Manute Bol

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Mamute Bola
ManuteBol.jpeg
Se não tivesse dado certo no basquete, Manute Bol poderia disputar salto com vara com ele mesmo.
Nascimento 16 de outubro de 1962
Bandeira do Sudão do Sul Sudão do Sul
Morte 19 de junho de 2010
Ocupação basqueteiro e pau-de-sebo

Cquote1.svg Manute Bol é tão magro que sua equipe poupa dinheiro nas viagens. Limitam-se a enviá-lo por fax de cidade em cidade Cquote2.svg
Woody Allen numa citação real sobre Manute Bol

Manute Bol foi um basquetebolista e trilho em pé humano do Sudão do Sul, além de um ferrenho ativista da causa sul-sudanesa.

O jogador mais alto da história, com 2,31 m de altura estava mais que qualificado para a NBA, pois vinha a calhar também para trocar os refletores das quadras sem precisar de andaime.

Juventude[editar]

Como fonte de renda alternativa Bol vendeu seus direitos de imagem para a Mojang, gerando assim o Enderman.

Manute Bol nasceu no Sudão do Sul, quando ainda nem existia esse país. Ele era de uma raça de seres longos que só existe no Sudão do Sul, os Dinkas. Essa raça sul-sudanesa aprendeu com Lamarck a viver na natureza selvagem africana; os seres tinham que correr de leões e as pernas tinham que acompanhar o cagaço. Cada vez mais seres pernudos foram surgindo, e é aqui que aparece um dos seres humanos mais longitudinais da história.

Bol foi homenageado no Mortal Kombat; quando Kitana aplica o fatality de esticar o adversário no Noob Saibot, ele vira o Manute

Este ser já veio tão preparado que até seu sobrenome, Bol, indicava que o destino já reservava algo especial e esportivo; inicialmente pensaram que seria o poste de espiribol, mas o destino tinha algo ainda melhor. Então, viu que a única possibilidade esportiva seria o basquetebol, e foi nisso que ele se dedicou, e como alguém se dedica a este esporte? Crescendo cada vez mais, uma dedicação natural absurda de Manute.

Bol teve a sorte grande quando o treinador de basquete Don Feeley Dapoota caiu ali na região e resolveu passar umas férias conhecendo o ambiente paupérrimo aré que houvesse um resgate de sua pessoa.

Foi num safari a céu aberto o qual chamavam de basquetebol ali no Sudão que avistou um ser de uma das tribos mais sui generis do planeta, os Dinkas, afinal, era impossível não reparar neles, afinal os caras dessa tribo parecem canhões de navio ambulante.

Já vendo o garotãozão se destacando nas quadras em forma de amante da Olívia Palito, Feeley o abordou enquanto encarava uma girafa para ver quem ria primeiro e o chamou a ir pros Istêites jogar, não sendo muito difícil convencê-lo pois só num fast food teria mais comida num dia que em todo o Sudão em toda a história recente do país.

Cquote1.svg Caraca maluco, tenho um puta trampo de dar um slam dunk foda pra nada! Cquote2.svg

Manute aceitou a proposta, mas teve que viajar deitado no chão do avião, para não correr o risco de causar uma despressurização com sua cabeça ali no teto. Foi oferecida a ele a oportunidade de ser despachado como bagagem, se ele pudesse ser enrolado igual dez metros de cabo de aço, mas ele recusou essa oferta tão maravilhosa.

Carreira[editar]

Quando Manute formou uma dupla vencedora com Muggsy; na foto não coube o resto de Manute

Obviamente Manute Bol, quando tinha apenas treze anos, já sabia que seria algum tipo de esportista, só não sabia qual. Certamente passou pela cabeça do próprio ser saltador em altura, e ele nem precisaria saltar, mas o teriam acusado de cheater; também pensou em praticar futebol, sendo zagueiro da seleção sudanesa na ocasião, mas deste tamanho, os atacantes teriam lhe passado por meio das canetas - não a bola, o jogador inteiro teria passado facilmente pelo meio das pernas de Manute a cada momento.

No basquete[editar]

Manute Bol teve grande sucesso em sua passagem pelo basquetebol, primeiro em sua terra natal, atuando nos Juba Lions. Um olheiro que estava de passagem pelo sul do Sudão (o avião do cara havia caído ali próximo, isso explica o que um ser humano médio e estrangeiro estava fazendo ali) viu aquele rapaz tão esguio jogando basquetebol e, a princípio, achou até que o pedestal do ginásio de esportes de uma das linhas de três pontos havia se tornado um transformer e ganhado vida; depois notou que aquele ser era um ser humano e resolveu chamá-lo para entrar ilegalmente nos Estados Unidos.

Monumento de Washington achou alguém à sua altura

Manute Bol foi resgatado da obscuridão dos jogos colegiais no draft de 1985, na segunda rodada (equivalente à segunda divisão) pelo time Washington Wizards, bem na capital americana, que na época de Manute tinha outro nome; normal afinal esse time mudou mais de nome que o Boa Esporte. Após o draft de 1984, que teve os grandes monstros do Dream Team das Olimpíadas de Bar sem Lona, ter um draft onde fora selecionado Manute Bol é até esquisito.

Na NBA, a carreira de Manute Bol ficou marcada mais como sendo o "negão pivô que parece uma aranha gigante" do que um jogador pica de sucesso, mas ele teve seus momentos. A média de pontuação dele, no basquetebol americano, onde os placares chegam a centenas de cada lado, Manute Bol ajudava com incríveis dois pontos por jogo em média, uma marca a ser batida.

Posição de lótus de Manute Bol, mas em seu caso era a posição da "plantação de bambu envergadinho".

