Estados Ignorados da Micronésia

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Ilhas Microscópicas
μnésia
Arquipélago da Micro-Indonésia
Bandeira dos Estados Federados da Micronésia
Brasão de Armas dos Estados Federados da Micronésia
Bandeira Brasão
Lema: μ μ μ
Hino nacional: μ μ μ

Localização de Arquipélago da Micro-Indonésia

Capital μPalikir
Cidade mais populosa μNova Nova York
Língua μnês
Religião oficial μísmo
Governo μcrático
 - μpresidente μTio Sam
Heróis Nacionais μPapa Mau
Área  
 - Total 0,0000... km² 
 - Água (%) 99,99999...
Analfabetismo μ 
População 0,0000000... 
PIB per Capita μ 
IDH μ 
Moeda μdólar
Fuso horário +24
Clima μtropical
Website governamental μ?


Cquote1.svg Esse artigo é μ!! Muito bom! Cquote2.svg
Microindonesiano sobre este artigo
Cquote1.svg Na União Soviética, a Micronésia μ VOCÊ!! Cquote2.svg
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Cquote1.svg Na Holanda, a Micronésia se μ sem VOCÊ!! Cquote2.svg
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Cquote1.svg A Micronésia era o enorme continente de Atlântida... até Colombo passar por lá!! Cquote2.svg
Micronesiólogo anônimo sobre este artigo

Estados Federados da Micronésia, conhecidos como Micro-Indonésia (lê-se μ-Indonésia) é um país bizarro e microscópico localizado lá na Oceania que tem como seu maior inimigo o aquecimento global que gradativamente vem afundando suas ilhas de forma que o país será extinto em 2022 a não ser que aconteça uma nova Era do Gelo. Apesar de todo esse alarmismo, muitas agências de espionagem (KGB, Mossad, Abin, etc) afirmam que tais ilhas não existem e que a "Micronésia" é uma fraude sofisticada destinada a inventar um país com alto índice de pobreza para pedir doações aos países mais ricos do mundo.

Mas caso a Micronésia realmente exista, então sem dúvidas é um dos países mais poderosos do mundo, tanto que os Estados Unidos, após perderem o controle sobre essas ilhas, permanecem em aliança com a Micronésia por medo de um ataque inesperado ao Havaí ou a Nova York.

História[editar]

As aventuras de Isokelekel[editar]

Pai de Isokelekel seduzindo a alma de uma garota ocidental após a morte.

Os micronésios são descendentes de um bando de povos indígenas fanáticos por navegar no oceano aberto, pescar e caçar hamsters que foram há muito tempos expulsos do continente e se dispersaram nas ilhotas da atual Micronésia após a derrota na Guerra Sino-Tuvaluana de 2.000 a.C. O Primeiro Império da Micronésia, cujos reis tinham nomes difíceis de pronunciar (como o rei Ketiparelong, o rei Saraiden Sapw, ou rei-fundador ဟင်းချို chegaram a dominar uma vasta área de 1,15 mm², tornando Pohnpei a ilhota mais próspera num raio de 500 quilômetros de oceano.

Tudo isso mudou quando do nada, ali no século XVI, um tal de Isokelekel invadiu a ilha. Filho de Nan Sapwe, um corno homem de bons costumes que engravidou a própria irmã, uma mulher estéril, usando uma fruta-pão. Isokelekel desejava honrar o pai que havia sido expulso de Pohnpei e para tal reuniu um exército de 333 homens, mulheres e crianças, navegando de Kosrae para invadir Pohnpei. O problema é que ele foi de canoa polinésia, e isso significa uns 78 dias remando, pois estamos falando de navegação a remo sem bússolas, astrolábios e nada disso. Até por isso, ao chegar em Nan Madol (capital de Pohnpei), Isokelekel até já havia esquecido que deveria invadir e conquistar aquilo e que eles eram inimigos do seu pai. A guerra só começou porque as crianças do seu barco brigaram com as crianças locais numa disputa de Tazos. Longas batalhas sangrentas ocorreram, Isokelekel tomou uma pedrada no olho e recrutou o inimigo que deu a pedrada para ser o seu novo general, enquanto o rei inimigo de Saudeleur recuou cada vez mais até uma colina acima de um riacho, onde ele se transformou em um peixe e assim permanece até hoje.

