Chile

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República Alongada de Chile
Chili Con Carne
Chile
Bandeira do Chile
Brasão de Armas do Chile
Bandeira Brasão
Lema: Weon, Weon, Weon Chile!!!!
Hino nacional: CHI CHI CHI, LE LE LE,
VIVA Peru CHILE

Localização de Chile

Capital Santiasco
Cidade mais populosa Santiasco
Língua Ehpañol e Portunhol
Religião oficial Weonismo
Governo Ditadura Democrática
 - El Presidente de Los Weons Sebastian Pinera (de jure), Augusto Pinochet (de fato)
Heróis Nacionais Salvador Allende Roberto Rojas
Área  
 - Total Alta e magra km² 
 - Água (%) Com sede
Analfabetismo 101 
População 17 milhões de fininhos 
PIB per Capita 50 
IDH 0.00 
Moeda Tem mais que os brasileiros
Fuso horário Acre's Zone Time (AZT)
Clima Muito quente em cima, ameno no meio, frio demais embaixo
Website governamental Chile


Cquote1.svg Você quis dizer: Argentina do Oeste Cquote2.svg
Google sobre Chile
Cquote1.svg Argentina del Oeste és lo carajo. Nosotros tenemos ódio de ellos... Cquote2.svg
Chileno sobre afirmação acima
Cquote1.svg Hi!Hi! Parece um retrato do Professor Linguiça! Cquote2.svg
Chaves ao ver o mapa do Chile
Cquote1.svg O meu na horizontal não cabe lá Cquote2.svg
Kid Bengala sobre proposta para fazer um filme no Chile
Cquote1.svg ¡Chilenos hirros de puta! Cquote2.svg
Argentinos, Peruanos, e Bolivianos sobre Chile
Cquote1.svg O Chile é um país alto e magro Cquote2.svg
Carla Perez sobre Chile
Cquote1.svg El Chile es mi tempero favorito, ¡pinche cabrón! Cquote2.svg
Mexicano sobre Chile
Cquote1.svg Esse lugar é frio pra porra!! Mais frio que o Rio Grande do Sul Cquote2.svg
Brasileiro sobre Chile
Cquote1.svg Mas que lugar doido é esse? Agora tá mais quente que o Nordeste Cquote2.svg
Brasileiro sobre o Deserto do Atacama
Cquote1.svg Weon!!!! Cquote2.svg
Chilenos sobre qualquer coisa

Chile é um país situado na América do Sul, muito conhecido por seu mapa engraçado no qual o comprimento do Chile é de 4.000 quilômetros de norte a sul, mas com uma largura média de cerca de quinze pés, sendo que em certos lugares na Terra do Fogo essa largura tem tamanho negativo. Seja oscilando entre colinas e vales margeando precipícios em uma perua superlotada ou oscilando entre um regime maoísta e uma ditadura fascista, o Chile é conhecido como "a montanha-russa da América Latina".

História[editar]

Povos pré-hispânicos[editar]

Tudo começou quando alguns escravos dos astecas fugindo de Montezuma nadaram o oceano até chegarem ao Chile achando que era os Estados Unidos, pois a bússola estava com defeito e trocaram o norte pelo sul. Aqueles dissidentes deram início ao Império Inca do Chile (que nada tinha a ver com o Império Inca do Peru) e começaram a construir pirâmides nos Andes e mumificar pigmeus.

A tribo mais proeminente desse território eram os bravos mapuches, que para se acostumar ao clima árido hostil da região se tornaram guerreiros ferozes e violentos, mas que também tinham suas tradições. De acordo com os livros dos antigos sábios mapuches, ficar no Chile era um desafio por si só porque não existiam cadeiras confortáveis. Nessa época antiga a maioria das cadeiras no Chile eram feitas de uma melancia embrulhada em fita adesiva e fixada no chão com alguma cola feita da resina de algum cacto. Essas cadeiras tradicionais foram feitas pela primeira vez há cerca de 2.000 anos e eram conhecidas por fazer os chilenos preferirem ficar em pé do que sentar nelas. O estilo de vida mapuche melhorou só a partir do ano 500 d.C. quando eles inventaram um bastão que poderia ser fincado no solo e segurar uma pessoa em pé para que ficasse numa posição ereta mais confortável e não invadisse sem querer a Argentina, por exemplo. No ano 1400 eles também inventaram meias feitas a partir de couro de porco que além de servirem de excelente molho à bolonhesa também ajudavam a proteger as pernas dos mapuches das varizes e demais doenças circulatórias causadas por uma vida inteira em pé (ou dormindo sempre com a cabeça voltada para o norte e os pés voltados para o sul).

