Desembarques da Normandia

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Desembarques da Normandia é o nome da maior operação cinematográfica anfíbia da história da humanidade, e mesmo sessenta anos mais tarde a invasão da Normandia continua a ser a mais divertida invasão marítima da história, com um filme de comédia feito a cada ano, sendo o mais famoso até ganhador de Oscar, O Resgate do Soldado Ryan. Foi uma brilhante operação suicida onde o exército norte-americano, conhecidos por seus planos dramáticos de guerra para renderem bons filmes, tiveram a perspicaz ideia de uma invasão em massa na Europa ao estilo "vai desembarcando que podem matar um montão de nossos soldados que temos mais e os alemães não tanto". Apesar do primeiro soldado a desembarcar na Normandia durou menos de 0,4 segundos e o segundo soldado ter durado apenas 0,5 segundos, no final o plano deu certo graças aos corajosos neozelandeses e australianos que foram todos fuzilados na primeira fila dos blindados aquáticos.

Preparativos[editar]

Eisenhower conversa com os Stormtroopers imperiais da 101º Divisão Aérea na manhã de 5 de junho de 1944.

Em alguns detalhes a Segunda Guerra Mundial foi bem parecida com a primeira guerra mundial, e uma dessas semelhanças é sobre como a Alemanha era desastrada em querer guerrear no oriente e no ocidente ao mesmo tempo, e outra semelhança é como os Estados Unidos esperaram os nazistas se explodirem nos comunistas por alguns anos, entrando só no ano final da guerra para bater na galinha morta e ficar com os louros da vitória.

O plano da mega-invasão foi arquitetado pelo general estadunidense Dwight David Eisenhower e primeiro-ministro britânico Winston Churchill, dois velhos senis senhores da guerra fanáticos, que tiveram a brilhante ideia de usar uma frota de 1 quinquilhão de soldados para encerrar a guerra com base em superioridade numérica, mesmo que isso fosse para a época já ultrapassado e antiquado. Quando parecia que não poderia ficar pior, Stalin também apareceu para acrescentar ainda mais senilidade no plano proibindo que a invasão fosse feita pelos bálcãs impedindo assim o decisivo apoio do Chipre que na Normandia não tinha relevância geográfica. Sorte que Hitler também era senil, e sua tática de defesa do continente ao estilo napoleônico consistia em proibir Portugal de vender especiarias para os britânicos e na tal "Muralha do Atlântico", onde entupiu as praias da França à Noruega de soldados nazistas, substituindo todos resorts por "ouriços", nome dado para aqueles pedaços de trilho de trem soldados em forma de asterisco que possui valor decorativo nos campos de batalha, esquecendo-se Hitler que haviam já inventado o avião e bastava um batalhão desembarcar de para-quedas e atacar essa tal muralha por trás. Foi o que ocorreu.

Os desembarques[editar]

Praia de Omaha[editar]

A mais famosa praia normanda dos desembarques, talvez porque foi onde os estadunidenses atuaram cuja já reconhecida falta de costume em guerra corpo-a-corpo os levaram há milhares de baixas. Na praia de Omaha os Aliados encontraram o maior foco de resistência de todos os desembarques do Dia D, sendo esta a praia frequentemente lembrada graças ao fato de que Hollywood adorar mostrar soldados sendo fuzilados em menos de 1 segundo de atuação sem nem pisar um dedo na praia antes de morrer, realmente bem dramático para um bom filme. Muitos mais soldados morreram na praia de Omaha do que qualquer outra praia do mundo, simplesmente porque a maioria dos soldados norte-americanos que foram a esta praia se surpreenderam pelo fato de que não havia lá nenhum penhasco de maneira que eles se tornaram alvos fáceis para as casamatas nazistas posicionadas ao longo da praia, isso é provado através de um relato de um veterano que descreveu o seguinte: "Foi nesse momento que eu percebi que tudo o que eu tinha aprendido na escola em geografia estava errado: penhascos, marés, erosão... Aqui estava a prova evidente que a mudança climática não existia." Este momento de hesitação não só levou ao extermínio de 3.000 soldados norte-americanos inocentes, mas também o aumento sem precedentes da oposição à crença na mudança climática no final do século XX.

