Inundação de cerveja de Londres

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Onda que atacou a população local.

A Inundação de cerveja de Londres foi um evento catastrófico, talvez para quem não estava com sua caneca de 2 litros no momento, ocorrido em Londres, na China Inglaterra em 1814. Na ocasião ocasional, um caminhão pipa de cerveja acabou estourando um de seus cabos, assim sucedeu que um trilhão de litros voaram na cara da galera presente, afogando, embriagando, trazendo cirrose hepática, etc. O único problema é que o local que rolou a inundação era pobreta, e só tinha uns cortiços e outros barracos feitos com camisinha usada, então quase ninguém se importa com o ocorrido...

Acontecimento[editar]

Tudo aconteceu em 17 de outubro de 1814, quando um caminhão cheio das cervejas estava de boas passando por lá, quando uma de suas cargas se desprendeu, assim estourou uma tonelada de litros de cerveja em cima das casas. Primeiramente uma onda de cerveja foi formada, e lá mesmo, uma surfista chamada Eleanor foi a primeira a morrer, já que ela pensou que seria uma boa surfar na cerveja, só que ela ficou bêbada e atropelou um barril, fazendo-a voar por milhares de quilômetros. Até hoje seu corpo nunca foi achado.

Local do ocorrido.

Logo em seguida duas casas foleiras foram atingidas pela maré bêbada, lá moravam uns mendigos desalojados sem saber o que fazer. Segundo autoridades da Interpool, os mendigos achavam de se tratava de um mijo dos deuses, e por isso começaram a tampar os narizes, só que ficaram sem ar e morreram. O velho que estava dirigindo o caminhão saiu correndo de lá, porém foi preso em flagrante. O único jeito que a polícia local conseguiu dar um fim no acontecimento foi beber todo o resto, e por conta disso mais 10 outros morreram por conta da cirrose hepática.

Reações públicas[editar]

O júri não prendeu ninguém, pois concluíram que aquilo foi um sinal de Deus, mostrando que cerveja é algo bom e quem não beber vai morrer. O vovô motorista acabou sendo solto, e ainda ganhou um prêmio por distribuir cerveja de graça para a população. Mesmo assim a cervejaria não se saiu muito bem, pois teve que pagar impostos pelas mortes. Contudo, após alguns anos eles conseguiram fabricar mais cerveja novamente. Entretanto, mais uma vez, demoliram o local e construíram, um teatro no local, 100 anos depois.

Robert Jenkinson, 2.º Conde de Liverpool, que era o atual primeiro-ministro da época, disse que a ocasião foi um ato falho, e que iria decretar 1000 anos de luto pelo ocorrido, já que ele gostava muito de cerveja, e o seu tio, Thomas Mulvey, estava no local, e ele também tinha morrido de cirrose hepática. Contudo, ninguém pouco se importou com o discurso dele, e Robert mudou a duração de luto para apenas dois minutos. Além dele, ninguém mais discursou ou falou a respeito do caso.