Década de 1950

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Brochado da Rocha e Magalhães Pinto podem ser introduzidos neste artigo.

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Década de 1950: ame ou deixe!
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Uma família feliz dos anos 50.

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Conclusão dos inúmeros testes de bombas realizadas nessa década

Anos 1950, ou anos 50, ou Década de 1950 foi uma época compreendida entre 1950 e 1959, ou seja, aquela década entre a Década de 1940 e a Década de 1960.

Popularizou-se nessa década o consumo da droga mais potente de sempre: a Coca-Cola.

Como a Segunda Guerra Mundial já havia acabado, nessa década dá-se um boom de bebês, já que as pessoas eram tão desocupadas que apenas queriam saber de ter filhos e ninguém ligava para nada... aliás, foi apenas na década seguinte que aconteceram manifestos contra as guerras, o governo e tapas na pantera.

Representação gráfica da Coreia após essa década.

Essa foi a década mais chata e monótona de todo o século XX, em que começou a Guerra Fria por conta de uma birrenta competição entre os Estados Fudidos e a URSS, ocorreu a guerra que dividiu a Coreia, fazem-se vários testes nucleares que ameaçam o Apocalipse e criou um verdadeiro "pânico atômico" nos vários países do mundo, vários países africanos lutam por independência, Fidel Castro torna-se o ditador-mor de Cuba, Che Guevara aterroriza a América do Sul, a segregação racial continua forte nos States, Salazar continuava a governar a terra dos gajos com punho de ferro e inicia-se a corrida espacial... mas ainda assim desperta nostalgia em muitos idiotas que dizem desejar ter vivido nessa época escrota.

É a era do Rock n'Roll, dos Greasers, dos Teddy Boys, dos Beatniks e de gostosas como Marilyn Monroe e Bettie Page, que inspiravam muitos na hora de fazer justiça pelas próprias mãos. 0s jeans e as jaquetas de couro entram na moda e nasce a modinha, ou seja o "estilo adolescente", e os jovens começam a desenvolver sua própria individualidade, rebelando-se contra seus pais. Elvis Presley deixou mais de 8 mil mulheres no chão durante a sua carreira nessa década e o tecido de bolinhas dominava o mundo. É a década da fast food: Coca-cola, McDonald's, Burger King, Pizza Hut, KFC e de todas as porcarias cheias de colesterol e gordura saturada que um dia iriam tornar os States na nação mais gorda do mundo. Aparece a Barbie e os quadrinhos de super-heróis funcionavam como uma alternativa para o punhetismo, com as tirinhas da Marvel e da DC a fazer muito sucesso. Surgem heróis como Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Liga da Justiça, Demolidor, os X-Men e Supergirl.

Tecnologia[editar]

A televisão e seus ecrãs minúsculos tornam-se parte essencial da vida familiar americana.
  • 1950 - 1952: São lançados novos modelos de televisão, com ecrãs maiores, nos Estados Fudidos e no fim da década a maior parte dos americanos tinha um equipamento destes em casa... relativamente ao resto do mundo, nem por isso;
  • 1954: É criada a primeira bateria solar cuja utilidade era pouca;
  • 1954: É inventado plástico polipropileno: e um dia toda a roupa de pobre vai ser feita disso aí;
  • 1954: O primeiro rádio portátil chega ao mercado... mas só nos States;
  • 1956: É criado o primeiro relógio de pulso com bateria solar
  • 1958: A American Express cria o cartão de crédito e as pessoas finalmente podem comprar sem ter dinheiro.

Ciência[editar]

Como os americanos se divertiam nessa década

Política[editar]

Apenas mais um dia normal numa escola dos EUA: fazer simulações em caso de ataques nucleares.

Economia[editar]

Europa no pós-guerra.

Esteve fodido para todo o mundo que ainda estava a recuperar da Segunda Guerra Mundial, menos para os Estados Fudidos que encheram os cofres á custa da mesma, vendendo armas e alimentos às duas frações.

A Alemanha entrou em promoção no pós-guerra e cada potência levou um pedaço.

Dwight D. Eisenhower desenvolveu um plano brilhante para dominar economicamente o mundo e, em especial, a Europa, que estava completamente fodida após os consecutivos bombardeamentos. Através do Plano Marshall garantia sua soberania enquanto potência mundial enquanto ia oferecendo umas esmolas anuais aos já falidos países europeus, tornando-os escravos dos States através de juros absurdos que teriam de cobrir na forma de FMI, o afamado "Fome, Miséria e Incompreensão".

