Kenneth Kaunda

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Kenneth Kaunda foi um político anticolonial, pan-africanista e revolucionário e primeiro presidente da Zâmbia, dominando geral por 27 longos anos. Um Mugabe que deu menos errado, Kaunda assumiu o posto de Matusalém africano após o falecimento deste e ficou quase um século assombrando os zambianos.

Juventude[editar]

Kenneth Kaunda brincando de pedra, papel e tesoura com seu mano Mugabe.

Kaunda, mais conhecido como KK que também é uma risada muito usada na internet zambiana, nasceu no norte da Zâmbia, sendo o mais jovem de oito irmãos, no que para os padrões zambianos é uma família pequena. Seus pais eram ambos professores e nisso, sendo um dos poucos ali que sabia ler, o futuro era promissor para o pequeno Kenneth.

Nos anos 50, Nelson Mandela estava exportando filiais de seu Congresso Nacional Africano para os vizinhos, numa tentativa de unir a África Austral numa Genki Dama que expulsasse todos branquelos dali. Kaunda foi o que aceitou representar os zambianos nesse time de super-heróis, mas logo acabou atraindo a fúria dos leite-azedos e foi parar no xilindró, coisa que era um rito de passagem para futuros baderneiros africanos. Trancado numa cela com 30 negões putassos, a experiência o radicalizou e após sair de lá, pegou umas aulinhas com Martin Luther King em Atlanta, voltando para a Zâmbia pistola e motivado a entrar na política e dar o troco naqueles malditos britânicos.

Presidência[editar]

Kenneth Kaunda concorreu às eleições zambianas de 1964 e, como haviam 8 eleitores negros para cada branco, não foi difícil para ele se eleger, se tornando o primeiro presidente da Zâmbia. O país era o então Rodízio do Norte e como primeira medida de governo KK trocou esse nome tosco para o atual, virando o último país do mundo na ordem alfabética na época, uma fonte de prestígio imediato para o país, isso até serem ultrapassados pelo mais infame Zimbabwe que copiou a ideia.

A segunda medida de governo foi, como todo bom autocrata africano, banir todos partidos políticos e opositores, pois só com falta total de males ocidentais como a democracia ele poderia implantar suas reformas socialistas que eram a moda naqueles lados ali do continente.

Moeda de 10 centavos zambiana, destacando a grandiosa testa de Kenneth Kaunda.

Falando em Zimbabwe, Kaunda forjou amizade com o badernista zimbabwano Robert Mugabe, abrigando e auxiliando-o na luta contra o Império Sith da Rodésia. Teve o aliado como inspiração do que não fazer e nisso tornou a Zâmbia numa sociedade mais ou menos estável, onde em vez de banir os brancos por completo como fez Mugabe, foi adotada uma política de não-canibalismo com os mesmos, convencendo-os a continuar nas fazendas gerando a renda que seria revertida em assistencialismo para a maioria negra.

Isso até os anos 90 quando, após uma crise com a queda nos preços da galinha-da-zâmbia que era a principal exportação nacional, o povo zambiano que já tava de saco cheio da cara de KK o forçou a tirar umas férias eternas da política. Seus rivais viviam na ansiedade de poder falar Cquote1.svg Oh my god, they killed Kenny Cquote2.svg, mas o véio persistiu; após o empacotamento de Mugabe, foi sendo a múmia número 1 da política africana. Isso até bater também com as dez em 2021, indo trocar ideia com seu amigo zimbabwano mais uma vez lá embaixo.

Precedido por
ninguém
Zambia brasão-1-.JPG
Presidente da Zâmbia

19641991
Sucedido por
Frederick Chatuba