Primeiro contato europeu[editar]

Ilha micronésia que Johnny Castaway descobriu.

O primeiro europeu a chegar nas Micronésia foi Johnny Castaway, um pescador que foi pescar usando um barco a remo e foi pego por uma tempestade e após o barco afundar nadou até uma ilha que era nada menos que a Micronésia (por isso só tinha 1 coqueiro e era do tamanho de um quarto). Johnny percebeu que não poderia voltar para casa sem um barco e então decidiu que iria ficar na ilha. Ele transformou os restos de seu barco a remo em uma cabana perto do único coqueiro e transformou a ilha na sua casa. Ele usou parte de sua antiga rede de pesca e alguns pedaços de pano para fazer cortinas e cobertores para dormir. Ele quebrou partes dos remos para fazer fogo também. Para se manter vivo, ele pescava e bebia, e para se divertir lia livros que por acaso estavam consigo na hora do naufrágio. Ele tinha três livros e os leu mais de 20 vezes! Ele sabia todos aqueles livros decorado e podia se lembrar de todos eles até mesmo lidos ao contrário. Para permanecer vivo, tinha que comer, então pescava todo dia usando o que restou da sua rede de pesca e para se manter hidratado bebia água do mar filtrada 20 vezes usando um balde e uma peneira. Ele também, as vezes, comia cocos da árvore e as vezes algumas páginas de seus livros. Regularmente várias pessoas que passavam vinham e davam-lhe algo para comer e beber.

Johnny Castaway é aceito pelo ocidente como o fundador da Micronésia, mas nem tudo foi uma maravilha, ele se deparou com diversas dificuldades, como quando a correnteza levou sua rede de pesca embora e com isso a sua única fonte de alimento. Ele parou de se alimentar de peixes e, segundo alguns turistas, até começou a implorar por peixes como um cachorro. Outro problema foi quando os remos acabaram, e com isso a fonte do fogo, Johnny foi forçado a raspar a madeira de sua própria cabana. Ele não podia demolir o coqueiro porque àquela altura ele já considerava aquele coqueiro algo sagrado. Mas quando a madeira da cabana também acabou, as coisas ficaram muito ruins para ele, especialmente quando ele conheceu a torta de maçã e a couve-de-bruxelas, pois um transeunte o alimentou com isso e de repente Johnny ficou tão agressivo que atacou o barco do visitante em busca de mais torta de maçã e mais couve-de-bruxelas. Segundo relatos, ele começou a falar "OEKABOEKAOEKOEKOEKAPPUKAASPROETJES!!!" e também a demolir tudo o que encontrava em busca de mais torta de maçã e mais couve-de-bruxelas, isso até um capitão espanhol surgir e aplicar em Johnny um anestésico para ursos (embora a primeira flecha tenha atingido o próprio pé do capitão que també, acabou dormindo naquele dia). A segunda flecha acertou Johnny e ele foi largado de volta na ilha da Micronésia na esperança de deixar todos em paz. Mais tarde, quando ele acordou, tentou desesperadamente suicídio batendo a cabeça contra o coqueiro, até sair do controle e nadar de volta para casa, onde ele foi imediatamente morto pela própria família pois havia retornado para casa sem um barco, rede e peixes.

