Emirados Árabes Unidos

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الإمارات العربية المتحد
Dubai
EUA EAU (Enricados Árabes Unidos)
Bandeira dos Emirados Árabes Unidos
Brasão de Armas dos Emirados Árabes Unidos
Bandeira Brasão
Lema: Cleptocracia e Despotismo
Hino nacional: Maior! Quero mais! Mais alto! Mais grana!

Localização de EUA EAU (Enricados Árabes Unidos)

Capital Abu Dhabi
Cidade mais populosa Meca
Língua árabe
Religião oficial islamismo
Governo Despotismo
 - sheik supremo e ricaço do pedaço Zayed Allah Yr7amah
Heróis Nacionais Habib's
Área  
 - Total 249 000 916 polegadas quadradas km² 
 - Água (%) quanto der para comprar
Analfabetismo
População 9000000 : (Nativos:13)(Turistas e Multimilionários 450.000 )(Sheiks Quadrilhonarios :3000000)(Operários dê construções Bonitas5000000)(Escravos e camponeses:800000)(camelos 200000) 
PIB per Capita 100000....0000000,00 
IDH prédios de 100 andares para cima 
Moeda barril de petróleo
Fuso horário 467 anos no futuro
Clima desértico com muito ar-condicionado
Website governamental Site do Governo


Cquote1.svg Você traiu o movimento jihadista, véio Cquote2.svg
Dado Dolabella sobre Emirados Árabes Unidos

Emirados Árabes Unidos é um país artificial criado por sheikhs ricaços no sudeste do Oriente Médio, sendo um grande centro de lavagem de dinheiro, contrabando de ouro, desprezo por trabalhadores não cidadãos, chantagem a imigrantes, silenciamento de jornalistas estrangeiros, falsa sensação de garantia de direitos a mulheres, prazeres caros, e contas bancárias capazes de comprar sua moral e sua honra. Algumas entidades como a ONU considerem que os Emirados Árabes Unidos são um país, embora alguns países soberanos contestem isso, como o Irã, embora os sheikhs emiradenses não façam a menor questão de querer provar nada, os EAU continuam sendo sua colônia de férias favorita.

História[editar]

Antiguidade[editar]

Os primeiros habitantes da antiga península onde hoje estão os Emirados Árabes Unidos se chamavam "Umm Al Nar", tribo que ficava perto de Kama-tora-najamba e tinha fortes laços econômicos com Jakamzybonk e Onmpa-Zükla. O grande problema dessa época é que uma tribo chamada Hamarake-Zynta se estabeleceu e travou guerra contra Kjama-iunta, que eram aliados de Refkan-lopsen e isso trouxe muitos problemas para Umm Al Nar.

O primeiro sheik de Umm Al Nar, o sheik Mahambrason Zamabizimwekomajun foi quem unificou as antigas tribos da região. Isso só foi possível graças à sua estratégia de construir inúmeros poços falsos completamente secos para desnortear e causar distúrbio nos beduínos da tribo de Xenadapiro-Kada (antiga Refkan-lopsen) e assim assumir o controle da região, agora com o novo nome de Tribo da Wadia Suck.

Islamização[editar]

Depois que o Kjama-iunta derrotou Hamarake-Zynta na Batalha de Rama-rala, eles tiveram que ceder 90% de suas terras para os Kjama-iunta, terras das quais os Kjama-iunta cederam 20% ao Refkan-lopsen devido a um antiga dívida de jogo do bicho. Mas Refkan-lopsen queriam 40% e pediu ajuda à tribo Mazun (antiga Wadia Suck) que na verdade nem sabia onde ficava Refkan-lopsen para poder ir ajudar, não existia Google Maps. Mas a notícia dessas disputas de terras arenosas e absolutamente inférteis e estéreis se espalhou pelo mundo, e os seguidores de Maomé decidiram intervir e resolver essas disputas conquistando tudo, não esquecendo de matar todos no processo. Isso aconteceu no ano de 630, mas como os muçulmanos não viam aquele deserto inútil como conquistado, para não deteriorar sua reputação, não foi considerado conquistado, por isso os historiadores tem dificuldade em determinar o que exatamente foi a região dos Emirados Árabes de 630 a 1500.

