Chade

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Chad Hot Hot Hot
Nothing to Happen of Chade
Deserto de Chade
Bandeira do Chade
Brasão de Armas do Chade
Bandeira Brasão
Lema: Água! Por favor!
Hino nacional: Mais água!! Pelo amor de deus!!

Localização de Deserto de Chade

Capital N'Djamena
Cidade mais populosa Chade Erva Doce
Língua Desértico Nômade
Religião oficial Crenças diversas
Governo Caça à água
 - Chefe da Tribo Delwa Kassiré Koumakoye
Heróis Nacionais Qualquer um que migre para outro lugar
Área  
 - Total 30 Km2 (não conta o deserto, pois não serve para nada mesmo) km² 
 - Água (%) 0,0000000000000000000000001
Analfabetismo 100 
População 600 
PIB per Capita 0,52 
IDH 00000001 
Moeda Água
Fuso horário Ninguém sabe ver horas lá
Clima Desértico
Website governamental www.precisodeaguamasmuitaagua.td


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Povo do Chade sobre o artigo Chade na Desciclopédia

Chade é um estado-tampão criado para evitar a guerra entre a Líbia muçulmana e a República Centro-Africana de maioria budista. Teoricamente este país deveria pertencer a Darfur, mas desde que este território foi capturado pelo Sudão, o Chade viu sua oportunidade de ser uma nação livre, um país independente, para mostrar ao mundo quem eles são, embora nesse ponto eles tenham falhado miseravelmente e ninguém conheça esse país.

Mais que violência, fome e guerra, o Chade é conhecido por sua bandeira-plágio da Romênia. A situação só nunca foi resolvida até hoje porque a maioria da Romênia está mais preocupada com a Dácia, carros esportivos, ciganos, óculos de sol caros e dançar Dragostea Din Tei, enquanto o Chade está muito mais preocupado em repelir invasores com porretes, impedir mais uma guerra civil e tentar encontrar comida... e essas preocupações são apenas dos 5 chadianos alfabetizados.

História[editar]

Reinos antigos[editar]

O nome Chade originou-se da sigla pouco conhecida: "Comida, Homossexuais, Água e Dignidade são Escassos". A real origem dessa sigla e a relevância desta declaração entre as antigas tribos chadianas se perderam nas areias do tempo e no próprio Chade. Mas foram uns camaroneses chamados saôs que oficialmente transformariam o país do Chade no país mais inútil do mundo. Uma tempestade de areia explodiu no Chade no ano de 467, matando todos os seus 3 habitantes e extinguindo a sua primeira civilização.

Localizado no centro da África, a posição estratégica desse território sempre despertou cobiça em muitos impérios e reinos sedentos de areia, o que levou ao florescimento do Império da Cana no século VII que depois se subdividiu entre Império Bom Cu, Sultanato dos Bagres e Império Uai.

Colonização[editar]

Após conquistarem a Argélia e aquele deserto imenso que os argelinos tinham, os compatriotas de Napoleão Bonaparte fixaram seus olhos e cravaram suas garras num deserto ainda mais miserável e inóspito quando conquistaram o Chade para si. Observando estritamente seu hino e seus ideais de liberdade, fraternidade e igualdade, os franceses esculpiram o Chade aos seus ideais, ferrando-os para sempre, dando-lhes seu idioma difícil de falar e toda sua idiossincrasia, criando ali o Chade Francês.

Mas quando você olha a bandeira do Chade, o que se deduz é que esse território foi colônia é da Romênia, e isso aconteceu porque em 1910 os romenos venceram os franceses numa partida de truco valendo o toba, no qual os franceses perderam e entregaram o Chade para os romenos, o equivalente a um toba. Consta-se que o filme Um Drink no Inferno e suas continuações foram inspirados na cultura verídica da região chadiana fortemente influenciada pela colonização romena. Mas fora a bandeira, realmente não se observa muitas características romenas no Chade, e isso ocorre porque, se você observar bem o mapa, a distância entre o Chade e a Romênia é considerável e sem estradas, então nenhum romeno nunca realmente esteve no Chade.

