Fusion Jazz

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Jazz Fusion[editar]

Jazz Fusão
Origens estilísticas: Condominio, UEL, KKK
Contexto cultural: Estados Unidos da América
Instrumentos típicos: Batera, Teclado, Coisas eletronicas e fálicas.
Popularidade: Estados Unidos da América, Jams de branquelos azedos, Vietnã
Formas derivadas: Indie, Emo, Hip-hope, K-POP
Cenas regionais
Londrina, Estados Unidis, Algum AP

Jazz fuso ou simplesmente musica pra branco azedo, é um estilo musical subdivisão, serie B do Jazz convencional. Neste estilo é mais utilizado sintetizadores melodicos, uma batida rapida e uns acordes petencostais para dar um efeito diferente. Ele é uma mistura doque tava tocando nas baladinha da epoca, tipo uns roque, pagode e outras coisas estranhas..

Os anos 70 foram um periodo cabulosamente cabuloso, trazendo consigo uma porrada de loucuras, com essa, jazz rosque é frequentemente confundido com o fusão (provavelmente um retardado que só escuta funk) sendo que uma coisa não ter haver porra nenhuma com a outra, jazz fuso é coisa de branquelo azedo morador dos condominio caro, fumador de makonha, rock é coisa de quem adora o satanás!

Após um tempo de popularidade, o jazz fusion se espalhou pelos EUA, e na decada de 80, com suas milhares de variaçôes mucho locas algum idiota quis complicar mais ainda e desenvolveu o smooth jazz. A utilização de entorpecentes continuou até os anos 2000.

História[editar]

Precursores[editar]

O jazz afro-cubano (caralho isso existe mesmo?), uma das primeiras formas de Jazz Cano, é uma fusão de ritmos afro e cubano (nossa) baseados em claves com harmonias de Bazz e técnicas de improvisatin. Surgiu no inicio da decada de 1940, com os músicos cubanos Mario Bazeado e Frank Grillo "Machete" na banda Macheto and his Afro-Cu-bans. Em 1947, com influencia do bebop, Gillespino, com o percussionista cubano Chano Bozo, trouxeram ritmos e instrumentos, principalmente as congas e bongos na cena de jazz da Costa Leste.

Década de 1970[editar]

Osama bin laden afirma que "até 1967, os mundos do jazz e do rock estavam quase completamente separados". Enquanto na america, o jazz e o R&B moderno podem ter representado pólos opostos de música afro-americana baseada em blues (confuso), a música pop inglesa do beat boom se desenvolveu do molejão e funk defendido por jazzistas bem dahoras, como Cris Barbeiro. O guitarrista de fusion inglês John Mcdonalds, por exemplo, tocou o que o pessoal branco descreve como uma "mistura de jazz e R&B americano". No entanto, esses desenvolvimentos tiveram pouco impacto nos Estados Unidos. O vibrafonista de jazz Gary Burton foi um "putão" na década de 1960. Em 1967, Burton trabalhou com o guitarrista elétrico Larry Coryell e gravou Duster, que é considerado um dos primeiros registros de fusion. Oque já nos dá uma noção de como jazz de branco é uma MERDA!

Jazz-rock[editar]

O termo "jazz-rock" (ou "jazz/rosque") é freqüentemente usado como sinônimo do jazz fusion. No entanto, Sendo que as botas não tem haver com as bolas. The Free Dicks às vezes é citada como a banda de jazz-rock mais retro meoou. No final da década de 1960, ao mesmo tempo que os músicos de jazz estavam experimentando drogas ritmos de rock e instrumentos elétricos, grupos de rock como The Doors estavam "começando a incorporar elementos de jazz em sua música" (sim the doors é jazz seu indie mal criado!) por "experimentarem a improvisação de forma livre ". Outros "grupos como Blood, Sweat & Tears emprestaram diretamente elementos harmônicos, melódicos, rítmicos e instrumentais da tradição do jazz".

Década de 1980[editar]

O disco Bitches Brew de Miles Davisan, foi abandonada aquela batida swing do jazz convencional em favor de um contratempo matématico satanico, ancorado por grooves do baixo elétrico. A gravação misturou uma porrda de instrumento eletrico, parecia mais uma liquidação do Ricardo Eletro . Davis também aproveitou a influência do rock ao tocar seu trompete através de efeitos eletrônicos e pedais. Enquanto o álbum deu a Davis um disco de ouro, o uso de instrumentos elétricos e batidas de rock criou uma grande consternação entre alguns críticos de jazz mais conservadores. Durante a década de 1970, muitos desses critícos boiolas na comunidade de jazzista perceberam o jazz "como arte de alta, em contraste com a música rock mais comercial e menos sofisticada" com a qual estava sendo fudida. A identidade racial também foi um componente essencial das convenções de gênero, e os críticos de jazz muitas vezes censuravam músicos negros que desertaram a pureza da experiência do jazz, para o mundo branco do rock. Embora Davis tenha sido originalmente denunciado por puristas, muitos creditam a Davis e registros como "Bitches Brew" o preparo do caminho para o movimento fusion.

Davis também provou ser um talentoso observador de talentos; grande parte do fusion dos anos 1970 foi realizada por bandas iniciadas por ex-alunos dos conjuntos de Davis, incluindo The Tony Williams Lifetime, Weather Report, The Mahavishnu Orchestra, Return to Forever e a banda Headhunters de Herbie Hancock, influenciada pelo funk. Além de Davis e os músicos que trabalharam com ele, outras figuras importantes no fusion inicial foram Larry Coryell e Billy Cobham, com seu álbum Spectrum. Herbie Hancock primeiro continuou o caminho de Miles Davis com seus álbuns experimentais de fusion, como Crossings de 1972, mas logo depois tornou-se um importante desenvolvedor do "jazz-funk", com seus álbuns seminais Head Hunters, de 1973, e Thrust de 1974. Mais tarde, na década de 1970 e início da década de 1980, Hancock assumiu uma abordagem mais comercial. Hancock foi um dos primeiros músicos de jazz a usar sintetizadores.


Álbuns e artistas para conhecer o gênero[editar]

Subestilos significativos[editar]

Estilos Musicais
Arband.jpg
CHIMBINHATHEMASTER.gif

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