Conquista espanhola[editar]

Inés Suárez, primeira heroína chilena, dando exemplo de como se defender dos homens no país que desde a época da colonização. Visto os atuais altos índices de violência doméstica, até hoje os homens chilenos colocam suas mulheres à prova: assediando-as, molestando-as e tentando estuprá-las.

O primeiro europeu que chegou no Chile foi Fernão de Magalhães, principalmente atraído pelos famosos vinhos desse país que são baratos e bons. Mas a única coisa que Magalhães comprou foram alguns coquetéis de abacates e umas índias nuas antes de seguir sua viagem rumo às Filipinas. Durante a sua estadia, apesar de haver muitos lugares bons no Chile, Magalhães que sempre foi conhecido por sua excentricidade preferiu ficar na Terra do Fogo criando um estreito que recebeu seu nome. Posteriormente o Chile foi entregue para Francisco Pizarro, mas ele não gostava do Chile, Francisco Pizarro só queria saber do Pirú.

Foi Diego Almagro, o conquistador, que comprou o Chile de Francisco Pizarro que estava endividado com o pagamento de royalties para os muambeiros de coca na Bolívia. Almagro dedicou seu governo no Chile a procurar onde os incas haviam escondido seus quilos de ouro e nesse processo mandou prender Hernando Pizarro (irmão do Francisco) que estava atrapalhando demais, mas só esqueceu-se que no Chile são os bandidos e prisioneiros que atacam os policiais, então Almagro foi quem morreu enforcado por Pizarro.

Sem muito sucesso em encontrar ouro, os primeiros conquistadores venderam o Chile para Valdivia, o Mago em 1540 pelo preço de duas garrafas de Pipeño e alguns locos com muito camarão. Pedro e suas tropas fundaram inúmeros chalés e levaram para a região uma puta de luxo chamada Inés Suárez para fundarem um enorme bordel chamado Santiago numa tentativa de copiar os cabarés de Extremadura. Todos os índios chilenos rapidamente se renderam àquele novo estilo de vida baseado em libertinagem e foram se misturar aos espanhóis, exceto a tribo dos mapuches cuja cultura não permitia pagar uma prostituta por sexo, mas sim forçá-la ao ato. As tentativas de violência sexual fizeram com que Inés Suárez decapitasse sete caciques mapuches, o que consequentemente gerou uma longa guerra contra a tribo local que dura até hoje.

Guerra de Arauco[editar]

Colonizador subjugando um mapuche durante a Guerra de Arauco.

Antes da chegada dos espanhóis, os Mapuche viviam uma existência tranquila, embriagando-se com álcool de milho, tirando longos cochilos que poderiam durar a tarde inteira e travando guerras sangrentas entre si, mas apenas por esporte. Mas em 1541 com a chegada de Pedro de Valdivia que, entre outras coisas, fundou a cidade de Santiago e a universidade que leva seu nome, atraiu a fúria dos aborígenes com tanto mal gosto. Isso, sem mencionar os abusos tributários e as pragas trazidos pelos espanhóis que dizimaram a população indígena quase que completamente. Muito incomodados, os mapuches, que desta vez tiveram que parar de se matar e se unir diante de um inimigo comum, iniciaram uma guerra contra o invasor. Eles apenas precisavam pensar em como furar a armadura espanhola que era imune às suas patéticas flechas com pontas de pedra.

O mais famoso líder mapuchue nessa época conflituosa era Lautaro, o fundador do Colo-Colo, enquanto seu grande rival Pedro de Valdívia era o fundador do Universidad Católica, iniciaram essa guerra que dura até hoje, na qual o Colo-Colo se demonstra superior porque tem até uma Libertadores. Lautaro foi um líder muito ovacionado pelos mapuches porque é atribuída a ele a descoberta de segredos militares importantes acerca dos invasores, como, por exemplo, que os cavalos não faziam parte do corpo dos espanhóis e eram apenas seu meio de transporte e um ponto fraco ideal para atacar em combate. Sob a liderança de Lautaro, os Mapuches venceram muitas batalhas, a mais importante das quais foi a Batalha de Tucapel (25 de dezembro de 1553). Nessa batalha, os mapuches se aproveitaram da crença católica acerca do Natal e que Pedro de Valdivia dormia esperando o Papai Noel naquela madrugada, assim enquanto os espanhóis eram massacrados impiedosamente e silenciosamente na madrugada, os mapuches entraram na fortaleza de fininho na ponta dos pés para não fazer barulho e capturaram o espanhol. Valdivia foi levado à presença de Lautaro, que arrancou seu coração com um golpe e o comeu enquanto ainda estava pulsando, enquanto soltava uma risada maligna.