Manute Bol terminou sua carreira sendo um dos maiores bloqueadores da história da NBA, quase um moderador malvado. Além disso ele possui um recorde que possivelmente morreu com ele - o único jogador com mais bloqueios (tocos) que pontos. Na real ele tinha tantos tocos em sua carreira que até o chamavam de "garota da balada que só vai pra dançar, não quer beijar".

Manute Bol formou com o jogador Muggsy Bogues - o anão que participou do filme Space Jam e teve a alma esportiva surrupiada pelos aliens - a dupla mais disforme de sempre na história do basquetebol. O engraçado da dupla era que o pequeno e atarracado Muggsy tinha o mesmo peso que o gigante Manute Bol, deste modo Manute praticamente nem conseguia pegar o Muggsy e arremessá-lo, para fazer um lance de cinco pontos.

No ativismo[editar]

O ativista Manute Bol discursando, mas pela perspectiva da foto mais parece um bonecão no Carnaval de Olinda.
Manute Bol treinava pesado para os drafts, ou seja, carregava incríveis quarenta quilos, quinze de cada lado e a barra pesando dez.

Manute Bol passou por quatro times da National Basketball Association, nunca ganhando um título sequer em nenhum, mas isso não importava, ele já tinha vencido na vida. Homem simples, não gastava muito além das trocas de tênis tamanho 54 que usava e não se esquecendo de seu povo e sua nação, Bol reverteu boa parte de seus altos (entendeu? Altos!!) salários em ajuda humanitária para os sul-sudaneses e sua causa, tão reprimida pelos norte-sudaneses.

Bol frequentemente visitava campos de refugiados no Sudão, onde era tratado como realeza, afinal ele tinha galgado a melhor vida que um Dinka poderia ter. O governo sudanês por um lado gostou da atenção trazida por um basquetebolista famoso internacionalmente, mas logo depois virou a cara para Manute, acusando-o de apoiar o Exército de Libertação do Sudão do Sul. Imagina um general desse tamanho liderando as tropas, seria a guerra mais cômica do mundo. E olha que em se tratando de África, todo conflito ali é nonsense.

Um verdadeiro Forrest Gump sudanês, Manute Bol também chegou a assinar um contrato com um time de hóquei no gelo de Indianapolis. Sim, hóquei no gelo. Claro que ele não sabia patinar, mas o burburinho de gente doida para ver uma cena dessa gerou uma grana boa, que claro, foi para sua aldeia. Ele também deu uma de jóquei com o mesmo objetivo, sorte do cavalo que era tudo brincadeirinha.

Vida pessoal[editar]

Manute Bol não possuía uma anatomia comum e por isso mesmo foi quase inseriu ele em uma nova espécie animal humana, Homo varetus, mas ia dar um trabalho reclassificar tudo nos livros e deixaram seguir. Mesmo não sendo a pessoa mais alta do mundo, Manute foi a pessoa mais alta e ter um corpo de tripa escorrida.

Manute Bol foi geneticamente privilegiado a ser um bloqueador de basquetebol e sua envergadura o permitia bloquear a passagem transversal nas quadras. Quando abria seus braços, cada ponta de dedo médio recebia um fuso horário diferente. De braços abertos Manute superava até o Cristo Redentor no recorde de monumentos sagrados com esta posição abençoada.

No sepultamento do jogador, toda a população teve que ajudar a cavar o buraco do enterro; de cima parecia que estavam escavando um oleoduto.
O jogador 14 já sabe que só está perdendo tempo nesse jogo.

Bol se casou com uma estadunidense que, claro, tinha só metade do tamanho dele. O que não os impediu de gerar um filho de 2,18m de altura, Bol Bol, que hoje quebra canelas no Denver Nuggets. Lembrando que Denver é uma das cidades mais elevadas dos Estados Unidos, 1609km acima do nível do mar, mas tá tudo certo pois Bol Bol já nasceu adaptado a lidar com ar rarefeito.

Falecimento[editar]

Infelizmente a vida de gigantes e bonecos de posto aposentados não duram muito, e Manute Bol também teve de falecer jovem, e nem viu seu país, Sudão do Sul, ser liberto das garras dos norte-sudaneses malvados.

O coração de Manute Bol tinha que fazer entregas sanguíneas piores que caminhoneiros no Brasil (e estes ainda tinham um descanso durante as viagens para pegar um travesti profissional do sexo baratinho), e até chegar à veia do pulso de Manute este órgão já estava mais cansado que o alfaiate do jogador. Em uma das bombadas de sangue o coração de Manute não aguentou e colapsou. Houve uma falha generalizada dos demais órgãos, e o intestino grosso do ex-jogador agradeceu aos seus fãs orgânicos pela aposentadoria compulsória.

A parte das canelas e pés já havia saído da porta, só faltava o resto do corpo.

Manute Bol tinha 47 anos quando deixou nosso mundo, e o caixão do jogador, por um desejo do próprio, foi feito com madeira da floresta do Sudão do Sul, e é por isso que aquele local está um tremendo deserto agora. O peso do caixão recheado com o jogador até que não foi muito, mas devido ao seu comprimento, uma tropa de vinte e quatro homens tiveram que carregá-lo, com muito cuidado, como se estivessem carregando um tubo de tela de projetor gigante.

Seu corpo foi levado ao seu país, para ser enterrado ali mesmo. Claro que deu um belo trabalho para escavar sete palmos de sete em um quilômetro de comprimento, mas para o herói nacional sul-sudanês o povo do país, que considerava Manute Bol um rei, foi uma honra. Depois o esgotamento físico atingiu cento e quatorze pessoas, mas isso é assunto pra outro memorial.

Ver também[editar]