Cornélio e Gilda

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Nossa programação gaita de ser é com as Garras da Patrulha, o melhor bafulê e fofoca do domingo e o melhor do jornalismo policial sério e com compromisso com os cidadão e cumedozin de rapadura.


Corno.jpg Cornélio e Gilda é corno(a)!

Ele curte ver sua namorada com outros na cama, joga bola com o ricardão toda sexta-feira e acredita que relacionamentos abertos são cool!

Cornélio e Gilda é um casal de Nas Garras da Patrulha que finge que o casamento está bem, quando na verdade já deviam ter se separado a muito tempo.

Cornélio[editar]

Bem manso, mesmo.

Cornélio é um simpático cidadão morador do José Walter. O único problema dele é que além de ser feio pra dedéu, é um corno manso. Nascido em 1950, é descendente de holandeses e evangélico, bastante educado e nada problemático. Foi um dos primeiros moradores do bairro Prefeito José Walte. Ela já trabalhou em várias empresas, inclusive a Friboi, empresa onde ele deu seu coro suor e se matou de trabalhar. Até que em 2000 decidiu trabalha com sua mulher, a Gilda em um dos programas mais assistidos do Ceará, inclusive com Ibope fodasticamente alto no José Walter, o Nas Garras da Patrulha.

Gilda[editar]

Gilda é uma mulher que gosta de aparecer em reality show que troca os casais (só que no caso é reality mesmo). Ela começou trabalhando como uma das tigresas do João Inácio Junior (inclusive, ele mesmo já deu uns pega na Gilda). Quando conheceu Cornélio foi chifre amor a primeira vista, Cornélio insistiu que ela se convertesse a Igreja Evangélica. Esse foi seu maior erro, pois assim que ela foi para o culto quis que o pastor comesse ela e no final das contas, o espírito santo entrou no corpo dela. Ela ficou conhecida em todo o estado depois de ter dado pra todo mundo do programa.

Vídeo[editar]

Enquanto você lê este artigo, ela está dando para quem escreveu.

Quadro no programa[editar]

Tudo começa assim, ele chega em casa e tá lá a mulher pedindo algum serviço (e com certeza, esse serviço não é pra ele fazer). Ele liga - vamos supor - para os bombeiros para que eles apagassem o fogo (e tá precisando mesmo) do fogão que não quer desligar.

O problema é que só vem um bombeiro, ele é tão burro que não estranha. Aí ele sai e no meio do caminho recebe uma ligação um espião da Agência Brasileira de Inteligência dizendo que ela tá traindo. O jumento não acredita e desliga na cara do espião, só que ele começa a suspeitar que ela está sozinha, e quando chega lá, mesmo pegando ela no flagra ela dá uma desculpazinha esfarrapada e o Cornélio ainda acredita.