Década de 2010

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Se você vandalizar, o Cardeal Belarmino vai te pegar!

Hitler e Alien.jpg
Resumo da década.

Cquote1.svg Você quis dizer: Fim do Mundo (outra vez) Cquote2.svg
Google sobre Década de 2010
Cquote1.svg Você quis dizer: Década dos hipsters Cquote2.svg
Google sobre Década de 2010
Cquote1.svg 7x1 foi pouco... Cquote2.svg
Baby boomer sobre Geração 2010
Cquote1.svg Nunca vi. Cquote2.svg
Michael Jackson sobre Década de 2010
Cquote1.svg Nós também não. Cquote2.svg
Vítimas do 11 de setembro sobre comentário acima
Cquote1.svg Eu tenho medo. Cquote2.svg
Regina Duarte sobre fim do mundo em 2012
Cquote1.svg Num dia a gente pensa que o mundo vai acabar, no outro a gente vê que ele não acabou... Cquote2.svg
Maias sobre 2012
Cquote1.svg Você traíu o movimento emo véio Cquote2.svg
Dado Dolabella sobre o fim do movimento emo
Cquote1.svg Os anos 10 foram bons. Quer dizer, foram 10 anos bons. A década foi uma boa década, digo, como década, claro. Se bem que teve o golpe, foi golpe! 2014 foi golpe!!! Quer dizer, nem quem levar golpe e quem não levar golpe vai levar golpe, todo mundo levou golpe. Cquote2.svg
Dilma sobre 2014
Cquote1.svg Bolsonaro 2018... Lula Livre... Ah, sei lá, VAI DACIOLO! Cquote2.svg
Eleitores sobre as eleições de 2018
Cquote1.svg O mundo deveria ter acabado junto com Naruto! Cquote2.svg
Fãs de Naruto sobre o fim do anime
Cquote1.svg KAMEHAMEHAAAAAA Cquote2.svg
Goku sobre a volta de Dragon Ball
Cquote1.svg Então, vai ser o seguinte: filmes de heróis da Marvel e remakes em live action, o que importa é a grana! Cquote2.svg
Disney sobre os filmes da Década de 2010
Cquote1.svg Nós temos dinheiro seus filhos das putas, o dinheiro compra almas. Cquote2.svg
Disney sobre comprar a Fox
Cquote1.svg E se eu me mover pra cá... Cquote2.svg
Placas tectônicas sobre Terremoto no Haiti
Cquote1.svg Será que eu acho aquele tal pão que o diabo amassou no inferno? Cquote2.svg
Fidel Castro sobre medo de passar fome no Inferno
Cquote1.svg A Rússia é um lugar legal pra se cair. Cquote2.svg
Meteoro sobre cair na Rússia
Cquote1.svg Na União Soviética, a Rússia cai em VOCÊ! Cquote2.svg
União Soviética sobre comentário acima
Cquote1.svg Oh shit... Cquote2.svg
Dave Mustaine sobre câncer
Cquote1.svg Eu não sabia eu não sabia! Cquote2.svg
Lula sobre ser preso
Cquote1.svg Caraaaca isso foi a 10 anos... Cquote2.svg
Maconheiro sobre 2010
Cquote1.svg Não vai ter Papai Noel... Cquote2.svg
Sikera Júnior sobre o comentário acima
Cquote1.svg A Denéris deveria ter matado o João das neves!!!. Cquote2.svg
Fãs de Game of Thrones sobre o final da série
Cquote1.svg FASCISTAS! Cquote2.svg
Feminista sobre qualquer coisa
Cquote1.svg Tá ok. Cquote2.svg
Bolsonaro sobre qualquer coisa


Anos 2010, ou anos 10, ou Década de 2010 foi uma época compreendida entre 2010 e 2019, ou seja, aquela década entre a Década de 2000 e a Década de 2020. Foi a segunda década do Século XXI.

