Jack Aitken

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Jack Aitken é um desses pilotos de corrida que ninguém nunca ouviu falar mas que correu na Formula 1 uma vez, então por isso aparece nas estatísticas. Em sua carreira não possui qualquer destaque ou boas colocações, sendo só mais um Tiago Monteiro e Pupo Moreno da vida em questão de destaque nas pistas. Por ter dupla nacionalidade, britânica e sul-coreana, Aitken precisou escolher uma, e sabendo que os orientais são discriminados na Formula 1, considerados barbeiros, Jack Aitken escolheu ser britânico.

Carreira[editar]

Série C da F1[editar]

Sua estreia em algum campeonato decente foi sua participação na Série C da F1 em 2016 pilotando pela Ardida Internacional, um carro que parecia um brinquedo da Playmobil, um desafio para Aitken que conquistou vários resultados medianos, uns pódios e até uma vitória. Mas como as pessoas estão tão interessadas na GP3 quanto no resultado de Ypiranga de Erechim contra Volta Redonda pela Série C, tanto faz o que Aitken fez na GP3, até porque nem foi campeão mesmo, nem no ano seguinte em 2017 quando usou o melhor carro, uma ART.

Série B da F1[editar]

No ano de 2018 fez sua estreia na Série B da F1 pela ART, e foi a partir de então que Jack Aitken passaria a se especializa em resultados medíocres e corridas sem brilho, ou seja, ele é tipo o Jenson Button, mas sem vitórias expressivas ou título de Formula 1. Destaque para a corrida em Sochi onde Aitken quase assassinou Luca Ghiotto.

Nas temporadas de 2019 e 2020 correu pela Campos Racing, mantendo seu eficiente modo de dirigir que o faz passar completamente despercebido nas corridas e conquistar todas as posições possíveis que não sejam vitórias ou quase-vitórias, ou seja, Aitken chegava de terceiro a vigésimo.

Formula 1[editar]

Em sua única oportunidade na Formula 1, apenas fez merda. Ficou em último. Bateu. Atrapalhou os outros. Tomou bandeira azul.

Igualando-se a lendas do automobilismo como Markus Winkelhock e Adolfo Schwelm Cruz, o piloto Jack Aitken correu UMA corridinha de Formula 1 e conquistou uma quase-última posição na corrida (evitada pelo mais eficiente Pietro Fittipaldi). Antes do GP de Sakhir de 2020 Lewis Hamilton foi diagnosticado com uma gripezinha, que aliás por ele ter um histórico de atleta nada de mais grave ocorreu com o então heptacampeão mundial da Formula 1 (algo que Aitken jamais será), porém Lewis precisou ser substituído mesmo assim, e como o substituto do campeão seria Stoffel Vandoorne a Mercedes não estava afim que seu carro ficasse lá atrás, então George Russell foi promovido da Williams.

Portanto quem passou a precisar de um substituto foi a Williams, o pior carro da temporada. A escolha por Jack Aitken foi certeira, pois claramente o objetivo da equipe era conquistar zero pontos (se já haviam passado 15 corridas a Williams não pontuou, é porque a vontade era essa) e a mediocridade do piloto correspondeu, Aitken não teve a menor chance de chegar em décimo para fazer 1 pontinhos sequer. Aitken ficou apenas com o 16º lugar nesse GP de Sakhir.

Havia ainda a última corrida de 2020 em Abu Dhabi, mas Russell que fez o favor de ficar em nono com um carro que ganhou quase todas corridas do ano, a Mercedes preferiu chamar um Hamilton doente de volta e Aitken não correu em Abu Dhabi.

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Pilotos da Fórmula 1