Malévola (filme)

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Wecancookit.jpg Este artigo é feminista!

Provavelmente um macho escroto que não encontra o clitóris fez bropriating da mina empoderada que criou o artigo.

Não diga a uma mulher como melhorar este artigo, ela já sabe.

Maleficent
Maléfica (PT)
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Angelina Jolie sendo interpretada por Malévola. A equipe de maquiagem nem fez esforço pra fazer o visual...
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos / Bandeira do Reino Unido Reino Unido
2014 • cor • 97 minutos
Direção Walt Disney
Roteiro Charles Perrault
Elenco
  • Angelina Jolie
  • Elle Fanning
  • Bando de ator inútil
  • Gênero Adaptação deturpada

    Malégna, digo, Malévola é um filme estrelado pela vilã homônima de A Bela Adormecida que reaproveita o enredo da história clássica, mas desta vez, narrando os acontecimentos sob o ponto de vista da antagonista até porque a protagonista só dorme na bagaça. Trata-se de uma releitura do conto de fadas em versão lacradora, transformando Malévola em um ícone feminista que foi vítima da "heterossexualidade top tóxica" de um macho escroto opressor que não encontrou seu clitóris, como se a Disney fosse deixar que isso acontecesse...

    Sinopse[editar]

    Atriz satanista que lacrou e lucrou com o filme.

    O filme começa apresentando a personagem-título como uma fada inocente com a jovialidade de uma tia do Zap, bem diferente da bruxa malvada que todo mundo conheceu (ou não) no filme da Bela Adormecida. Mesmo sendo uma fada, ela tinha asas de morcego maiores que um alce e mais fortes e musculosas que a Chun-Li, e um baita par de chifres que preveriam o futuro, mostrando como esse lance do tinhoso com chifres e morcegos é história pra boi dormir, ou seja, lacrando também na cuestão religiosa.

    Malévola é a rainha (só faltava essa) protetora dos mouros, vikings, visigodos e das criaturas mágicas usurpadas da mitologia Tolkieniana que ali residem. Tudo era atlântico pacífico, até que o rei Henry decidiu invadir e se apropriar daquela terra. Cumprindo sua função, Malévola expulsou o monarca na base da porrada e o feriu mortalmente, não necessariamente nessa ordem (ou sim). Revoltado e sedento por vingança, e por uma pinguinha também, já que ele estava prestes a morrer e queria curtir os últimos momentos chapando legal, ele ofereceu a mão de sua filha Cabeleleila Leila em casamento para qualquer um que matasse a (sa)fada na hora de levar madeirada que o feriu.

    Ambicioso em tornar-se o sucessor de Henry como o grande e gostoso daddy do Reino da Cocada Preta, o camponês Stefan, por quem Malévola era apaixonada e confiava seus segredos mais íntimos, aproveitou que já tinha seduzido a fada e a drogou com uma poção de outra franquia da Disney para cortar suas asas (metáfora de estupro, segundo as vozes da minha cabeça) e levá-las ao castelo real como prova real fajuta de que a matou, sendo essa a traição do parágrafo acima. Conforme o combinado, ele se casou-se com a plincesa princesa Leila e ambos tornam-se os novos governantes após o rei ferido morrer de hemorragia nasal após assistir a um hentai de tentaculofilia da Rapunzel no espelho mágico do castelo.

    Sentindo-se traída, até porque foi mesmo, Malévola vira emo fica revoltada e transforma os mouros em trevas, os vikings em escuridão e os visigodos em juiz de futebol, como se os demais habitantes tivessem alguma culpa do que Stefan fez, deixando sua caracterização feminista explícita. Ela ainda cria uma roupa BDSM satânica, feita com o breu que fazia quando o Silva do Rap do Silva foi morto, e um trono super edgy, pra ninguém ver que ela virou uma gótica não rabuda. Não bastando a trairagem e a mutilação feita pelas coxas, Malévola fica ainda mais puta quando descobre que o ex-amado teve uma filha com Leila e não a convidou para ser madrinha da criança no dia de seu batizado, como se ela fosse aceitar depois de ser estuprada, na imaginação do telespectador, e corneada, embora já tivesse chifres.

    O restante do filme é um remake cagado da animação original, com Malévola doidona invadindo a festa no castelo e lançando uma maldição na princesinha Aurora, aquela mesma do filme original: de que ela picará o dedo em uma roca aos dezesseis anos e somente um beijo do "amor verdadeiro" poderá salvá-la de um coma centenário, porém o amor verdadeiro é lésbico diferente e o rei Stefan ordena que todas as rocas do planeta sejam executadas em praça pública com métodos de execução que só viriam a existir nos tempos da Ditadura Militar. Além disso, as fadas que abençoaram Aurora com a beleza da Christina Hendricks e a (suposta) inteligência do Leandro Karnal são umas desmioladas mais desengonçadas que a sonsa que protagoniza Cinquenta Tons de Cinza.

    Crítica[editar]

    O filme agradou em cheio os críticos de arte, que se encantaram com todas as viadisses que apenas um típico usuário de echarpe acha legal. Boa parte dos esquerdistas amou como o filme ressaltou que bandidos, na verdade, são apenas vítimas da sociedade, além de toda linguagem metafórica idolatrada por universitários que preferem organizar catarse a fazer pesquisa séria.

    Os conservadores, por outro lado, detestaram o filme, não por acharam que bandido bom é bandido morto, mas por diminuir o importantíssimo papel do príncipe encantado que iria dar a chuva de piroca o beijo de amor verdadeiro. Autistas tiveram vários problemas assistindo ao filme, pois Stefan passa a gritar mais alto que barulho de explosão em filme do Netflix depois que vira rei o tempo inteiro, e depois do filme, pois não entenderam a metáfora de estupro e só acharam que Malévola chorou porque o lugar de onde as asas foram arrancadas devia estar ardendo pra caramba, sendo tachados de "babacas insensíveis cumplices do patriarcado" pela caterva do parágrafo anterior.

    Por fim, duas partes da sociedade ficou horrorizada com o filme: os fãs de Harry Potter, que ficaram ultrajados ao ver uma das fadas sendo interpretada pela Dolores Umbridge, e os retardados que pagam de childfree na internet, ao verem uma criança não sendo tratada e exposta como o anticristo.

    v d e h