Após a vitória de Tucapel, Lautaro planejava aproveitar a morte do líder inimigo para desencadear uma ofensiva final que faria com que os espanhóis se retirassem para sempre do litoral oeste da América do Sul, mas a tradição mapuche exigia uma longa comemoração cheia de álcool e biscates. Por outro lado, os derrotados espanhóis aproveitaram esse momento para lamber suas feridas e encomendar alguns canhões, trazendo para o lugar de Valdívia um espanhol menos idiota e com mais cara de malvado, o Francisco de Villagra. Meses depois, e com uma ressaca infernal, os mapuches (incluindo Lautaro) caíram como moscas diante dos canhões espanhóis que dizimaram qualquer traço daquela tribo.

Independência[editar]

O'Higgins anunciando que desiste do Chile e que na verdade sempre preferiu o Pirú.

Em 1810, um anão megalomaníaco chamado Napoleão Bonaparte teve a ideia de dar algumas terras ao seu irmão José, mas como não encontrou essas terras na França, decidiu perguntar ao então rei da Espanha, um dos vários Fernandos, se ele poderia doar alguma dessas terras. Como Fernando recusou oferecer qualquer generosidade do tipo, Napoleão o trancou em uma torre e fez de seu irmão José se tornasse o mais novo rei da Espanha.

Esta notícia de novo rei foi enviada à América com um anexo pedindo que os chilenos deixassem de pagar os impostos porque esse dinheiro agora iria todo para os franceses, e as instruções eram de que mantivessem isso apenas até que o verdadeiro rei espanhol voltasse às suas funções. Quando a notícia chegou, um grupo de bravos patriotas espanhóis decidiram ouvir as instruções e apenas economizar seus impostos. Mas um outro grupo, não muito convencido, decidiu que era hora de declarar independência e, assim, gastar eles próprios o seu dinheiro.

A ala que desejava a independência era maior, por isso pegaram um louco senil chamado Mateo de Toro Zambrano e o nomearam Presidente do Conselho em 18 de setembro de 1810, coincidindo com a celebração das Festas Nacionais, nas quais a música alta, vinho e quitutes deixavam todos distraídos lá do lado de fora enquanto eles escreviam e assinavam a nova constituição.

No ano seguinte, porém, veio José Miguel Carrera e, apanhando D. Mateo adormecido, deu-lhe uma pancada na mandíbula e derrubou-o da cama: aquele foi o primeiro golpe no Chile, de muitos. Estava de bobeira por ali o tal Bernardo O'Higgins que não gostou nada disso e começou a discutir com Carrera durante três anos, até que os espanhóis que já haviam matado Napoleão e libertado o rei voltaram para o Chile para tentar descobrir o que diabos estava acontecendo com os impostos que não chegavam mais na Espanha.

Carrera foi preso e baleado pelos espanhóis sob a acusação de ter rosto chileno, enquanto O'Higgins que ainda tinha cara de espanhol conseguiu fazer amizade com o general José de San Martín, a quem deixou a tarefa de libertar o Chile e o Peru, depois que foi embora. Como o objetivo era apenas vencer espanhóis, San Martín conseguiu e libertou o Chile.

As várias repúblicas chilenas[editar]

Uma vez independentes, os habitantes locais atingiram um nível de miséria que não fora possível nem sob a agricultura de subsistência dos índios pré-colombianos e nem sob a bota do império espanhol. Também muito novatos nesse negócio de ser país independente, os chilenos tentaram vários formatos de governo. Começaram por algo mais tradicional, uma monarquia, então criaram o Reino de Chile, mas aí perceberam que um rei não poderia ser votado democraticamente, então essa ideia idiota durou apenas de 1810 a 1814.

