Kubanacan

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para navegação Ir para pesquisar
Rede-GROBO.png PLIM! PLIM! Este artigo é uma coisa da Rede Globo de Manipulação! Esta página pode estar mencionando alguma novela clichê que sua mãe gosta, algum pseudo-ator rouaneteiro ou algum comunista de boteco que se diz jornalista. Para mais coisas relacionadas ao Projaquistão, clique aqui.
Esteban Maroto, o Pescador Parrudo, e seu irmão gêmeo, Mateban Esroto, o Pescador Barrado.

Cquote1.svg Você quis dizer: Cuba, segundo a Rede Globo Cquote2.svg
Google sobre Kubanacan
Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Que Rei Sou Eu? versão chapada de LSD Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Kubanacan
Cquote1.png Experimente também: ''A Identidade Bourne com protagonista cabeludo Cquote2.png
Sugestão do Google para Kubanacan
Cquote1.svg Eu já fui gostoso assim como o Humberto Martins! Cquote2.svg
Fidel Castro sobre a novela em sua homenagem... ou não.

Kubanacan foi a pior uma novela das sete da Globo, se não, foi a pior do mundo. Carlos Lombardi, um escritor de novela sem talento, foi o responsável por essa novelinha sem graça. Como em toda novela desse paspalhão, aparecem um bando de machos suados sem camisa. A novela foi inteiramente dirigida por fotógrafos de G Magazine e por estrelas dessa revista, como Alexandre Frota e Vampeta. Pra coroas oferecidas que não arranjam machos, essa novela é um prato cheio, mas as outras pessoas sabem que isso é apenas um lixo pornográfico para preencher o horário das sete, que sempre passou merda novelas que perderiam no prêmio de pior bosta do mundo por serem ruins demais. Mesmo com a ajuda de autores como Emanoel Jacobina, Tiago Santhiago e Edgard Miranda, a novela seguiu com esse estilo clássico de Lombardi, ou seja... ah, eu já disse o estilo, volte aí e veja. Aliás, dizem que foi isso que levou o diretor-geral da novela, Wolf Maia, a pedir o boné ao ver que só ia ter putaria na novela inteira, sendo substituído por Roberto Talma. Até o Humberto Martins, que sempre estava em todas que o Carlos Lombardi fazia, ficou putinho e quase largou a novela.

A despeito dessas tretas, a novela foi um grande sucesso, e isso porque, apesar do clima tropical e de um lado meio paródia com Cuba que talvez alguns entenderam, outros provavelmente só viam a novela pra ver os peitos cabeludos do Marcos Pasquim, o enredo da novela em si era mais maluco que muito filme de ficção científica. Mais insano que Olho no Olho. Mais cheio de reviravoltas bizarras que Os Mutantes - Caminhos do Coração. Não, não é zueira. Vai ver por isso até hoje não reprisaram a novela, mesmo com tanto sucesso, o medo de bugar as mentes de outras gerações de telespectadores é grande demais.

Além disso, foi uma mensagem subliminar da Rede Glóbulo contra o comunismo (de onde você acha que veio a inspiração pra... KUBA-nacan?).

Enredo[editar]

O Pescador Parrudo, maior comedor da TV brasileira depois do José Mayer. Tem o Vladimir Brichta aí no meio também, mas ignore.

A novela se passa em 1951, na República das Bananas, ops, Cuba, ops, Kubanakan, uma ilha no meio da América Central, em que o general Carlos Camacho (Humberto Martins) se casa com a viúva do presidente, Mercedes (Betty Lago) e usa isso como desculpinha para tomar o poder como ditador da porra toda. E ele poderia jamais ser desafiado, até que na pequena vila de Santiago cai do céu um tal de Esteban Maroto (que não é o quadrinista e sim o Marcos Pasquim) com um balaço no peito. Ele é salvo por Marisol Ortiz (Danielle Winits gostosa), com quem acaba fazendo uns bonecos. Só que depois de uns anos os peixes começam a sumir e Marisol dá um chá de sumiço no Esteban, que acha que ela e os pirralhos morreram afogados, aí vai tentar viver sua vida em outras bandas.

Esteban, um doido fodido que tem dupla personalidade, é envolvido na política de um país fictício (ou não) com bandeira de escola de samba chamado Kubanacan, onde o povo vive de vender banana pras coroas ricas do outros países. Lá na capital La Bendita conhece Lola (Adriana Esteves), uma mina cheia de problemas e típica fé nas malucas da vida, que nem o marido Enrico (Vladimir Brichta) aguentava mais.