A insatisfação em ser ignorado por sua colônia culminou em 1959 quando o Chade invadiu o país da Europa central, a Romênia, derrubando seu ditador Nicolae Ceauşescu. Isso tornou o Chade o segundo país africano a colonizar a Europa (depois da Argélia que já havia começado a colonização da França muitos anos antes). A OTAN e a União Europeia aquiesceram acerca da brutal ocupação chadiana da Romênia por medo de que eles também pudessem ser as próximas e de que o exército chadiano transformasse toda a Europa em um deserto inóspito e inabitável, como já haviam feito em seu país natal. A resistência dos romenos foi esporádica e ineficaz, como quando em 2008 os romenos enviaram 120 soldados ao Chade em retaliação, mas não encontraram ninguém para matar e logo morreram de sede, e por isso a Romênia é até hoje obrigada a usar a bandeira do Chade.

Independência[editar]

Uma vez independentes, o Chade era tão pobre que não tinha recursos nem para fazer uma bandeira nova, então o primeiro presidente Fraçois Trombadinha roubou a bandeira da Romênia (que na verdade é a bandeira do Chade Colonial) e uma vez eleito presidente por si próprio, ficou 15 anos no poder.

Fraçois Trombadinha só deixou o cargo graças ao golpe militar de 1975 que trouxe a primeira guerra civil chadiana, algo que o povo local ainda não apenas se acostumaria, como tornaria um hábito cultural nacional. E muito embora o ex-presidente Trombadinha tenha perdido a guerra e sido deposto, a nação não viu paz imediata porque 10 generais deram um golpe atrás do outro por acharem que o processo democrático envolvia matar o antecessor.

O auge dessa guerra civil acontece em 1980, momento quando a Líbia decide tirar proveito da fragilidade do vizinho e invadir o Chade. O líder líbio Muammar al-Gaddafi declarou guerra ao Chade e invadiu com um monte de tanques de fabricação soviética e soldados munidos com muita força de vontade. O exército de Chade, apesar de estar todo dividido numa guerra civil e estar munido apenas com punhados de areia e alguns aleijados, subiram todos em meia-dúzia de jipes da Toyota e destruíram completamente o exército líbio. Desde então, sempre que uma guerra civil começa, os chadianos pedem para algum vizinho os invadir, para forçar a união dos chadianos.

Governo Habré[editar]

Hissène Habré assumiu o Chade em 1982 para ser seu segundo ditador, e a aceitação pela comunidade internacional foi acelerada pelo apelido lisonjeiro de "Pinochet Africano". Habré foi quem melhor soube lidar com o conflito entre Chade e Líbia que disputavam a Faixa de Auzu (como se dois países estivessem disputando a cidade de Sobral. Simplesmente não vale a pena. Por sorte os franceses se aliaram à Líbia nesse conflito e isso significou várias vitórias para os chadianos. Os franceses foram essenciais porque eles que sempre vinham com a ideia de recuar e cessar fogo.

Governo Idriss Déby[editar]

Soldados do Chade precisando chutar areia na cara dos inimigos, porque o dinheiro para a munição acabou.

O governo do Chade entrou em colapso em 1989 após a constatação de que estavam perdendo dinheiro da venda de areia graças às corrupções de Hissène Habré e que o Lago Chade, a fonte de toda a água, estava virando areia também. Como último recurso, Hissène Habré estatizou bancos, cassinos e bordéis, mas sua popularidade só caía, era apenas questão de esperar alguém aparecer pra dar o golpe de estado necessário para a democracia do país.

Idriss Déby, general de maior confiança de Habré, foi treinar táticas militares no Sudão. Quando voltou do cursinho, altamente preparado, ele deu o golpe e virou o novo presidente. Na ocasião, Déby se declarou vencedor das supostas eleições de 1990 que ele afirma que ocorreram, e à maneira africana, ele marchou com seu exército na capital. A cada 10 anos ele é reeleito, como em 2000 e em 2010, com destaque para essa última que foi uma eleição excepcionalmente democrática, pois apenas 17 partidos da oposição consideraram o resultado fraudulento.

Eventos recentes[editar]

Ainda é um mistério porque Idriss Déby se mantém presidente perpétuo de um país desses, só tem merda acontecendo, como a Segunbda Guerra Civil do Chade que por falta de habitantes o bastante importou alguns sudaneses para fazer parte do conflito que teoricamente era interno. Idriss Déby importou essa guerra civil de Darfur, do seu amigo sudanês Omar Hasan Ahmad al-Bashir.

Os atos m ais recentes de Déby foram: afogar os gatinhos com AIDS, construir um muro com raios lasers invisíveis apontando para o céu para manter os chadianos dentro do país e cobrir as pontas desse muro com preservativos para prevenir a propagação da epidemia de HIV que vem assolando o país. Isso trouxe muita insatisfação, tanto que em 2008 Timane Erdimi, sobrinho do presidente Idriss Déby, atacou a capital para tentar uma eleição democrática fora do prazo previsto, e ele foi imediatamente repelido.