Colonização portuguesa[editar]

Depois que os Emirados Árabes Unidos ficaram sem petróleo, eles precisaram de novas commodities para se manterem existindo. A primeira ideia seria vender areia pura, mas o Chade e a Mauritânia já eram líderes mundiais nesse comércio. Então os emiradenses tiveram a ideia de colocar pequenos grãos de areia em conchas e então esperaram. Depois de um tempo, o mexilhão vomitou uma bola branca bonita e lisinha, ideal para fazerem colares de pérolas. Então obviamente os árabes deram o nome de "pérola" para aquela bolinha porque eles fizeram uma corrente com 20 deles e perceberam que aquilo ficava idêntico a um colar de pérolas. Mas havia um problema, as mulheres árabes não gostavam colares de pérolas porque o hijab as escondia já que a sua religião não permite que o pescoço da mulher seja exibido, então os portugueses foram chamados para ajudar nesse problema, pois a sua inteligência era conhecida como lendária.

Os portugueses solucionaram o problema das pérolas árabes ao sugerir que os colares de pérolas fossem desfeitos e então refeitos como brincos de pérolas. Mas como as mulheres árabes também não usam brinco porque o hijab esconde suas orelhas, os portugueses viram como única alternativa comprarem aqueles brincos de pérolas para depois tentar revender em algum outro lugar.

Colonização inglesa[editar]

Vilarejo de Dubai em 1970 sob domínio britânico. Note o avanço dessa cidade, muito diferente da Dubai atual de um Emirados Árabes Unidos independente.

Graças à venda de pérolas para os portugueses, os Emirados Árabes Unidos desenvolveram-se fortemente. Mas conflitos internos fizeram com que aquela nação se dividisse em sete partes: A República Democrática dos Emirados (RDE), a República Federal dos Emirados (RFE) e outros cinco outro emirados menos importantes. Quando isso aconteceu, todas as potências europeias queriam se aproveitar e roubar o ouro daquela região, mas os muçulmanos não quiseram dar assim tão fácil, então os nativos fizeram uma greve de banho e pararam de tomar banho. Depois de cerca de 20 dias, os Emirados Árabes fediam e isso causava enorme incômodo. Mas em inglês. Os ingleses até tentaram revidar iniciando uma greve de higiene dental. Como os muçulmanos não podiam ver a boca de seus invasores e as mulheres muçulmanas não queria beijar nenhum europeu, essa contra-greve não surtiu efeito e os britânicos devolveram os Emirados Árabes Unidos para os nativos, chamando-os de "Estados da Trégua".

Independência[editar]

Em 1919, o petróleo foi descoberto e foi a primeira tentativa de dar independência para os Estados da Trégua, mas a alegria da população durou pouco e todos gastaram seus 10 milhões de petrodólares em 2 dias, e assim todos os árabes locais voltaram à estaca zero de dependência econômica. Após duas décadas os árabes encontraram mais petróleo, aproximadamente 10% do abastecimento de petróleo atual, mas eles não tinham dinheiro algum para explorar essa riqueza então mantiveram essa descoberta em segredo. Só em 1966, quando a Inglaterra ganhou a Copa do Mundo e decidiram fazer alguma caridade, os Estados da Trégua se utilizaram da euforia dos ingleses para pedir à Inglaterra um pouco de tecnologia de exploração de petróleo, o que foi concedido de bom grado. No dia seguinte brotaram arranha-céus e os Emirados Árabes Unidos declararam sua independência. O esperado é que surgissem nove novos micropaíses países por ali, mas dos nove emirados surgiram Bahrein, Qatar e os Sete Emirados Árabes Unidos, articulação do sheik Zayed bin Sultan al Nahayan de Abu Dhabi, conhecido como "o homem no lugar certo na hora certa", pois foi ele quem convenceu os outros seis emires a se juntar a ele para criar um só país e não sete mini-países. A comunidade internacional de geógrafos agradeceu, porque talvez Abu Dhabi e Dubai até fossem nomes fáceis de decorar de novos países, mas o que dizer de Ajman, Al Fujayrah, Ra's al Khaymah, Sharjah e Umm al Qaywayn?

