Christian Fittipaldi

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Danger stick man.jpeg Credo, tu é o azar em pessoa!

Este artigo traz relatos de uma criatura azarenta que só se estrepa no dia-a-dia.

Faça bobagem neste artigo e mandaremos 13 lindos gatinhos pretos pra você cuidar.

Uma chegada espetacular essa do Christian, sem dúvidas!

Christian Fittipaldi (São Paulo, 18 de janeiro de 1971), é filho do Wilson Fittipaldi Júnior e sobrinho do Emerson Fittipaldi, sendo portanto um predestinado a correr na Fórmula Um, mas por puro azar do destino não herdou o talento do tio e sim o do pai, ou seja, corria como nunca na categoria e perdia como sempre, nos três anos que passou na categoria entre 1992 e 1994 (se bem que ele teve também um azar da porra de correr pela Minardi e pela Footwork, ou seja, nem por milagre ele se daria bem).

Ele pelo menos teve mais sorte ao correr a Champ Car e a CART, conseguindo até umas vitórias nessas categorias, além de também ter corrido pela NASCAR, se tornando o único brazuca a correr pelas três maiores categorias do automobilismo mundial e não conseguir se dar bem em nenhuma delas direito.

Por fim acabou indo parar no limbo do automobilismo, ou seja, a Stock Car Brasil, onde todo piloto brasileiro que se fodeu na F1 e similares acaba indo parar no fim da carreira.

Carreira[editar]

Começou fazendo o basicão, correndo em kart e ganhando diversos campeonatos, dando assim uma pontadinha de esperança que aí vinha mais um Fittipaldi campeão. E assim ele conseguiria bons resultados em 1988 na Fórmula Ford brazuca, na Fórmula 3 Sul-americana (que ele venceu em 1990), na Fórmula 3 Britânica e na Fórmula 3000 (que ele foi campeão em 1991 sobre outro brasileiro, Alessandro Zanardi).

Todos esses resultados empolgaram a Minardi, que o chamou naquele mesmo ano para piloto de testes. Ainda em 1992 ele assumiu o cockpit, mas aí a "promessa" miaria, com ele só tendo resultado mais ou menos, só sendo lembrado mesmo pela temporada de 1993, quando conseguiu um quarto lugar no Grande Prêmio da África do Sul, e quando quase virou um avião a jato no Grande Prêmio de Monza ao bater na traseira do seu "companheiro" Pierluigi Martini, que não ia com a cara dele nem a pau. Assim, puto com a equipe italiana, ele foi pra Footwork (nome fantasia que a Arrows usou por uns anos pra se livrar dos credores), que se provou um passo em falso da porra, já que o desepenho nesse carro conseguia ser ainda mais bostal.

Assim ele saiu fora do automobilismo europeu e foi correr a CART e a Champ Car, correndo pela Walker Racing e conseguindo até mesmo chegar em segundo lugar nas 500 milhas de Indianápolis, só atrás de um futuro campeão da F1, um tal de Jacques Villeneuve. Mas daí pra frente ele só conseguiu umas vitórias aqui e ali, nada de tão excitante assim, além de uma pontinha no filme Driven do Silvester Stalone.

A partir de 2001 sua carreira entraria numa inconstante, onde ele passaria pela NASCAR, pela Stock Car, ganhou as 24 Horas de Daytona em 2004, correu nas 24 Horas de Le Mans e sobreviveu pra contar história (mesmo que não tenha chegado além do sexto lugar) e pela A1 Grand Prix, em nenhuma delas largando a "sorte" do seu pai, ou seja, não ganhar direito nunca na vida.

Ver também[editar]

v d e h
Pilotos da Fórmula 1