Livro de ABC

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Escrito e revisado por Pasquale Cipro Neto no banheiro, o Livro de ABC é a mais completa obra para ensinar as crianças como se deve soletrar as importantes três primeiras letras do alfabeto. Apesar de conter um conhecimento valioso, que poderia ajudar as criancinhas a realizarem os seus sonhos de trabalhar como lixeiro, pedreiro, e afins, este livro nunca foi publicado oficialmente, por falta de investimentos por parte dos poderes público, privado e jedi. A única pessoa que contém uma edição desta obra em sua coleção é o Pica-Pau, que utiliza o que aprendeu neste livro para roubar gasolina no racionamento ensinar frentistas como soletrar.

Criação[editar]

Bozo estampa a capa da primeira e última edição deste livro.

Prof. Pasquale estava em sua casa, lendo a Desciclopédia e quase tendo um infarto com tantos erros de português e de concordância escrotos. Percebendo que alguma coisa deveria ser feita, ele começou a escrever uma complexa obra, de uma página, cuja intenção era mostrar para a população brasileira analfabeta (cerca de 99,9%) que a língua portuguesa é simples, e que não é muito difícil de ser escrita, principalmente depois que caíram a trema e algumas acentuações inúteis.

Pasquale pensou em escrever o livro de maneira técnica, porém, se a grande maioria do povo não sabe nem o que significa a palavra "técnica", quando mais entender um texto escrito desta forma. Outro detalhe que deveria ser levado em conta é que ninguém gosta de ler, com exceção de alguns nerds cabaços, então, o livro não deveria ter mais do que uma linha. Após muito raciocinar no banheiro, com direito até à pose imitando a estátua O Pensador, Pasquale encontrou a frase perfeita, que ensinaria toda a população de maneira prática e eficaz, que consiste em:

A é de árvore que dá maçã com que se faz uma torta. B é biscoito que leva manteiga. C é de camisa e encha logo esse tanque!

Após escrever esta frase, Pasquale completou o seu livro, e mandou-o para a análise na sua editora de confiança. Porém, o sujeito que deveria fazer a avaliação confundiu-se, pensou que aquele papel avulso era apenas lixo, e usou-o para limpar a bunda, já que ele tinha esquecido de comprar papel higiênico e estava com uma caganeira das bravas. Com isso, acabou o sonho de Pasquale, que ficou apenas com uma pequena cópia da folha original em sua estante, que mais tarde seria afanada pelo Pica-Pau.

O Afanador de Gasolina[editar]

Após ler o livro de uma página e entender a complexidade das letras A, B e C, Pica-Pau resolveu guardar aquela obra no porta-luvas de seu carro, para futura referência. Depois disso, ele seguiu sua vida normalmente, comprando Delícia Gelada, passando a perna em urubus e apropriando-se de minas de ouro de tolo alheias.

Certo dia, enquanto rodava pelas estradas de Santos, Pica-Pau percebeu que o tanque de seu Chevette estava quase vazio, e ele estava sem grana para reabastecer. Para resolver esse pequeno problema, Pica-Pau resolveu fazer uma troca com o frentista do único posto num raio de 124 quilômetros: Como o sujeito era analfabeto, Pica-Pau ofereceu-lhe o conhecimento contido no seu Livro de ABC, em troca de uma enchida completa do tanque. O frentista achou a proposta interessante, e fez a leitura do livro em rede nacional, na Rede Record, no episódio O Afanador de Gasolina:

A é de árvore que dá maçã com que se faz uma torta. B é biscoito que leva manteiga. C é de camisa e encha logo esse tanque!

Após esta leitura, que fez milhões de pessoas rirem, chorarem e se emocionarem, o frentista ficou comovido, tão comovido que pegou uma daquelas marretas gigantes e desceu a mamona no carro do Pica-Pau, que foi parar lá na região do ABC Paulista. Depois deste acontecimento, Pica-Pau resolveu não mais compartilhar o valioso conhecimento do Livro de ABC com os ignorantes ingratos, pois não vale a pena.