Os soviéticos fizeram pirraça, dizendo que preferiam viver na miséria comunista a aceitar um tostão que fosse dos americanos... e não levaram nada. Os States não arredaram pé da Europa Ocidental (afinal a base nos Açores dá muito jeito) e os camaradas fizeram braço de ferro na Europa Oriental, dividindo a Europa em duas, dividida pela imaginária Cortina de Ferro: de um lado o colesterol McDonald's e a Coca-cola, e do outro o canibalismo e os gulags.

Desastres[editar]

Esportes[editar]

Carros de alta competição dessa década.

Cultura[editar]

Cinema[editar]

Ver Marilyn Monroe pelada era o sonho de qualquer punheteiro dessa década.

Com o aparecimento da televisão nas casas comuns, os estúdios de Hollywood têm de se esforçar mais para continuar conseguindo $$$$$$$$$$, digo, levar as pessoas ao cinema. Assim, surgiram filmes muito variados nessa década. Mas ainda assim, a televisão só existia nos Estados Fudidos, no resto do mundo, a galera tinha de se contentar com o único filme disponível na matine do cinema da cidade. Isso explica porque esses filmizinhos bregas fizeram tanto sucesso, não é como se houvesse muito por onde escolher.

Os grandes astros da década eram, na sua maioria, gostosas de corpo violão ou galãs como Marilyn Monroe, James Dean, Audrey Hepburn, Marlon Brando, Grace Kelly, Humphrey Bogart, Lauren Bacall, James Stewart, Shirley MacLaine, John Wayne, Elizabeth Taylor, Clark Gable, Sophia Loren, Gary Cooper, Kim Novak, Bette Davis, William Holden, Natalie Wood, Jack Lemmon, Lucille Ball, Jerry Lewis, Brigitte Bardot, Debbie Reynolds, Gene Kelly, Dean Martin, Jayne Mansfield, Jane Russell, Joan Collins, Montgomery Clift, Kirk Douglas, Eartha Kitt, Gina Lollobrigida, entre outros que caíram no esquecimento.

Não pergunte pra teu avô como foi a reação dele a ver isso aí pela primeira vez que ele nem lembra.

Para conseguir captar o interesse dos punheteiros, nascem as "sex symbols" de Hollywood, que só estão no filme porque são gostosas e atuar de jeito gostoso e fazer cu doce para você. Aqui se inclui Marilyn Monroe, que se muito sucesso por ser loira burra em comédias e musicais como Os Homens Preferem as Loiras (1953), Como Agarrar um Milionário (1953), O Mundo da Fantasia (1954), O Pecado Mora ao Lado (1955), The Prince and the Showgirl (1957) e Quanto Mais Quente Melhor (1959). Nesta categoria da putaria não-assim-tão-discreta também estão: Jane Russell com filmes como Nas Garras da Ambição (1955), Eles Casam com as Morenas (1955) e Sangue Ardente (1956); Jayne Mansfield com A Taverna Maldita (1955), Sabes o Que Quero (1956), Em Busca de um Homem (1957) e O Beijo de Despedida (1957); Sophia Loren com Quo Vadis (1951), Duas Noites com Cleópatra (1953), A Sorte de Ser Mulher (1956) e Mulher Daquele Espécie (1959); Elizabeth Taylor em Um Lugar ao Sol (1951), O Melhor é Casar (1952) e A Jovem Que Tinha Tudo (1953); e Gina Lollobrigida com Pão, Amor e Fantasia (1953), A Muher mais Bela do Mundo (1956), Quando Explodem as Paixões (1959) e Salomão e a Rainha de Sabá (1959).

James Dean foi o primeiro ícone a inspirar os jovens a ter acidentes rodoviários.

O aborrecido filme épico Ben-Hur (1959) foi um êxito nos Óscares apenas, no resto do mundo deu a teu avô o melhor sono da vida dele numa sala de cinema. Marlon Brando estava no auge da sua carreira, fazendo muito sucesso nas fantasias das mulheres e homens com filmes como Uma Rua chamada Pecado (1951), Júlio César (1953), Sindicato de Ladrões (1954), O Selvagem (1954) e Sayonara (1957). James Dean também foi um dos galãs da década com filmes como Vidas Amargas (1955) e Juventude Transviada (1955), sendo o primeiro ícone a inspirar toda uma geração a ter acidentes rodoviários. John Wayne continua na fama com seus novos westerns, nos quaise se destacam Rio Grande (1950) e Rastros de Ódio (1956), mas podiam ser outros quaisquer já que esse gênero é sempre a mesma bosta.

Tudo era pretexto para ter uma gostosa desnudada nessa década, até em bizarrias como isso aí.

