Francisco Macías Nguema

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Francisco Macías Nguema
Francisco Macias Nguema pre-execute.jpg
Francisco aMacias, momentos antes de rebocar El Paredón de la Guinea com partes de seu corpo
1.º Presidente de Distrito Federal da Guiné
No cargo
Dia das Crianças de 196803 de Agosto de 1979
Primeira-dama Qualquer espanhola que estivesse presa de férias naquele buraco
Antecessor João Ninguém
Sucessor Teodoro Obi Wan
Pessoal
Nascimento Reveillon de 1924
Foz do Rio Muni no Oceano Atlântico, Bandeira da Guiné Equatorial Guiné Equatorial
Morte 29 de Setembro de 1979
Paredón, Bandeira da Guiné Equatorial Guiné Equatorial
Profissão Babelfishman
Partido Era adepto do CHUTE do Futebol Americano

LA · MÚGE · PTRC · FMEG · LCA · LDB · CDB · CDI ... Francisco Amacias Paus de Nigguema, Wuz Mez-n' Meme ou Masie Nigguema Biyogo Ñeggue Ndong (Bacia das Almas do Rio Muni, ? de ??????? de ???? – Parede de Malabosta, 29 de setembro de 1979) é um negão tri-nome ex-presidente da ex-Guiné Espanhola. Este é mais um dos ex-presidentes africanos que governaram com maestria, seus países sob o regime cleptocrata e ao mesmo tempo, tinham sérios problemas com alucinógenos. Em 1968, foi presenteado com uma colônia pelo líder democrata Francisco Franco ganhando a Guiné de mãos beijadas, sem precisar mobilizar anticolonialistas e nem passar por aquelas guerras cinematográficas que seus vizinhos tiveram de fazer para ter o mesmo direito. Francisco da Macieira foi um dos dois presidentes da Guiné Equatorial, por falta de alguém menos pior pra ocupar o cargo e foi deposto por ninguém menos que seu sobrinho, dez anos depois de ter se apossado do poder.

Biografia[editar]

Francisco Macío foi abandonado nas margens do Rio Muni em data desconhecida e achado em 1 de janeiro de 1924, sendo essa a data adotada por ele nos documentos oficiais. Quando nasceu (e ainda hoje), a Guiné Equatorial não era abissal, mas era um lugar tão fodido quanto. Sendo assim, ele não pode ter sido registrado conforme manda a ONU, sendo simplesmente apelidado de “filho de chocadeira”, já que ninguém sequer sabia de que cu tinha saído aquele moleque.

Aquele menino cresceu em meio a tribo de Paulo Zulu, na época eleito presidente da tribo para um mandato de 24 anos. Político desde a tenra idade, seu primeiro golpe foi dado quando os espanhóis resolveram tomar posse de facto de toda aquela área adquirida conquistadaganha por eles. Quando os espanhóis chegaram, Zulu pensou que fosse se tratar de uma esquete do Monty Python, até que os gringos sacassem suas carabinas e proferissem palavras racistas para os tribais. Com a invasão, Zulu que não era bobo nem nada pegou o primeiro bote rumo aos Estados Unidos que por azar, acabou vindo para no Brasil, onde o ex-tribalista faz sucesso até hoje. Macías dedurou aos espanhóis o paradeiro de Paulo Zulu, o que o fez ganhar respeito entre os colonizadores.

Com o estabelecimento da colonização espanhola, Francisco Amacias passou a morar em casa de gente branca — ou só casa, já que os nativos de lá viviam no meio da selva — onde recebeu educação moralmente bela e iniciou a catequese.

O pouco tempo que teve com a televisão (na Guiné só pegava a BBC e a CBS), teve a oportunidade de ver uma partida de futebol americano. Entre ou outra concussão, tinham algumas cobranças de chute o qual Macías acompanhava atentamente. Para ele, aquele era o melhor momento da partida. O fascínio era tanto que alguns anos depois ele resolveu criar um partido com o nome da cobrança para concorrer as eleições democráticas do ano de 1968.

Em uma das poucas imagens coloridas do futuro presidente, foram nas limpezas de banheiro que era obrigado a fazer que Macias angariou simpatia ao colonialistas espanhóis, ao Astolfo, ao KKK e outras figuras que defendiam a supremacia branca.

Funcionalismo público[editar]

Em 1938, Francisco foi reprovado quatro vezes num concurso público realizado pelos espanhóis para o Departamento de Lavagens de Mictórios da sede da administração local. Na quinta reprovação, conversou com os colonizadores, deu o jeitinho e conseguiu ser aprovado para a função onde desentupia privadas do prédio em troca de algumas pesetas. Ali ele teve contato com bosta de muita gente, o que provavelmente deve ter afetado sua cabeça a ponto de apoiar a extinção da própria raça. Algumas fontes justificam tal sequela devido ao modo como desentupia os vasos, com a boca.