Então em 1826 criaram a República Conservadora do Chile na qual dar o cu agora era proibido, bem como fumar drogas ou desrespeitar a família. Mas obviamente um estilo de vida tão tedioso e sem prazeres carnais não poderia durar tanto, então já em 1861 criam a República Liberal do Chile onde dar o cu, consumir drogas e desrespeitar a família passa a ser permitido. E em seguida, em 1891, seguindo a moda da época, houve uma revolução no Chile que estabeleceu a República Parlamentarista do Chile que agora tinha um congresso que decidia as coisas, muito embora os parlamentares nunca souberam governar o país, tipo até hoje, e deixaram uma bagunça tão grande que até mesmo os livros de história mais sérios pulam este período da história chilena.

A República Presidencialista do Chile é instaurada em 1925, trazendo para os chilenos algo mais personalista, no qual se destaca o presidente de 1970 Salvador Allende que trouxe os ideais marxistas no qual todas as propriedades do Chile passaram a ser bem do Estado e cada chileno obrigado a contribuir de acordo com sua capacidade e receber de acordo com a necessidade, embora felizmente uma burocracia imensa tenha impedido que a miserabilidade tenha se tornado igualitária no país. Tratados comerciais foram assinados com governos bem simpáticos como Cuba, Coreia do Norte e Venezuela (mas sempre com os Estados Unidos vistoriando todas as mercadorias radioativas) e o único comércio entre esses países com o Chile era a importação e exportação frenética de livretos de propaganda soviética em brochura.

Chile de Pinochet[editar]

Pinochet levando um comunista para passear de helicóptero e salvando seu país de mais uma ameaça.

Após um longo período de monotonia extrema, General Augusto Pinochet com sua célebre frase: "se acabó el webeo, señores" institui a ditadura militar a exemplo das outras nações latino-americanas. O Chile costumava ser a praia do Pacífico da Argentina até ser privatizado por Pinochet, que estuprou Allende, proibiu o tango e escravizou seus cidadãos em fábricas de nitrato. Os Andes eram uma barreira natural que afastavam os vagabundos dos argentinos, o exército peruano, os terríveis bolivianos e o estranho time de rúgbi uruguaio. Por isso o exército chileno se via bem livre para estar longe das fronteiras e poder ir corrigir e educar os próprios chilenos.

A ditadura militar de Pinochet (assim como a ditadura de Saddam Husein e Kadafi) foi muito incompreendida, tudo porque ele incentivava a compra de cuecas e estava com medo que o ex-presidente Salvador Allende levasse o país para o comunismo. O golpe militar, todo mundo sabe, é o melhor meio de defender uma democracia, pois acabando com a mesma e instituindo uma ditadura não há mais democracia para defender se ela não existe, deixando os comunistas sem saída.

Os julgamentos-espetáculo e os campos de reeducação rurais de Allende são substituídos por esquadrões da morte e passeios de helicóptero. Na prática, os esquadrões de morte pinochetistas faziam o mesmo trabalho do batalhão eugenista allendista de antes, apenas com a diferença de fazer essa "limpeza" com o mínimo de confusão e barulho. Um doente sem dinheiro na época de Allende era executado em praça pública por representar um atraso para a sociedade chilena, enquanto agora no regime de Pinochet ele apenas aparecia misteriosamente morto em alguma sarjeta da capital nacional e depois de morrer, seus bolsos não eram mais furados como antigamente, porque há um respeito pela propriedade privada.

Ao sul, entre lagos e vulcões, era possível encontrar campos de concentração magníficas fazendas com comidas típicas alemãs. A mais conhecida delas, a Colônia Dignidad, contou com o bondoso apoio do governo totalitário, assassino, democrático do General Pinochet, além de profícua mão-de-obra escrava generosa e gratuitamente doada por centenas de chilenos.

Eventos recentes[editar]

Graças a um golpe malabarístico do herói nacional Roberto Rojas, Pinochet é deposto e o Chile se classifica para a primeira Copa do Mundo. Como ele precisava ir disputar a Copa do Mundo, deixou Patricio Aylwin em seu lugar para ser o novo presidente do país a partir de 1990.

Posteriormente em 2006, o Chile se orgulharia de ser a primeira nação do mundo a eleger para a presidência uma mulher não feminista e não nazista quando os chilenos elegeram a ex-mestra de BDSM Michelle Bachelet para a presidência. Isso ocorre porque o Chile já foi todo tipo de nação possível com todos presidentes possíveis, por isso foram uma sociedade que soube também serem os pioneiros em quebrar as barreiras do preconceito sobre mulheres na política e se submeterem todos a um matriarcado. Ao quebrar as barreiras, os chilenos quebraram seu sistema de pensões, mas nada que alguns protestos não resolvam.

