Phoenix Wright: Ace Attorney - Dual Destinies

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Virtualgame.jpg Phoenix Wright: Ace Attorney - Dual Destinies é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Alguém salva o jogo.

Genkaku Sabão 5
Ace-attorney-dd-capa1.jpg
Informações
Desenvolvedor Crapcom
Publicador Kabgom
Ano 2013
Gênero Simulador de advogado
Plataformas Nintendo 3DS, android e iOS
Avaliação Culpado!
Classificação indicativa +18


Fênix Certa: As Advogadas - Destinos Duplos é uma compilação de 5 processos (6 contando com a DLC) criminais desdobrados pelo advogado de porta de cadeia Phoenix Wright e seus capachos com nome de divindades gregas.

Jogabilidade[editar]

Como sempre, o objetivo do jogo é defender alguma meliante pobre vitima das circunstancias do implacável promotor (e ex-detento domador de falcões) Simão Bico de Aparo Simon Blackquill, que fará de tudo para condenar seu cliente. A jogabilidade é a mesma cosia dos jogos anteriores, mas nesta versão, alem do Fênix Certo, você controla outros dois pirralhos: Apoio Justiça e Antena Sic:

  • Apoio Justina Apollo Justice é um garçom que era o protagonista do jogo anterior, mas perdeu o posto depois de receber varias ameaças de morte dos fanboys do Phoenix Wright, que chegaram ao ponto de furarem seu olho direito na esperança de matá-lo;
  • Datena Saques Athena Cykes é uma psicologa (de 18 anos e com cara de personagem de Pokemon) viciada em Emoji que tem um penteado ridículo e um passado obscuro que convenientemente é revelado no último caso do jogo.

Apollo e Athena também tem suas próprias táticas para induzir as testemunhas a dizerem o que eles querem ouvir: Apollo usa o Um Anel para convencer as testemunhas de que elas tem um tic-tic nervoso e tremem quando pronunciam tal palavra; já Athena apela pra emoticons e chantagem emocional para fazer as testemunhas mudarem o testemunho diversas vezes, enquanto descaradamente diz pro juiz que é está fazendo uma "terapia".

Casos[editar]

Como sempre, Fênix (ou outro advogado jogável) se oferece para defender um desafortunado qualquer, mas se fode porque todas as evidencias estão contra o dito cujo; então ele começa a chamar todas as testemunhas de mentirosas e a encher a cabeça do juiz com teorias mirabolantes que explicariam como "de fato" o crime aconteceu. No fim, o cenário fica preto e o Fênix fica sem argumentos então ele decide que é hora de peidar fora da caixa e queimar todos os seus neurônios tentando inventar uma história dar uma explicação plausível para explicar a cena do crime e de repente consegue convencer o juri de que todas as evidencias que incriminavam seu cliente (confissões, imagens, testemunha ocular e DNA na arma do crime) não provam nada e que joças como a duração de um áudio gravado, mato no chão ou um fio de cabelo na cueca são provas definitivas e irrefutáveis. Com isso, o advogado bota a culpa do crime numa das testemunhas, que enlouquece e começa a se contradizer e a quebrar tudo depois de um surto psicótico. Com isso, é garantida a liberdade ao cliente e mais uma vitória "limpa" na carreira do Felix Fênix.

Reviravolta com Contagem[editar]

Caso tutorial onde o jogo generosamente revela a identidade do assassino ao jogador. Aqui, Athena e Phoenix devem defender Juniper Woods (uma camponesa gripada e com nome de travesti) do irmão corrupto de Winston Payne, que a acusa de ter matado uma segurança e de ter detonado uma bomba no tribunal. A unica testemunha de acusação é um androide com óculos 3D viciado em bombas (que obviamente é o culpado porque aparece na abertura e também por ser a unica opção alem da Juniper).

Reviravolta Monstruosa[editar]

Na falta de argumentos (ou de um chitote) Blackquill ataca Athena com sua águia delicia.

Outro caso onde a cutscene de abertura revela a identidade do assassino, que no caso foi o Coringa do Felipe Neto. Este caso se passa antes do anterior e mostra como Athena entrou pra agencia do Phoenix durante uma visita de Apollo ao Vale Pokemon, que cultuam os rabos do Ninetales e odeiam o Garudamon, que quer anexar o vale ao Digi-mundo. No entanto, o Professor Caralho é assassinado, e a suspeita cai em cima do digi-prefeito.

Durante a visita ao vale, Apollo e Athena testemunham casos de paranoia, possessão demoníaca, síndrome do impostor, furto compulsivo, vicio em luta-livre, narcisismo com adição de lança-perfume e aparições de OVNIs. Porém, o que mais chama atenção no meio de tanta merda é uma lenda urbana dizendo que o prefeito (e réu do caso) é descendente dum demônio que está preso na Câmara Secreta de Gás de Cozinha; e sua filha esquizofrênica Jinxie acredita que Apollo seja o diabo por algum motivo.

Depois de muita encheção de linguiça, Apollo descobre que a história do Digimon que grita "CAW! CAW! CAW!" era furada inventada pelo dono da mansão para espantar os visitantes do verdadeiro tesouro da câmara secreta, que era uma pedra de crack gigante. Apollo desmascara o Coringa do Clodovil como autor do homicídio e diz que este cometeu o crime para não ir a falência, já que ele não gostava de vender os próprios perfumes por frescura.

Reviravolta Reclamada (DLC)[editar]

Assim como Starbuck, Orla também ganha um filme após ser inocentada.

