Matuê

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Emblem-sound.svg Matuê
Matuê.jpg
Matuê fazendo propaganda pra alguma rede odontológica
Nome Matheus Americano
Origem Bandeira do Brasil Brasil
Sexo link={{{3}}} Masculino
Instrumentos
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Arma de fogo e um DVD do Rouge
Gênero Rap (ou quase isso)
Influências Chorão (???)
Nível de Habilidade Não é lá essas coisas
Aparência Rapper é tudo igual
Plásticas Precisa
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
Maconha, dãh
Cafetão/Produtor
Crystal Clear action bookmark.svg
Mano Brown

Cquote1.svg Você quis dizer: Mato tu, ê Cquote2.svg
Google sobre Matuê

Matheus Brasileiro Aguiar (11 de outubro de 1993, Fortaleza, Bandeira do Ceará Ceará), ou como é conhecido Matuê, ou até Tuezin (bem gay mesmo), é um sujeito aí que se acha trapper só porque escuta Travis Scott e esses caralhos. Pode parecer estranho, mas sim, Matuê é um rapper cearense, pra você que achava que cearense só gosta de ouvir forró ver que existe favelado no Ceará também.

Não me pergunte como Matuê ficou famoso, porque isso é algo completamente desconhecido para se explicar, somente sabemos que ele lançou uma musiquinha lá chamada "Anos Luz", e realmente ficou "anos luz" da pobreza que vivia. Matuê também ficou famoso após comer suas primas, o qual ele revela na música "Quer Voar", mais uma ótima música pra se escutar se você for surdo.

Biografia[editar]

Matuê dando dica de como ser alguém na vida

Matuê é parecido com aqueles loucos que moram no manicômio, só que esse deu um jeito e fugiu do sanatório. Mas vamos falar o que realmente interessa e vamos parar de falar mal dessa humilde ratazana bilíngue. Matheus nasceu em FóRtaleza, logo após uma gravidez indesejada, a qual fez o pai de Matuê sumir da atmosfera. Matuê cresceu numa vida de mimado, porque supostamente ele não tem irmãos, ou talvez tenha e tem vergonha de falar. Sua mãe já estava com tanto fogo no cu, que resolveu arranjar um padrasto para Matheus, mas ao invés de arrumar um homem rico, formoso e educado, arranjou uma desgraça desempregada. Foi aí que a mãe de Matuê teve a brilhante ideia de ir pra igreja gringa, indo com as mãos vazias, sem realmente ter certeza se iria dar certo e não iriam ter a bunda chutada dos Estados Unidos.

Já nos EUA, país daqueles que ganham dinheiro somente com venda de garagem, Matuê com apenas oito anos — ou sei lá qual idade, porque eu não tava lá pra saber —, começa a aprender a língua local. Afinal, favelado não sabe nem o português direito, quem me dera inglês. Lá em Oakland, lugar pra onde tinham ido refugiados, a mãe de Matuê consegue um trabalho num salão de beleza e o padrasto vagabundo de entregador de jornais. Provavelmente só havia lucro nisso, um entregador de jornais no EUA deve ganhar mais que um professor no Brasil. Mas esse luxo de viver na gringa terminou em 2004, quando Matuê lembrou-se que era brasileiro e resolveu voltar pra seu país.

Matuê mostrando o que aprendeu após chegar no Brasil

No Brasil, voltou às origens, esqueceu seu estilo de americano engomadinho, e começou a virar maconheiro. Das escolas famosas da Califórnia, pra uma escola pública no Brasil, é isso que acontece. Além de que perdeu aquela velha da avó dele, o que fez ele ficar mais rebelde e putasso com a vida. Xingando Deus e o mundo. Mas como ele havia voltado pro Brasil, e nesse país é difícil até de andar dentro da própria casa por medo de ser assaltado por algum parente, Matuê começou a roubar trabalhar numa loja de roupas. Mas, como Matuê tinha pensamentos mais longes, e aproveitando seus dotes de inglês, resolveu dar aula de inglês particular. E foi desse emprego que ele arranjou dinheiro pra comprar maconha investir em sua tão sonhada carreira musical como rapper.

Carreira musical[editar]

Junto com mais duas pessoas, Lucas Degas e Clara Mendes (a qual ele dá umas comidas às escondidas de vez em quando), fundou sua própria gravadora em 2014, a 30Pau, cujo o único objetivo era no caso de que se virasse cantor, não precisasse encher os bolsos de gravadora de fulano à toa. Obviamente que essa era a ideia, porque um ano após a fundação da gravadora, Tuezin lança sua primeira música, que flopou mais que vídeo no YouTube no fim de ano. "Reggae", sua musiquinha que flopou mais que o álbum ''Smile" da Katy Perry, era a música que Matuê tinha total certeza que iria dar em nada, por isso ele migrou do reggae pro trap, mudando assim drasticamente seu estilo musical pra ver se a porra da carreira dele ia pra frente. Ele não iria desistir, afinal, sua avó havia o ensinado que se ele parar no meio do caminho, mesmo ela estando morta, ela iria dar uns tapões na bunda dele. Enfim, conselhos de vó sempre são bons e obedece quem tem juízo.

Nunca vi trapper fazendo high note, pode ir parando com isso

Matuê se lembrou desse conselho amoroso e caloroso de sua avó e não desistiu de sua carreira, já no ramo dos perdidos no estilo do trap, lançou a música "RBN" em 2016. Música abençoada por sua avó. Clipe original, cenário espetacular feito com alguns sabres de luz colados na parede com dupla face simulando algo futurista com apenas 100 reais de gastos, mais o aluguel parcelado em 12x sem juros do galpão que ele alugou. Além do tempo gasto escrevendo a letra da música que não fala nada com nada. Foi aí que Matuê percebeu que o público prefere não entender o que escuta, então chegou no seu produtor (a.k.a ele mesmo) e falou que a cada clipe queria mais inovação, tipo as novas versões do Iphone.

Foi aí que em 2020, Matuê naquela expectativa de poder ganhar dinheiro só cantando que come a vizinha, lança seu primeiro álbum denominado "Máquina do Tempo", contando com várias músicas pra te tirar do tédio e fazer você entrar em estado de colapso mental. O álbum realmente chocou, e chocou foi muito, virando um recorde de streams no Spotify brasileiro e indo parar em países que nem a ONU tem conhecimento. Matuê pisou até na cara da Anitta e tirou o lugar dela no rank das músicas para se escutar mais tarde. Graças a isso ninguém mais se lembra quem é Anitta. Matuê, nosso herói.

Discografia[editar]

2017[editar]

2018[editar]

2019[editar]

2020[editar]

2021[editar]