Essa década foi marcada pelo aumento e popularização de movimentos políticos populistas e reacionários, com a militância na Internet a ganhar terreno, tal como o Feminazismo, o Movimento do Tea Party, Occupy Wall Street, Brexit, Black Lives Matter, e preocupações sociais com os gays e ambientalistas, com aumento significativo do Veganismo que agora enche o saco a todo o mundo nas redes sociais. Em resumo: todo o mundo puxa o pé de todo o mundo na Internet, sendo a década caraterizada pelas guerras no Twitter entre opositores das mais variadas coisas, com os trolls da internet a delirar com tudo isso. Estas guerras parvas e de quem não tem mais nada com que passar o tempo ultrapassou a política, justiça social e religião, tendo chegado ao entretenimento, com pessoas tentando controlar o que as outras gostam e não gostam. Nessa década também se tornou aceitável desejar a morte de brancos, homens e heterossexuais na Internet, assim surgindo o famoso ódio do bem. Vale destacar o surgimento do cancelamento virtual nos últimos anos. No geral, a década mostrou que, apesar dos avanços tecnológicos, o ser humano só ficou mais retardado e idiota, e a tendência é só piorar.

A Década de 2010 foi mais uma época em que o mundo não acabou: se já era nascido na Década de 1990, parabéns, sobreviveu a dois apocalipses. O mundo continuou, só que com a crise econômica na Europa, os protestos explodiram no mundo árabe, Nova York, Argentina, Turquia, e quem diria, no Brasil. Barack Obama tirou as tropas do Iraque no início da década, mas o Trump colocou de novo, um Papa renunciou e assumiu um argentino, teve uma Copa sediada no Brasil, em que o Brasil sofreu a maior goleada da sua história pela Alemanha, teve olimpíadas no Rio e (como de praxe a cada 20 anos) o Brasil quebrou.

2012[editar]

Juravam os teóricos da conspiração, dos extraterrestres e outros alienados macunheiros que o calendário Maia previa que o fim dos tempos ia chegar no dia 21 de Dezembro de 2012, apesar de não haver acordo quanto à hora do acontecimento.

Quando se sentir inútil na vida, se lembra que existem documentários e até um filme de Hollywood de 2009 sobre o Apocalipse de 2012.

NÚMERO DE PESSOAS QUE COMETERAM SUICÍDIO POR CAUSA DE 2012
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Tecnologia[editar]

A tecnologia avançou muito rápido nessa década.
A década de 2010 foi rica em inutilidades bregas como isso aí, os filtros de foto.

A tecnologia continua a avançar durante esta década e a uma velocidade tão grande que mal você aprende a configurar alguma porra, já está saindo um novo modelo no mercado.

O que surgiu:

Ciência[editar]

Política[editar]

Com líderes destes...
...o fim do mundo...
... está mesmo chegando.

Em resumo: deu merda.

Economia[editar]

O aquecimento global foi uma das grandes preocupações da década.

A nível econômico esteve uma bosta pra todo mundo menos para os chineses.

Desastres[editar]

Os países ocidentais logo acorreram em socorro do Haiti após o terramoto.

Gripe aviária[editar]

Na década passada foram os porcos que apanharam esfriado, nesta foram as aves que ficaram com o pingo no nariz, provocando o pânico.

Esportes[editar]

Tal como Maradona, ninguém deu a mínima para a Copa do Mundo de 2018.

Cultura[editar]

Cinema[editar]

Os Vingadores (2012) foram o grande êxito da década, para raiva de Martin Scorsese.

A década é marcada por remakes, sequelas e adaptações porque a criatividade esgotou-se toda nos anos anteriores, e a única preocupação dos produtores de filmes é arrancar dinheiro de seu bolso. Isso conduziu a um aumento da pirataria porque ninguém quer pagar ingresso no cinema para ver bosta. Mantendo a tradição da década passada e devido à ascensão da justiça social na Internet, nessa década tornou-se obrigatório todo o filme ter, no mínimo, um gay, um preto e uma sapatona, não importando se a personagem é interessante ou bem escrita ou faz sequer sentido na estôria que está sendo contada.

