Equador

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E cu a dor
República Socialista Sovietica del Ecuador
Linha do Equador
Bandeira do Equador
Brasão de Armas do Equador
Bandeira Brasão
Lema: No Equador é mais forte
Hino nacional: Visite Galápagos

Localização de Linha do Equador

Capital Periquito
Cidade mais populosa Papagaio
Língua portunhol
Religião oficial cultos incas
Governo Opressivo Chavista
 - Presidentes destituídos 3 ao todo
Heróis Nacionais Cevallos e Gerardo
Área  
 - Total Antes do Peru entrar: 555.555 km²; Depois do Peru entrar: 283.560 km² km² 
 - Água (%) 20
Analfabetismo
População 13.363.593 
PIB per Capita 1,627 trilhões USD 
IDH
Moeda sucre dólar
Fuso horário atrasada
Clima de altitude
Website governamental ?


Cquote1.svg E no cu, há dor? Cquote2.svg
Oscar Wilde sobre Equador
Cquote1.svg Sei, é aquele negócio que a gente usa pra coar o café? Cquote2.svg
Carla Perez sobre Equador
Cquote1.svg Não existe pecado do lado de baixo do Equador... Cquote2.svg
Ney Matogrosso sobre Equador
Cquote1.svg Detesto café expresso, porque no 'Cu, a-dor é mais forte! Cquote2.svg
Clodovil sobre Equador

Equador é um país equinocial e equidistante formado pelas Ilhas Galápagos e a Linha do Equador, também possuindo um pequeno território no oeste da América do Sul. É interessante notar que a maioria dos jovens brasileiros ainda não sabem sobre a existência desse país.

História[editar]

Povos antigos[editar]

Exemplos de bonequinhos Funko feitos pela cultura Valdivia em 3.000 a.C. retratando heróis da cultura pop local: O Super-Testículos-Inchados, a Mulher-Língua-de-Piroca, a Senhora-Peitos, o Pançudinho-Atômico, e a Mulher-Bicéfala.

O Equador possui um passado repleto de história nativa, são dúzias de tribos que ali dominaram. Estamos falando dos Cotocos, Machaiadas, Choraderas, Tomanukus, Manteño-Calvicies e tantos outros povos, um mais desconhecido que o outro, mas todos com um hobby em comum: Fazer pequenas esculturas em estilo Funko. De 8.000 a.C. a 1500 d.C. arqueólogos encontram esses bonecos cabeçudinhos das mais variadas formas, aspectos e estéticas.

Império Inca[editar]

O fim dessa mania por bonecos cabeçudos veio com o início do Império Inca em 1438, que aboliu a prática para colocar todo mundo para carregar pedras de 7.000 anos atrás para ajudar os aliens a construírem maravilhosas pirâmides. É nessa época que surge o embrião do que viria a ser o típico cidadão equatoriano médio, uma mistura da ganância espanhola com a inocência juvenil dos incas, resultando num povo que se sustenta através de golpinhos, falcatruas, estelionatos, engodos e golpes covardes em decorrência de preguiça e falta de vontade de trabalhar. O episódio que melhor retrata isso é a Batalha de Cajamarca, que começa com o imperador inca Huáscar, vivendo em Cusco, com muita preguiça (característica equatoriana) de visitar Quito onde o seu filho Atahualpa se autoproclamava o novo imperador inca. Concomitantemente a isso, o espanhol Francisco Pizarro chegava por ali - e convencido que Atahualpa era realmente o imperador inca - sequestra ele usando a velha tática do "Venha me visitar em minha fortaleza repleta de soldados fortemente armados imundos cheios de doenças europeias, que eu vou te mostrar alguns armamentos avançados para você destronar o seu pai. Mas venha sozinho e desarmado". Atahualpa, muito ganancioso e burro (características equatorianas), aceitou o convite e acabou preso e sequestrado pelos espanhóis que não passavam de traidores mesquinhos (característica equatoriana). Para se ver livre de seu cárcere injusto, Atahualpa pagou o resgate em 700 toneladas de ouro, mas foi executado mesmo assim pelos espanhóis que eram apenas bandidos desonrados (característica equatoriana). E se você acha que Pizarro se deu bem, na verdade ele foi é preso por seu "amigo" Diego de Almagro, porque no Equador trair o traidor não é considerado algo a se envergonhar. Depois disso os incas foram massacrados. Aliás, mitos acusam a derrota inca ao atraso de sua tecnologia, pois não haviam inventado a roda até então, mas se você observar bem, ter uma roda no Equador e naquelas escadarias todas não é de muita serventia. Aliás, os aliens que ajudaram os incas a construírem aquelas magníficas pirâmides decidiram não retornar para ajudá-los a combater estes invasores espanhóis.