Guerra do Golfo[editar]

Então o Iraque anexou o Kuwait em 1981, causando alvoroço internacional e a consequente invasão americana no Oriente Médio para salvar os pobres kuwaitianos. Os sheiks dos Emirados Árabes Unidos já estavam naquela época cagando dinheiro e não viam muita necessidade de começar qualquer jihad já que essas coisas subentendem não fazer uma piscina inteira de joias raras e um avião de ouro, então os Emirados Árabes Unidos se aliaram aos ocidentais, oferecendo seu território para ser utilizado como base militar pela coalizão invasora. O problema é que em 1981 os Emirados Árabes eram apenas um deserto inóspito e ainda por cima fedido (o fedor residual da greve de banho da guerra de independência) e por isso os americanos desistiram de usar aquele território e como resultado, eles quase não tinham bases e a guerra durou muito tempo, acabando só em 2010. Foi nessa época que os Emirados Árabes Unidos descobriram um novo ramo de comércio: O sangue do povo kuwaitiano e iraquiano que escorreu por todo o Golfo Pérsico. Os Emirados Árabes Unidos entraram no negócio de transplante de sangue por esse motivo.

Eventos recentes[editar]

Príncipe dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, aderindo ao sionismo, deixando os palestinos putos da cara.

Atualmente os Emirados Árabes são unanimemente aceitos no Oriente Médio como traidores da causa árabe, sendo inclusive amiguinhos de Israel, o que é inadmissível para os seus vizinhos que odeiam esse país com todas suas forças. Em julho de 2014, por exemplo, os Emirados Árabes Unidos enviaram uma delegação médica a Gaza. Ficou claro para o Serviço de Inteligência da Autoridade Palestina que a delegação emiradense carregava não apenas estetoscópios, ampolas, seringas e gazes, mas também carregavam dispositivos de comunicação avançados para identificar alvos via satélite, que são dispositivos que os médicos normalmente não carregam, a menos que pretendam realizar alguma cirurgia via satélite ou então enviar coordenadas para Israel de alvos para bombardeios por mísseis. Por algum motivo desconhecido, a delegação de médicos emiradenses que visitou Gaza em 7 de julho de 2014, foram todos embora após 24 horas de sua chegada alegando que o Hamas expulsou a delegação e não os prenderam porque não queriam abrir uma batalha paralela contra um país árabe. Coincidentemente, no dia seguinte em 8 de julho de 2014, Israel atochou a Faixa de Gaza com bomba na Operação Margem Protetora.

Atualmente o país se encontra no ano 2460, um pouco distante dos demais países. Futuramente o país será o maior colecionador de recordes. Hoje já conta com o maior poço de petróleo, maior fazenda, maior deserto, maior torre, maior estádio de futebol, maior edifício, maior campo de golfe e a maior Uncyclopedia, pois é lá que se localiza o servidor da Desciclopédia, no Burj Al Desciclopédia.

Geografia[editar]

Logo ali perto da Arábia Saudita, longe do Iraque perto do petróleo e rodeado de dinheiro. As terras dos Emirados Árabes Unidos consistem em um monte de areia aterrando parte do Golfo Pérsico. Toda essa areia genuína da Arábia é salpicada com alguns altos, brilhantes e luxuosos edifícios com ar condicionado, sempre os maiores do mundo. O país é desabitado em grande parte de seu território inóspito e infértil, sobrando apenas s toneladas de barris de petróleo a serem explorados.

O país obviamente não possui hidrografia, mas é famoso pelas suas numerosas ilhas artificiais, todas feitas com a areia do deserto (algo que jamais vai faltar) aterrando no oceano.