Praia de Utah[editar]

A mais isolada das praias invadidas, totalmente desguarnecida mas sem valor nenhum também. A Praia de Utah é referido como a "praia que ninguém dá a mínima pela maioria dos pesquisadores de história moderna". Graças à tragédia na Praia de Omaha ninguém pensa sobre os 197 soldados norte-americanos que deram suas vidas na praia de Utah.

Praia Juno[editar]

O dramático desembarque na Praia Juno.

Um enorme banco de areia de 10 quilômetros onde ficava a estratégica cidade de Bernières onde ficava os melhores cabarés franceses. Nesta praia as tropas Canadenses atuaram e lá tiveram maior dificuldade é em enfrentar a maré e os recifes e corais do que soldados nazistas.

A praia que o Canadá foi encarregado de invadir abrigava algumas defesas muito importantes e estratégicas, de maneira que Hitler tinha inventado recentemente uma nova máquina de propaganda que manteve soldados de seu Reich na baía recebendo todo dia informações otimistas. Os aliados decidiram que só as tropas canadenses teriam o otimismo e calor para suportar a ira da máquina de propaganda nazista. O plano funcionou e os canadenses invadiram as defesas alemãs, alegremente cumprimentando cada alemão antes de cortá-los com enorme machados de lenhador.

As tropas reais canadenses do regimento aeronáutico também desembarcaram nos arredores da cidade de Caen e encontraram sérias dificuldades ao se deslocarem com suas botas de neve na areia e gramado da praia. Isso levou a uma situação complicada em que os canadenses não foram capazes de capturar rapidamente Caen enquanto se moviam através do campo de forma extremamente lenta, e precisaram de 12 horas para conseguir êxito..

Praia Gold[editar]

A praia onde os britânicos invadiram, ao contrário das outras praias, a Praia Gold foi um passeio no parque para os atacantes ingleses. A resistência alemã foi esmagada em poucos segundos por um grande número de tanques invadindo a praia. Os britânicos, em seguida, estabeleceram-se nas aldeias francesas e passaram seu tempo em festas entusiasmadas em castelos de areia gigantes. Anos mais tarde, os veteranos britânicos devido à sorte que tiveram em serem escalados para invadir uma praia tão fácil apelidaram a operação como "indo para o ouro" que passou a ser usado como nome da praia.

Praia Sword[editar]

Soldado alemão rendido na Praia Sword.

Na Praia Sword havia um importantíssimo e estratégico resort turístico produtor de queijo. Aliás, como os nazistas haviam tomado as fábricas de queijo, alimento que abominavam, deixou as fábricas lá fechadas esses anos todos de guerra, depois que foram retomadas o queijo apodrecido revelou-se comestível pelos organismos dos seres humanos franceses, criando-se assim o queijo brie. Para este ponto os franceses fizeram questão de atuar para recuperá-lo junto a tropas britânicas regulares, ambos terminaram apenas com vítimas leves, graças aos aviões da RAF que foram designados a despejarem chocolates atrás das linhas alemãs e, portanto, coagindo os alemães a ficarem longe da praia e da batalha, dando chance aos britânicos e franceses na invasão. As tropas compostas por soldados gordos, nerds e soldados estranhos saíram tão bem quando o seu comandante que tinha um terrível TOC que não o permitia se molhar ao desembarcar de um blindado marítimo, o que obrigou toda uma força-tarefa para realizar para ele um desembarque seco adequado.

Estima-se que os soldados britânicos na Praia Sword consumiram cerca de 20.000 xícaras de chá, 50.000 bolinhos e até 2.000 porções de pudim de arroz em um único Dia D sozinhos, estabelecendo um recorde na França de "o mais cruel crime contra a cozinha jamais visto".

Após o ataque inicial, os alemães, liderados por Erwin Rommel se preparavam para lançar um contra-ataque em posições britânicas na praia Sword, de modo a levá-los de volta ao mar, onde eles pertenciam (afinal, no imaginário popular o Reino Unido era um reino subaquático). Coincidentemente o destacamento australiano na Praia Sword chegou naquele momento surfando numa onda gigantesca munidos com crocodilos furiosos que foram arremessados sobre os nazistas.