Hórus Bá

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Hórus Bá foi um faraó da II dinastia egípcia, um período da história do Antigo Egito em que houve um aumento brusco da burocracia até para poder plantar trigo na margem do Nilo. Hórus Ba é o mais figurante de todos os faraós da segunda dinastia, o que faz dele um dos eternos coadjuvantes da história da humanidade, assim como o índio Chaleira Preta e o Papa Urbano VII.

Registros[editar]

Diferentemente da maioria dos faraós dessa período, cuja biografia de dois parágrafos em qualquer livro supera a história da própria dinastia, Hórus Bá conseguiu a proeza de ser ainda mais obscuro que a época em que viveu, tendo ainda menos informações sobre ele do que sobre a segunda dinastia egípcia. Ninguém sabe porra nenhuma sobre o reinado de Hórus Bá, e seu nome clichê, seguindo a tendência do Antigo Egito de registrar em cartório o deus Hórus como parte do nome do indivíduo, não ajuda em nada na hora de diferenciá-lo de tantos outros zé-ninguém do período.

Hórus Bá é conhecido também pelo nome de Ba, que significa bocó, nome que faz alusão ao fato de ele ser provavelmente um daqueles caras que todo mundo passavam a perna. Talvez por isso hajam poucos registros sobre sua existência e menos ainda sobre seu reinado, já que ninguém quer se lembrar que seu país já foi governado por algum retardado, vide Brasil, que já elegeu uma anta estocadora de vento e um jegue com sérios problemas cognitivos e sem qualquer estudo básico para a presidência.

História[editar]

Embora não tivesse contribuído para porra nenhuma na história do Antigo Egito, Hórus Bá prova que ao menos pose para foto ele sabia fazer.

Assim como um figurante de filmes de terror, Hórus Bá não teve uma história interessante. Na verdade, Hórus Bá sequer teve uma história, já que sua existência nesse mundo sempre foi insignificante. Hórus Bá nasceu em algum período da II dinastia egípcia, em algum momento entre 2890 a.C. e 2686 a.C. Não se sabe ao certo onde, já que personalidades históricas desse calibre costumam ter seus registros apagados por tempestades ou pela ação do tempo, já que Cronos não gosta de inúteis.

Filho de um casal aleatório de nômades do deserto, Hórus Bá foi nomeado em homenagem ao deus Hórus, para quem seus pais rezavam inutilmente todos os dias esperando alguma ajuda divina para ajudar a pagar o aluguel de sua casa de argila. Desde cedo Hórus Bá teve de ralar para ajudar sua família em casa. Saía todos os dias com seu pai para catar escorpiões para fazer um espetinho, que costumava ser servido acompanhado de salada de cactus por sua mãe.

Apesar das dificuldades, eles eram uma família feliz. Mesmo não tendo qualquer estudo, seus pais o incentivavam a estudar, já que não queriam que seu filho fosse um fodido como eles na vida. Apesar de gostar de suas aulas de Mumificação I, Hórus Bá era burro, e levava mais que o triplo do tempo das outras crianças para aprender um conceito básico.

Mas Hórus Bá era esforçado, e não desistia nunca. A cada zero que tirava numa prova, ele esboçava um sorriso e afirmava que um dia seria o faraó. Obviamente isso só fazia dele um motivo de chacota para as demais crianças, que passaram a chamá-lo de bocó, apelido que posteriormente teria gerado a alcunha pela qual ele era conhecido, Ba.

Mas como a vida é uma caixinha de surpresas, o inesperado acontece: após ajudar o até então faraó Binótris a catar uns escorpiões que tinham invadido seu quarto, ele se torna seu sucessor direto, ganhando não apenas os ingredientes para a refeição do dia, mas também o direito de ser o faraó após a sua morte. Infelizmente, Hórus Bá não conseguiu honrar o legado de seu antecessor, já que era idiota demais para entender de políticas de administração. Hórus Bá faleceu esquecido em seu trono, sem nunca ter feito nada de útil para o Egito, sem família, sem amigos e com o povo cagando e andando para sua morte.

Ver também[editar]