Ecologicamente, são muito poucos os animais encontrados nos Emirados Árabes Unidos. Desde 2006, de animal nativo existe apenas a cabra komizutrewda idiotenposchlanzennuzze, melhor conhecida pelo nome popular cabra-um-kloipränzenawq. Este animal agora tem 560 anos e é hermafrodita. Então, teoricamente, não pode haver outras cabras novamente nesta terra inóspita quando esta morrer.

Lá tem um clima muito ruim no qual chove apenas duas ou três vezes por ano... então é um deserto bem grande!

População[editar]

Os Emirados Árabes Unidos têm uma população de aproximadamente duas pessoas. Sendo estes o Glorioso Rei Burj Khalifa Über-Sultan bin Zayed Al Nyan e o outro o seu filho e sucessor Muh-Ahmad-the-Muhammad. Eles são geralmente descontraídos e amigáveis, especialmente a Israel, exceto na quarta-feira , quando Burj Khalifa Über-Sultan bin Zayed Al Nyan geralmente declara guerra contra Bangladesh. Normalmente, o armistício é assinado no sábado próximo. Os estrangeiros não temem sobre essa questão, pois pode ser observado no Código de Igualdade dos Emirados Árabes Unidos (CIEAU) que "apenas imigrantes de Bangaldesh serão tratados com vergonha e nojo".

Grupo de habitantes emiradenses ainda não reconhecidos como habitantes porque antes precisam pagar umas dívidas.

O restante das pessoas vistas nesse país podem ser divididos em três tipos: Amigos do rei, escravos e turistas.

Os amigos do rei são a outra meia-dúzia de sheiks e os outros seis emires.

Os escravos são trabalhadores de países do terceiro mundo com grandes ambições a serem massacradas pela realidade dos Emirados Árabes. A maioria desses trabalhadores arrecada dinheiro nos Emirados Árabes Unidos varrendo rua, limpando banheiros públicos, regando palmeiras, minerando carvão, trabalhando para obter petróleos ou trabalhando como prostitutas. Seu salário médio variava de US$ 2 a US$ 2.000 por dia, dependendo da profissão, sendo a última profissão a mais atraente que pode render os US$ 2.000 por dia. Os trabalhadores de Abu Dhabi e Dubai tem ainda a construção civil como opção, se beneficiando de um dos maiores booms de construção do mundo, onde podem ajudara construção dos maiores edifícios do mundo, embora não sejam tratados como seres humanos. Não é surpreendente que alguns desses trabalhadores se rebelaram em protesto, mas também não é surpreendente que o governo dos Emirados Árabes Unidos não mexe um dedo para resolver esse problema. A dinâmica é bem simples: Os operários da construção civil nos Emirados Árabes Unidos são estrangeiros que conseguem seus empregos tomando empréstimos de operadoras em seus países de origem. O operário então usa parte de seu salário para pagar esses empréstimos em prestações mensais, mais precisamente 120% de seu salário que vai para o pagamento da dívida. Como se percebe, ele precisa de 20% a mais de salário, então faz um empréstimo para pagar essa dívida que será paga com o próximo salário, mais precisamente 140% do seu próximo salário vai ser usado para pagar a segunda dívida. O resultado é uma espécie de servidão por dívida.

Os turistas, o terceiro grupo de habitantes, são a segunda espécie mais burra dos Emirados Árabes Unidos. A maioria deles pensa que morar em edifícios altos ou brincar na areia é algo lindo de se fazer mesmo que estejam num local onde todos te olham com reprovação por você ser um infiel que vai queimar no inferno. Isso ocorre simplesmente porque a maioria desses turistas vem de pátrias do terceiro mundo.