Os grandes astros da década são, sobretudo, actores e atrizes ligados ao universo Marvel, DC Comics e outras bostinhas semelhantes como Jennifer Lawrence, Kristen Bell, Chris Pratt, Millie Bobby Brown, Henry Cavill, Emilia Clarke, Lily Collins, Bradley Cooper, Benedict Cumberbatch, Ryan Reynolds, Kat Dennings, Peter Dinklage, Jamie Dornan, Robert Downey Jr., Adam Driver, Lena Dunham, Idris Elba, Chris Evans, Gal Gadot, Tom Hardy, Kit Harington, Neil Patrick Harris, Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Emma Stone, Tom Holland, Scarlett Johansson, Michael B. Jordan, Mindy Kaling, Anna Kendrick, Brie Larson, Jason Momoa, Elizabeth Olsen, Tyler Perry, Emma Roberts, Rebel Wilson, Amy Schumer, Sofía Vergara, entre outros.

Cquote1.svg Os filmes da Marvel não são cinema. Cquote2.svg
Martin Scorsese sobre Marvel

Crianças estavam sendo mortas por esporte, mas as gurias retardadas só queriam saber com quem a protagonista Katniss ia ficar.

Os grandes êxitos da década foram os filmes de super-heróis da Marvel, com Vingadores: Ultimato (2019) a bater recordes de bilheteira. Outros sucessos da Marvel incluíram Guardiões da Galáxia (2014), Capitão América: Guerra Civil (2016), Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), Pantera Negra (2018), e Capitã Marvel (2019). Também a DC Comics tentou se revitalizar mas o único sucesso que teve foi Mulher-Maravilha (2017) porque Gal Gadot é gostosa, e o seu Liga da Justiça (2017) foi tão ruim que nem conseguiu apanhar boleia na fama dos Vingadores da Marvel.

Tentando reconquistar os nerds fãs de Senhor dos Anéis, foi lançada a trilogia Hobbit (2012 - 2014), mas não fez grande sucesso entre os antigos fãs. Também George Lucas decidiu se vingar dos fãs de Star Wars e vendeu a porra à Disney que conseguiu fazer uma trilogia sequela (2015 - 2019) pior do que as prequelas da Década de 2000 e arruinar a saga inteira com um final bosta sem sentido: faça como os boomers e finga que isso nunca aconteceu. Na onda das sequelas e tentando captar ao máximo a nostalgia da criançada da Década de 1980 e Década de 1990, vem Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015) e Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017). Também a franquia Velozes e Furiosos continua forte nessa década, inspirando toda uma nova geração de alienados a ter acidentes rodoviários. A trilogia transformada em saga por causa da modinha ridícula do "parte 1/parte 2" do início da década, Jogos Vorazes (2012), também teve grande sucesso.

Nessa década, as guria retardadas continuaram delirando com a bosta Crepúsculo, que terminou em 2012, fazendo reforçar as teorias apocalípticas desse ano. Rapidamente passaram para outra merda semelhante: a trilogia Cinquenta Tons de Cinza (2015 - 2018), que não era nada mais nada menos do que uma fanfiction de Crepúsculo, mas numa tentativa de escrever uma estôria de putaria que fez a delicía das virgens e mães desocupadas por esse mundo fora. Para um filme de putaria, só tem sexo em posição missionário. Nessa década, se infilitraram em várias franquias, só estando preocupadas com "casais sensação" em vez da estória que está sendo contada, iniciando as chamadas "shipping wars" na Internet e arruinando a experiência pra todo o mundo.

Boa sorte em tirar essa bosta de música da sua cabeça.

Nos filmes para a criançada, o grande êxito foi Frozen - Uma Aventura Congelante (2013) da Disney, que fez o maior sucesso entre a pequenada. Outra grande sensação da década foi Meu Malvado Favorito (2010), cujos irritantes minions viraram febre, inclusive entre adultos que compartilhavam essa bosta no Facebook. Outros sucessos foram Como Treinar o Seu Dragão (2010), Enrolados (2010), Os Smurfs (2011), Valente (2012), Hotel Transilvânia (2012), Procurando Dory (2016), Moana (2016), Zootopia - Essa Cidade é o Bicho (2016), Viva: A Vida é uma Festa (2017) e O Poderoso Chefinho (2017). Numa tentativa desesperada de reconquistar a pequenada e já sem ideias, a Disney dedica-se a fazer live-actions computadorizadas inúteis que arruinam os seus clássicos com porras sem sentido como Malévola (2014), Cinderela (2015), Mogli - O Menino Lobo (2016), A Bela e a Fera (2017), Aladdin (2019) e O Rei Leão (2019).