Colonização espanhola[editar]

Cquote1.svg Hereges!! Esses indígenas não acreditam na religião que introduzimos a eles 5 minutos atrás! Cquote2.svg
Conquistadors espanhóis sobre incas
Cquote1.svg Você entra com o ouro e nós entramos com os vírus e bactérias Cquote2.svg
Conquistadors espanhóis sobre incas

Os espanhóis chegaram, cagaram tudo, implementaram o castelhano, o cristianismo e os estádios de futebol e transformaram o Equador na belezinha que conhecemos hoje. Longe de ter as riquezas de um Peru ou México, até mesmo nessa época de Vice-Reino do Peru e Vice-Reino de Nova Granada o Equador nunca teve qualquer destaque, pois após o saque de Quito sobrou apenas rochas.

Localizado bem longe da Espanha, estes primeiros equatorianos sabiam que qualquer contenda levaria uns 17 meses para chegar ao rei da Espanha, por isso viviam numa espécie de anarquia baseada em traições, golpes de estado, e pilantragem política, exatamente como é hoje.

Independência[editar]

Torcedores da LDU e do Emelec se enfrentam na Batalha da Pechincha.

Pouco se sabe sobre o processo de independência desse país... O que se sabe é que o Equador costumava ser maior, mas devido ao preconceito dos seus habitantes para com o Acre, parte do território foi cedido ao Peru, algo que não soa bem, mas que foi feito de forma honesta. O responsável pela independência equatoriana foi Simón Bolívar que tinha o sonho megalomaníaco de criar um país gigante na América do Sul que falasse espanhol, e isso o forçou a conquistar território dos quais talvez nem valesse tanto a pena assim o esforço, como o Equador, que foi libertado dos espanhóis na Batalha da Pechincha. Um conflito no qual Bolívar precisou sobreviver ao ataque de 1800 pedintes equatorianos tentando vender produtos de procedência duvidosos por preços baixíssimos (a pechincha que deu nome à batalha). A batalha foi árdua, mas vencida por Bolívar, o Equador agora se tornava um país independente.

Independência da independência[editar]

Mas o Equador não virou tão independente assim, ele na verdade passou a fazer parte de um negócio chamado Grã-Colômbia, um país grande que era governado por um cara que era tão desinteressado no Equador quanto o rei espanhol, ao ponto de nem chamarem esse novo país de Equador, ou pelo menos de "Grã-Colômbia-Venezuela-Equador-etc", o que nunca foi o caso. Os equatorianos naturalmente abandonaram esse acordo, desejando mais prestígio e uma independência de verdade, mas foi nesse momento que eles foram atacados por trás pelo Peru, sendo este o grande perigo de ter um vizinho como esse. O Equador resistiu e também se apoderou das Ilhas Galápagos, arrancando-as dos piratas ingleses e de Charles Darwin. Isso foi possível graças à velha tática equatoriana de se fingir de morto e de ficar de fora todas guerras.

Antiga República do Equador[editar]

Agora uma república realmente independente, o Equador sofre conflitos incessantes com a Andina (atual Peru), pois todo seu território está delimitado, por terra, com a Andina. Logo o Peru penetra o Equador na intenção de transformá-lo o seu território, conseguindo apenas um pedaço de Amazônia depois que o Equador assinou a rendição do Protocolo do Pinto Pequeno. Com este protocolo o Equador faz a doação da porção leste do país ao Peru, ficando desta forma conhecido como o país que deixou o Peru entrar de ladinho.