Uma orca bigoduda é acusada de homicídio por supostamente ter comido um pirata. A pericia aponta para um crime passional com elementos de banho de sangue, então Phoenix (em seu primeiro caso depois que recuperou o distintivo) e Athena decidem provar a inocência do animal.

Ao acidentalmente incriminar a própria cliente e ficar sem argumentos, Phoenix inventa que haviam três baleias (contando a Norma DePlume) no parque aquático naquele dia, e que o crime aconteceu na Piscina de 1000 litros, só que o corpo do capitão foi movido pela Física até a Piscina de bolinhas, incriminando a gravidade pelo homicídio. Phoenix também encontra um vídeo porno da ma~e do Ciclope com o funkeiro MC Latrocínio, e este enlouquece após comer um barril cheio de sardinhas durante o interrogatório, fica bombado e é usado pela defesa como bode expiatório.

Reviravolta na Academia[editar]

Certeza que a Franziska von Karma foi aluna do Aristotle Means.

Outro caso de flashback, mas neste "os fins justificam os meios". Aqui, Aristotle Means (um professor com cara de bandido que incentiva os alunos a trapacearem) convida o trio de advogados para assistir uma palestra de juri com roteiro escrito pela Juniper. Porém, uma professora é morta de verdade e a policia prende a Juniper porque a cena do crime é parecida com o roteiro escrito por ela. Athena e Apollo decidem se meter na investigação e inocentar a garota, mas acabam descobrindo vários podres dos alunos durante o caminho: um amigo da Juniper era trap, o outro era um pedreiro que foi reprovado umas 5 vezes, e a própria Juniper era dedo-duro e cadelinha da professora morta. Klavier Gavin também aparece para te lembrar de que ele existe.

Durante o juri, Athena rouba a ideia do caso anterior de que a cena do crime não era a que a policia dizia que era e conclui que o Aristotle Means não estava dando discurso na hora do crime porque Hugh O'Conner (a testemunha que mais "mentiu só por mentir" até agora disse que não viu ele). Athena então diz que o cadáver da professora ficou disfarçada de estatua do Phoenix Wright e que a bengala de Means é arma do crime. O acusado protesta e pede um recesso para poder se livrar da arma do crime, mas este é negado e ele é preso.

Reviravolta Cósmica[editar]

Professor Means apresentando Aura Blackquill ao XHamster, e ela vê no sexo com robôs uma cura pro seu amor não correspondido pela mãe da Athena.

Mais um caso de flashback. Um primo do Larry Butts chamado Solomon Starbuck é acusado de matar seu colega astronauta, restando a Apollo e Athena provarem a inocência do depressivo réu. O diretor da NASA também dá seu depoimento e deixa o caso desnecessariamente mais complicado com seu coquetel de mentiras. No meio do juri, o caso é interrompido pelo homem-bomba da primeira fase, que deixa o Apollo desmaiado com uma bordoada no pinto.

Com o fim do flashback, Phoenix substitui Apollo (que agora usa tapa-olho e usa um jaleco nas costas para tentar parecer macho) e consegue provar a inocência de Starbuck ao revelar que o foguete e o museu trocaram de lugar.

Reviravolta para o Amanhã[editar]

Phoenix revela ser o fantasma e agora tenta provar a inocência debatendo contra si próprio.

Continuação direta do caso anterior, só que agora a irmã do Simon tem um chilique porque seu irmãozinho vai ser enforcado amanhã, então ela contrata Teletubies para sequestrar a Trucy Wrighht e uma multidão. Ela exige a inocentação de seu irmão e a condenação de Athena pela morte de sua namorada colega Cosmos Cykes, chegando até ligar pro Miles Edgeworth vir fazer fan-service. Com Apollo virando um rebelde e a Athena encarcerada, restou a Phoenix salvar o dia.

Durante a investigação, Phoenix acha umas três folhas num corredor. Para uma pessoa normal, isso pode ter sido trazido pelo vento ou por qualquer pessoa, mas para Phoenix Wright, aquilo é uma evidencia clara da presença de uma terceira pessoa na cena do crime: um fantasma! Conveniente descobrimos uma imagem comprovando a existência desse ser fanatístico nas imagens da câmera de segurança durante o julgamento, algo que ninguém em 7 anos de investigação reparou (provavelmente porque era véspera de feriado, ou vai ver isso é uma evidencia forjada pelo Wright para livrar a Athena da cana). Phoenix conclui que o fantasma teve envolvimento no começo da chamada "era sombria da lei" que vive sendo citada toda hora, e que essa assombração também matou o amigo do Apollo porque este não quis emprestar o CD do Meteoro da Paixão; e depois pulou dum prédio em movimento até uma escada de incêndio porque era campeão mundial no salto à distancia.

Phoenix então alega que o detetive Bobby Fullbright é o fantasma porque a filha do prefeito no segundo caso disse que ele se parecia com um. Phoenix, Apollo, Athena e Simon confundem a cabeça do ingênuo detetive até ele confessar, mas então ele tira a mascara e revela ser Solomon Starbuck , o astronauta depressivo que o Phoenix inocentou no caso anterior. Starbuck confessa ter comido o verdadeiro detetive Fullbright há um ano atrás num hotel nas Bahamas. Porém, antes que possa testemunhar, o réu é assassinado por um sniper (o pinguim do caso DLC), terminando o jogo anti-climaticamente.

Ver também[editar]

v d e h
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