Barata-americana

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
(Redirecionado de Periplaneta americana)
Ir para navegação Ir para pesquisar
Barata
Barata-americana comendo seu Cream cracker
Barata-americana comendo seu Cream cracker
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Artrofoda
Subfilo: Hexafoda
Classe: Insepto
Ordem: Blastoise
Subordem: Blargh
Família: Blablabla
Gênero: Emtodoplaneta
Espécie: Barata-americana
Emtodoplaneta yankees

Cquote1.svg Arma secreta... ATIVAR! Cquote2.svg
Barata-americana, antes de começar a voar

Barata-americana (a periplaneta americana) é a espécie mais filha-de-puta de baratas até hoje catalogada, um verdadeiro erro da natureza que decidiu dar origem a estes seres horríveis, imundos e desagradáveis cujo único propósito neste mundo é foder com a existência de humanos. Como se isso não bastasse estas baratas estão em todos os lugares, pois se reproduzem quase que diariamente e certamente estarão lá quando a humanidade desaparecer. Não apenas isto, estes insetos nojentos ainda podem comer qualquer porcaria, desde rochas, papel e tecido a golfinhos ou hambúrgueres petrificados do McDonald's que foram esquecidos por 50 meses no chão, além de poder, caso necessário, ainda sobreviver sem comer nada, sendo estes animais virtualmente imortais, tanto que se você cortar uma barata em mais de 100 partes (se você pode suportar o desgosto e o nojo) ela ainda estará viva e quando menos esperar a verá se rastejando de novo por sua casa.

Anatomia[editar]

Uma barata-americana decidindo espalhar o terror numa residência humana.

As baratas-americanas são aquelas que você vê na sua casa, nas cozinhas dos restaurantes que visita, aquela que sai do bueiro e entra dentro do seu carro, você sabe qual que é, a clássica, marrom e nojenta. São insetos de corpo alongado dotados de três pares de patas finas que concedem a necessária velocidade ao animal no momento de sua fuga de chinelos. A evolução desses bichos permitiu que a barata-americana não possuísse órgãos que para outros animais são considerados essenciais. A barata-americana, por exemplo, não tem cérebro, portanto eles não perdem muito tempo se preocupando com ética, moral, religiosidade ou filosofia, ela apenas estão ali para escrotizar.

Animais dotados de sexto sentido, são capazes de detectar ameaças só com a força do pensamento, bem como a capacidade de se teletransportar para bem longe quando se sentem ameaçadas, podendo retornar como bem entenderem.

Não bastasse tudo isso, estes insetos ainda são dotados de uma arma secreta que usam apenas em casos excepcionais e emergenciais, que são as suas asas. Quando voam tem a capacidade de transformar qualquer homem heterossexual em um gay assumido quase que instantaneamente.

Costumes[editar]

As baratas comunicam-se entre si através de suas fezes, cada tipo de excremento que secretam terá um significado diferente para as outras baratas, é por isso que elas mudam sua dieta de acordo com a informação que desejam ceder para se comunicar com as outras baratas, não havendo qualquer necessidade fisiológica quando uma barata-americana vai comer restos numa panela abandonada. Para entender a mensagem as baratas devem comer as fezes umas das outras, de modo que um romance policial, caso fosse escrito na linguagem de uma barata, poderia tornar-se o espaço de um estádio de futebol em excremento de barata. O que é surpreendente é que, mesmo tendo o dom da telepatia, as baratas-americanas não o usam para se comunicar entre si, tanto que alguns estudos indicam que elas só usam a telepatia para ler e controlar as mentes dos seres humanos, embora esses estudos são duvidosos porque existe a possibilidade de os cientistas responsáveis pela pesquisa ​​terem o cérebro controlado pelas baratas´-americanas que estudaram.

Também é sabido que todos os desejos diários de uma barata estão sempre ligados a prejudicar a vida das pessoas. As baratas-americanas dedicam-se ao longo de suas vidas, entre outras coisas, a ocultar chaves e documentos, roer e cagar em cima de cartas importantes, defecar no pão, mijar dentro de sapatos, destruir instalações elétricas, tirar a gasolina de carros, fazer você esquecer de pagar sua contas, entupir as galerias de esgotos e águas pluviais, queimar as lâmpadas, além de eventualmente matar algumas pessoas e fazer parecer que elas morreram por causas naturais.

Habitat[editar]

Cozinha de restaurantes. Habitat das baratas-americanas.

As baratas-americanas, apesar do nome, não vivem só na América, apenas foram catalogadas ali, porque elas adaptaram-se a viver em todos os centros urbanos, não sendo mais encontradas na natureza.

Como as baratas tem esse poder de controlar a mente dos humanos, elas que são as responsáveis por imbuir os humanos a criarem enormes galerias de esgotos para estas habitarem, inclusive obrigando os humanos a mobiliar suas casas de modo a deixar várias lacunas e frestas para estas se esconderem, bem como deixar comida exposta e louça largada sem ser lavada na pia, porque se o ser humano fosse realmente racional como se auto-afirma, não cometeria tais burrices.

Reprodução[editar]

As baratas-americanas colocam ovos o tempo todo, sejam machos ou sejam fêmeas, e nem precisam tocar outra barata para se reproduzir. Os lugares que consideram mais adequados para depositar seus ovos são as dispensas de comida, os banheiros públicos, os colchões das pessoas, os frigoríficos de empresas de carne de boi, os supermercados, os tapetes de boas vindas, as panelas, armários, chinelos, clínicas de saúde, chapéus, assentos de cinema, cadeiras, árvores e esgotos.

Alimentação[editar]

Todas as baratas-americanas são omnívoras, mas isso é algo que depende dos gostos da pessoa com quem vivem, pois sabe-se que elas podem comer carne, grama, frutas, sementes, areia, vidro, plástico, excremento, muco, veneno, resíduos radioativos, azulejos, pedras, metais, tecidos, papel, comida pobre, diamantes e até hambúrgueres petrificados do McDonald's. Mas como a principal característica das baratas-americanas é a imortalidade, elas não precisam se alimentar para sobreviver, só comem para irritar os seres humanos.

Como matar essas baratas?[editar]

As baratas-americanas são consideradas, cientificamente comprovado por estudos e observações, os únicos seres vivos imortais da face da Terra. Isto ficou claro em 1986, quando os russos decidiram explodir uma bomba atômica sobre algumas baratas-americanas, no que ficou conhecido como Acidente nuclear de Chernobyl, e nenhuma barata foi morta no processo.

Não só veneno ou a radiação não as matam, nem mesmo métodos mais convencionais, como pisar nelas ou atingi-las com um tiro de revólver. Uma vez que as baratas são principalmente noturnas e fogem da luz, acredita-se que elas sejam relacionadas, de algum modo, com os vampiros, mas enfiar uma estaca de madeira no coração de uma barata-americana não é efetivo, visto que ela é tão maligna que nem coração possui em seu corpo oco e cheio de maldade pura.

Como ao matar uma barata-americana gera duas novas que se materializam na natureza, o único modo de evitá-las e parar de ser um porco e começar a limpar a própria casa e vizinhança.