No final da década, ganharam relevo os filmes produzidos pelos serviços de streaming, especialmente a Netflix: o Óscar de 2019 foi quase inteiramente composto por nomeados dessa plataforma porque as pessoas já não vão ao cinema ver merda.

Música[editar]

Justin Bieber foi o grande êxito musical da década... infelizmente.

Como já ninguém compra CDs e a pirataria alcançou o seu pico em 2000, nessa década foram criados serviços de streaming como o SoundCloud, Spotify e Apple Music para dar ilusão que você ouve música sem pagar e continuar enchendo os bolsos das empresas capitalistas. O YouTube já náo serve para escutar música, mas sim para fazer vídeos parvos para ganhar atenção e seguidores (a grande preocupação social da década).

A putaria em palco ganhou grande atenção nessa década, sendo agora considerado "empoderamento feminista" e não vagabundice.

O hip hop continuou bastante popular mas as preocupações sociais foram substituídas por ostentação de um estilo de vida de dinheiro, drogas e sexo com putas baratas. Coisas como Kendrick Lamar, Drake, Chance the Rapper, Travis Scott, Gucci Mane, Migos, Young Thug, Tyler the Creator, ASAP Rocky e Big Sean fazem o maior sucesso entre os maconheiros. Outro sucesso é DJ Khaled, que a única coisa que faz é dizer o nome nas suas canções.

As guria retardadas continuam dando fama a bostinhas sem talento como Justin Bieber, One Direction, Ariana Grande, Katy Perry, Miley Cyrus (que virou puta nessa década), Kesha, Nicki Minaj, Taylor Swift, Shawn Mendes, Cardi B, Meghan Trainor, Camila Cabello, Hailee Steinfeld, entre outras coisas semelhantes. Os antigos astros da Disney cresceram e agora desnudam-se e despirocam no palco, abanando o rabo e exibindo decote. No Pop, continuam a vender Lady Gaga, Adele, Ed Sheeran, Bruno Mars, Halsey, Sam Smith, Dua Lipa e semelhantes músicas vazias de conteúdo que vão e vêm. Também livre de cérebro, a música de dança e os DJs ganharam grande popularidade entre os jovens fúteis com sons eletrónicos de Calvin Harris, Skrillex, Steve Aoki, Swedish House Mafia, Clean Bandit, Major Lazer, Avicii, The Chainsmokers, Diplo, Martin Garrix, Marshmello e DJ Snake. Já sem ideias, os DJs dessa década limitavam-se a fazer remixes de músicas dos anos anteriores e através de programas de computador que qualquer idiota pode usar.

Os DJs de "computador" e de músicas já feitas ganharam muito atenção nessa década.
Gangnam Style foi a grande bizarria da década.

No Rock surgem coisas como Imagine Dragons, 30 Seconds To Mars, Paramore e outras bandas que de rock tèm pouco. Aparecem sons psicadélicos inspirados pelo consumo exacerbado de LSD como Animal Collective, Tame Impala, Unknown Mortal Orchestra, Temples e Mac DeMarco. Mumford & Sons e Bon Iver fazem as delícias dos hipsters com banjos e outros instrumentos do gênero para parecerem descolados. Numa tentativa de revitalizar o hard rock da Década de 1980, surgem A Day to Remember, Avenged Sevenfold, Disturbed, Bullet For My Valentine, Breaking Benjamin e Faith No More apesar de terem mais semelhanças com os emos dos anos 2000. Por alguma razão desconhecida os Coldplay continuam a ser considerados "rock" apesar das suas colaborações com Beyoncé e Rihanna. Também aqui se incluem os ruins Maroon 5, The Script e 5 Seconds of Summer.

As "canções de embalar" tornam-se populares nesta década, com cantoras que botam você pra dormir a ganhar fama como Lana Del Rey, Lorde e Billie Eilish. Também as bizarrias de uma vez ganharam grande atenção, coisas como Friday (2011), Gangnam Style (2012), Harlem Shake (2013), Pen-Pineapple-Apple-Pen (2016) e outras idiotices que (felizmente) caíram no esquecimento.