A gostosinha Audrey Hepburn fica famosa com A Princesa e o Plebeu (1953) e Cinderela em Paris (1957). Os musicais foram uma verdadeira febre nessa década, já que dava como um 2 em 1, em que só pagava o ingresso no cinema: para além dos enumerados, Cantando na Chuva (1952) também foi um grande sucesso. O cineasta Alfred Hitchcock está no auge da sua carreira, com filmes como Pacto Sinistro (1951), Disque M para Matar (1954), Janela Indiscreta (1954), Ladrão de Casaca (1955), O Homem Que Sabia Demais (1956), Vertigo (1958) e Intriga Internacional (1959). Lançou Grace Kelly, uma de suas atrizes prediletas, mas em 1956 ela lhe deu um pontapé na bunda e foi casar com o princípe do Mónaco.

A Guerra Fria e o "pânico atómico" trouxeram um interesse renovado por ficção científica e fantasia, talvez para saber o que esperar caso acontecesse o Apocalipse nuclear ou só por morbidez mesmo. Filmes envolvendo monstros e criaturas estranhas fizeram muito sucesso com filmes como O Monstro do Ártico (1951), Quando os Mundos Chocam (1951), O Monstro da Lagoa Negra (1954), 20.000 Léguas Submarinas (1954) e o japonês Godzilla Filmes de extraterrestres também foram febre, motivados pelo acidente em Roswell na década passada que abriu a porta para uma imensidão de teorias da conspiração, com coisas como O Dia em que a Terra Parou (1951), A Guerra dos Mundos (1953), Veio do Espaço (1953), O Mundo em Perigo (1954), A Guerra dos Planetas (1955), A Invasão Dos Discos Voadores (1956) e O Planeta Proibido (1956).

Nos filmes para a criançada, a Walt Disney tinha morrido mas voltou com seu primeiro filme em quase uma década: Cinderela (1950). Logo de seguida surge Alice no País das Maravilhas (1951), precursor na cultura drogada da próxima década. O velhão voltou inspirado e logo lança mais clássicos como: Peter Pan (1953), A Dama e o Vagabundo (1955) e A Bela Adormecida (1959). Aparecem também o Bugs Bunny e Pica-Pau.

Música[editar]

No início dessa década cheirava a Natal todos os dias.

No início da década eram populares bandas influenciadas pelo Jazz e que não eram mais do que uma continuação da música da década anterior, com artistas como Frank Sinatra, Tony Bennett, Judy Garland, Dinah Shore, Peggy Lee, Guy Mitchell, Nat King Cole, Jo Stafford e outros que caíram no esquecimento. Bandas como Mills Brothers, The Ink Spots, The Four Aces, The Chordettes, the Fontane Sisters, The Hilltoppers e Ames Brothers também fizeram sucesso com suas baladas de embalar.

Elvis, o Rei do Rock, e seus movimentos de dança de galinha epiléptica.

Começam a surgir subgêneros como os Blues, Hard Bop e Cool Jazz, com artistas como Lester Young, Ben Webster, Charlie Parker, Dizzy Gillespie, Miles Davis, John Coltrane, Charles Mingus, Oscar Peterson, Jerry Mulligan, Chet Baker, Dave Brubeck, Ella Fitzgerald, Ray Charles, Sarah Vaughan, Dinah Washington, Nina Simone e Billie Holiday.

O folk ganha notoridade, numa tendência irritante que se mantém até à decada seguinte: coisas como Kingston Trio, Chad Mitchel Trio, The New Christy Minstrels e outros trios com nomes igualmente parvos fazem muito sucesso a desenterrar os ritmos do folclore americano.

Ray Charles: o Beethoven dos anos 50.

A meio da década, o panorama musical muda radicalmente com o nascimento do Rock n' Roll, que logo foi visto como o Apocalipse pelos velhos, que diziam não passar de uma conspiração soviética para corromper a juventude americana, que agora não tem com o que se preocupar ou responsabilidades e quer é curtir a vida. O expoente desse movimento é o branco Elvis Presley, logo denominado de "Rei do Rock", apesar de ter plagiado os artistas afro-americanos da época. Elvis logo conquista uma legião de fãs histéricas e imitadores baratos que querem ser ele. Artistas como Sam Cooke, Jackie Wilson, Gene Vincent, Chuck Berry, Little Richard, James Brown, Buddy Holly, Brenda Lee, Ritchie Valens, e Pat Boone são os representantes desse movimento da juventude rebelde, que não se quer preocupar com nada a não ser drogas e sexo. Nasce o subgênero Rockabilly, com artistas como Jerry Lee Lewis, Johnny Cash e Carl Perkins. No final da década, ganha popularidade o ruído de The Platters, The Flamingos, Frankie Lymon and the Teenagers e Danny & the Juniors. Em 1959, Buddy Holly, Ritchie Valens e J.P. "The Big Bopper" Richardson morrem tragicamente num acidente de aviação no Iowa e é declarada a morte do Rock n' Roll por um cara qualquer chamado Don McLean... se ele o diz, quem somos nós para dizer o contrário. A prisão de Jerry Lee Lewis e com Elvis enviado para o exército, a popularidade do gênero entra em declínio.