Mini-ditadura militar[editar]

Como estamos falando de Equador, dentre os países da América Latina nem ditadura militar eles souberam fazer direito (não que o Brasil ou Argentina tenham feito uma ditadura eficiente). A ditadura militar equatoriana durou apenas de 1962 a 1969 e nem teve um ditador direito, pois Guillermo Rodríguez Lara ficou só os 4 primeiros anos dessa mini-ditadura. Aliás, o golpe militar equatoriano também foi bem típico: Foi no lugar errado (em Guyaquil e não na capital), e não teve conflito porque os opositores liderados por José María Velasco Ibarra (que desde sempre foi um idoso com fadiga) estavam em outro lugar e nunca foram informados do golpe, mas por preguiça deixaram mesmo assim.

Crise de 2000[editar]

Em 1999, um grupo de banqueiros equatorianos decidiu passar umas férias numa bela praia de Miami. Tudo isso apoiado pelo presidente eleito Jamil Mahuad que pagou as férias de todos aqueles banqueiros após eles terem o ajudado durante a campanha eleitoral. Naturalmente, Jamil Mahuad também fez o favor de fechar todos os bancos do país, assim os seus amigos banqueiros poderiam se esquecer dos problemas e apenas curtir em seus iates em Miami. O problema é que esse gesto bem intencionado de bondade gerou efeitos colaterais que Jamil não estava esperando, pois sem bancos a população equatoriana não conseguia mais sacar e obter o dinheiro que multiplicava-se de graça em suas contas de poupança e investimentos. Esse pequeno contratempo não geraria tanto transtorno se o Equador não estivesse em grave crise econômica que fazia sua moeda, o sucre, valer menos que um Sucrilho.

O que agravou ainda mais a situação é que aqueles banqueiros se esqueceram de levar o dinheiro para fazer o banquete na cobertura do hotel de Miami, então decidiram pegar emprestado o dinheiro das economias das pessoas do Equador. Isso fez com que milhões de equatorianos perdessem tudo (momentaneamente segundo esses banqueiros). Enfurecidos, quebrados e falidos, muitos equatorianos pegaram suas malas e partiram para os Estados Unidos também, mas para viver como garçons ou como limpadores de chão, abandonando seus filhos e parentes para trabalhar no exterior. Foi uma desgraça nacional que marcou a história do país, extinguiu a moeda, e faliu famílias inteiras, gerando enorme revolta nacional até que o Equador se classificar para a Copa do Mundo de 2002 e todos comemorarem.

Eventos recentes[editar]

O mais ilustre cidadão equatoriano foi equatoriano por apenas 3 anos.

Como os países sul-americanos são máquinas de fazer merda, o Equador nunca está no centro das principais manchetes, havendo sempre mais destaque para venezuelanos mendigando papel higiênico, mais destaque para os peruanos elegendo japoneses para presidente como a Keiko Fujimori, mais destaque para as FARC virando partido político na Colômbia. E as merdas do Brasil nem é necessário falar que acontecem 1 por dia e encheriam esse artigo de palhaçadas. O máximo que o Equador conseguiu fazer de ridículo foi dar uma casa, internet, banho e roupa lavada para um hacker pedófilo chamado Julian Assange,lá na Embaixada do Equador em Londres. Esta foi só a principal maluquice de Rafael Correa, quase-ditador do Equador que não tinha como declarar uma guerra aos Estados Unidos, então fez essa picuinha aí, que foi desfeita pelo seu sucessor, Lenín Moreno.

Geografia[editar]

O fuso-horário equatoriano é algo que ainda não foi compreendido pelos estudos estrangeiros.