O sertanejo e Funk ganham grande atenção, dentro e fora do Brasil, para nosso mal. Coisas como Michel Teló, Anitta, Gusttavo Lima, Valesca Popozuda, Munhoz & Mariano, Ludmilla, Nego do Borel, MC Kevinho e Pabllo Vittar ganham muita popularidade entre funkeiros, favelados e piriguetes (e não só), que agora viraram modinha.

Televisão[editar]

O seriado mais fodástico e premiado da década, o resto é bosta. Se diz que não o Heisenberg vai te pegar.

Mantendo a modinha irritante da Década de 2000, continuaram os infernais reality shows, que irão durar até ao fim dos tempos, continuando dando fama a gente burra e entupida de cirurgia plástica.

Jogos[editar]

A consola Wii fez grande sucesso nessa década.

A década começou com o lançamento da Xbox 360, PlayStation 3, Nintendo Switch e a parvoíce da Wii que fez grande sucesso entre pessoal que tem falta de vontade de sair de casa para malhar. Entre os grandes sucessos nos jogos dessa década estão Sniper: Ghost Warrior (2010), Minecraft (2011), Clash of Clans (2012) e Fortnite (2017). Começam a ganhar popularidade os jogos para celular, especialmente entre gente desocupada e inclusive tua mãe, como o Angry Birds (2009), Fruit Ninja (2010) e o Candy Crush Saga (2012). Em 2016, o Pokémon GO torna-se viral e delírio autêntico mas desaparece com a mesma velocidade com que surgiu.

Típico jogador do Candy Crush Saga feliz por ter completado mais um nível.

Fora da "realidade virtual" e inspirado pela nostalgia emo, surge, em 2017, um jogo parvo na Rússia intitulado de Baleia Azul, cujo objetivo era os participantes se matarem. Alguém viu demasiado os Jogos Vorazes.

Nessa década também começou a censura aos videojogos, com pessoas dizendo que faz com que os jovens se tornem mais violentos. Não, é mesmo a falta de educação que recebem em casa e a necessidade por atenção que os torna uns attwhores.

Moda[editar]

A aberração da ganga com lavagem ácida voltou em força nessa década.

Nessa década, tudo o que é cafona continuava fashion, especialmente o Hipster, moda unissexo e revivalismo das modinhas grunge e skatista. A criatividade esgotou-se toda nas décadas passadas e essa se resumiu a copiar tudo o que vem para trás. A "fast fashion" continuou em altas com marcas como H&M, Topshop, Supreme, Obey, etc., mas agora os promotores já não eram modelos, mas "influencers", gente desocupada que vive para o Instagram, Twitter e outras redes sociais, onde publicitam as marcas e criam estilos horrendos e sem sentido que por alguma razão fazem o delírio de pessoas sem cérebro, especialmente guria retardadas e gays.

A "moda de rua" ganhou muita atenção, com as pattys a copiar os looks de modelos como Gisele Bündchen, Lara Stone, Raquel Zimmermann, Karlie Kloss, Adriana Lima, Natasha Poly, Freja Beha Erichsen, Behati Prinsloo, Lily Aldridge, Irina Shayk, Constance Jablonski, Jessica Hart, Rosie Huntington-Whiteley, Gigi Hadid, Kendall Jenner, Candice Swanepoel, Cara Delevingne, Emily Ratajkowski, entre outras iguais.

2010 - 2013[editar]

Estampados cafonas como cruzes foram modinha nessa década.

No início da década, viraram modinha os looks inspirados na Década de 1950, como vestidos de renda, cintados e compridos, popularizados por Lana Del Rey. Os casacos de beisebol da Década de 1980 viraram modinha, assim como "vestir por camadas", com roupa por cima de roupa, no "estilo cebola". As tachas dos emos continuam na moda (especialmente em soutiens), com estampas florais, glitter e outros brilhos. As cores neón eram modinha, como rosa, verde, turquesa, preto, roxo, rosa-choque e amarelo. As saias e vestidos tendência são os "maxis", e a mulherada já não usava roupa tão comprida desde a Grande Depressão, talvez para combater a vagabundice da década passada.