Micronésia espanhola[editar]

Em 1875, a lenda de Johnny Castaway chegou à Coroa Espanhola e,respaldado pelo Tratado de Tordesilhas, a Espanha se torna o primeiro país a reivindicar as ilhas da Micronésia muito embora até então a sua existência fosse mero mito. Chamaram-nas de "Ilhas Carolinas" em homenagem a duas dançarinas de cabaré espanholas chamadas Carolina que o descobridor da Micronésia Miguel de Saaveda era fã. Ter territórios sempre é bom, mas no caso da Micronésia isso se provou o contrário, pois as ilhotas só deram prejuízos aos espanhóis que nunca fizera uso delas.

Micronésia alemã[editar]

Em 1899 a Espanha vendeu a Micronésia para a Alemanha em troca de um café preto com biscoitos e £ 50. A Alemanha aceitou o negócio porque planejava ter algum lugar bem vagabundo para algum dia banir os judeu, plano este que jamais se concretizou.

A verdade é que de 1889 a 1914 apenas 0,5% da população da Alemanha sabia que um monte d eilha inútil pertencia a eles, por isso nada foi feito nesses 15 anos. Para se ter ideia, os micronésios nem sabem o que é um chucrute.

Micronésia japonesa[editar]

Tanque japonês que fora retirado de um circo de anões para conseguir operar na Micronésia durante a guerra.

Em 1914 os japoneses ocuparam a Micronésia sob o motivo de "vamos levar o estilo de vida otaku para todo lugar, inclusive ilhas inúteis" e por lá ficariam o tempo que desejassem. O grande vacilo foi quando os japoneses realmente acreditaram que uma ilha maior e mais bonita chamada Pearl Harbor também fazia parte da Micronésia e por isso sem querer atacaram o lugar e como consequência disso trouxeram os Estados Unidos para a Segunda Guerra Mundial, que por sua vez invadiram a Micronésia também, mesmo que por acidente, já que eles não tinham visto as ilhas.

Micronésia da ONU[editar]

Na realidade, com exceção de alguns espanhóis insubordinados, sediciosos, separatistas, refugiados das montanhas, protetores de micronésios, deportados, exilados, asilados, desertores ostracistas, não houve colonização real até a chegada dos americanos, mas mesmo o domínio americano foi por um curto período de tempo porque era uma terra pobre e salgada e por se tornar um arquipélago sem dono a ONU assumiu o comando das ilhas e de 1947 a 1994 ficou como parte do Protetorado das Ilhas do Pacífico das Nações Unidas.

Note que são quase 50 anos (pelo menos uma geração) sob domínio de ninguém, comprovando o quanto essas ilhotas são esmagadoramente inúteis e desinteressantes.

Independência e acordo com os EUA[editar]

Em 1979 a Micronésia se torna um país. Como "Micronésia" se refere a toda e qualquer ilha inútil e irrelevante da Oceania (daí se inclui Kiribati, Palau, etc) então o país precisa constantemente ser chamado pelo nome completo de "Estados Federados da Micronésia", embora seja menor que a quantidade de letras desse seu nome. A independência da Micronésia porém veio só no papel, porque na prática o país fica recebendo todo ano ajuda financeira de bilhões de dólares dos Estados Unidos. Agora o motivo dos americanos ficarem pagando isso toda hora é para terem um território garantido para realizar testes nucleares quando quiserem.

Eventos recentes[editar]

Recentemente a Micronésia entrou em litígio contra a Tchéquia, alegando que este país é o maior produtor de flatulências anais do planeta, o que contribui massivamente com o aquecimento global e em consequência disso o aumento do nível dos oceanos. Fato que põe em perigo a existência do arquipélago da Micronésia, cuja altitude máxima é de 0,05 metros.

Geografia[editar]

Uma rara imagem da Micronésia, em tamanho real.
Micronésia vista com a ajuda de um telescópio.

A Micronésia, como o nome já deduz, são μilhotas do tamanho da palma de sua mão com nada além de pedras, as vezes areia e nas duas μilhas principais um μcoqueiro em cada. A Micronésia é um μarquipélago situado no meio do Oceano Pacífico formado por 0,0065 μilhas e habitada por 0,53 μhomens.

