Duzz

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Emblem-sound.svg Duzz
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Duzz, na seca, prestes a fumar o próprio cabelo
Nome Eduzzardo Duzz da Silva Duzz
Origem A Varrer, link={{{3}}} São Paulo
Sexo Só com a maconha
Instrumentos
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Corda vocal desafinada
Gênero Trap
Influências Trap e um pouquinho de rock
Nível de Habilidade Icon 00 percent.png
Aparência Fugitivo da polícia
Plásticas Tatuagem na cara
Vícios
Nuvola apps atlantik.png
Fumar maconha
Cafetão/Produtor
Crystal Clear action bookmark.svg
Raffa Moreira

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Duzz sobre tudo
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Raffa Moreira sobre Duzz

Duzz é um trapper, ex-youtuber teen, maconheiro, drogado, bandido, de Avaré, São Paulo (óbvio, tinha que ser). Fez muito sucesso fazendo músicas de trap para jovens que se identificam com o consumo excessivo de maconha e crack, mas a diferença dele pros outros artistas do gênero é que ele coloca mais de meio neurônio nas letras dele e tem uma influência de rock nas músicas, agradando os sadboys, emos e gays.

Sobre[editar]

Eduardo da Silva (pelo nome, já dá pra saber que não tinha muito futuro se não fosse o trap) nasceu em 12 de setembro de 1995 em uma cidadezinha com 3 habitantes chamada Avaré, no cu de São Paulo. Duzz é uma baita má influência para os jovens que o ouvem, pois além de ter riscado a cara com desenhos (e não é de tinta guache) quando tava muito drogado quando misturou Fanta, maconha, cocaína e crack, ainda faz apologia às dorgas e fala que só se importa com o dinheiro, fama e drogas. Duzz não pode andar nem meio metro fora de casa que já é parado por três viaturas por causa de sua aparência de drogado. Duzz é tão brabo que conheceu sua mina, com quem é casado, no Tinder, o antro de sexo e prostituição, mas a trai todo dia com a maconha.

Começo da carreira[editar]

Desde criança Duzz era um ratão de LAN house, pois não tinha mais nada pra fazer em sua cidadezinha, que não tinha nenhum passatempo além de apertar a campainha e sair correndo, ou praticar furtos de bundas. Em 2010, Duzz fez um canal em que jogava Hack Blank, jogo muito famoso e aclamado pelos seus gráficos e falta de pay-to-win e hackers. Foi aí que Duzz começou também a fazer música de todas as armas possíveis que existem no jogo, inspirado em rappers clichê, como Racionais, Facção Central, Sabotage, etc. Com o dinheiro do canal, Eduardo sustentava 5 filhos, 7 irmãos, 3 esposas e 4 largatos.

Foco na música e passagem pelo crime[editar]

Duzz e seu filho mais novo ostentando Big Macs

Quando a porcaria do Point Blank finalmente começou a falir (já tava na hora), Duzz migrou pra música trap, que é o que estava fazendo sucesso no momento e era a única coisa que ele sabia fazer direito além de fumar maconha. Lançou algumas músicas de merda, mas as primeiras que fez ele ter sucesso foi "Sorry Mom" e "Kurt Cobain", a primeira é sobre a vergonha que Duzz sentiu quando sua mãe lhe viu no banheiro batendo punheta com o dedo no cu, e a segunda é um claro plágio da música Heart-Shaped Box, da banda de rock Nirvana.

Aí Duzz ficou famoso e suas músicas geralmente vão ao topo das paradas das bocas de fumo do Brasil. Duzz também faz parte da gangue UCLÃ, apenas uma empresa de fachada de bandidos pra vender crack e cocaína, e que faz muito sucesso com os jovens por motivos óbvios. Eles até apelaram para o acústico pra fazer sucesso. Quando o jogo de tiro Valorant lançou, Duzz foi pra ele porque sentiu saudades de morrer pra hacker e levar headshot, e também streamar o jogo pra ver se ganhava mais dinheiro.

Ver também[editar]