A parvoíce do "Boho chic" virou modinha no início da década.

Em 2012, começaram a ser tendência aberrações como ganga de lavagem ácida e estampas galáxia e geometricas, de cruzes, astecas, nativo-americanos e outras breguices. As leggings começam a ser usadas como calças, com muita mulher a exibir a cueca. Camisetas de flanela, camisolas com estampas horrendas, jeans rasgadas, camisetas com blazers. Começam a usar-se as calças jeans de cintura subida, que se manterá até ao final da década. Saltos altos pra caralho viraram modinha por conta de Lady Gaga. Uma grande tendência foram as botas da Jeffrey Campbell e todas as pattys tinham um ou mais pares que usavam até à exaustão. Os ponchos viram modinha por causa dos hipsters, assim como roupa de inspiração tribal, mocassins, alpercatas e outras bostas vendidas na Urban Outfitters e Ralph Lauren.

O "Estilo Boho" vira modinha no início da década, com celebridades como Vanessa Hudgens, Zoë Kravitz, Kesha e todas as modelatrizes que vão a Coachella, o festival patty por excelência da década. Coisas como jeans justas, túnicas, estampados florais e étnicos (ciganos, nativo-americanos, indianos, etc.), saias compridas, calças largas de tecido, bijuteria bizarra como correntes de perna e de cabeça, coroas de flores, jardineiras e bostas semelhantes eram usadas pelas pattys adeptas dessa modinha.

2014 - 2016[editar]

Todas as bizarrias usadas por Kim Kardashian viravam modinha.

No meio da década, as cores neon foram substituídas por preto, branco e cinzento e pela modinha do "monocromático". Tênis Adidas, camisetas da Supreme e Obey, vestidos nude, vestidos-camiseta e a idiotice dos vestidos colados ao corpo e popularizados pela inutilidade social Kim Kardashian, um dos grandes ícones de moda a partir da segunda metade da década, que fez o maior sucesso especialmente entre as vadias que gostavam de se exibir nas redes sociais. A partir de 2014, também muda o ideal de beleza feminina: com os gays fora do armário, agora as mulheres já se querem popozudas e mamalhudas, com as curvas de Beyoncé a serem cobiçadas, apesar de muitas terem de recorrer a artificialidades, como as falsa gostosas Anitta ou Nicki Minaj.

Combinação crop top e jeans cinta subida estavam em todo o lado e não morria por nada.

Por influência de Ariana Grande e as Kardashians, vira tendência a combinação de crop top com roupa de cintura subida, especialmente jeans, numa combinação infernal que teimou em morrer, sendo usada até à exaustão por guria retardadas. Entra na moda calças estupidamente largas, como as calças palazzo. Outras bizarrias usadas incluíam casacos estupidamente largos, saia pelo joelho, macacões e mochilas mini que não permitem transportar nada e por isso são inúteis. Na onda das leggings, vira modinha usar yoga pants e outro vestuário esportivo de quem vai na academia mas sem ir na academia. Na moda masculina, era modinha, sobretudo, roupa inspirada pelo hip hop e os rappers norte-americanos.

Viram modinha a bijutaria personalizada e as braceletes de plástico entrelaçado porque pobre sempre tem de se enfeitar com plástico. Os colares choker da Década de 1990, tipo coleira de cão, regressam em veludo e com pendentes de strauss e são usados pelas guria retardadas que se acham descoladas. As camisetas sem ombros também viram modinha e outras bizarrias. De todos os estilos decentes do rock, decidem trazer de volta o grunge, com jeans rasgados, estampas animais, botas de combate e jaquetas de cabedal. No Verão de 2016, viraram moda o calçado feio como as crocs com meia (que agora têm acessórios cafonas), Birkenstock, beach slide e outras breguices.

2017 - 2019[editar]

Outras marcas suecas apanharam boleia na fama do IKEA e viraram modinha.

