Fernando Diniz

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Diniz puto ao ver seu jogador cobrando lateral lançando ao invés de tocar de pé em pé

Cquote1.svg Você quis dizer: Muricy Ramalho dos anos 2000 Cquote2.svg
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Torcedor ao saber que seu time contratou Fernando Diniz como técnico
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Como ganhar de Fernando Diniz numa batalha Pokemón
Cquote1.svg MOVIMENTAAAAAAAAAAAA Cquote2.svg
Fernando Diniz sobre time morto em campo
Cquote1.svg Não posso mais falar com você? Cquote2.svg
Tchê Tchê sobre Fernando Diniz
Cquote1.svg NÃO PODE MESMO! TEM QUE JOGAR, CARALHO! VAI, SEU INGRATO DO CARALHO. PERNINHA DO CARALHO. MASCARADINHO. VAI SE FUDER! Cquote2.svg
Fernando Diniz respondendo amigavelmente aos questionamentos de seus jogadores

Fernando Diniz (Patos de Minas, 27 de março de 1974) é um ex-jogador e técnico de futebol que você adoraria ver comandando o time dos outros, não o seu. É considerado por muitos jornalistas (burros) como a grande esperança do nosso futebol, inclusive até hoje em qualquer programa televisivo de fofocas futebol indaga-se como ele ainda não foi parar na seleção.

Carreira como jogador[editar]

Como jogador, Diniz foi mediano (pra não dizer medíocre). Jogou em vários clubes Brasilzão afora, mas nunca conseguiu ser destaque em nenhum (igual a sua carreira como treinador). Era meia, mas não sabia finalizar. Só acertou finalização uma vez, na cara do Galeano.

Após se aposentar, passou 20 dias trancado no quarto de casa assistindo jogos do Barcelona e do Arsenal, saindo de lá disposto a tentar revolucionar o futebol brasileiro. Segue tentando até hoje.

Carreira como treinador[editar]

Em times paulistas do interior e no Paraná Clube[editar]

Depois de maratonar os jogos do Barcelona e do Arsenal, Diniz estava pronto para começar a treinar um time de futebol ou pelo menos era isso que ele pensava. Como todo perna-de-pau que inventou moda de virar treinador depois de terminar sua carreira falida, Fernando teve que se contentar com um time pequeno no início, no caso o Votoraty de Votorantim (ah vá é mesmo?), onde conseguiu ganhar o Campeonato Paulista série A3 (A.k.a. Série C versão SP) e a Copa Paulista, um torneio mequetrefe feito pela FPF com os timinhos do interior de SP que não jogam em nenhuma divisão, no intuito de botar o campeão na série D do ano seguinte. Diniz também levou esse time para a 2° fase da Copa do Brasil, onde tomou porrada do Grêmio em pleno extinto estádio Olímpico, o que fez com que depois desse jogo os cartolas do time mandassem ele embora sem dó nem piedade. Depois desse time, Fernando conseguiu ser bicampeão da Copa Paulistinha com um clube com o criativíssimo nome de Paulista. Logo após isso largou o Paulista e foi atrás do Botafogo de Ribeirão Preto, onde por uma grande ironia do destino alcançou a façanha de ser demitido disputando apenas 4 jogos. Acabou fechando então com o Clube Atlético Sorocaba sim, aquele mesmo time minúsculo que ganhou seus 5 minutos de fama quando foi jogar na Coreia do Norte e que ainda conseguiu empatar com jogadores que passavam fome, onde ficou em 3° colocado no Campeoanto Paulista série A2 e finalmente conseguiu o tão sonhado acesso, mas novamente foi ferrado pelos cartolas que o demitiram por causa da eliminação na Copa Paulista. Um tempo depois Fer assinou com o Paraná Clube, onde conseguiu fazer uma campanha esdrúxula mesmo na série B do Brasileirão, com 7 vitórias, 3 empates e 7 derrotas, o que quase fez com que o time fosse rebaixado naquele ano. Em seguida disso, o Dinizista viveu um caso de amor e ódio com o Audax de Osasco, onde ganhava qualquer coisa e depois ia correndo para algum time de maior porte, apanhava dos adversários e tinha que voltar pedindo arrego pro pessoal de Osasco. Cansado de passar vergonha no interior, Fernando resolveu dar um basta nisso e foi enviar currículo pra times maiores, o que acabou não dando certo no final das contas.