Política[editar]

Os Emirados Árabes Unidos, como o nome já ajuda a perceber, é uma união de emirados árabes, ou árabes que formam emirados unidos, ou emirados unidos que são árabes. Esses emirados cada um tem um exército formado por uma força árabe capaz de tranquilamente intervir no conflito pela libertação da Palestina e varrer Israel do mapa, mas não se vê isso pois é melhor usar esse exército como escudo para proteger a segurança dos próprios Emirados. Esses emirados são subordinados ao emirado principal, de Abu Dhabi, que diz quem é o rei, sultão, e primeiro-ministro.

Em outras palavras, a política dos Emirados Árabes é bem simples e isso aparentemente agrada o seu povo que não vê qualquer necessidade de adotar qualquer sistema político atrasado e antiquado, como democracia ou ditadura do proletariado. Ninguém precisa desperdiçar um fim de semana da vida para ir votar, nem brigar com familiar por causa de esquerda ou direita, o rei está lá e sempre estará lá.

Subdivisões[editar]

Os Emirados Árabes Unidos são uma federação de sete emirados: Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ras Al Khaimah, Fujeirah, Umm Al Quain e Al Ain. Enquanto os dois primeiros são totalmente cafetões, o resto é um bando de perdedores e você nem sabia que existiam, sendo dois deles inclusive desabitados, e os outros três não são vistos há alguns anos e talvez tenham sido afundado na grande tempestade de areia de 1986, lembra daquela?


Economia[editar]

Um país rico e próspero! O milagre do petróleo.

Emirados Árabes Unidos é o país megalomaníaco do mundo. Qualquer coisa fantástica que você imaginar está ali. A Fantástica Fábrica de Chocolate fica nos Emirados Árabes. O submarino Náutilus foi feito nos Emirados Árabes. O porta-aviões da SHIELD foi fabricado nos Emirados Árabes. A maior pica do mundo está nos Emirados Árabes. E assim por diante. Tudo isso graças ao petróleo que compõe 99% do PIB do país, com estrume de camelo compondo os demais 1%.

A forte economia nos Emirados Árabes Unidos gira de forma fácil. O seu rei controla um cartel chamado OPEP que controla o preço do petróleo no mundo e consequentemente faz com que o país fique quinquilhonário e possa sem problemas construir todo o tipo de maior coisa do mundo e maravilhas em geral. Sendo assim, o país desértico conta com um campo internacional Gramado de golfe para profissionais, e um resort de esqui na Neve, além dos edifícios mais altos do mundo.

Turismo[editar]

O Burj Khalifa, prédio da Mia Khalifa, o mais importante dos Emirados Árabes Unidos e símbolo nacional
O hotel Burj Al Arab, o único do mundo em formato de xampu gigante.

O turista nos Emirados Árabes Unidos tem muitas opções de falta do que fazer, pois pode apenas ficar nos luxuriosos hotéis e edifícios, porque saindo dali tem só deserto pra visitar. Dentro desses hotéis os turistas podem apreciar do melhor da cultura árabe, podem, por exemplo, participar de uma orgia onde, por causa da influência muçulmana, qualquer tipo de nudez, toque ou troca de olhares não são permitidos. Com sorte o turista pode testemunhar um árabe dando um tabefe em sua esposa. Qualquer turista pode levar uma lembrança permanente de sua visita aos Emirados Árabes: Basta sair do hotel e do lado de fora tocar em uma viga de aço no meio do dia e ter a prova de suas férias em Dubai eternamente gravada na palma de suas mãos. Os vasos sanitários dourados no 698º andar do Buraj Khalifa também merecem uma visita.

O turismo nesse país acaba sendo isso, conhecer prédios altos e luxuriosos, não a toa o primeiro arranha-céu da história da humanidade foi construído nos Emirados Árabes Unidos, segunda a Bíblia, a Torre de Babel, em 643 AC. Era um prédio de apartamentos que acomodava até 900 famílias e foi projetado pelo grande monge judeu Shalon da Don, que mais tarde trabalhou também na construção das pirâmides de Gizé. Desde então, mais de 6.634 arranha-céus foram construídos no país e é basicamente só isso que o turista tem para ver. O arranha-céu mais alto tem 828 km de altura, o Burj-Al-Maleeq-Al-Shaheed-Bin-Laden-Al-Hussein Mia Khalifa, que também detém o recorde de nome de arranha-céu mais longo. No entanto, espera-se que este título seja perdido para o mais novo projeto do Burj-Al-Nuh-Qlear, o mais alto silo de mísseis nucleares do mundo.