A partir de 2017, as cores neon regressam porque os estilistas já não sabem o que fazer mais. Também alguma roupa da Década de 1970 vira modinha, com jaquetas forradas a pelo de ovelha, vestidos compridos, estampa tie dye, ténis branco e jeans à boca de sino (que desta vez não pegaram como na década passada). Para se mostrar revelante, Kate Moss populariza a idiotice de usar brincos diferentes. Os coletes de pelo e a estampa cobra viraram modinha por um tempo, surgindo em toda a roupa e mais alguma. Candice Swanepoel e Emily Ratajkowski continuaram a popularizar o vestuário esportivo de quem vai na academia, mas usado na rua. A mochila Kånken da marca sueca Fjällräven vira tendência por razões desconhecidas.

O estilo bizarro de Billie Eilish virou modinha no final da década.

O estilo "Americana" virou modinha, inspirado em cowboys e cowgirls, produzido pelas marcas Calvin Klein e Tommy Hilfiger. Coisas como flanela, jeans de ganga clara, tênis brancos, botins de cowboy, minissaias e jaquetas de ganga. Viram tendència os looks inspirados na Riveira francesa, por causa da "influencer" Jeanne Damas, com coisas como vestidos tipo Brigitte Bardot, roupa de linho, túnicas, babados, alpercata, crop top flutuantes, estampas florais, vestidos-camiseiros, roupa bordada, calçado brega e antigo, etc. As roupas da Década de 1990 regressam, com os vestidos de veludo, elásticos para cabelo, camisetas com estampos vintage, pochetes e todas as outras breguices que deviam ter ficado no baú mas os estilistas esgotaram a imaginação nos anos 2010.

Em resposta à roupa de vadia e esportiva dos inícios da década, vira modinha o visual mais conservador, popularizado por Kate Middleton e Meghan Markle, com saias plissadas, blusas brancas, lenços de seda, casacões azuis, golas de bebe, gabardines cintadas, camisas de seda, calçado com laços, calças pretas, vestidos retos ou cintados. As calças justas começam a ser substituídas por jeans de perna reta, e acessórios associados a vagabundice e infantis (chockers, jeans rasgados, etc.) começam a sair de moda.

No final da década, surgem várias modinhas adolescentes na Internet como e-Girls, VSCO girls e Soft girls. Era fashion usar tecidos bizarros como PVC, roupa e calçado transparente, olhos de consumidor de drogas, mini mochilas em vinyl preto, cores neon, colar merdinhas no rosto e outras idiotices popularizadas por Billie Eilish, considerada a nova deusa da pequenada dos adolescentes. A roupa estupidamente grande, tipo três tamanhos acima, também virou modinha, assim como o "look unissexo", que consiste, basicamente, em vestuário esportivo sem forma e sem cor, com grandes logotipos e estampas geométricas.

Tendências de Beleza dos Anos 2010[editar]

Na maquiagem, era modinha o "olho esfumado", uma adaptação do olho que parece que levou um murro da década anterior, popularizada por Kim Kardashian, Cara Delevigne e outras pattys. Todos os looks de Kate Middleton eram imitados pela mulherada. O "contorno" e "iluminador" foi a grande modinha da década, que modificava completamente a cara das gurias (e viados), enganando os homens a pensar que estavam com uma baita de uma gostosa, mas afinal era uma baranga mais feia do que o Monstro do lago ness. O batom vermelho virou modinha por causa de Taylor Swift e Rihanna. Em 2015, os batons mate em tons neutros foram tendência, popularizados por Kylie Jenner. As pestanas falsas continuaram na moda. No final da década, surgiu a modinha das "E-girls" da Internet, com uma maquiagem sem sentido de inspiração emo gótica.

Na Década de 2010, o "look dorito" sai de moda por suas implicações cancerígenas. As tatuagens continuaram a crescer de popularidade e quase todo o mundo tem uma, nem que seja minúscula. Mini-tatuagens e excesso de tatuagens eram ambas populares. Harry Styles e Justin Bieber popularizaram as tatuagens old school entre os retardados. As tatuagens tradicionais japonesas tornar-se modinha entre brancos que não percebem nada da cultura japonesa. Piercings, especialmente os extremos (como os alargadores) popularizam-se. As grandes tendências de piercings são nas orelhas e no nariz, sobretudo no septum, tipo boi. Entre os homens, a barba virou modinha, para combater as tendências viadas metrossexuais da década anterior.