Televisão[editar]

Isso aí foi um dos grandes sucessos televisivos da década.

A televisão se torna o maior meio de lavagem cerebral dos Estados Unidos do mundo, deixando o rádio no chinelo.

Nos Estados Fudidos é chamada a "Idade de Ouro da Televisão" sabe-se lá porquê, já que a programação era bastante limitada e só havia 1 canal televisivo... talvez porque a maioria das casas americanas começa a ter uma coisa dessas e os americanos começam a dedicar todo o seu tempo livre a alapar a bunda no sofá, vendo programas bregas e enchendo a cara de fast food, num estilo de vida que dura até à atualidade.

Imagina ligar a televisão e só haver isso pra assistir.

Sitcoms e comédias parvas eram as únicas coisas que existiam na televisão na época nos EUA... que, ainda assim, estavam melhores do que o resto do mundo. Por cá, aparece a TV Tupi em 1950 mas só em São Paulo, e na terra dos gajos, só em 1956 é que aparece a RTP

Moda[editar]

1950 - 1953[editar]

Aparece o biquini, que logo causa o maior barraco.

Como resultado do boom económico dos Estados Fudidos nessa década, há uma enorme quantidade de tecidos sintéticos e de má qualidade, que, claro, se tornam mais baratos. Coisas como nylon, poliéster, acrílico e spandex são introduzidos no mercado.

Em 1950, é inventado o biquini por um engenheiro francês que percebia pouco de engenharia mas muito de putaria. Tá, na verdade isso surgiu porque havia pouco tecido disponível no mercado no Pós-Guerra e então as empresas de roupa tinham de cortar no material.

Cquote1.svg Fui das primeiras a usar no Brasil. Cquote2.svg
Dercy Gonçalves sobre invenção do biquini

Os abiolados Teddy Boys são pioneiros na "moda juvenil"... e no Neo-nazismo.

Apenas mulheres ricas, socialites e as francesas aderiram à modinha dos biquinis, com o Papa a declarar isso um pecado mortal com bilhete especial para o Inferno. Os biquinis foram proibidos nos Concursos de Beleza (tipo Miss Universo) e nas praias da Espanha, Bélgica, Itália, Portugal, Austrália e em alguns estados dos EUA. Mesmo no cinema e nas revistas, continuavam a aparecer de maiô. Várias modelos famosas da época se opuseram ao uso, dizendo ser algo que mulheres decentes nunca usariam. O uso do biquini foi muito polémico por toda a década, e ainda em 1959 uma estudante universitária de Munique foi punida a seis dias de trabalho comunitário por usar um.

Esse ar de quem não toma banho era muito apelativo nessa década.

Logo no início da década começa a surgir a modinha dos adolescentes, coisa de gente que quer pagar-pau pra descolado e rebelde. Até á década anterior, os jovens se vestiam igual a seus pais, mas isso começa a mudar. Agora os guris já ficam na casa dos pais até mais tarde ao invés de ir trabalhar. Nasce o conceito de "adolescência", que significa vababundice e vadiagem.

O "New Look" introduzido por Christian Dior marca a década.

Aparecem na Inglaterra os Teddy Boys, e as Teddy Girls, um grupo de abiolados que começam a se vestir com roupa inspirada no reinado de Eduardo VII e nos bairros de lata de Liverpool e Manchester do século XIX, com casacões, ternos, gravatas finas, calças curtas (tipo à pescador com meia à mostra, cores escuras, sapatos oxford, sapatos creepers, cabelo empastado em brilhantina. Mas não se deixe enganar pelo aspeto abiolado e retardado, porque esses caras são antecedentes dos Skinheads, formando gangs violentos que atacavam imigrantes com facas, sobretudo negros e indianos, em Londres.

Entre os imigrantes da Itália e da Irlanda nos Estados Fudidos, surgem os Greasers, um movimento de idiotas pagando-pau pra durões que gostavam de carros e de Motocicletas. Usavam jaqueta de couro ou de ganga, jeans, t-shirts brancas ou pretas, camiseta de flaneta e botas de combate, Converse All Stars, botas de cowboy e mocassins. Dentro dessa modinha também haviam gurias, que usavam saias de poodle, cardigans e sapatos oxford.

