Japan Action Enterprise

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Liveman00.jpg Tokusatsu!!!

Este é um artigo dos heróis da terra do sol nascente!
Não confunda com o Power Rangers ou VR Troopers.
Estrague-o, e vão te mandar o Mandaraboy para sua casa.

O duro treinamento dos membros do JAE.

Japan Action Enterprise, originalmente fundado com o nome Japan Action Club, é uma escola de treinamento para dublês japoneses criada pelo lendário ator e pseudolutador Sonny Chiba, que estava de saco cheio de tanto se estrepar no trabalho e decidiu produzir uma orla de clones seus para que tomassem seu lugar nas cenas mais arriscadas, assim ele poderia evitar a fadiga, relaxar e gozar.

Como japonês é tudo igual, é claro que Chiba não teria dificuldade em arranjar sósias que tivessem aparência similar à sua. A única incoveniência seria encontrar alguém que manjasse das artes marciais tanto quanto ele achava que manjava. Não deveria ser tão difícil, afinal de contas, o Japão é um dos países que mais importam modalidades de luta mundo afora, mas acontece que naquela época o que mais fazia sucesso era o sumô, então a maioria dos atletas estava ligeiramente acima do peso.

Início[editar]

O resultado vale a pena!

Em 1900 e guaraná com rolha, a indústria japonesa de entretenimento era dominada por monstrengos gigantes tipo o Godzilla e outras aberrações, os chamados kaiju. Foi assim durante muito tempo, até que o diretor Akira Kurosawa decidiu quebrar os padrões e gravar filmes que fossem mais realistas, com protagonistas que fossem seres humanos, até porque a grana que era gasta com os defeitos especiais havia extrapolado o orçamento.

Na década de 50, Kurosawa rebaixou promoveu o ator Haruo Nakajima, que interpretava o Godzilla, a protagonista de um de seus filmes mais famosos, Os Sete Samurais. O problema é que, sem a fantasia tosca do lagarto mutante para se proteger, Nakajima ficava exposto aos perigos de fazer as cenas de ação.

Durante as filmagens, Nakajima acidentalmente enfiou uma espada de kendo no cu e ficou impossibilitado de continuar gravando. Foi aí que Kurosawa recrutou Sonny Chiba para substitui-lo quando necessário ou seja, sempre.

Meio[editar]

Sendo o único ator capaz de realizar manobras radicais, Sonny Chiba era sempre escalado para todos os filmes de ação japoneses, e ninguém percebia porque, como já foi mencionado no início do artigo, japonês é tudo igual e nem eles mesmos conseguem se diferenciar.

Em 1970, já saturado de tanto encher linguiça no cinema, Chiba decidiu recrutar asseclas masoquistas que se prestassem a colocar as próprias vidas em risco para deixar o cenário mais diversificado. Foi então que ele fundou o JAC, que na época era tipo um clubinho fechado para homens, mas depois ficou mais liberal e passou a aceitar também mulheres na seita.

Fim[editar]

Na verdade o JAC não teve fim, ele existe até hoje, mas foi modificado. Como a porra ficou séria, o nome foi alterado para algo mais profissional, virando o atual JAE. A principal empresa filiada ao grupo é a Toei Company, que virou cliente assídua desde a época do primeiro Kamen Rider, quando estabeleceu o monopólio televisivo japonês com seus tokusatsu. Os dublês que se destacavam chegavam a ser promovidos e ganhavam seus próprios seriados para estrelar, o que de vez em nunca ainda ocorre. Alguns chegam até a ir para Hollywood, como foi o caso do próprio Sonny Chiba, que fez uma ponta em Kill Bill após pagar boquete no Quentin Tarantino.

Quando Chiba decidiu se aposentar devido à idade avançada, quem assumiu a presidência do JAE foi seu antigo pupilo Kenji Ohba, juntamente com sua esposa Yuko Miyamura, que continuam tocando o negócio atualmente.