No cabelo, a grande tendência foi o cabelo comprido pra caralho e liso, com muita mulherada a gastar muita grana em perucas e extensões e outras inutilidades para aumentar o tamanho do seu cabelo (as fórmulas milagrosas da banha da cobra já não enganavam ninguém). Em 2012, o cabelo cacheado foi modinha, especialmente nos Estados Fudidos. A meio da década, os cabelos compridos, ondulados e louros eram a modinha, assim como tranças francesas, alemãs, do Acre... Em 2013, o cabelo curto ou raspado vira modinha, inclusive entre sapatonas a mulherada. Luzes "ombré" foi modinha. Nos finais da década, os "messy buns", tipo acabado de acordar, eram fashion. Tingir o cabelo de cores neón continuou a ser tendência. Os penteados "afro" popularizam-se entre os brancos e nasce o mimimi da Apropriação cultural. Entre os homens, foi grande tendência no início da década o "cabelo capacete" usado pelo Justin Bieber. Viadices como o "manbun" e bostas semelhantes popularizadas por Orlando Bloom, Jared Leto e futebolistas. Cabelo raspado na nuca foi modinha no final da década.

No Brasil[editar]

Vai de mal...
... a pior.

0 Brasil quebrou e a presidente aquela capivara meio cérebro sofreu o IMPÍTIMA! Acumulando mais uma conquista em sua vida ao ser a primeira presidanta à sofrer impítima, lembrando que Collor renunciou. Dentre suas conquistas, está, primeira capivara débil mental à ser eleita presidanta de um país, a primeira à entrar em contato com a espécie Mandioquiliensis Inanimadus, vulgo mandioca, e a Canabis Tropicalis, vulgo milho.

Após Dilmanta ser saudada pela mandioca, em seu lugar entrou Michel Temer conhecido na Europa como conde Drácula. A verdade é que ninguém conhecia essa coisa até ele assumir o poder, e bom, ele fez o mesmo que quando estava como Vice-múmia do Brasil, ou seja, porra nenhuma, vulgo o que peixe faz. Aliás, no governo do Conde Crackula teve um trem doido sim sô! Veio a ser tocado o assunto chamado REFORMA PREVIDENCIÁRIA, tava passando da hora de alguém falar disso. Depois dessa bosta aí tiveram as eleições de 2018, que foi uma das coisas mais engraçadas que eu já vi puta que pariu. Ah, e o barril de cachaça FOI PRESO BABACA! Ah, aliás, muita gente foi presa, incluindo o ex-bilionário de powerpoint, Eike Batista.

Prosseguindo, as eleições de 2018 contou com presenças ilustres, como Cabo Daciolo, GLÓRIA A DEUX! Que ganhou a eleição com 78925472910384628 quintrupilhões de votos, mas decidiu passar o carga para vossa santidade Inri Cristo que ao ser chamado, apareceu instantaneamente no lugar onde estavam todos os candidatos reunidos, levando a alma de Henrique Meirelles e indo para décima quadrilhésima quintolhésima sextipulhitomésima galáxia interstelar depois do Sol, e deixando o carga para o Et de Varginha que preferiu se casar com Marina Silva, então ficamos sem presidente. Então o exército tomou o poder, agora o governo está repleto de fascistas, taxistas, eletricistas, bateristas, sexistas, machistas, faministas, ateístas, triangulistas, baixistas, guitarristas, manteiga de cacau, sulistas, caixistas e vocalistas no poder! Portanto, o Brasil agora está sendo comandando pelo Tzar Jair Messias Bolsonaro, e seu vice Popeye. Ao saber que Inri Cristo teria ganho a eleição, Padre Quevedo teve que se retirar da Terra para bater um Nilson Isaías Papinho com Deus, logo após foi Serguey, André Matos, etc.

Bolsonaro instaura uma ditadura opressora no Brasil matando todos homossexuais e negros e cometendo suicídio logo em seguida, pois era um negro homossexual disfarçado. Em 2019, morre Gugu Liberato devido à soltura do Lula "A culpa é o PT!" disse antes de morrer.

Ver também[editar]

Lista de ânus anos 2010 até 2019
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