Um grande terremoto de 2010, mineiros presos por mais de 2 meses e protestos pacíficos com bastante violência marcam os anos mais recentes do Chile.

Geografia[editar]

Uma estrada no Chile tendo muito cuidado para não invadir a Argentina e nem cair no mar.

O que mais se destaca na geografia do Chile sem dúvida é seu mapa que mais parece uma costela de porco, embora outros digam que o mapa do Chile se pareça com o Professor Girafales de perfil, ou mesmo uma coluna vertebral, tanto que aquelas modelos esqueléticas de passarelas são desnutridas daquele jeito porque o sonho de várias mulheres ao redor do mundo é ficarem parecidas com o mapa do Chile, uma cultura que foi amplamente difundida pelo pessoal da alta costura internacional, afinal sabemos que esse meio é dominado por estilistas e costureiros boiolas que querem enfeiar as mulheres para diminuir a concorrência com os bofes.

O Chile consiste em áreas predominantemente inóspitas: o Atacama no norte, os Andes no leste, a Ilha de Páscoa a oeste, e a Terra do Fogo no sul. Devido a seu mapa estreito os chilenos tem que dormir de lado, caso contrário ou caem no oceano ou invadem a Argentina. O Chile possui somente uma rua/rodovia que corta o país de norte a sul, a mesma estrada serve também como fronteira do país.

NASA usando o inóspito Chile para testar o robô que vão enviar para Marte.

Dentre todos locais inóspitos desse país o que mais se destaca é o Deserto do Atacama, um local onde a palavra nada mais faz sentido em todo planeta Terra.

O Chile tem também suas ilhas. Como o Arquipélago Juan Fernández que ficou famoso pelo livro 28 Anos sem Sexo (lançado no Brasil com o título de "Robinson Crusoé" que conta a história de um náufrago que por vários anos só teve cabras para "ordenhar", um homem que depois vendeu os direitos de sua história para Daniel Dafoe. Ou ainda a misteriosa Ilha de Páscoa que mesmo localizada isoladíssima no meio do oceano foi o lar de polinésios entediados que esculpiram ali vários emoticons do Stonks, um meme local. E também a Ilha Chiloé, famosa por suas batatas e por ser a linha final da Rodovia Pan-Americana que sai do Alasca termina ali porque não tem mais como ir para o sul.

Por falta de território, o Chile ainda alega que a Antártida pertence a eles, até criaram um acampamento permanente lá chamado Villa Las Estrellas. Ninguém se importa e deixam eles lá.

Mas a maior peculiaridade da geografia chilena é o Acordo entre a República do Chile e a República Argentina para especificar as fronteiras do Monte Fitz-Roy ao Monte Daudet que é um pacto secreto feito entre os países do Chile e Argentina para gerar um território secreto destinado a operações táticas militares, experimentações ufológicas e coisas que só Deus sabe que existem. Essa situação é particularmente conhecida por aparecer em mapas em uma forma de quadradinho branco tampando o que realmente há ali, o que lhe confere um status mais secreto do que a Área 51. Graças à sua forma quadrada e ao seu mistério inerente, a região foi denominado de "o novo triângulo das Bermudas" com a notável diferença de que não é um triângulo e não está nas Bermudas, por isso para evitar confusão, ele também se tornou conhecido como "o quadradinho satânico".

População[editar]

O renomado médico chileno Nicolás Palacios foi quem desvendou porque os chilenos são assim tão malucos, violentos e estressados com tudo. Palacios escreveu sobre as origens do povo chileno ao rastrear que os espanhóis que lá colonizaram eram descendentes dos visigodos que eram muito conhecidos por adorar desordem e sistemas políticos nada estáveis, e esses espanhóis descendentes de visigodos se misturaram aos mapuches dos desertos da Patagônia que por sua vez são descendentes dos esquimós, maldosos assassinos de foquinhas indefesas no Ártico.

Isso explica porque os 17 milhões de chilenos adoram sempre que possível invadir praças e queimar tudo para fazer protesto contra o governo. Sem dúvidas eles formam um tipo de sociedade extremamente estranha para qualquer olhar estrangeiro. Um grupo de chilenos pode tranquilamente sobreviver após ficarem presos dentro de uma mina por 70 dias sem contato com o mundo exterior.

