PCR (química)

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Testosterona.png Este artigo é relacionado à química.

Lembre-se que álcoois e éteres são isômeros funcionais. E pegam fogo na tua mão.


Plafn kfn.jpg Este artigo é relacionado à biologia.

Provavelmente estará cheio de citações e referências a Lineu.


Cquote1.svg Uma das maiores invenções da humanidade Cquote2.svg
Pedro Bial Biólogo sobre PCR
Cquote1.svg Ai, me fudi! Cquote2.svg
Pai sobre exame de DNA feito pelo PCR
Cquote1.svg Na União Soviética, o PCR replica VOCÊ!! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre PCR
Cquote1.svg Deixa a máquina de PCR trabalhar enquanto vamos comer Cquote2.svg
Engenheiro Genético sobre PCR

Estufa Máquina de PCR, usada em laboratórios de cheiramento de gatinhos biologia

A Reação em Cadeia da Polimerase, ou PCR (do inglês Polymerase Chain Reaction) é uma técnica/equipamento usado em biologia molecular, engenharia genética e exames de DNA em geral. Trata-se de um equipamento que copia pedaços de DNA bilhões de vezes, fazendo todo o trabalho duro dos vagabundos pesquisadores desas áreas.

Informações Técincas[editar]

O ácido desoxirribonuclêico (vulgo DNA), é copiado por enzimas específicas, chamadas de DNA Polimerase. Os biólogos, bioquímicos e outros loucos profissionais envolvidos nessas áreas chamam esse processo de replicação. O DNA consegue se copiar sozinho (sem a ajuda das enzimas), mas o processo fica muitíssimo demorado (e depois dizem que a burocracia vem dos seres humanos...).

Idealização e História[editar]

Em 1975, um pesquisador italiano chamado Aspirino, enquanto estudava a vida sexual dos caracóis de jardim e sua anatomia, descobriu que esses animais não possuíam as enzimas que copiam o DNA (de onde surgiu a tese científica do porquê os caracóis serem tão lentos). Começou estudos de como copiar o DNA sem a ajuda de um ser vivo, chegando a importantes conclusões. Após sua morte, em 1983, deixou suas anotações, sua coleção de revistas pronográficas e sua lancheira a seu pupilo, Laka Gamos, que contunuou o trabalho do mestre.

Desenvolvimento do projeto[editar]

Tampas de caneta Tubos usados na máquina de PCR, já preenchidos com a solução.

Laka Gamos continuou suas pesquisas nos EUA, mas como a legislação da época proibia qualquer espécie de experimento genético, teve de deixar o país ao ser contenado à morte por empalamento. Aportou no Brasil e concluiu suas pesquisas na Argentina. Enquanto estudava o DNA, percebeu que, com os nucleotídios (isso não é um palavrão), temperatura em torno de 45°C e um pH bastante alcalino, o DNA se copiava espontaneamente. Com isso, Laka conseguiu montar a primeira máquina de PCR. Ela consiste em uma estufa com suportes para os tubos (durante o projeto foram usados tampas de caneta) que contém o DNA, os nucleotídios e água com 0,00005 mol de Hidróxido de Sódio (vulga soda cáustica). Cada uma dessas peças atende a um processo específico:

  • A estufa máquina de PCR entra com o calor para facilitar a reação;
  • Os nucleotídios oferecem a matéria-prima para o DNA se copiar;
  • O Hidróxido de Sódio dissolvido na água, para dar o pH alcalino;
  • O DNA, óbvio, para se copiar;

InUtilidade[editar]

O PCR é muito utilizado para realizar exames de paternidade, em medicina forese, para encontrar o culpado de um crime julgado perfeito, na criação de plantas (e animais) transgênicos, em pesquisas genéticas e mais um monte de blá blá blá. Em outras palavras, o DNA foi uma mão na roda para os biólogos, bioquímicos e engenheiros genéticos e fudeu ferrou com pais que não assumem os filhos e criminosos. É uma pena que não se aplique essa técnica em Brasília, proibida por decreto federal.


Ver também[editar]