Aliás, aconselhamos se fingir de árabe nesse país, pois visitantes estrangeiros sempre tem que pagar o dobro do preço normal em absolutamente qualquer coisa.

Cultura[editar]

Comparado aos outros países árabes ou aos vizinhos persas, os Emirados Árabes Unidos não tem tanta cultura assim. Quando alguns estão entediados, eles apenas constroem edifícios de 2.000 metros ou fazem ilhas artificiais no oceano no formato de palmeiras.

Idioma[editar]

Nos Emirados Árabes Unidos se falam pelo menos cinco idiomas: hindi, urdu, chinês, espanhol com sotaque filipino e árabe. A principal língua que o turista tem que saber é o espanhol com sotaque filipino, porque a vida noturna nos Emirados Árabes Unidos é organizada por gangsters de países do terceiro mundo, afinal os muçulmanos normais dormem cedo e não é necessário falar árabe nas agitadas madrugadas do submundo de Dubai.

Culinária[editar]

A culinária dos Emirados Árabes Unidos possuem todo um caráter e as digitais da culinária indiana, que começa com arroz basmati e frango ao curry e termina com arroz biryani e frango ao curry. Isso acontece porque os velhos e ricos sheiks dos Emirados Árabes Unidos todos tem motoristas indianos trabalhando e cozinhando em seus palácios. Como esses sheiks normalmente estão ocupados demais pensando onde gastar seus petrodólares, as suas 37 esposas geralmente estão negligenciadas almoçando a comida indiana preparada por aqueles indianos fortes, sarados, suados, e trabalhadores.

Religião[editar]

Os Emirados Árabes Unidos são teoricamente um país muçulmano, embora todos seus vizinhos neguem isso e não aceitem que os EAU sejam considerados islâmicos. O islamismo local é do nível de apenas proibir cenas de nudez no cinema, proibir álcool nos bares e proibir carne de porco no McDonalds (o que normalmente nem tem mesmo), ou seja, proibir coisas que tornem impossível uma vida decente.

Flag-map Emirados Árabes Unidos.png Emirados Árabes Unidos
HistóriaGeografiaDemografiaPolítica
SubdivisõesEconomiaMoedaTurismo
CulturaBandeiraBrasãoHino
OPEP
Organização dos Países Exportadores de Petróleo
v d e h

Países Membros: AngolaArábia SauditaArgéliaEquadorEmirados Árabes UnidosGabãoIndonésiaIrãIraqueKuwaitLíbiaNigériaPetrobrasQatarVenezuela

Boratasiacentral.jpg
Ásia
v d e h

Países: Afeganistão | Arábia Saudita | Armênia | Azerbaijão | Bahrein | Bangladesh | Brunei | Butão | Camboja | Cazaquistão | China | Chipre | Coreia do Norte | Coreia do Sul | Egito | Emirados Árabes | Filipinas | Geórgia | Iêmen | Índia | Indonésia | Irã | Iraque | Israel | Japão | Jordânia | Kuwait | Laos | Líbano | Malásia | Maldivas | Mongólia | Myanmar | Nepal | Omã | Paquistão | Qatar | Quirguistão | Rússia | Singapura | Síria | Sri Lanka | Tadjiquistão | Tailândia | Timor-Leste | Turcomenistão | Turquia | Uzbequistão | Vietnã

Territórios: Abecásia | Caxemira | Chipre do Norte | Coreia | Curdistão | Estado Islâmico | Goa | Hong Kong | Ilhas Spratly | Macau | Manchúria | Ossétia do Sul | Palestina (Cisjordânia e Faixa de Gaza) | República de Artsaque | Taiwan | Território Britânico do Oceano Índico | Tibete