Coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio

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Vírus do Apocalipse Árabe
Vírus encontrado na baba de um camelo
Vírus encontrado na baba de um camelo
Classificação científica
Grupo: Xiaomi Vírus
Ordem: Ursinpootus
Família: Xinjinpingidae
Gênero: Pastelisdipangolimvirus
Espécie: Coronavírus do camelo

Coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (ou simplesmente Mers-CoV) é uma versão menos pop do Coronavírus de 2019-20 que afetou apenas países com camelos (ou seja, a Arábia). Ninguém nunca ouviu falar desse negócio até 2020, quando a versão mais melhorada desse vírus se alastrou pelo mundo e todo mundo foi descobrir que haviam esses sabores diferentes de coronavírus.

Origem[editar]

O vírus foi descoberto pelo virologista egípcio Ali Mohamed Mohamed que decidiu analisar em microscópio eletrônico a baba de um dos seus pacientes. Ele se assustou profundamente ao descobrir que ele estava gripado com um vírus de camelo, o que biologicamente não faz sentido nenhum. Porém com uma investigação mais aprofundada, o médico descobriu que tal paciente mantinha relações afetivas com sua camela, alegando ele que, com tanta mulher escondida sob panos pretos, não restava para ele muitas possibilidades de fornicação ou atividades libidinosas, restando apenas sua fiel camela. O grande problema disso é que, conforme muito precisamente já havia previsto o grande biólogo Jean-Baptiste de Lamarck, ao repetir uma tarefa contínuas vezes você altera o seu gene, e no caso, aquele saudita que tanto transou com sua camela teve seus genes alterados a ponto de ser capaz de ser afetado por um vírus de gripe de camelo.

Outros casos foram surgindo, como punição de Allah sobre aqueles que extrapolaram a intimidade com seus camelos. Os governos de Arábia Saudita, Malásia, Jordânia, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Tunísia precisaram proibir a zoofilia por lei, para conter o avanço do vírus.

Transmissão[editar]

Essa versão do coronavírus é transmitida através da saliva, sêmen, urina e excrementos do camelo, e exatamente por isso se alastrou exclusivamente apenas nos países árabes. Em países onde pessoas não interagem com a saliva, sêmen, urina ou excrementos de camelos o vírus não encontra o seu vetor ideal.

Para infectar-se o cidadão precisa beber, fungar ou manusear saliva, sêmen, urina ou excrementos de camelo, o que inclui beijar camelos ou ter relações sexuais com camelos, heterossexuais ou homossexuais, tanto faz.