O Equador divide-se em duas partes muito bem definidas: O litoral e as montanhas. Essa divisão fica ainda mais clara quando os habitantes de cada pedaço se diferem gritantemente. Mas sejamos honestos, ninguém deliberadamente visita uma praia do Equador, então é melhor falar da sua famosa altitude que faz os visitantes, especialmente times de futebol brasileiro, passarem mal na capital do Equador, Quito, fica a 20 mil metros acima do nível do mar. Os habitantes já estão acostumados com a falta de oxigênio desta região e isso se nota por seus cérebros mais atrofiados devido à constante falta de oxigenação. É um excelente lugar para se praticar vários esportes como: futebol contra times brasileiros, maratonas contra quenianos, futebol americano contra americanos, vôlei de praia, corrida de Mafagafos e triatlo Iron Man.

Clima[editar]

Seguindo a lógica da geografia do país, o clima também depende de qual parte do Equador você mora: No nível do Mar é quente como o Inferno, e no inverno os termômetros marcam 40°C! Por isto é que a grande maioria da população só é vista de bermuda e chinelo nas reportagens de televisão nas cidades costeiras. Mas nas montanhas é frio para cacete. Os moradores da região tomam banho de casaco e meia para não congelar. As nossas comidas de micro-ondas congeladas são as refeições quentes servidas lá. Por isso moradores do Equador têm dentes fortes como Adamantium... e péssimos restaurantes. Dizem as más línguas que os moradores dos Andes contam os dias para a aceleração do aquecimento global.

Esta grande diferença de temperatura acarreta no principal problema de saúde do país, o choque térmico.

Linha do Equador[editar]

Ao contrário do que se imagina, a linha imaginária do Equador não cruza o Equador. Esta linha tem este nome por ser imaginária, como 80% do país (os outros 20% que existem são a Seleção do Equador, que na verdade foi uma invenção da CBF para garantir 3 pontos para o Brasil em todas as eliminatórias da Copa do Mundo).

Então se você visita o Equador, em nenhum lugar verá nenhuma linha, sendo necessário imaginá-la. Para ajudar as pessoas sem muita imaginação existe um lugar chamado Ciudad Mitad del Mundo onde o governo equatoriano desenhou uma linha amarela numa praça de lá, mas isso é o máximo de linha de Equador que pode ser realmente vista no país.

População[editar]

Exemplar raro de equatoriana frequentemente importada pelo Brasil.

Por motivos geográficos, a população de 17 milhões de equatorianos se dividem em quatro grupos de acordo com a região em que vivem em três grupos, os chamados "litorâneos", "montanheses", "insulares" e "amazônicos". Entre os dois primeiros há uma certa rivalidade que tem seu início no futebol, onde os litorâneos tem o Barcecópia (com um dos maiores estádios do mundo, embora nunca o encham, apesar de ser entrada gratuita), e os montanheses tem a LDU (o rei de Chotas).

A principal característica do povo litorâneo é o seu sotaque com a constante e peculiar supressão do "s" no final das sílabas e sua posterior mudança por um "j", portanto palavras como "pescadería" são pronunciadas como "pejcadería". Deve-se levar em conta que nesta região quanto maior o número de palavras vulgares, mais "macho" você será considerado, já que as disputas para atrair as fêmeas locais não são baseadas em luta corporal como normalmente, mas sim em quanto mais se pode insultar outros homens.

Nas montanhas já é falado um espanhol que inclui algumas palavras indígenas como "taita", "guambra", "Barceleche", "c1anchis canchis", etc. Todo substantivo falado por um equatoriano das montanhas também são SEMPRE precedidas de um el ou la, portanto, ninguém se chama ou é chamado de apenas "Pedro" ou "Patricia", mas de "El Pedro" ou "La Patricia". É lá também onde moram os saudosistas que sonham com o dia do retorno do Império Inca.

Os equatorianos insulares são sobretudo os biólogos que vivem nas ilhas do país e preferem fingir que o Equador nem existe, falando em inglês com os turistas e cuidando de jabutis gigantes.

E os mais desconhecidos são os equatorianos amazônicos, que estão perigosamente pertos demais do Acre, por isso quase nunca se houve falar deles, ou vai me dizer que já ouviu falar do Cantão de Aguarico?