Recentemente, para manter a lógica do nome do arquipélago, o Congresso Micronésio aprovou uma lei que restringe um limite de tamanho para as ilhas da Micronésia que é de 100 metros de comprimento e 50 metros de largura, um limite norteado pelas normas internacionais de campos de futebol. A Constituição da União da Micronésia, portanto, compara as duas normas de tamanho diretamente: "§22 Todas as ilhas maiores que um campo de futebol são eliminadas da Federação.". Mas, uma vez que apenas algumas poucas ilhas aumentam em tamanho absoluto - aquelas como as ilhas vulcânicas em atividade, aquelas com elevações tectônicas espontâneas e aquelas com erros de medição - até agora nenhuma ilha foi banida permanentemente da federação.

Mas mesmo a menor ilha do mundo que fica na Micronésia, a Ilha Penisdijapa, que não pode ser vista a olho nu e cujo esplendor só pode ser visto pela lente de um microscópio, é de particular importância econômica para a Micronésia. De acordo com o direito internacional, existe um chamado "mar territorial" de 12 milhas náuticas (cerca de 22 km) que consequentemente gera uma "Zona económica exclusiva" de 200 milhas náuticas em torno de cada ilha e litoral do mundo. É por isso que a Micronésia aceita candidaturas de ilhas distantes e totalmente desabitadas mesmo que pussuam apenas alguns milímetros quadrados.

Política[editar]

A Micronésia é uma federação e portanto precisa de um rei para manter todos unidos. Esse rei é conhecido como presidente e ele chefia os três poderes. O governo sempre é passado de pai para sobrinho-neto de terceiro grau e em caso de não haver um sobrinho-neto de terceiro grau, a cadeira presidencial é leiloada. O vencedor do último leilão foi David W. Panuelo que trouxe um programa governamental chamado de "O Manifesto da Micronésia". Como foi escrito em Sütterlin, nenhum micronésio pode lê-lo e muito menos entendê-lo. Como quase todos os micronésios são completamente apolíticos, ninguém se importou muito em não entender aquele manuscrito dizia. Estudiosos políticos encontraram apenas Panuelo apenas penteando a sua cabeça careca enquanto cantava uma música que ele próprio compôs: "Rapunzel, deixe-me chegar ao seu Punzel!" em Ré menor e corajosamente apresentar tal canção como o novo hino nacional. Os micronésios gostam disso.

Subdivisões[editar]

A Micronésia possui 0,0005 μprovíncias autônomas que constituem um μcongresso e μsenado com 0,000065 μcadeiras cada. Compondo a federação, a Micronésia tem 3,3 × 10−5 províncias. Devido ao seu tamanho pequeno, eles são melhor representados como ◦ e suas subdivisões internas chamadas de "distritos", "subdistritos" e "municípios" são muito pequenos para serem usados ​​em outras áreas que não a física quântica.


Economia[editar]

Um exemplar do dólar micronésio, o maior dinheiro do mundo, proposital para os micronésios não saírem comprando muita coisa, já que as ilhas não tem muito a oferecer.

A economia da Micronésia é baseada em exportar água salgada e um pouco de sabão e toalha de banho para a França, sendo a Micronésia um país pobre justamente porque francês não toma banho. A principal fonte de receitas na Micronésia é o arrendamento de direitos de pesca à frota de pesca em águas profundas da União Europeia, que não tem conseguido obter qualquer rendimento economicamente lucrativo nas suas próprias águas.

A Micronésia tem uma economia surpreendentemente grande, com um PIB de cerca de US$ 758.000, o que significa que se todos os micronésios se reunirem eles podem comprar uma casa no Condado de Orange (Califórnia). A maior parte do PIB da Micronésia é produzido através de pequenas mercadorias, incluindo roupas infantis, regalias pirata de anões, sapatos de bebês, confeitos avulsos de M&M, brinquedos perigosos do McDonalds (embora este tenha se tornado menos significativo nos últimos anos desde que os chineses assumiram a indústria de produtos lixo de plástico barato). Embora menos significativas, as fivelas de cintos e liguinhas amarelas também são exportadas da Micronésia.