Em times "grandes"[editar]

Quase meio ano depois de ter largado mão dos times interioranos, em 2017, Diniz foi contratado pelo Patético Paranaense como coordenador técnico de Tiago Nunes, o que equivaleria mais ou menos ao o que o Cuquinha é para o Cuca. Por causa disso, Diniz não pode colocar em sua conta os títulos da Copa Sul-Americana e do Campeonato Paranaense e ainda teve que ficar no lugar de Tiago quando este foi tocar rock no Corinthians. Obviamente isso não deu certo e o time começou a ter um rendimento ridículo no Brasileirão de 2018, com apenas 5 vitórias, 7 empates e 9 derrotas e na vice-lanterna, o que acabou causando a demissão de Diniz. Magicamente depois disso o time melhorou e subiu na tabela, conseguindo uma vaga para a Sul-Americana de 2019. Por que será que isso aconteceu?

Depois de uns 6 meses coçando a rola fazendo nada e usando a grana que tinha ganhado no Athletico, Fer aceitou a proposta do FlorminenC, que estava em maus lençóis como de costume. Na sua primeira competição no novo time, no caso o Campeonato Carioca de 2019 e seus trocentos turnos, Diniz conseguiu fazer o elenco dar uma melhorada considerável comparado com o time que lhe foi dado, mas ao estilo "jogaram como nunca e perderam como sempre", o Flu terminou o campeonato em 2° lugar na tabela do grupo B, 4° lugar na tabela geral e em 4° no mata-mata da semifinal e final. Logo após isso, Diniz caiu matando no Brasileirão, pois os tempos são outros e agora não pode mais virada de mesa a Flor carioca não podia cair de novo. Mesmo perante dos esforços de Fer, o time ficou na zona de rebaixamento, o que causou a demissão de Diniz do clube. Coincidentemente, assim como o Athletico Paranaense, o Fluzão conseguiu subir no campeonato e também ganhou sua vaga na Sul-Americana. Por que será que isso aconteceu?

Pouco mais de um mês depois de ser despedido do Flu, Fernando foi contratado pelo São Paulo, pois a diretoria do clube não tinha mais nada a perder e estavam aceitando qualquer coisa que viesse pela frente achou que o estilo de jogo do técnico poderia combinar bem com o elenco São-Paulino. Contrariando as expectativas alheias e suas próprias também, Diniz fez com que o time decolasse no Campeoanto Brasileiro, avançasse no Paulista e ficasse vivo na Copa do Brasil. Tudo certo né? Tudo, mas como um bom cavalo paraguaio só começa a decair no fim da competição, o SPFC começou a perder seu gás. Começou a perder jogo após jogo no Brasileirão, com direito a goleada de 1x5 do Internacional, caiu para o Mirassol nas quartas de final do Campeoanto Paulista e foi eliminado pelo Grêmio na semifinal da Copa do Brasil. No meio desse caos, em uma partida contra o Red Bull Bragantino que terminou em 4x2 para os bois escarlates, Fernando soltou o verbo contra Tchê-Tchê, sendo que suas palavras ecoariam para sempre na cabeça dos São-paulinos:

-Tchê-Tchê: Não posso falar com você?

-Diniz: NÃO PODE MESMO, TEM QUE JOGAR CARALHO! SEU INGRATO DO CARALHO, SEU PERNINHA DO CARALHO! MASCARADINHO! VAI SE FUDER!

Não preciso nem falar que depois de um tempo dessa declaração e de uma seca de 7 jogos sem vencer, Fer foi finalmente despedido do SPFC, sendo que morreu abraçado com seu namorado amigo Raí, que se demitiu da diretoria após ficar sabendo da dispensa do técnico.

Esta com certeza é a passagem mais chata de Diniz por um time paulista e se bobear de todos os times por quais ele já passou. Uns 5 meses depois de ter sido chutado pra fora do Morumbi, o Dinizista fechou com o Santos num contrato bem confortável, já que não teria nenhuma multa rescisória e poderia prorrogar o contrato por mais um ano se não fosse mandado embora até lá. Não fez nada de mais, além é claro de retrancar em tudo que era jogo do Campeonato Brasileiro para conseguir o ponto do empate, e fingir que Marinho não existia ou que se existisse não sabia fazer gols. Isso resultou claramente na demissão de Fer do Sardinhas FC.

