Gunnhild, Mãe de Reis

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Viking dinamarca.jpg Ek est årtikkel Vikingen!

Este artigo veio das frias terras dinamarquesas! Ele gosta de remar, louva Odin e o Deus Metal, não tem nenhum senso de privacidade ou de educação e seu autor chegou ao Valhalla. Não vandalize ou envolva a Finlândia neste artigo!

Este artigo é relacionado à história.

O criador deste artigo é um pseudocomunista que fuma maconha.

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Gunnhild, a MILF fatal, prestes a executar mais um fracassado

Gunnhildr Gørmsðóttir foi uma rainha da Noruega, esposa do berserker Erik, o Machado Sangrento. Gunnhild não era tão boa de machado quanto seu marido, mas o que ela não tinha de força tinha de malemolência, estando mais que qualificada para o cargo.

Filha do rei Gosma, o Senil e irmã de Harald Dente-Azul, seu pai era exigente e queria que todos seus filhos fossem guerreiros implacáveis no campo de batalha, como todo pai viking. Mas num certo solstício, ele deu uma fraquejada e nasceu Gunnhild. Gosma nem ligou, afinal todas suas crias seriam porras-loucas como ele, independente do que tinham no meio das pernas.

Reinado com Erik[editar]

Gunnhild aprendeu a manusear a espada (não essa que você tá pensando, e ela cortaria sua língua por pensar isso) mas também especializou em lábia, habilidade essencial a qualquer mulher viking que se preze. Conheceu Erik e foi amor à primeira vista, finalmente ela tinha achado a metade de sua laranja malévola. Casaram-se, unindo os reinos da Noruega e Dinamarca numa só potência que assombraria a Europa por séculos.

Erik era o filho favorito de Harald Cabelo Belo e o próximo na fila para assumir o trono. Mas infelizmente, os outros 19 filhos de Harald não concordaram e assim que ele morreu, começou o arranca-rabo, onde claro, Erik e Gunnhild levaram a melhor com folga.

Gunnhild tinha fama de bruxa, pois era mesmo. Com sua magia negra, finalizou pessoalmente vários de seus cunhados invejosos, permitindo a Erik oprimir a Noruega com seu machado de sangue tirano. Mas havia um último irmão que era imune a seus poderes ardilosos: Haakon. Um cara legal e imbuído da luz, ele desafiou a megera a um duelo fodástico. As (arti)manhas de Gunnhild não foram páreo para Haakon, que de tão bom a venceu e se tornou Haakon, o Bom, o 3º rei da Noruega.

Filhos[editar]

A mãe Gunnhild, botando ideia de jerico na cabeça dos rebentos

Gunnhild então mudou de estratégia. Se seu marido tinha se lascado, ainda tinha um plano B, seus filhos. Voltou para casa, onde foi recebida por seu mano Harald Dente-Azul que a essa altura já rei da Dinamarca e, querendo transmitir o que sabia, aceitou treinar os sobrinhos como seus padawans. Depois de anos juntando os cacos e tramando sua vingança, Gunnhild voltou à Noruega com um exército nas costas e sangue no zóio.

No quiprocó de proporções épicas que veio, Haakon ganhou a luta mas perdeu o principal, a vida. Gunnhild explorou o vácuo e seu melhor filho Harald Manto Cinzento tomou de conta; ela podia agora voltar a influenciar malevolamente o reino, tudo havia voltado ao normal. As demais crias ganharam feudos de presente para felicidade geral da nação e Gunnhild assumiu então esse título bacana, a Mãe de Reis.

Gunnhild teve seu fim quando Dente-Azul cansou de aturar a irmã mala e chamou Haakon Sigurdsson, filho de um desafeto morto por ela, para despachar a bruxa. Já véia e frente a outro Haakon, não teve chance. Foi morta por afogamento para economizar no enterro e já sepultada no mar, assim como seu finado marido.

Ver também[editar]

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v d e h
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