E sobre como identificar um chileno fora do Chile: eles sempre ficam repetindo a palavra "Weon", seja lá o que essa merda significa.

Política[editar]

Chilenos fazendo uma manifestação política.

A política do Chile segue um estilo de governo mais conhecido como "manda quem estiver no poder". Por isso o leitor não deve atribuir qualquer ideologia ou rótulo para a forma política que atualmente esteja em vigor no Chile, porque ela pode mudar completamente após a próxima eleição. Por isso em um ano os chilenos podem estar vivendo sob um regime maoísta baseado na extinção da propriedade privada e no dia seguinte estar sob uma ditadura de direita que te leva para dar passeios de helicóptero.

No Chile, portanto, caso o povo vote para um civil virar o presidente e os partidários da esquerda não entreguem o poder pacificamente aos adversários da direita, as forças armadas chilenas estão constitucionalmente amparadas para estarem prontas para tomar o país sozinhas para programar novas eleições (mesmo que daqui uns 20 anos) e devolver o povo gradualmente para uma democracia e talvez para uma nova e reluzente constituição. Aliás, esta é de fato a única função das forças armadas chilenas, uma vez que o belo porto peruano de Arica já está seguro dentro do Chile, os militares podem se preocupar apenas em dar golpes e essas coisas.

Vale lembrar que desde que se tornou uma república presidencialista, o Poder Legislativo chileno perdeu força ao ponto de hoje parecerem apenas um teatro de fantoches. Os projetos de leis ficam eternamente paralisadas enquanto os parlamentares chilenos ficam horas e horas debatendo só demagogia e proselitismo. Alguns congressistas se dedicam a assistir pornografia durante as reuniões, ou mesmo faltá-las para ir dançar com strippers na boate mais próxima.

Subdivisões[editar]

Como o Chile é uma república democrática federativa, o país está dividido em 16 estados federais. Por razões práticas, esses estados eram numerados do 1 ao 11, começando no XV e terminando no XII, mas como o 13 é considerado um número de sorte no Chile eles deram um jeito de criar mais duas províncias mais tarde, e depois criando mais 3 províncias porque 16 menos 3 ainda é 13.

Por questão óbvias todas as fronteiras são demarcadas horizontalmente, dando um aspecto de coluna vertebral ao mapa, porque se fizerem uma fronteira vertical é arriscado as duas províncias divididas uma cair no mar e outra na Argentina.


Economia[editar]

O famoso Costanera Gran Torre, o prédio mais alto da América do Sul, criado para os chilenos conseguirem ver a Argentina do outro lado das montanhas.

A economia chilena segue com firmeza as Leis de Murphy, pois sempre que há merda no mundo e alguma crise financeira global ocorre, o Chile é o país mais afetado, afinal o Chile é o único país do mundo onde alguém cri um negócio criativo e lucrativo e no dia seguinte há 5.000 idiotas no mesmo negócio saturando o mercado.

O principal produto de exportação do Chile é o Cu que é distribuído em vários tipos, formatos, tamanhos e colorações. Calma calma muita calma, não é nada disso que você está pensando, não se trata de turismo sexual NEM DE DEPRAVAÇÃO, estou falando do cobre cujo símbolo químico é o Cu (do latim: chupacu).

E além do fortíssimo comércio de Cu chileno, a principal e mais lucrativa atividade industrial sem dúvidas é a mineração em geral. 70% da produção mundial de pedra é produzida no Chile. Existem inúmeras rotas comerciais para os países onde este material é escasso (por exemplo, os países do norte de África cheios de areia e água, mas sem rochas.

A agricultura não tem destaque no Chile por falta de espaço. Nas montanhas chilenas só é possível o cultivo de musgos e líquens, a matéria-prima do famoso vinho chileno que não tem gosto de uva. Quanto à pecuária, devido ao tamanho do vale, só é possível criar uma vaca por dia em cada uma das 16 províncias, e os outros animais são cabras montanhesas não domesticadas que se alimentam de tudo o que encontram nas montanhas (precisamente, musgos e líquenes) e consequentemente prejudicam a produção agrícola. Por falta de alimento adequado, os chilenos recorrem à erva-dos-campos para fazer a ração diária da vaca local, que não come, não se reproduz e não produz leite, consequentemente gerando o colapso da agropecuária chilena, forçando-os todos a voltarem para a mineração. Mas a economia chilena é uma das mais fortes da América do Sul.