Depois de alguns capítulos da novela, ele descobre que ele era León Scott Kennedy, um emo babaca vindo do Resident Evil 4, que se dizia filho, neto, sei lá o quê do Esteban de verdade com Rubi (Carolina Ferraz), uma gostosa disfarçada de feia que deu pro Herculano e quase deu pro Samir. Ele tinha voltado do futuro naqueles enredos mais complicados que o cu de sua mãe para impedir que um tal de general Alejandro (Werner Schünemann), um antigo governante da ilha, fizesse tudo ir pelos ares usando uma bomba atômica um elefodasse radioativo que ele ia soltar na ilha pra matar geral chamado Phoênix (escrito errado assim mesmo, é BR). De onde o Carlos Lombardi tirou essa ideia eu nem quero imaginar. Suas "lembranças", na verdade, eram fruto da árdua pesquisa sobre seu pai Esteban (ficava na Wikipédia lendo sobre ele direto, deu nisso), em conjunto com a desorientação severa causada pela viagem no tempo (Marty McFly nunca sofreu disso). Leon descobre que Esteban estava vivo, mas manco de uma perna, devido a um acidente que sofreu ao cair de um avião (E DAÍ?).

Bem, ainda tem um tal de Adriano (que, adivinha, também era o Marcos Pasquim), que eu nem lembro mais onde ele se encaixava nessa história toda e só sei que também só aparecia com os peitos de fora.

Essa novela deu a Marcos Pasquim o maior salário da história de atores do universo, por em uma única novela fazer QUATRO papéis:

  • Esteban Maroto (o original, manco de uma perna)
  • Dark Esteban (uma versão esquizofrênica do original, ou do León, não sei)
  • Adriano Allende Rivera (um amigo imaginário do León)
  • León Allende Rivera (o Esteban que não era o Esteban).

Novela doida do caralho! Só serviu mesmo pra deixar as minas doidinhas com o "pescador parrudo".

Elenco[editar]

e foda-se o resto do elenco...

Trilha Sonora[editar]

Vol. 1 (mista)[editar]

Capa: Marisol

  1. Carnavallera - Havana Delírio
  2. Quizás, Quizás, Quizás - Emmanuel (tema de outra novela das sete, exibida entre 2008 e 2009)
  3. No Me Platiques Más - Cristian Castro
  4. Contigo Aprendí - José Feliciano
  5. Somente Eu e Você (Moonglow) - Ivete Sangalo
  6. Mulher - Sidney Magal
  7. Como Um Rio (Cry Me a River) - Vanessa Jackson
  8. Capullito de Alelí - Caetano Veloso
  9. Mezcla - Rio Salsa (tema de uma novela das 21h de 2009)
  10. Foo Foo - Santana feat. Patricia Materola
  11. Hit the Road Jack - Happening
  12. Mambo nº 5 - Tropical Brazilian Band (tema de mais uma novela das 19h, de 2011)
  13. Contigo en la Distancia - Nana Caymmi
  14. Eu Só me Ligo em Você (I Get a Kick Out of You) - Elza Soares
  15. Coubanakan - Ney Matogrosso (tema de abertura)
  16. Voy Volver - Alpha Beat

Vol. 2 (internacional)[editar]

Capa: Esteban (já era tempo!)

  1. La Puerta - Luis Miguel
  2. Fever - Michael Bublé
  3. Copacabana - Happening (a do Barry Manilow)
  4. Mambo Italiano - Mambo Project
  5. Perfidia - Laura Fygi
  6. Tan Solo Tú y Yo (Moonglow) - Ivete Sangalo
  7. No Me Platiques Más - Gisela
  8. The Look of Love (From Casino Royale) - Dusty Springfield
  9. El Hombre Que Yo Amé (The Man I Love) - Omara Portuondo
  10. Laura - Frank Sinatra (não por acaso, tem uma personagem chamada Laura na bagaça, e era interpretada pela Letícia Spiller, que dava pro Marcello Novaes nos anos 90)
  11. Wipe Out - The Surfaris
  12. The Man With the Golden Arm (Delilah Jones) - Billy May
  13. Guantánamo - Pablo González
  14. Mambo Caliente - Bahamas

Letra do tema de abertura[editar]

Coubanakan
Misterioso país del amor
Dónde forman tus cantos en flor
Un vergel primoroso

Coubanakan
Maravilla de luz y calor
Tu perfume despierta el ardor
Con placer delicioso

Coubanakan
Preferida del sol y del mar
Todo unido evocan un cantar
De lejamos amores

Coubanakan
Guardaré tu recuerdo en mi ser
Porque allí tengo yo a mi querer
Y mi más loco afán
Tengo todo mi afán
En mi Coubanakan…