Tamanha sua simpatia pelos hispânicos, Macías passou a ser o caseiro da administração espanhola, uma espécie de faz tudo naquela colônia. Foi guardinha florestal, coroinha, bispo, padre, flanelinha, pedreiro, agente de obras, padeiro, cafeicultor, mestre de obras, garçom, manobrista, porteiro e antes da emancipação ainda ganhou uma fazenda de café.

Como agradecimentos pelos serviços prestados, Francisco Franco emancipou seu xará africano em 1950. Assim poderia ser nomeado pelo governo espanhol sem Temer algum golpe, motim ou coisa parecida, já que o Francisco guineano chupava suas bolas. Sendo assim, no ano seguinte foi colocado na administração do distrito dos Mongols.

Início da carreira política[editar]

Francisco já buscando apoio dos espanhóis pra ver se consegue mandar naquele brejo sozinho.

Já na década de 60, aproveitando a modinha de seus vizinhos que buscavam independência dos europeus e visando uma futura vida de rei igual seus contemporâneos Idi Amin, rei escocês e de férias na Uganda, e Robert Mugabe, do poderoso Zimbabué, Francisco não Amacia pra Ninguem e resolveu forçar a barra com seus, digamos... donos, a fim de conseguir mandar daquele cu de mundo sozinho, ao invés de ter que prestar contas com os europeus que estariam pouco se fodendo pra aquilo.

Em 1968, participou de uma conferência em Madrid para o estabelecimento de um monte de regras inúteis num calhamaço de papeis que seriam rasgados por ele mesmo alguns meses depois. Naquela ocasião, notabilizou-se por enlouquecido, resultado de seu esquecimento em tomar duas cápsulas do Gardenal horas antes. Nggmas disse:

Cquote1.png Yo, como un ariano puro, hablo que la África es libre gracias a Hitler! Hail, Furrier! Cquote2.png
Francisco Niggemas

Ao fim da conferência, ficou estabelecido que os espanhóis abdicariam daquelas terras de uma vez por todas, afinal, aquelas terras não produziam porra nenhuma.

Para a passagem do bastão, foi estabelecido uma comissão de abutres responsáveis por cuidar de toda aquela carniça que era aquele Estado falido para tomarem de conta assim que os espanhóis deixassem aquele lugar. A comissão, encabeçada por José Bonifacio Undo Ondó Indu Edu Adu, cada um no seu quadrado e tendo ele como vice, saqueou aquele pobre estado de 64 até chegada a grande hora, em 1968. A partir de então os mandos e desmandos ficaram por conta de Francisco que resolveu seguir carreira solo.

Início de governo[editar]

Francisco assumiu em Macías condições, sendo inclusive amaciado pelos espanhóis nos primeiros meses de governo, quando ganhava alguns mantimentos para seu povo: ele, suas dezenas de esposas e seus milhares de filhos.

Assim que descobriu que tinha sido tapeado pelos espanhóis, Macías resolveu que era a hora de tacar o terror nos espanhóis e fazer espanhola nos dotes das mulheres europeias. Para ajudar a criar o clima de Pânico da TV da Band e afugentar os maricas da Espanha, o governo do macieira chamou seus seguidores correligionários (na época não existia Twitter) e estabeleceu primeiro um toque de recolher à noite, o primeiro e único da história destinado a pessoas brancas, a fim de que facilitassem o trabalho, já que eles só atirariam no que conseguissem enxergar naquele breu.

Introdução da dita dura[editar]

Alguns dias depois de decretada a caça aos espanhóis, um ministro de seu governo, Atanasio Ndongo, resolveu tentar puxar o tapete do presidente no sugestivo ano de 69. O ato foi tão falho que acabou fortalecendo ainda mais aquele desgoverno, além do motinador ter perdido sua esposa. Por causa desse cagaço produzido por Ananasio e Sua Trupe™, o então presidente resolveu baixar a dita dura — ou não, já que quanto maior pior de endurecer fica — se autodeclarando depois como presidente que vai realizar várias eleições democráticas com um só candidato e ganhar todos eles até a morte, assim como seu colega de bar, Robert Mugabe.

Uma das primeiras medidas do tirano, foi imprimir papeis sem valor que seriam usados como moeda de troca e que tinham desenhados uma das maiores figuras políticas e carismáticas do país... ele mesmo.

Afim de mostrar ao mundo a democracia em que vivia os guinéu-equatorianos, convocou alguns anos depois eleições democraticamente democráticas, mas que por infelicidade do destino ou talvez porque quem resolvesse tentar a sorte pudesse terminar a disputa à sete palmos da terra, só contou com um mísero e rico candidato. O ganhador foi unânime, eleito com 99% dos votos. Depois do fato, Nelson Rodrigues escreveu aquela celébrica frase no editorial do O Globo do dia seguinte — ou talvez deva ter morrido sem saber da existência daquele buraco de merda.

Arrocho da dita dura[editar]

Não obstante, Macías resolveu dobrar o seu valor, ainda que aquela moeda valesse tanto quanto o dólar.