Turismo[editar]

O Mais famoso restaurante de Santiago do Chile onde Pinochet torturou sem pena Salvador Allende.

O destino turístico mais popular do Chile fica a 3.700 km de distância do Chile, e estamos falando da famosa Ilha de Páscoa que recebe turistas de todo mundo curiosos em ver aquelas cabeçonas fincadas na terra e tentando para sempre entender como e para que os polinésios fizeram aquilo. Tal qual a ilha de Páscoa, outro destino turístico popular envolve um lugar inóspito onde você mais sofre do que relaxa, e estamos falando do Atacama, também visitado por pessoas que desejam experimentar mais ou menos como é o solo marciano.

Quanto aos turistas que não gostam de aventura, a melhor opção é ficar em Santiago apreciando a briga de torcidas de futebol local ou os chilenos queimando patrimônio público em mais um protesto contra o governo, tudo enquanto bebe o famoso vinho chileno que não tem gosto de uva. As paisagens são sempre belíssimas, toda cidade chilena tem seu próprio Monte Fuji particular, Puerto Varas e Puerto Montt tem seu próprio Monte Fuji, e quanto mais ao sul mais montanha pra apreciar, com o ápice desse turismo obrigatoriamente alpinista uma visita ao Glaciar Brüggen onde você pode ver bastante gelo e passar muito frio no processo.

Infraestrutura[editar]

Educação[editar]

Cquote1.svg Estúpido y capitalista semáforo opresor... Dame mi educación gratuita y de calidaded! Cquote2.svg
Chileno querendo muito ser educado pelo estado

O Chile tem um sistema educacional precário e desigual. Não é a mesma coisa estudar e se formar em porcarias pagou-passou como o Instituto Nacional Liceo Pinto E-110 ou obter um diploma na Universidade do Chile que é tão prestigiada que tem dois times de futebol. A educação no Chile (e quanto você paga por ela) é considerada um "bem de consumo" em vez de um direito, como mencionou um famoso presidente chileno Sebastián Piñera, o que significa que estudar necessariamente leva a se endividar em um banco de tal forma que nunca mais na vida suas contas fecharão no azul porque qualquer trabalho no Chile que exija diploma nunca pagará bastante. Pagar uma universidade no Chile é tão caro que a população chega ao cúmulo de fazer protestos desejando universidades públicas que sejam de graça e de qualidade.

Segurança[editar]

Chileno lidando com o policiamento do país.

Segundo os peruanos, os chilenos roubam e depois dizem que é deles criando discussões que duram séculos. Isso já nos leva a crer que chileno não é uma pessoa confiável, nem mesmo sua família.

A Justiça no Chile é, portanto, um termo utópico vindo de tempos imemoriais de outros países que fazem justiça direito, mas no Chile este termo "justiça" é usado apenas como palavra clichê nos noticiários para enganar o povo local. Os tribunais são apelidados de "porta-giratória" porque após um malandro chileno ser preso após algum crime (seja por roubar um minimercado, tráfico de drogas, matar pessoas ou até praticar pedofilia) ele sempre é autorizado a sair do tribunal no mesmo dia em que entrou por "falta de exames periciais", "falta de provas contundentes" e "falta de prisão em flagrante". Existem muitas teorias sobre o porquê disso acontecer, algumas dizem que os juízes apenas não querem colocar mais gente nas penitenciárias que estão superlotadas.

Direitos Humanos é outro termo tão utópico quanto "Justiça", pois ele é aplicado somente às supostas vítimas do ditadura e suas famílias, cuja frase mais famosa é "exigimos justiça!!". Em geral, 90% dos beneficiados pelos Direitos Humanos no Chile vivem em liberdade e até ocupam cargos públicos como deputados, senadores, prefeitos, reitores de universidades privadas e até presidentes; 9% estão "encarcerados" em prisões 5 estrelas... os outros 1% restantes já morreram... mas todos estão livres.

O Chile é o país da discriminação sexual, especialmente as mulheres, que são vistas como um pedaço de carne e que ganham (e ganharão para todo o sempre naquele país) muito menos que os homens, e que não conseguirão um emprego a menos que tenham seios bonitos com um decote generoso. Assediar uma mulher, passar a mão numa mulher e infernizar a vida de uma mulher não são crimes no Chile. A única pior coisa que você pode ser no Chile é ser gay, lésbica, travesti, transexual ou todas as anteriores, porque nesses casos você não encontrará nenhum emprego decente que não seja trabalhar em um cabeleireiro ou como camgirl.