Política[editar]

Cquote1.svg Mamarracho hijueputa... maricón... ven aca para mearte hijueputa. Cquote2.svg
Jaime Nebot, um típico político equatoriano em discurso

Como todo país latino-americano, o Equador não escapa do estereótipo de ser uma balbúrdia quando o assunto é política, com uma história marcada por várias mini-ditaduras, sejam mini governos conservadores ou mini governos de esquerda. Como nunca ensinaram eles o que é um estado democrático de direito, a ideia geral é que cada novo governo pode escrever uma Constituição totalmente nova, e não a toa o Equador já está em sua 20º Constituição desde que foi criado. Após tantas divergências e impasses ideológicos que frequentemente ocorrem na Assembleia Constituinte do Equador, foi o ex-presidente Rafael Correa quem teve a ideia de assinar um acordo revolucionário com a Wikia/Fandom para adotar um sistema interativo com ampla participação popular para uma permanente elaboração de uma nova carta constitucional do país.

Uma vez que o sistema foi implementado, a responsabilidade do gerenciamento da nova Constituição Equatoriana de 2008 ficou sob encargo da Inciclopedia que atualmente administra o conteúdo e as propostas dos cidadãos que editam a constituição do país. Da mesma forma, o presidente anunciou a tão esperada inclusão do Equador na tecnologia de cabo de fibra ótica pan-americana e a aquisição de computadores usados ​​de escolas venezuelanas para assim expandir seu programa de inclusão digital. Esses computadores foram entregues às populações mais carentes do país para dar a eles a capacidade de editar a Constituição do país também.

Subdivisões[editar]

O Equador possui um número desnecessário e exagerado de 24 províncias sendo que o país em sua totalidade tem o tamanho de um estado brasileiro brasileiro médio. Todo equatoriano concorda que seria mais lógico e sensato dividir o país apenas entre "Litoral" e "Montanhas", e vender as Galápagos para o Reino Unido e a floresta amazônica para o Peru (claro, por um preço justo).


Economia[editar]

A economia equatoriana é sustentada principalmente por suas exportações de lhama, bananas, petróleo, mão de obra barata e esposas submissas. A carne de lhama, aliás, representa 60% da economia equatoriana, enquanto a pele da lhama representa os demais 39%. Diz a lenda que lá eles possuem petróleo, porém somente o suficiente para manter a única fábrica do país funcionando, a Fábrica de Peles de Lhama. Por isso grande parte da população equatoriana se aglomera na grande atividade econômica do país, que é ir no estádio ver a seleção local perder para os outros times sul-americanos mesmo com a altitude a favor.

Na questão monetária, o país tinha o sucre, a moeda mais vagabunda da América do Sul que não comprava um ovo devido à hiperinflação descontrolada. Mas ao contrário de países como Sudão, Zimbabwe, Venezuela e Brasil que também não entendem nada de política monetária mas insistem no erro, o Equador pelo menos fez uma raríssima demonstração de humildade e admitiu sua incompetência total em economia, fechando o Ministério da Econômia e substituído a moeda do país pelo dólar.

Turismo[editar]

Um monumento socialista ufanista no Equador. Da esquerda para a direita: Zacarias, Sérgio Mallandro, George W. Bush e Seu Madruga.

O turista no Equador tem diversas opções, sendo os destinos mais populares as bucólicas cidades do interior, como Carchi, Sucumbíos, e Esmereldas, onde é possível ver em tempo real muambas e tráfico de substâncias ilegais acontecendo na fronteira com a Colômbia. Mas o turismo mais substancial acontece mesmo em Quito onde o turista pode desfrutar da sensação de poder ser do nada assaltado num ônibus, estuprado por um taxista clandestinos, ou ser furtado sem perceber.

Infraestrutura[editar]

Transportes[editar]

Transporte escolar equatoriano popular.