Geografia[editar]

O orgulho do Chade, agora a principal atração do país, a Duna Insanamente Grande (Le dunaire énorme) e o seu deserto circundante que oferecem oportunidades infinitas para qualquer chadiano "desaparecer" parentes indesejados, animais domésticos não comestíveis e povos vizinhos.

Chade apesar de ser um país grande e no mapa chega a chamar a atenção por ser encravado no meio da África, não há absolutamente nada a não ser areia ao norte, florestas devastadas ao sul e um lago quase secando a sudoeste, Chade guerreia com os outros países por esse lago a séculos usando táticas árabes de terrorismo e táticas babilônicas de arremesso de pedra. Habitável apenas em seu extremo sul, Chade é um país horrível de se viver, não há água na vasta extensão desértica do Saara e Sahel do país encontrando-se esse líquido valioso apenas no Lago Chade, local do qual é claro todos os 50 países desérticos da África guerreiam pela posse, então esse não é um recurso garantido.

E esse tão querido lago é o Lago Chade, pois qualquer região no território de Chade que não seja ao redor do lago é considerado inabitável, então este lago é o Chade em si, nem camelos aguentam ficar nas regiões afastadas. O lago Chade vem reduzindo de tamanho, mas o fato dos 15.000 km² de antigamente estarem atualmente reduzidos a apenas uns 1.350 km² de área alagada não incomodam os chadianos, pois eles veem com bons olhos os 14.000 km² de areia adicionais que ganharam.

Como ninguém estuda no local, pois tem que se preocupar com coisas mais importantes como sobreviver e beber água, a população de Chade devasta o resquício de savana que ainda existe no país com o intuito de transforma-lo num completo deserto, sim, deserto inútil só feito de areia.

Clima[editar]

O Chade é um país onde você nunca fica entediado e suas estações do ano garante isso. Por quatro meses o país é atingido por ventos quentes de areia do Saara soprando a 280 km por hora, esmagando e soterrando tudo em seu caminho. Com o fim da temporada dos ventos de areia, começa o verão e a temperatura atinge níveis semelhantes aos do planeta Vênus. Depois do verão, começa a seca que traz três meses sem água. E só quando a chuva volta nos 15 dias de estação chuvosa do ano é que a população pode finalmente cultivar os campos, e quando os campos são cultivados, entretanto, enxames de gafanhotos famintos chegam e destroem todas as colheitas. Quando os gafanhotos vão embora, é porque a estação dos ventos de areia voltaram.

Política[editar]

Parlamento Chadiano reunido para mais uma sessão extraordinária para votar por mais quantos anos vale um mandato presidencial.

O Chade tem um governo democrático constitucional que se espelha em um sistema presidencial republicano federal, pelo menos em teoria. A verdade é que na prática, nem sempre isso é cumprido e temos um sistema no qual cada mandato presidencial dura 10 anos com a possibilidade de se 4 reeleições consecutivas. A fraude eleitoral, obviamente, é altamente recriminada e proibida.

O governo chadiano é conhecido por impor inúmeras restrições às liberdades e aos direitos humanos aos habitantes do Chade para garantir o bem estar geral ao, por exemplo, determinar que os chadianos não podem andar nus na rua, a menos que seja noite de lua cheia e você tenha pelo menos 93 anos. O governo também não permite marchas contra ele por serem atos antidemocráticos contra um governo eleito democraticamente, e em vez disso, é o presidente que marcha contra o povo.

Subdivisões[editar]

Apesar do Chade poder ser tranquilamente dividido em apenas duas regiões, o Chade do Norte que seria a província desértica ocupando 99% do território e o Chade do Sul ocupando 1% do território que é onde as pessoas vivem ao redor do Lago Chade, o governo decidiu mesmo assim criar 21 regiões completamente redundantes, com destaque especial para as regiões de Borkou, Ennedi e Tibesti que são as três só deserto inútil. A única cidade existente no país, é N'Djamena, por isso é a capital também.


Economia[editar]

O Chade continua a definir novos padrões de inutilidade a cada ano que passa e até hoje é incomparável em sua falta de recursos naturais. Para se ter ideia, até a areia do Chade é de baixa qualidade. Talvez a única coisa útil já inventado pelo Chade tenha sido a Rune Chad, um item místico criado nas profundezas do "Lago" Chade (20 mm na estação chuvosa) que diz conferir todos os poderes da inutilidade do Chade ao seu proprietário.

