O Livro Vermelho

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
20100203221304!5 wikipedia-2-550x550.jpg
O pequenininho livrinho vermelhinho
1009506219.jpg
Capa do livro
Autor Mao Tsé-Tung
País Bandeira da China China
Gênero Pensamentos fictícios de um leitão
Editora Governo da China
Lançamento 1964

Cquote1.svg Você quis dizer: Almanaque de Posições Existentes no Kama Sutra Cquote2.svg
Google sobre O Livro Vermelho
Cquote1.svg Eu prefiro o álbum de figurinhas da Copa de 2002 Cquote2.svg
Pelé sobre O Livro Vermelho
O Livro Vermelho (毛主席语录) é a principal (e única) obra de Mao Tse Tung, sendo um sucessor da bíblia, o livro sagrado. No livro contém explicações sobre macumba, satanismo e faz menção a Invocação do Mal, fim dos tempos e um pouquinho de comunismo. A grande proposta de Mao em parodiar o Necronomicon era que ele poderia exterminar a população do mundo em um piscar de olhos, assim resolvendo o problema de superlotação que o planeta até hoje tem. No entanto, como o livro foi apenas traduzido para o idioma mais difícil do mundo, sua letalidade reduziu muito. Graças a isso, aquele que lê o livro vermelho apenas fica alienado, idiota e com trauma da fome (ou não).

Contexto[editar]

Na Revolução Cultural, O Livro Vermelho era o passaporte para se manter vivo.

Mao Tse Tung era uma criança achinesada muito mimada, mesmo pobre não aquentava em passar fome nem por um segundo. Seus pais nem davam bola, pois o que Mao precisava era perder uns quilinhos. Depois de anos passando fome, Mao se juntou ao partido comunista da China e resolveu se vingar de seus pais, mas como todo mundo sabe, a fome não só atingiu os pais de Mao.

Com sangue nos olhos, além de trazer o caos e a desgraça a terras do Kung Fu Panda, Mao decidiu escrever um livro de voodoo, com muitas magias, mutretas e encheção de linguiça. No entanto, no meio do caminho tinha uma pedra ele foi envenenado por sua esposa, mas não morreu (que pena). Acordado depois de 10 anos em coma, Mao retornou ao livro agora com uma nova premissa.

Um cafezinho para acompanhar nessa agradável leitura sempre cai bem.

Entediado, Mao descobriu que ser um racista anti-chinês mesmo sendo chinês era muito difícil, e uma vergonha. Tendo isso em mente, ele pegou sua adaga para se matar, mas ao invés de se matar, resolveu matar outras um bilhão de pessoas, por isso tornou-se um ditador, assim seria mais fácil de exterminar os chineses.

Uma vez no poder, agora Mao precisava por fim aos intelectuais, nerds e sabichões, assim a população ficaria burra e seria mais fácil de controlar. Por isso voltou a escrever o livro de voodoo, mas de um modo diferente. Mao colocou sua raiva e ódio interior em todas as frases do livro, escreveu mensagens que visavam o bom humor e o bom senso, bem como uma pitada de ensinamentos, já que ensinava os cidadãos a fazer nós.

Estrutura[editar]

O livro é divido em 33 longos e tortuosos capítulos e 427 versículos, sendo o 22º capítulo que fala sobre o trabalho e que contém 99% dos versículos, é claramente uma paródia do livro de Salmos, pois ambos falam de lutas, são grandes pra caralho e incrivelmente chatos. Os versos escolhidos a dedo por Mao, remetem a pensamentos do mesmo quando ele estava fazendo coisas cotidianas, como cagando, tomando banho[1] e até mesmo juntando os toletes de bosta do seu cachorro no quintal, então são se aflija caso encontrar algo sem sentido (como se o livro todo já não tivesse sentido).

A essência do livro está exatamente nos tópicos adotados por Mao, que vão desde a história por trás desse pensamento arcaico e sonhador, até a fantasiosos contos sobre astrofísica para leigos. A princípio pensava-se em colocar notas de rodapé[2] (o famoso referências) para uma melhor explicação, mas o camarada que sugeriu foi pego no bafometro, perdendo então 10 pontos no seu sistema de crédito social, assim sendo a ideia descartada, jogada no lixo, deletada, queimada, exterminada da fase da Terra.

O paragrafo a aparecer depois deste paragrafo ditará algumas frases do livro vermelho, tenha respeito às frases e seus significados, pois foram selecionadas por meros funcionários públicos, que no dia 13 de abril de 1963 não tiveram almoço, pois foram forçados a escolher todos os versos antes de almoçar. Muitos membros da equipe desmaiaram de fome ao selecionar essas frases. No final, eles acabaram fazendo 33 capítulos com a promessa de expandi-los para mais 33, (assim totalizando 666), no entanto todos acabaram fugindo para a Mongólia, e se o povo fugiu para a Mongólia significa que a situação estava uma bosta.

Agora algumas das citações de Mao:

  • Sobre a agricultura urbana: "O jardineiro é Jesus e as árveres somos nozes."
  • Sobre a autocrítica: “O Partido Comunista não teme as críticas porque está sempre certo e assim deve ser entendido. Do contrário, leva bala.”
  • Sobre os poemas bem elaborados: “É possível entender algo somente quando é entendido com firmeza, sem o menor enfraquecimento. Não entender com firmeza é não entender nada. Naturalmente, não se pode entender algo com a mão aberta. Quando a mão está fechada como se estivesse segurando algo, mas sem apertar com força, não há compreensão, pois você está usando a força e ninguém entende algo sob a força, então o que fica é apenas o ódio."
  • Sobre os tigres de papel: "O imperialismo chinês é um tigre de papel."

Advertência[editar]

Típicos leitores do livro vermelho.

Devido ao sucesso de deixar todo o chinês como um zumbi, foi-se iniciado um recrutamento de opositores do comunismo. Eles se escondiam no subsolo, rezando para que algum louco de fome não os descobrissem. Ao longo desses anos, eles criaram propagandas que desmentiam tudo o que o livro dizia, e inclusive detalhavam com precisão os malefícios de se ler esse livro.

A vigilância sanitária alerta que o consumo do livro vermelho pode causar úlcera gastroduodenal, gonorreia, idiotismo, amarelecimento (medo), além de afetar a fala impedindo os seus consumidores de pronunciarem a letra R.

Não é incomum ver chineses se suicidando sob recomendação médica. Até o número deles é estranho, observe: MAO MAO MAO 666.666.666.

Ver também[editar]

Referências[editar]

  1. Contestável, pois ele é um porco.
  2. Como este.