Como chegar? Subindo as montanhas! Este é um dos grandes motivos pela taxa de imigração para o Equador ser de 0 e o principal motivo dos incas nunca terem inventado a roda, pois nãos erve para subir tanto degrau. Se formos ver que a principal rota de imigração brasileira, é dos moradores do Norte e Nordeste descendo para o Sudeste e Sul, imagina ter que subir para tentar algo em um país mais lascado que o nosso? Não vale a pena. O único modo de subida eficaz em direção a Quito seria o Alibabá ali mamãe em direção para o alto, porém somente acreanos conseguem controlar tal técnica de luta muito difundida no Mortal Kombat, e assim que você encontrar um acreano aproveite e pergunte o porquê eles não vão para o Equador, e então escreva aqui, porque não conheço nenhum acreano para saber responder esse mistério.

Como sair? Como diz o ditado "Para descer todo demônio empurra santo ajuda!". Por isso o método mais utilizado para ir embora do Equador é pular de paraquedas para algum país vizinho. É um método perigoso, uma vez que um vento forte pode te arremessar contra os Andes, e como lá a densidade demográfica é de 1 Lhama por quilômetro quadrado, dificilmente irá aparecer alguém para te ajudar.

Cultura[editar]

O Equador é um país com uma grave crise de identidade e nem mesmo os equatorianos acreditam que seu país exista, e os poucos que acreditam que o Equador existe, absolutamente não acreditam que ele algum dia será um lugar bom para se viver. A única cultura que se vê, portanto, é uma tristeza generalizada e o principal hábito cultural é falar mal do governo e reclamar da pobreza e do mal desempenho do país em qualquer coisa. É incrível como o Equador não consegue ser o melhor em alguma coisa. Nem mesmo as lhamas do Equador são melhores, as lhamas peruanas são muito mais legais, isso é até óbvio.

No Equador, é normal que alguém ao invés de cumprimentar com um "alô" o outro, apenas já pergunte logo de cara: "Tudo bem?", ao que normalmente se costuma responder afirmativamente, embora nesse país esteja tudo errado. Então quando um equatoriano quer falar "vamos beber (álcool)", eles dizem "vamos chupar", embora possivelmente seja isso mesmo que acabem fazendo, pois beber álcool e chupar piroca são as únicas coisas que podem fazer você esquecer mais uma derrota do seu país que não vence em nada.

Música[editar]

A música equatoriana é caracterizada pelo seu ecletismo que mescla várias correntes culturais, bem como vários meios de produção sonora, facilmente reconhecida pelo tilintar calmo e agudo de um sintetizador Casio dos anos 1990, e instrumentos de plástico chinês em geral tocando canções em ritmo triste e rítmico emulando a tradicional música andina com apenas a repetição de constantes duas notas musicais. Estamos falando do sertanejo tecno-equatoriano, o estilo musical dominante do país, cuja música Ecuador do DJ Sash! é a grande mania nacional. O sertanejo tecno-equatoriano, entretanto, não é o único estilo musical popular, qualquer variante do tecno é sempre muito bem vinda, na verdade basta adicionar esta palavra a um outro gênero musical pré-existente e ninguém vai reclamar. Gêneros musicais requintados obtidas desta forma são coisas como: tecno-cumbia, tecno-San Juan, tecno-Pasacalle, tecno-Paseíto e o gênero mais popular no meio de transporte: O tecno-funk carioca.

Neste ponto, vale destacar a vestimenta dos intérpretes desta variedade requintada de música equatoriana, pois é uma parte muito importante de sua performance, por lei foi estabelecido que qualquer cantora que use sons ou gemidos agudos ao ritmo de uma melodia (quase como se estivesse cantando) deve usar uma saia (pedaço de pano) cuja medida não ultrapasse a altura da sua roupa íntima, facilitando a observação dela e seu conteúdo pelo espectador (principalmente os da primeira fila). A cantora deve também, de preferência, ficar o máximo possível de costas para o público e o mais próximo possível do chão. Por outro lado, os artistas do sexo masculino devem exibir um físico escultural e usar roupas de todas as cores do arco-íris.

Culinária[editar]

O prato típico equatoriano.

