Fim dos Mundos

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A saga mais "onde é que eu tô?" do Sandy e Júnior Man.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Hotel California Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Fim dos Mundos

Fim dos Mundos, que no original na verdade é "World's End", ou seja "O Fim DO Mundo" só, é uma saga do clone do Robert Smith que foi feita numa época em que o Neil Gaiman estava já de saco cheio de escrever as mesmas coisas sobre o personagem dele lá e decidiu inventar um monte de porra sem sentido nenhum em que o personagem mal aparece de verdade. Noutras palavras, um enchimento de linguiça profissional!

A história. Ou seria melhor dizer "as histórias", já que tem um monte aqui?[editar]

  • Um lero-lero de duas cidadezinhas (edição 51): Brant Tucker tem seu carro quebrado no meio da estrada e carrega sua maninha Charlene, que tá meio dodói, pra um misterioso hotel such a lovely place, such a lovely face chamado "O Fim dos Mundos", e um maluco começa a falar de um tal de Robert, que começou a ficar com esquizofrenia e achar que duas cidades possuíam alma, e ficava passeando por elas por motivo algum, só porque achava que conversava com elas e tinha virado o mensageiro delas entre elas mesmas;
  • O papo furado do Cluracan (edição 52): O fado (nem sei se isso é o masculino de fada, porém foda-se) Cluracan começa a contar um papinho de seu reino, que rolou com sua Rainha Titânia, que mandou o Cluracan e sua maninha Nuala (a futura serviçal do Sandman) para uma missão no final do arco-íris cantarolando a musiquinha de O Mágico de Oz;
  • Um leviatã brabinho (edição 53): Um marinheiro chamado Jim, agindo como um belo pescador, conta do dia em que ele e sua tripulação conseguiram capturar um leviatã, com a ajuda do capitão dele, o Hob Gadling (aquele amigo imortal do Sandman);
  • O Menino de Ouro (edição 54): Um velho maluco que começa a falar de um suposto presidente hippie dos EUA chamado Prez Rickard, na verdade uma desculpa esfarrapada pro Neil Gaiman dar uma de Grant Morrison e resgatar do cu da DC Comics um personagem que ninguém nem faz ideia de quem seja;
  • Cerimônias malucas (edição 55): O Petrefax, um centauro parente do Motaro, começa a falar de um viajante que teria recebido a visita de seis seres bizarros (os irmãos do Sonho) só para contarem historinhas pra boi dormir;
  • Quando rola o fim do mundo - só que não (edição 56): Charlene acorda e começa a contar uma historinha de como sua vida era uma bosta. Bem, de repente aparece nos céus um maluco com livro, uma mina porra louca com cabelo multicolorido e uma mina de preto com cara de cu, todo mundo taca o foda-se para a historinha da Charlene e por fim, ela acaba ficando lá no hotel pra ver se vira alguém interessante ou uma puta paga. Já o seu irmãozinho nunca mais consegue achar o local do hotel, nem registros de que sua irmã existiu. É, eu acho que essa saga foi uma puta viagem no ácido do Brant e nada mais...

E o que esse monte de merda tem a ver com alguma coisa da saga?[editar]

Nada, óbvio. Quer dizer, tirando o fato de que a última história dá um puta spoiler do que vai acontecer no final da saga seguinte com um monte de gente, inclusive a Siouxsie Sioux de pobre, participando de um enterro e ela mó tristona, como se um parente dela tivesse ido pra sua cidade, a de pés juntos, faz qualquer um já dizer "ih, fodeu, o Robert Smith clone vai morrer..."

Ops, acho que dei spoiler aqui...

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Vidas Breves
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Saga de The Sandman

Julho de 1993 - Dezembro de 1993
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Entes Queridos
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O incompreensível mundo do Universo D.C.