A moeda na Micronésia é o dólar micronésio que, por questões dos micronésios terem dificuldades de senso de proporção, são moedas de rochas de 3 metros pesando 5 toneladas. Mesmo em tempos modernos o governo mantém essa moeda como a oficial do país por questões estratégicas, para fingir que todos micronésios são trilionários (já que teoricamente cada moeda dessas custa 1 trilhão de dólares) e ao mesmo tempo manter o controle da inflação pois não há produtos ou opções de coisas a serem compradas no arquipélago, então uma moeda que é impossível de carregar mantém os micronésios sem ter como gastar sua fortuna tão corriqueiramente, afinal para contratar um trator ou guindaste para mover as moedas uma empreiteira cobraria o preço da moeda em si para enviar um guindaste até os confins do Pacífico.

Turismo[editar]

Um exemplar de irmã micronésia que é gentilmente oferecida aos turistas.

O turismo é uma área importante para economia desse país e a Micronésia é anualmente visitada por 20 pessoas, o dobro de tufões que visitam o país. A população nativa entretém os turistas capturando arraias e tubarões, e fazendo joias exclusivas com casca de coco e marisco. A inscrição "MADE IN MICRONESIA" é um símbolo de produto da mais alta qualidade.

Uma tradição oral passada por gerações pelo herói Isokelekel determina que todo micronésio deve ter relações sexuais com a própria irmã e sempre que possível compartilhá-la com forasteiros como gesto de boa amizade. Esse tipo de tradição tem parcela importante na manutenção do turismo desse pitoresco país.

Infraestrutura[editar]

Saúde[editar]

A medicina tradicional de Yap é mais que o bastante para manter os micronésios salvos e longes de mazelas. Não é necessário hospital ou farmácias no país, todos os tratamentos são encontrados nas plantas das ilhotas. A cura de dor de cabeça, dor de estômago, e dos nas juntas pode ser obtida através da coleta da seiva de arbustos aleatórios que a medicina tradicional chama jocosamente de "placebo".

Segurança[editar]

Uma penitenciária da Micronésia.

Micro crimes tem se tornado comuns na Micronésia. Todos os anos, entre 260 e 300 crimes pequenos contra a propriedade e casos de fraude são registrados nas delegacias do país. A taxa de condenação por crimes desse tipo é 0, o que não se deve apenas à completa falta de poder executivo na Micronésia, mas também ao fato de que os pequenos crimes na Micronésia são atualmente um esporte popular e uma religião em igual medida. O micronésio confessa sua fé por meio de pequenos delitos e roubos se mantendo compatível com o tamanho de seu país. Os crimes violentos, no entanto, são considerados um pecado grave e não ocorrem na Micronésia.

Cultura[editar]

Devido à natureza deste país, o principal aspecto cultural do micronésio é a sua habilidade de remar canoas. Mas o micronésio não é só sobre remar canoas, eles também são hábeis abridores de coco. Mas fora isso as tradições são ficar mascando coquinho enquanto navagam canoas, ou parar em atois para coletar coquinhos. Comer lixo doado pelos Estados Unidos e ficarem obesos feito baleias também parece ser uma nova tradição cultural.

Esportes[editar]

A Seleção da Micronésia de Futebol é considerada pelo Íbis Sport Club como a pior seleção do mundo, capaz de perder do Vanuatu pelo placar de Vanuatu 46 x 0 Micronésia. Tal desgraça de time só é possível graças ao fato de ninguém em nenhum momento tê-los explicado as regras do jogo, que não é uma corrida de canoas como eles esperavam ser e por isso apenas correram no gramado procurando a canoa pra começar a corrida enquanto Vanuatu fazia os gols.

Flag-map Estados Federados da Micronésia.png Estados Federados da Micronésia
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
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Oceania
v d e h

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