Aliás, você já esteve em uma caixa de areia? Ou comprou uma para seu gato? Ou levou seu filho para brincar no parquinho e conhecer outras crianças? Você sabe de onde vem toda essa areia? Pois sim, o Chade é o décimo primeiro produtor mundial de areia para caixas de areia e parques infantis, e esse é um dos pilares da sua economia, uma economia muito promissora que está com expectativas de se expandir muito mais em breve, já que países como a França e Estados Unidos têm apresentado pedidos de enterrar os seus resíduos nucleares no deserto do Chade. Fora isso o país se destaca na ampla fabricação de almofadas de mármore.

Agora o motivo do Chade ser considerado a futura potência mundial da África, foi a descoberta de vastos poços de petróleo, bastando apenas a tecnologia correta para extraí-lo. As perfurações de teste mostraram que as reservas de petróleo chadianas são tão extensas que é provável que armas de destruição em massa sejam encontradas neste país em breve.

Turismo[editar]

Ao visitar o Chade você pode conhecer uma árvore morta no meio do deserto.

Ultimamente tem havido várias tentativas de revitalizar a economia chadiana, e podemos dizer que essas tentativas foram moderadamente alcançadas com sucesso quando o Chade foi classificado como o 189º país mais turísticos do mundo. A verdade é que existem muitas coisas bonitas e interessantes para visitar no Chade, tais como vastidões de areia e deserto escaldante, com alguns cactos e umas palmeiras ao sul. É sem dúvidas um país de belezas múltiplas se não te matarem com um tiro de 12 na cara ou se você não morrer de sede antes. E se alguma guerra ou ondas de assassinatos em massa estiver ocorrer durante a época de sua viagem, não se preocupe muito, os chadianos costumam matar outras pessoas como forma de aliviar suas vidas naturalmente miseráveis.

Uma visita ao país é especialmente recomendada para quem quer perder peso. As autoridades de turismo do país recomendam especialmente uma sauna orgânica completamente natural para os turistas que está disponível em qualquer lugar do país à céu aberto graças à temperatura média de 48 graus e umidade relativa do ar próxima a 5%. Além disso, a falta de alimentos, a existência de apenas água contaminada e diversas doenças intestinais impedem qualquer ganho de peso, tudo enquanto as facas enferrujadas dos guias turísticos mantêm o turista correndo.

O principal ponto turístico acaba sendo a maior duna de areia do mundo que possui o tamanho de três quilômetros de diâmetro. Apenas lembre-se de levar a sua própria água, pois uma lei local diz que quem visitar o Chade sem levar muita comida e água nas costas será condenado à morte e toda comida e água convertida aos necessitados do país.

Outra opção ao turista é chegar perto da fronteira com Darfur onde é possível alugar uma excursão por aquele território e viver toda uma experiência da aventura de ser sequestrado por terroristas islâmicos e sentir o aço frio de armas do século passado constantemente pressionadas contra seu crânio, além de encontrar muitas pessoas interessantes que gritam e o ameaçam em uma língua que você não entende. No final de tudo, se você tiver a sorte de ser libertado sem um arranhão, poderá levar essa memória inesquecível deste país encantador que é o Chade, ao qual com certeza você vai querer voltar muitas vezes.

Cultura[editar]

A população de Chade cultua o Deus-Vampiro Romeno no formato do Lago Chade, e por isso o país é conhecida como Romênia Africana, pois tem vampiros negões e ginastas negonas. Como o povo está ocupado demais tentando achar água e comida, não foi possível desenvolver muitas tradições culturais em geral.

O país só tem um único canal de televisão, o Télé Tchad, que serve para falar bem do governo, dar a previsão do tempo que vai fazer muito Sol e calor hoje, e as vezes filmar as garças do lago Chade.

Culinária[editar]

A culinária chadiana é muito eclética e consiste em comer tudo o que se move e o que não se move também desde que seja um cadáver, e assim os pratos de carne são sempre baseados em cortes de vacas magras ou galinhas doentes. O prato nacional é então o kisra, um pão que parece uma massa de pizza crua, mas é melhor que nada.

Flag-map Chade.png Chade
HistóriaGeografiaDemografiaPolítica
SubdivisõesEconomiaMoedaTurismo
CulturaBandeiraBrasãoHino
Salve mãe África, mano!
África
v d e h

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