John Watson

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John Watson (não confundir com o assistente de Sherlock Holmes) é um sósia do Harrison Ford (e que se disfarça disso deixando crescer uma barba) que foi um piloto secundário da Formula 1 das décadas de 1970 e 1980, muito reconhecido e respeitado por sua habilidade de sempre largar em último e conseguir marcar pontos mesmo assim, devido a uma aparente grande preguiça nos treinos classificatórios, sagrando-se como o melhor piloto de corridas de recuperação de todos os tempos.

Carreira na Formula 1[editar]

Começo de carreira[editar]

A primeira corrida de Formula 1 em sua carreira foi em 1973, pela falida Brabham, quando foi piloto reserva e fez duas corridas, sem terminar nenhuma, inclusive só dando 7 voltas no GP dos Estados Unidos. Já começava a se destacar desde então, como o primeiro sinal seria um piloto secundário e nada vitorioso, algo que equipes medíocres presam, e logo ele estaria competindo oficialmente na Formula 1.

A primeira temporada completa foi em 1974, usando um carro da Goldie Hexagon Racing, equipe que surrupiava do ferro-velho os carros antigos da Brabham, os pintava de preto e o bico de cor de diarreia, e ia pra corrida tnetar conquistar umas últimas posições, algo que John Watson ajudou bastante em seu ano de estreia. Até marcou lá uns pontinhos, mas sempre porque ocorria alguma confusão.

Em 1975 uma raridade, Watson correu em três equipes no mesmo ano e não marcou nenhum ponto nas três, demonstrando uma regularidade invejável, tornando-se o primeiro piloto da história a correr por três equipes merdas num mesmo ano, a Team Surtees, a Team Lotus e a Team Penske. Ainda na Surtees teve uma única chance real de marcar pontos, no GP da Espanha, mas quando viu que estava perigando vencer a corrida, parou nos boxes, ficou um tempão lá, para assim finalizar aquela corrida apenas em oitavo e manter a regularidade de não marcar pontos que estava sendo a sua marca naquele ano.

Team Penske[editar]

Para 1976 correu na Team Pesque, onde conseguiu a primeira vitória na carreira, precisando usar um carro com as cores da bandeira dos Estados Unidos para realizar tal feito. A vitória foi tão inesperada que John Watson ganhou férias no Caribe e colocaram o Harrison Ford para terminar a temporada em seu lugar (disfarçaram a troca de pilotos alegando que John Watson havia meramente raspado a barba).

Brabham[editar]

Em 1977 uma temporada bem regular para Watson no carro mediano da Brabham, na sua principal exibição na África do Sul, quando conquistou um belo oitavo lugar, foi ofuscada pela morte de Tom Pryce. Sempre foi esse tipo de piloto que todos dizem ser bom, mas não ganhava nada por ser azarado e pouco carismático demais.

Em 1978 nem a Parmalat com seu novo combustível leite de burra sabor ureia salvou os carros da Brabham, que continuavam conquistando apenas resultados médios, além de Watson estar ali frequentemente na sombra do Niki Lauda, parecia certo que terminaria a carreira sem nunca destacar-se.

McLaren[editar]

O auge de sua carreira, todavia, seria sua surpreendente ida à McLaren da Marlboro a partir de 1979. Na época tornou-se o piloto que mais ultrapassava adversários, e conseguia essa proeza sempre ao ir muito mal nas qualificações, as vezes chegando ao cúmulo de largar em último mais de uma vez, e assim nas corridas ultrapassar vários carros merdas e assim poder vangloriar-se que era o cara que mais ultrapassava os outros, fazia isso frequentemente e a prática virou uma de suas marcas na McLaren.

Foi em 1981 que testou a segurança dos novos carros de fibra de carbono, quando foi reto na etapa do GP de Monza e bateu violentamente no muro. Tipo de batida que já tinha ceifado muitos pilotos nos antigos carros de latão, mas Watson saiu ileso.

E depois, 1982 foi o único ano que Watson teve alguma chance remota de ser campeão, quando foi pra última corrida com tais chances matemáticas. Mas no final das contas,e ra um piloto sem brilho, terminou 5 pontos atrás de Keke Rosberg, e nem o vice conseguiu, ficou atrás de um tal de Didier Pironi. Até hoje dizem que aquela foi a temporada mais merda da história da Formula 1, pois conseguiu por três pilotos ruins postulando ao título.

E foi em 1983, que mantendo sua tradição de fazer corridas de recuperação, largou em 22º e mesmo assim venceu o GP de Long Bitch. Apesar de nunca ter feito nada de útil, era um britânico, e portanto se achava o tal, tanto que pra renovar o contrato com a McLaren pediu um salário maior que a renovação feita com o multicampeão Niki Lauda, só porque ganhou uma corrida que o Lauda não ganhou, então nunca mais correria na Formula 1, e sua última corrida seria lá em 1985, substituindo o próprio Lauda que estava com hemorroidas, tendo o prazer de pilotar um carro número 1 sem nunca ter sido campeão.

Comentarista esportivo[editar]

após aposentadoria forçada, virou comentarista esportivo, seguindo a linha de Luciano Burti e Martin Brundle que diz que pra ser comentarista de corrida precisa antes ter tido uma carreira pífia. Especializou-se em comentar apenas aquelas competições automobilísticas realizadas no Acre, que ninguém conhece, tipo Stock Car da Inglaterra e Série D da Formula 1

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Pilotos da Fórmula 1