Cotonete

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É pra enfiar no cu ouvido!

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Apelido perfeito para neonazista com chassi de grilo e cabeção Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Cotonete

Cotonete, aham... haste flexível ou bastonetes, é a evolução do palito de dentes, usado especialmente não mais pra tirar grude dos dentes, mas para cutucar as partes internas do ouvido e causar surdez acidental. Também pode ser usado com o nome de zaragatoa ou suabe, e nesses casos não, não são usados como coisa de índio e sim pra enfiar no nariz ou na boca, ou em alguns outros buracos do ser humano, com o intuito de descolar amostras e secreções pra fazer exames importantes, como teste de DNA e se você tá ou não com sapinho na boca (esse último na verdade só precisa ver que cê beija até poste mas não mulher e fica com uma boca toda fodida).

O que é fisicamente[editar]

Normalmente é só um pedacinho de plástico em formato fálico com algodão nas extremidades. Normalmente, pelo menos a versão original inventada pela Johnson & Johnson, a haste plástica é azul bebê, mas há versões branca, cor de rosa choque e outras variações pra atrair crianças retardadas, tipo quem acha que pra um artigo ser engraçado tem que colocar palavras ofensivas pra um bebê ou pra uma vovozinha e multicoloridas, tipo fazer issaqui ó:

A R R O M B A D O

Olha só como isso atrai criancinhas! Bem, empresas de cotonete fazem a mesmíssima coisa, com um monte de bastões coloridinhos pros que ficam com medinho da hora de serem bulinados nos ouvidos.

Criação e uso[editar]

A haste flexível foi inventada em 1920 por um polonês naturalizado americano, chamado Leo Gersternzang. Ele observou que sua esposa usava um palito de dentes com um algodão na ponta pra limpar a orelha da filha deles. De vez em quando, na falta disso, colocava uma faca com algodão, uma tesoura com algodão, ou até mesmo um arame com esponja de aço. Desesperado, ele inventou esse lance para conseguir evitar a surdez da filha, e, embora tenha dado errado, já que a mulher dele era uma mula e enfiava a porra do cotonete orelha adentro da criança, pelo menos ganhou muita grana vendendo a patente pra Johnson & Johnson.

José Lins do Rego, ilustre filósofo brasileiro e pernambucano, também usava o cotonete para limpar as narinas e os dedos do pé. E assim popularizou no Brasil o uso sempre exótico desse expediente, com gente usando o cotonete pra limpar motores lotados de óleo e depois enfiar na orelha sem dó.

Perigos do uso[editar]

A medicina especializada desaconselha o uso de cotonetes, justificando que a cera acumulada na orelha beneficia na audição e nos mecanismos de interpretação do som, apesar que eu não ouvi nada disso quando fui pro senhor Otto Rino, vai ver porque eu tava com a orelha muito tapada de cera.

Dizem que o uso do cotonete sempre dá vontade de tossir, o que eu acho que é... cof cof... mentir... cof cof... pera, cof cof... eu tô... cof cof... limpando a orelh... cof cof... AAAAAAARGH! Acho que enfiei demais essa bosta no ouvido... mas nem deve dar em nada... só tô com um zumbido estranho agora e acho que tem algo escorrendo aqui na orelha... mas nada que o cotonete não limpe...

Oi? Falou comigo?

Ver também[editar]

Não estou te ouvindo ainda... tô com zumbido nos dois ouvidos agora e não para de sair corrimento dos dois ouvidos... mas já já tô ouvindo igual ao Beethoven...