Cultura[editar]

No Chile, quem não ri dos símbolos nacionais é considerado patriota e toda cultura nacional está atrelada a patriotismo. Descendentes da mistura de visigodos com mapuches, não existe mais nada no mundo como um chileno, e por isso eles se orgulham de que passeatas violentas queimando a cidade inteira sejam um traço cultural.

Algo que poucas pessoas sabem é que o Chile possui a maior quantidade de otakus e fãs de j-pop da América Latina, superando até mesmo São Paulo. Isso ocorre porque todo cileno sabe que se cair no mar e nadar em linha reta chega no Japão. E claro, esse estranho gosto também se deve à falta de neurônios dos chilenos.

A principal data comemorativa é a "festa de Sifilis" que celebra a introdução desta famosa doença amplamente difundida em todo o mundo após a descoberta do Chile. Mas em 6 de setembro também é celebrada uma festa muito importante, a "festa da mulher" onde cada homem chileno compõe um poema sobre seu pênis de pequeno tamanho, o poema é então lido e oferecido à sua mulher favorita.

Esportes[editar]

O Chile tem um futebol pouco desenvolvido, isto se deve ao fato da bola sempre cair na água ou na Argentina. Isso é um problema, porque sempre a bola volta furada. Por conta disso, os melhores jogadores oriundos do Chile são aqueles que optam por jogar fora do país, como é o caso de Iván Zamorano, astro do Dólar Madrid e da Inter de Limeira na década de 90 (cogita-se que ele resolveu continuar defendendo a Seleção Chilena apenas para subir um pouco o nível do time, como muitos outros ao longo da história fazem). A melhor atuação chilena em uma partida oficial, no entanto, foi a do goleiro Roberto Rojas (ou Porras ou Hojas, sei lá), quando ganhou um Oscar pela simulação da queimadura que sangra no Maracanã, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 1990.

Pode-se ver também nos jogos contra o Brasil, como o resultado de 0x7 obtido em uma partida qualquer nas entranhas do passado. No entanto, recentemente o Chile apresentou substancial melhora em relação à seleção canarinho, impondo-se no 1x6 contra o Brasil. Repare no inesperado gol chileno.

É marcante a paixão que o povo chileno demonstra por esta modalidade de esporte. Somente na capital, ou se torce pelo Colo-Colo, ou por la U, ou por la otra U, ou por algum dos menos cotados que nunca ganham porra nenhuma. E mesmo o pessoal que trabalha nas minas do interior tem opções, como o Cobreloa, Cobresal ou o Huachipato Donald ou... é, acho que só esses mesmo. Quem não pode pagar, na TV por assinatura, para assistir aos jogos em transmissão direta, tem a opção de pagar (na mesma TV por assinatura) pelo direito de assistir ao público no estádio durante os 90 minutos da partida, mais prorrogação, com comentários de Sebastián Piñera e, via sessão espírita, Augusto Pinochet.

Esportes aquáticos não muito desenvolvidos, como no Chile as piscinas só têm três raias as filas para treino estão sempre muito grandes para nadar.

Idioma[editar]

Cquote1.svg Hey Weon flaite! Cquote2.svg
Chileno típico

Apesar da sua colonização, no Chile não fala espanhol nem castelhano, o idioma oficial do país é o Cagasteshano, uma deformação da língua espanhola promovida por vários programas de TV, jornalistas sem formação superior e manos da quebrada chilena. O Cagasteshano é um dialeto bastante onomatopaico e por isso a única regra é que não há regras.

A palavra mais comum é "flaite", que significa algo como "pivete", "trombadinha", "moleque", "fodido", "favelado" e serve para invocar pelo menos 70% da população do Chile. A palavra-chave é "weon" que serve para "amigo", "parça", "tu", "você", "ele", "cumpadi".

Nesse idioma, ofensas e xingamentos tipo "comi tu ermana" não deve ser entendido como "comi sua irmã" literalmente, mas sim como um elogio. Por isso uma expressão como "por favor, pode me emprestar dinheiro?" fica "paza la monea feo guliao, si no te amo a cortarte la llugularh!!!" enquanto "sou um gênio" fica "chaa loko soi tirriivle pulento!!"

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