Coincidentemente, logo depois de Lisca Esquizofrênico se demitir do Vasco, e logo depois de Fernando sair do Santos, ele fechou com o Vasco da Lama e estava comandando este time, conseguindo a proeza de ser demitido em 2 meses logo após levar duas goledas seguidas, com uma sendo do rival Bostafogo. Na situação em que estava, Diniz conseguiu afundar o Vasco ainda mais, tanto pelo fato de nunca se ter dado bem na série B do Brasileirão, tanto por sua estranha mania de ignorar e prejudicar jogadores bons, como fez com Luciano no São Paulo, Marinho no Santos e que fez com Cano no Vasco.

Estilo de Jogo[editar]

Diniz foi o responsável por trazer pro Brasil aquele estilo que é chamado de "titika-taka". Consiste em segurar a posse de bola o maior tempo possível e ir trocando passes sempre que tiver a chance como se estivesse numa roda de bobinha. Aliás, chutão é terminantemente proibido, não importa se o goleiro ou o zagueiro brucutu tenha o mesmo domínio de bola que um dinossauro. Além de passar bastante, tem que finalizar bastante também, chutar pro gol sempre que tiver 0,00000001% de possibilidade de marcar. A linha de defesa é bastante alta, na frente do meio-campo. Se possível jogar com os onze no ataque, evoluindo a função de goleiro líbero pra goleiro centroavante. Defender? Essa palavra não existe no dicionário do sr. Diniz, meu caro.

Diniz criou também uma filosofia futebolística revolucionária que ficou conhecida no mundo como o Dinizismo, que é considerada a antítese do Cucabol. Sua principal tese é sobre a importância da persistência de um time perder jogando bonito mesmo sendo enrabado de 5, 6 e por aí vai. O importante e ter mais posse de bola, mesmo que o time leve uma virada e perca de 4 a 2 (mas se estava 2 a 1 a favor do time dele nos primeiros 45 minutos o importante foi ter vencido o 1° tempo).

Vejamos um exemplo com as nossas boas e velhas estatísticas.

Fernandodinizstats.png

A esquerda nós temos o time comandado pelo Guardiola tupiniquim. A direita seu adversário. O time da esquerda botou o outro na roda, controlou a posse e o tráfego da bola, deu mais de 600 passes e 20 finalizações. Uma partida perfeita.

Cquote1.svg Tá, mas e o resultado? Cquote2.svg
Você

Resultado? Ora seu verme pífio, patético, pragmático e resultadista! O que importa é a qualidade do futebol? Porque é muito melhor perder bonito de goleada do que vencer de 1x0 na base do chutão pra frente e bola aérea, não é? Não

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Segundo ele próprio e a USP, Diniz tem um diploma de psicologia por esta mesma universidade. Estranhamente o Dinizista não aplicou nada do que aprendeu em sua vida, sendo isto visível por sua irritabilidade e seu pavio extremamente curto. A única coisa que Diniz aprendeu e que usa até hoje é a arte de entrar dentro da mente das pessoas e destruir toda a sua auto-estima, a exemplo do que fez com o perninha mascaradinho Tchê-Tchê.

Títulos[editar]

  • Treinador mais paparicado pela mídia BR: (Desde os tempos de Audax - presente)
  • Tríplice Cavalgada Paraguaia (Campeonato Brasileiro de 2020, Copa Do Brasil de 2020 e Campeonato Paulista de 2020)
  • Vice-campeão em xingar os jogadores, logo atrás de seu mestre Muricy Ramalho (2009 - presente)
  • 2 Copas Paulistinhas (2009 e 2010)
  • Campeonato Paulista Série A3 que só serviria para rebaixar o Votoraty no ano seguinte, isso se ele não tivesse sido fechado antes

Ver Também[editar]

  • Pep Guardiola, o sujeito que criou o modo de jogar que foi introduzido por Diniz aqui no Brasilzão
  • Muricy Ramalho, o indivíduo que criou o modo de comandar de Diniz, no caso xingar os jogadores até não poder mais esperando que isso os motive
  • Leco, o doido de pedra diretor que trouxe Diniz para o SPFC.
Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Fernando Diniz no Mundo do Contra:

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Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Fernando Diniz no Mundo do Contra:

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