Entre as pessoas normais, o estilo dos homens resume-se a ternos e chapéus no início da década, ainda muito influenciado por período anterior. Para as mulheres, Christian Dior lança aquilo a que chama "New Look", que resume a moda do resto da década: saias rodadas abaixo do joelho, jaquetas peplum, pérolas, luvas brancas e chapéus de aba. Esta silhueta é a mais usada nessa década, com o objetivo de realçar a feminilidade e as curvas das mulheres, ao contrário da roupa da década passada.

1954 - 1956[editar]

Coisas bizarras como os "suitã-bala" eram modinha.

A meados da década, a moda torna-se mais esportiva (que era possível à época, quer isso dizer). A modinha do "New Look" continua, mas com cardigans, malhas, golas altas, camisas-polo e saias mais ajustadas ou A-line. As mulheres se acostumaram a usar calças durante o período da Segunda Guerra Mundial e começam a preferir as calças cigarette e jeans às saias. Aparece o vestido-camiseiro. As estampas tartan e florais viram modinha. Com a revitalização dos Filmes de faroeste, também se começa a incluir inspiração cowboy na moda. Cores como branco, beige, azul, verde, castanho e cinzento são modinha. Por volta desta altura o "fato Chanel" também volta a ser modinha.

Estilinho Ivy League: os betos dos anos 50.

A lingerie ganha muita importância para enganar os caras inocente simular uma figura de violão, coisas como corpetes são usadas para afinar a cintura, e surgem os bizarros suitãs-bala, cuja finalidade ninguém percebe qual é porque seios cónicos não são propriamente apelativos, mas foram popularizados por gostosas como Patti Page, Marilyn Monroe e Lana Turner.

Os estudantes ricos começam a adotar a estética das universidades da "Ivy League". Graças a subsídios introduzidos nessa época, mais estudantes podiam frequentar a universidade, e por isso desejam copiar os ricos para serem aceites entre eles. Coisas como calças khaki, pólos, malhas, tartan, roupa de tweed cinzento e blazers viram modinha. Isso seria resgatado na Década de 1980 como estilo beto. Essa galera era chamada de "Squares" ou "Jocks" pelos Greasers.

1957 - 1959[editar]

Os Beatniks surgem no final da década.

Em 1957. um maconheiro qualquer chamado Jack Kerouac publica Pé na Estrada, e logo atrai uma legião de seguidores como Allen Ginsberg e William S. Burroughs que dão origem ao movimento Beatnik, conhecido como o antecedente emo dos hippies da década seguinte.

Beatniks numa qualquer boate de Nova Iorque.

Esse movimento era sobretudo literário e focalizado em Nova Iorque, com esses caras se reunindo para falar dos vários tipos de maconha, ouvir Jazz e por não se importarem com frescuras como pontuação ou boa escrita no geral. Eram contra o sistema e contra o mainstream.

Começam a vestir preto, estampas de riscas, boinas, calças cigarette, golas altas, jaquela de couro, óculos de sol sem necessidade, t-shirts brancas. As mulheres começam a preferir usar calças ao invés de saias ou vestidos: coisas como calças acima do tornozelo são modinha entre as seguidores dessa droga.

Tendências de Beleza dos Anos 50[editar]

Na maquiagem, era tudo igual a Marilyn Monroe e a todas as outras estrelas de Hollywood. Todas as gurias queriam a máscara da Maybelline, usavam-se menos blush do que a década anterior, o eyeliner preto entra na moda e continua se usando batom vermelho e rosa. As mulheres queriam ser femininas e bonitas. Tempos mais simples.

No cabelo, a modinha no início da década eram os cabelos curtos, tanto para os homens como para as mulheres. Nessa década começaram a desenvolver-se os produtos para o cabelo, como a brilhantina, cremes e óleos capilares, entre outras melecas para empastar na cabeça. Era costume os homens andarem com um pente no bolso da camisa. O cabelo com risco ao lado era muito usado pelos homens, cheio de brilhantina, que parecia que a cabeça tinha sido lambida por uma vaca. No meio da década, as mulheres começaram a usar o cabelo curto mas volumoso e os cacheados eram modinha. O cabelo pompadour foi uma grande febre, popularizado por James Dean e Elvis Presley. Franjinhas curtas, absolutamente ridículas, também fizeram sucesso, assim como os rabo-de-cavalo no alto da cabeça. Por outro laod, os homens mais conservadores começaram a usar o cabelo bem curto, ao estilo "Ivy League".

Ver também[editar]

Lista de ânus anos de 1950 até 1959
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