Gravity Rush

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Virtualgame.jpg Gravity Rush é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Lavos destrói o mundo.

Gravidade Apressada
Gravity Rush cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Estúdio de Japas
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2012
Gênero Simulador de enjoo
Plataformas Game Boy Preto esquisito
Avaliação 7/10
Classificação indicativa Livre

Cquote1.svg Ovo vomitá Cquote2.svg
Érick Jacquin sobre Gravity Rush
Cquote1.svg Vouz vouz eau deuxin tu le vagine!? Cquote2.svg
NPC aleatório praticando a língua fictícia do jogo

Gravity Rush (conhecido no Japão como Gravity Daze, um título que os americanos não acharam empolgante o suficiente) é um simulador de enjoo de mundo aberto lançado em 2012 para um Game Boy Preto esquisito e que por muito tempo as pessoas acharam que era só mais um indie qualquer e não um jogo da Sony mesmo.

Como qualquer jogo que saiu para PlayStation Vita, para ter um mínimo de reconhecimento precisou ser relançado como Gravity Rush Remastered para PlayStation 4, com a palavra "Remastered" meramente ilustrativa porque um jogo chamado "Gravity Rush PS4 Port" não seria um nome impactante. Sua sequencia foi desenvolvida pra um console de verdade pro Play4 desde o começo, e é portanto um jogo 500 vezes mais completo e acabado.

Desenvolvimento[editar]

Este jogo foi criado pela Sony Computer Entertainment e dirigido pelo mesmo cara que fez Silent Hill e Siren, possivelmente os dois jogos da existência que tem menos a ver com uma garota kawaii flutuando por ai com seu gato na pseudo-França. Cansado de ser sempre catalogado como um "diretor de jogo de terror", apesar de só ter feito jogos de terror toda sua vida, ele bolou um pitch de um jogo que daria o oposto de medo ao jogador e a Sony curtiu a ideia, talvez meramente para dar algum uso para a esquecida função de giroscópio do PS Vita, afinal ninguém comprava Call of Duty: Black Ops: Declassified e FIFA 13 (basicamente os dois jogos de PS Vita que venderam mais de 100 unidades) para ficar mexendo a tela.

O resultado desejado pelos desenvolvedores seria garantir uma experiência inédita de enjoos, cinetose e epilepsia de rivalizar com o episódio proibido do Porygon. A direção de arte escolheu o uso do cel shading primeiro porque não teriam capacidade de fazer gráficos realistas e essa era a desculpa perfeita para fazer os longes horizontes do jogo serem apenas borrões, e segundo que passaram tempo demais assistindo O Quinto Elemento e lendo O Incal. Aparentemente, Batman também foi uma inspiração, mas ninguém descobriu como ainda.

Naturalmente o jogo posteriormente foi portado para PlayStation 4 e precisou adaptar a função de giroscópio para o controle do PlayStation 4, o que basicamente força o jogador a ter que jogar Gravity Rush Remastered com as mãos e os braços engessadas porque se mover um pouquinho a tela já se desloca para os lados, para o alto ou para baixo, se o jogador tiver Mal de Parkinson então ele nem conseguirá enxergar a personagem. Ainda bem que essa função pode ser desativada no menu de opções.

Jogabilidade[editar]

Kat mirando no cu de mais um inimigo.

O jogo inteiro gira em torno de negar os conceitos mais básicos da física mecânica e controlar a gravidade como se a mesma fosse uma força mágica e não um conceito da física. Dessa forma, ao apertar de um botão (Button-r1.png) o jogador pode andar em paredes, tetos, ou simplesmente sair voando por aí. O grande desafio está em sobreviver a essa experiência sem precisar vomitar ou cair estatelado no chão numa convulsão de ataque epiléptico pois a tela propositadamente vai sempre assumir os piores ângulos para causar o maior desconforto sensorial possível ao jogador.

Além de aguentar o enjoo, outro obstáculo são inimigos chamados de Navi, monstros feitos de cocô cujo ponto franco sempre são o seu cu com hemorroidas brilhantes, inchadas e avermelhadas, com algumas exceções de inimigos onde os pontos francos são as virilhas com perebas ou espinhas purulentas inflamadas nas costas. Como são monstros meramente genéricos, é só matá-los sem culpa.

Tanta dificuldade é compensada apenas no fato de que o jogador é liberado em livremente assassinar quantas pessoas quiser, agarrando-as em seu campo de gravidade e arremessando-as para a morte certa nos vários abismos da cidade.

Enredo[editar]

Kat, a protagonista extremamente inocente, sendo ludibriada por um velhote pervertido.

O jogo se passa num mundo alternativo no qual a cidade de Curitiba foi transformada numa cidade flutuante sobre um abismo infinito no qual calçadas e pontes sem qualquer proteção margeiam esse constante abismo e as pessoas vivem normalmente sobre isso. Obviamente todas as pessoas são mal educadas, frias e egoístas, não apenas por ser Curitiba, mas porque o risco de cair num abismo infinito está sempre presente na vida dos cidadãos. Nada faz sentido e nada faz lógica nesse mundo, de onde vem a comida das pessoas ou a matéria-prima de todas construções?

É nesse mundo bizarro que uma garotinha loira chamada Kat acorda num parquinho, uma garota convenientemente com amnésia o que dispensa o roteiro ter que explicar o passado dela, e nem se preocupe demais com esse mistério do passado de Kat, até o fim do jogo ela não vai recuperar nada da memória, na verdade o máximo que vai acontecer é aquele velho clichê de que "tudo é apenas um sonho". Kat, uma estrangeira naquela cidade de malucos, precisa lidar com o mau humor constante dos cidadãos e usar um gatinho mágico chamado Dusty para infernizar ainda mais a vida dos outros ao destruir tudo em seu caminho e eventualmente arremessar pessoas aleatórias e inocentes para uma morte certa e horrível no buraco infinito. Eventualmente Kat faz sua casa no esgoto e não tem vergonha nenhuma de dormir nua enquanto ao longo de sua jornada de recuperar sua memória ela conhece só pessoas malucas, como um policial mulherengo chamado Syd, uma ventríloqua cartomante chamada Aki e um Tusken Raider chamado Alias.

Na completa falta de coisas para fazer, Kat decide trabalhar para juntar as quatro partes da cidade flutuante, e para fazer isso entra dentro de um tiozão barrigudo, isso mesmo, para atravessar três mundo lisérgicos de Super Mario Galaxy enquanto enfrenta a resistência de uma gótica puta louca chamada Raven que depois vai virar amiguinha.

Eventualmente Kat também desce nas profundezas do abismo infinito onde encontra uma cidade de crianças perdidas, ajudando a ligar um aerolito em formato de meio-fio gigante para tirar aqueles moleques ali de baixo. Ao retornar para a superfície Kat descobre que passou 1 ano, e porque? Ninguém explica, como nada nesse jogo é explicado, mas certamente deve ter algo a ver com gravidade e relatividade geral, mas os desenvolvedores não eram tão versados em ciência para explicar qualquer coisa desse tipo.

No final de tudo, o prefeito de Curitiba criou um testículo de aço gigante que teoricamente seria utilizado para proteger a cidade dos monstros, mas o mecanismo obviamente sai de controle e começa a ejacular sobre a cidade inteira e ele acaba sendo o último chefão.