Em comemorações de Natal, o Macias desceu a madeirada na população com uma espécie de AI-5 comunista. Um das medidas estabelecia que só o Partido dos Trabalhadores poderia se candidatar aos pleitos realizados naquele curral, criando assim um ambiente absolutamente democrático. O dito duro também estabeleceu o toque de recolher ao anoitecer, eliminando assim qualquer tipo de ocorrência criminal naquele país, já que assim não teriam negros na rua depois das 18h.

Por ser um homem muito a frente de seu tempo, se autonomeou Major-general. O mais perto que Macías tinha chegado do militarismo até então, tinha sido como engraxate dos militares espanhóis. Menos mal que os exércitos adversários eram a mesma bosta. Sendo assim, as batalhas que ele teve de comandar se resumia a meia dúzia de negos batendo cabeça um com os outros, quando muitas das batalhas terminavam sem ganhador ou no caso da disputa pela ilha de Mbanié, não foram a lugar nenhum, permanecendo em disputa até os dias de hoje.

Em seu tempo ocioso — coincidente com o tempo em que foi presidente — quando não estava assinando alguma medida extravagante, Francisco Macías assinava leis essenciais ao desenvolvimento de qualquer nação, como a transferência do Banco Central pro quintal de sua própria casa, leis que obrigavam a população a carregar o mesmo nome ridículo que sua a tribo deu a ele e principalmente, títulos e mais títulos, que se juntaram a outros que já tinha, conquistados na época em que praticava o futebolismo.

O work-a-holic africano passou a acumular funções dentro do seu próprio governo, passando a ser ministro de todos os ministérios de seu governo (sorte dele que não tinham tantos ministérios como no Brasil). Com isso, foi deixando de tomar seus remédios antipiréticos, analgésicos e antidepressivos, o que o levou a ter sérias crises de personalidades — que seriam consideradas normais nos dias de hoje, Lady Gaga que diga. Como efeitos da falta desses medicamentos, Macías achou que poderia distribuir gás às lamparinas através do poder da Macumba. Ora, todos nós sabemos que a macumba só tem poder entre famosos ou conhecidos próximos, não com presidentes, ainda mais incrédulos como ele.

Em 1976, Francisco Macías já era considerado o maior filho da puta que apareceu naquela quebrada (junto com Idi Amin, Bokassa e Mobutu). A população sofria com a fome, a miséria, a falta de perspectiva, a fome mais uma vez e trabalhos não-remunerados com escala 36x7, só não sofrendo com o desemprego porque não tinha quem empregasse alguém naquele país, pois todo mundo era fodido. A economia funcionava na base do troca-troca, incluindo a prostituição. O Franciscano dizia que aquele era o verdadeiro comunismo, pois não tinham fábricas nem dinheiro, a população comia tudo o que era produzindo na própria terra e não se consumia futilidades como açucar, pão francês e leite, só o mais puro prato guineano, como formigas cabeçudas e secas, bernes e mais nada. Seu governo não teve um Ministério da Fazenda propriamente dito, não por ser comunista, apenas por não saber contar mesmo.

Golpe contra um governo democraticamente não-eleito[editar]

Chegada a primavera de 1979, seu sobrinho, Teodoro Obina, estava de saco cheio de almoçar saúva (sem farofa) e resolveu que aquela era a hora de aumentar a dita dura abaixada há mais de dez anos e poder comer um Big Mac numa filial do Mc'Donalds do próprio país. Para isso, chamou um mano que era só o Elogio e foram juntos rumo a capital, ver se voltavam um escalpo do Macías numa bandeja.

Assim que caiu, seu sobrinho-Judas entregou Francisco Macías nas mãos de Deus do Superior Tribunal Militar (não a do Brasil) para que fosse julgado como manda os direitos humanos, apesar do julgado ter sido um carniceiro enquanto presidente.

Morte[editar]

Assim que foi dada a sentença del paredón, método preferido de Macias e que coincidentemente a sentença dada pelo Tribunal por crimes que ele cometeu. Por ser muito querido pelos cabeças de bagre de seu país, Francisco foi aMacíado por balas de Marroquinos, terminando assim uma ditadura comunista e dando início a outra ditadura, dessa vez capitalista. De qualquer forma, passados mais de 40 anos da morte desse senhor, a população da Guiné Equatorial ainda não viu a cor de um pão francês.

Títulos[editar]

  • Líder com Áceros
  • Mestre da Educação, Ciência, Cultura e Artes Tradicionais
  • Milagre Único da Guiné Equatorial
  • Grande Líder Popular Revolucionário da Guiné Equatorial
  • Fundador Máximo do Estado Guineano
  • Chefe Supremo da Revolução Guineada
  • Primeiro Trabalhador do Povo Trabalhador da Guiné Equatorial
  • Pai de todas as crianças revolucionárias
  • Honorável e Grande Camarada
  • Taça Guanabara de 1930
  • Campeonato Carioca de 1948
  • Rei do Rio do Ano de 1972