O prato nacional do Equador é o cuy (pronuncia-se "ugh"), prato feito de churrasquinho de porquinho-da-índia. Estes pequenos animais são escalpeados, fritos e colocados em um prato, inteiros. Quanto mais se parece com um rato, melhor é o gosto. É melhor servido com ceviche, outra popular iguaria equatoriana que consiste em peixe que passou 140 dias em conserva com vinagre de conhaque puro, e mingau de arroz que foi cozido demais. Uma bebida feita com os grãos de café de fezes de rato do próprio país é a preferida para acompanhar esse prato. Essa tradição reflete no KFC equatoriano, que é o RFC, que oferece galeto camundongo frito e empanado.

Mas o cuy é o prato requintado do Equador, de vez em quando o equatoriano que apenas ter aquele almoço de pedreiro, e quando ele está "chiro" (sem dinheiro) ele então come uma chancrosa, que é o famoso "podrão equatoriano". Esses gigantescos sanduíches são feitos de restos da feira (alfaces inteiros e tomates inteiros dentro do pão) e carnes requentadas de anteontem assadas na chapa junto com queijo embolorado do fundo da geladeira.

E também não se pode ignorar um outro prato tipicamente equatoriano, o arroz com ovo e atum enlatado com batata, que geralmente se come com uma colher na cama enquanto assiste televisão.

Esportes[editar]

O Equador é aquele país que sempre vai muito mal nas Olimpíadas, não tem qualquer tradição em nenhum esporte, e onde quer que dispute, vai disputar pra perder. Isso ocorre porque os esportes nacionais são praticados apenas por eles e não são aceitos pelo COI, como por exemplo a competição de cuspe à distância de lhamas (que eles até hoje tentam incluir como uma das modalidades de equitação nos jogos) cujo recorde estabelecido em 1978 é de 301 metros de cuspe e que não foi quebrado até hoje. Outro esporte muito popular é a caça predatória de tartaruga-das-galápagos, um passatempo sem concorrência internacional, os equatorianos são tão preguiçosos que escolhem jabutis gigantes e super lentos para caçar.

Ressalta-se que, depois de três classificações consecutivas para a Copa do Mundo da FIFA e o título da Libertadores da LDU, o futebol se tornou uma grande paixão no país, deixando para trás outros passatempos concorrentes, tais como tecnocumbia, greves, derrubada de presidentes e resgates bancários. Tudo isso graças à descoberta, há cerca de 10 anos, de um conceito muito importante: Quando os adversários do Equador jogam na altitude, eles não conseguem respirar bem.

Religião[editar]

A Igreja Católica equatoriana, antes a religião dominante do país após a extinção dos incas, atualmente está em crise devido à contínua deserção de muitos paroquianos que decidem por uma opção religiosa mais mística, regularmente oferecida na televisão, a igreja chamada de La Iglesia Universal del Reino de Dios, uma seita vindo do oriente do continente, advinda da selva, cuja proposta inclui oferecer vários produtos e serviços gratuitos para quem frequenta o templo (anteriormente algum cinema especializado em pornografia): sabonetes purificadores, velas espirituais de cera cósmica, galhos de urtiga para curar o susto, delivery de exorcismos, entre tantos outros produtos.

Sabe-se que os nativos da floresta amazônica equatoriana são bastante resistentes à essa catequização e tendem a marinar e grelhar os missionários brancos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias que os visitam de vez em quando.

Flag-map Equador.png Equador
HistóriaGeografiaDemografiaPolítica
SubdivisõesEconomiaMoedaTurismo
CulturaBandeiraBrasãoHino
Superclassico das Americas.gif
América
v d e h

América Central: Antígua e Barbuda | Bahamas | Barbados | Belize | Costa Rica | Cuba | Dominica | El Salvador | Granada | Guatemala | Haiti | Honduras | Jamaica | Nicarágua | Panamá | República Dominicana | Santa Lúcia | São Cristóvão e Nevis | São Vicente e Granadinas | Trindade e Tobago


América do Norte: Canadá | Estados Unidos | México


América do Sul: Argentina | Bolívia | Brasil | Chile | Colômbia | Equador | Guiana | Paraguai | Peru | Suriname | Uruguai | Venezuela


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