Cláudia Ohana

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ESTE ARTIGO É SOBRE UMA EX-GOSTOSA!!

Se você acha que ela está enrugada, gorda ou morta e enterrada, é porque o Tempo, o grande comedor, também traçou esta. Respeite os veteranos e não vandalize este artigo! Gerações passadas já homenagearam na intimidade do banheiro esta

EX-GOSTOSA

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Maria Cláudia Silva Carneiro
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Ohana em sua forma verdadeira.
Nascimento 6 de fevereiro de 1963
Bandeira do Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Cantriz
Altura 1,60 m
Peso 54 kg
Olhos escuros
Cabelo Moreno
Gênero Global
Principais trabalhos Natasha em Vamp
Cônjuge Ruy Guerra
Aparência física ex-gostosa

Cláudia Ohana é uma atriz mais conhecida por ter mostrado a buceta cabeluda na Playboy em 1900 e guaraná com rolha.

Carreira[editar]

Contratada da Rede Globo desde os primórdios de sua carreira, já atuou em tudo quanto é porcaria da emissora, desde novelas e minisséries até quadros de competições toscas em programas de auditório. O maior papel de sua carreira até hoje, para não dizer o único ainda lembrado, foi o da vampiresa Natasha em Vamp (1991), uma novela das sete com defeitos especiais de fazer inveja a Hollywood. Graças a esta personagem, virou também cantora, já que gravou um cover da música Sympathy for the Devil dos Rolling Stones para a trilha sonora. Na verdade ela já tinha gravado outras músicas uns anos antes, para a trilha do filme Ópera do Malandro (1986), no qual também atuou fazendo par romântico com Sérgio Malandro. Foi neste trabalho que ela conheceu o ex-marido e pai de sua única filha, um tal de Ruy Guerra, que foi quem dirigiu a bagaça.

A única vez em que atuou fora da Globo foi na novela Canavial de Paixões (2003), uma das poucas novelas não mexicanas e não infantis do SBT. A vergonha foi tanta que ela depois voltou de joelhos implorando seu emprego de volta na antiga emissora, retornando novamente em uma novela das sete, Da Cor do Pecado (2004), mas nunca mais conseguiu repetir o sucesso dos tempos de Vamp, até porque não era mais nenhuma jovenzinha e estava começando a tendência da lacração, com a negona Taís Araújo interpretando a protagonista da novela que marcou o retorno global de Ohana.

Playboy[editar]

Como toda mulher gostosa das antigas, Cláudia Ohana foi convidada para ser capa da revista Playboy e saiu peladona na edição de fevereiro de 1985. Seu ensaio é considerado um dos mais importantes em toda a história da publicação devido à réplica da Mata Atlântica que ostentava entre as pernas, o que frustrou muito punheteiro esperançoso de ver a xavasca dela, pois até para a época aquela quantidade de pelos era absurda. Gilete ainda era novidade e considerada artigo de luxo, e Ohana mesmo ganhando uma fortuna de salário na Globo recusava-se a comprar por ser judia e fazer jus à fama de sovina de seu povo. Se bem que para depilar aquilo tudo seria necessário um cortador de grama...

Em novembro de 2008, ela resolveu posar nua outra vez para a Playboy, desta vez sim depilada, usando seu novo ensaio como forma de protesto vanguardista contra o desmatamento. Na verdade ela nem se depilou porra nenhuma, as fotos foram editadas no Photoshop, embora Ohana tenha afirmado em uma entrevista ao programa Amor & Sexo que virou adepta da depilação sim, porque como não gosta de tomar banho, aquela cabeleira toda atraía muitos chatos, o piolho pubiano, porque os homens chatos queriam era distância.

Vida pessoal[editar]

Atualmente Cláudia Ohana virou uma velha safada que só quer saber de novinho. Ela já é avó e descobriu ser irmã por parte de pai de João Emanuel Carneiro, um autor de telenovelas, e ambos são conchavo um do outro para continuar na Globo.