar a discussão. E realmente havia, ele mesmo dissera. Mas prometeu não deixar passar em branco e criou um álbum para xingar sua banda (já que não existia Twitter na época);
  • O álbum de 2007, Fear of a Blank Planet Hemp, como já citado acima, faz alusão às crianças que deixam sua vida de lado para se trancarem em casa para jogarem World of Warcraft o dia inteiro e baterem punheta. Uma das músicas fala sobre crianças que se drogam num shopping e gostam do jeito podre que estão levando a vida, e outra fala de uma menina que, cansada de ser xingada de puta no League of Legends, decide se matar enquanto ouve alguma música no iPod (provavelmente Fresno);
  • Um experimento da Universidade de Chicago com ratos de laboratório que ouviram as músicas do álbum Up the Down of the Left and the Right and the Middle mostrou que rock progressivo é um ótimo aliado na luta contra a insônia e a ansiedade.

Integrantes[editar]

  • Steven Wilson - compositor, vocalista, guitarrista e tocador de mellotron (?);
  • Richard Barbieri - mago do sintetizador;
  • Colin Edwin - baixista drogado;
  • Gavin Harrison - baterista lunático;
  • John Wesley - guitarrista secundário, atua apenas nos shows.

Ver também[editar]