Monstro do Pântano

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Feio desse jeito e ainda consegue pegar uma gostosa

Monstro do Pântano é um monstro (nãããão, sério?) que vive no pântano (uau, jura?) surgido originalmente em uma revista de terror da DC Comics chamada House of Secrets pelo escritor Len Wein e pelo desenhista Bernie Wrightson em 1971. Anos mais tarde foi todo refeito pelo Alan Moore e aí ficou todo avacalhado, com um monte de coisa tosca que só aqueles fãs nerds cheios de imaginação fértil (a.k.a. virjões) pra curtirem.

O personagem[editar]

Originalmente o personagem se chamava Alex Olsen, e sua história se passava na Era Vitoriana, quando ele e sua esposa trabalhavam em uma arma de guerra tosca, mas aí um cara que era a fim de comer a esposa dele matou o Alex numa explosão, sendo que o Alex sobreviveu o suficiente pra cair num pântano e sei lá como caralhos virou um monstrão enorme, que matou o assassino antes que ele estuprasse sua viúva, porém como ele ficou mudo após virar o monstrão, simplesmente foi embora. Fim. Historinha bem clichê né?

Pois é, mas um monte de maluco adorou e levou aos autores a ganharem uma HQ nova, só que agora com a história se passando na década de 1970 mesmo, com uma nova origem e blá blá blá. Foi assim: Trabalhando pra uma empresa chamada Dark Schneider em uma fórmula milagrosa capaz de fertilizar desertos, o cientista Alec Holland é atacado por criminosos que inteligentemente explodem uma bomba em seu laboratório. Desesperado por estar pegando fogo, Alec se joga no pântano e ressurge como um monstro feito de lodo e plantas, voltando pra matar seus assassinos e proteger sua esposa Linda, mas chegou lerdo demais e Linda já tava mortinha, ainda assim ele conseguiu ferrar com seus assassinos e daí pra frente passou a ser caçado por um puliça chamado Matthew Cable que achava que ele quem tinha despachado a Linda.

Com o passar dos anos, o monstrão convenceu o Cable que ele era do bem, e assim viraram miguxos, inclusive foi aí que o Monstrengo conheceu Anton Arcane, um cientista louco que dizia que poderia reverter ele ao modo humano de novo, mas na verdade queria era virar imortal sugando as energias do monstro. Daí pra frente viraram inimigos, mas mesmo um pau no cu desses conseguia trazer algo de bom no mundo, e ele trouxe Abigail Arcane, sua sobrinha que sofria de albinismo fodido, até os cabelos dela eram tipo os da Vampira, só que invertido, só uma mecha preta e o resto tudo branco. Ainda assim tão gostosa que o Matthew casou rapidinho com ela, mas por ser um cuzão cachaceiro acabou morrendo pouco depois, ainda chegou a ser possuído pelo Anton Arcane, mas conseguiu com a ajuda do Monstro do Pântano se livrar dessa porra, morrendo e virando o corvo do Sandman, já que a DC Comics andava com contenção de despesas pra criar outro personagem e então reaproveitaram ele mesmo.

A única era do personagem que vale a pena lembrar: A do Alan Moore[editar]

O título do monstrão nunca fez muito sucesso nem nos anos 1970 nem nos 1980, pelo menos até a DC, já a fim de jogar fora, contratar um inglês barbudo chamado papai Noel Alan Moore. Esse demente cerebral conseguiu o impossível, tornar o personagem realmente foda, transformando ele num elemental das plantas, fazendo ele transar (!) com a Abigail (usando seus frutos como recurso sexual, sendo que ficou claro que o Monstro do Pântano é a única árvore da história a conseguir produzir fruto de LSD, já que não é tão literal o fruto sexual dele, não é nenhum pepino não, mente pervertida!), conseguindo se explodir e reaparecer em qualquer parte e se reconstituir, viajando até pro inferno e até pra outros planetas e dimensões, e na saga do "Gótico Americano" (que não, não toca The Cure nem aparece gente de preto num cemitério - infelizmente) ele começa a trampar com o John Constantine, um mago pervertido que algum tempo depois vira o "pinto de proveta" do Monstro do Pântano, com o qual ele consegue fertilizar a Abigail e dar a luz Tefé Holland, uma criatura que consegue até ter uns poderes parecidos com o papai, mas sem muita expressão.

Depois que o Alan saiu outros autores até tentaram fazer igual, mas tudo só cagou no personagem, e aí virou um cult babaca qualquer até hoje, até na Liga da Justiça Sombria.

Ver também[editar]


v d e h
O incompreensível mundo do Universo D.C.